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Reação de Mitsuda induzida por efeito de diversos esquemas de vacinação BCG oral e pela técnica de multipunturas de Rosenthal / Mitsuda reaction induced by the effect of various forms of oral administration of BCG and the technique of multipunturas Rosenthal
Rosemberg, Jorge; Campos, Nelson Souza; Aun, Jamil N.
  • Rosemberg, Jorge; Faculdade Fluminense de Medicina. Faculdade de Medicina e Cirurgia. Rio de Janeiro. BR
  • Campos, Nelson Souza; Departamento de Profilaxia da Lepra do Estado de São Paulo. Educandário Santa Terezinha. São Paulo. BR
  • Aun, Jamil N; Instituto Clemente Ferreira. São Paulo. BR
Rev. bras. leprol ; 20(3/4): 183-196, set.-dez. 1952. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229431
Biblioteca responsável: BR191.1
Localização: [{"text": "BR191.1"}]
RESUMO
Neste trabalho teve-se em vista estudar a capacidade do BCG de positivar a reação de Mitsuda, comparando-se seu efeito quando empregado por via digestiva em diversas doses e pela técnica de multipunturas de Rosenthal. Para tal fim se utilizaram 121 crianças de 2 dias a 11 meses de idade, crescendo em ambiente fechado desde o primeiro dia de vida e seguramente isentas de contágio tuberculoso e leproso. Uma vez constatado serem tôdas negativas à tuberculina (Mantoux a 1 por 10), foram elas divididas em 5 grupos, dos quais 4 receberam o BCG e 1 foi mantido como testemunha. 1- Vacinação oral com 1 dose única de 0.10 grs de BCG, 20 crianças. 2- vacinação oral com 2 doses de 0.10 grs de BCG, administrados com uma semana de intervalo, 20 crianças. 3- Vacinação oral com 3 doses de 0.10 grs de BCG, administrados com intervalos semanais, 30 crianças. 4- Vacinação parenteral pela técnica de multipunturas de Rosenthal, 21 crianças. 5- Testemunhas não vacinadas, 30 crianças. No mesmo dia da vacinação dos grupos 1 e 4 e da primo-vacinação dos grupos 2 e 3, injetou-se lepromina na derme de tôdas as crianças inclusive nos testemunhas. Entre 15 e 65 dias, surgiu no local onde foi deposta a lepromina, uma nítida resposta positiva em tôdas as crianças vacinadas, com exceção de duas (uma do grupo 2 e outra do grupo 4). Oito meses depois da vacinação, foi feito um segundo teste leprom¡nico. Êste foi positivo na totalidade das crianças vacinadas por via oral, continuando apenas negativo, o caso do grupo 4, vacinado pela técnica parenteral e que já havia sido negativo no primeiro teste. No grupo testemunha não houve nenhuma reação positiva de Mitsuda em ambos os grupos leprominicos.
Assuntos
Texto completo: Disponível Bases de dados: HANSEN / Sec. Est. Saúde SP Assunto principal: Vacina BCG / Antígeno de Mitsuda / Hanseníase Idioma: Português Revista: Rev. bras. leprol Ano de publicação: 1952 Tipo de documento: Artigo

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