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Mário de Andrade: mesma data, várias cartas e um arquivo de criação literária

Oliveira, Maria Inêz Vieira de.
Niterói; s.n; 2004. 119 p.
Tese em Português | BVS Pensamento Social, FIOCRUZ | ID: bps-588
A figura de Mário de Andrade transformou-se num mito freqüentemente invocado para justificar as mais diversas atitudes dos intelectuais que fizeram a história modernista brasileira. E o autor de Macunaíma confirma-nos, através do passar dos anos que, realmente, era como se autodefiniu Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta, através da denúncia pública de sua vida e sua obra feita por ele mesmo, principalmente em seus últimos anos. Para o Mário de Andrade da década de 1940, contribuir para a transformação política e social, para o amilhoramento do homem?, era o desafio e o compromisso maior da intelectualidade. Neste trabalho, acompanhamos sua trajetória e sua transformação em uma das matrizes da intelligentsia brasileira. Nossa fonte de pesquisa foram as cartas escritas por Mário de Andrade entre 1921 e 1945, a diferentes intelectuais de sua época. Dada a amplitude desta correspondência, optamos por analisar cartas escritas num mesmo dia para diferentes destinatários, das quais selecionamos 34, que constituem o corpus com o qual trabalhamos. Destas cartas transcrevemos os trechos que nos mostram a variedade dos assuntos discorridos, nos levam a atentar para o tom mais ou menos coloquial e íntimo e como o e expor de Mário é diversificado. Analisando esta parte da correspondência do poeta, ensaísta, pensador, escritor de ficção, musicólogo, professor, folclorista, crítico de arte Mário de Andrade, nosso objetivo é mostrar a epistolografia como arquivo de criação literária e testemunho da história cultural brasileira.(AU)
Biblioteca responsável: BR1273.1