Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 2 de 2
Filtrar
Mais filtros


Assunto principal
Ano de publicação
Tipo de documento
Intervalo de ano de publicação
1.
Rev. bras. leprol ; 24(1-2): 37-47, jan-jun.- 1956.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229496

RESUMO

Focalizaram os autores um aspecto da epidemiologia da lepra no Estado de São Paulo, onde os estrangeiros, de modo especial os italianos e seus filhos, são comunicantes infectados pela lepra. Discutem o assunto da resistência racial e julgam que a ausência de imunidade atávica nos estrangeiros, como admitem alguns autores, não seria a explicação provável para êsse fato. Isso porque, se existe uma resitência racial, ela deveria ser maior nos estrangeiros, os quais provêm de países onde a lepra existe ou existiu durante mais séculos do que em São Paulo. Considerando a possibilidade de que fatôres diversos venham a intervir no binômio exposição-resitência, proporcionando índices de lepra mais ou menos elevados sem correlação direta a essencial com maior ou menor resitência do grupo nacional e estrangeiro, os autores acham que ‚ de maior importância observar os dados referentes à forma clínica nestes dois grupos. Isso porque a forma clínica dependeria mais particularmente do fator resitência e o aparecimento de maior número de tuberculóides em um dos grupos indicaria maior resitência contra a infecção lerposa. Nos dados que obtiveram, os autores verificaram o seguinte: 1) a forma tuberculóide foi mais freqüentemente observada entre os estrangeiros do que entre os nacionais filhos de brasileiros; 2) os nacionais filhos de estrangeiros desenvolveram a forma lepromatosa mais freqüentemente do que os nacionais filhos de brasileiros. Observaram maior prevalência de lepra entre os estrangeiros, diferença esta pequena mas estatísticamente significativa. Não podendo atribuir esta maior prevalência a uma susceptibilidade maior à lepra, conforme de deduz dos dados acima, julgam os autores que ela dever  ser explicada diferentemente. Talvez muitos estrangeiros (especialmente os lepromino-negativos) viessem a ter sua resistência diminuida, em virtude das condições diversas que interferem na sua aclimatização (clima, alimentação e outras)...


Assuntos
Humanos , Hanseníase/epidemiologia , Hanseníase/etiologia , Hanseníase/etnologia , Hanseníase/fisiopatologia
2.
Rev. bras. leprol ; 13(3): 155-161, set. 1945.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229196
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA