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Contribuições do Programa Mais Médicos ao desempenho de equipes de Saúde da Família na atenção à hipertensão e ao diabetes no Brasil, 2012 a 2015 / Contributions of the More Doctors Program to the performance of Family Health teams concerning hypertension and diabetes care in Brazil, 2012 to 2015 / Contribuciones del Programa Mais Médicos al desempeño de los equipos de salud de la familia en el cuidado de la hipertensión y la diabetes en Brasil, 2012-2015

Facchini, Luiz Augusto; Florencio, Alexandre de Souza Ramos; Nunes, Bruno Pereira; Silva, Marcilio Regis Melo; Rosales, Carlos; Alfaro, Gerardo; Rocha, Thiago Augusto Hernandes.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1116028
Objetivo. Comparar as tendências temporais de acesso e utilização de serviços para controle de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM) em equipes com e sem a participação de profissionais do Programa Mais Médicos (PMM). Métodos. Utilizou-se um delineamento analítico-descritivo, com comparação entre equipes participantes do PMM (intervenção) e não participantes, em uma abordagem quase-experimental em série temporal. Comparouse o desempenho de uma amostra de 30 000 equipes da Estratégia Saúde da Família em 2012 e 20 000 equipes em 2015. Os padrões nos dois grupos foram analisados pela técnica de diferença-em-diferença com estratificação por região geopolítica, porte populacional e perfil municipal. A média semestral de atendimentos foi estimada pela divisão do número total de consultas de DM e HAS realizadas por médicos e enfermeiros em determinada equipe de saúde pelo total de usuários com DM/HAS cadastrados no mesmo local e período. Uma média de consultas/usuário maior do que 14,2 para DM e 10,8 para HAS foi considerada como outlier, sendo as equipes com essas médias excluídas das análises. Resultados. A análise de diferença-em-diferença indicou melhor desempenho na oferta de consulta para DM (P < 0,001) e HAS (P < 0,001) entre as equipes com PMM em comparação àquelas sem o programa. O efeito foi mais pronunciado nas regiões Norte e Nordeste, em municípios com mais de 20% da população em extrema pobreza e em municípios de todos os portes populacionais. Conclusões. Os resultados mostram que o PMM amplia o acesso e a utilização dos serviços de saúde.(AU)
Objective. To compare temporal trends in access and utilization of systemic arterial hypertension (SAH) and diabetes mellitus (DM) services provided by teams with or without physicians from the More Doctors Program (PMM). Method. An analytical-descriptive design was used, with comparison of teams that joined the PMM (intervention) vs. non-participants, using a quasi-experimental time series approach. The study compared the performance of a sample of 30 000 Family Health Strategy teams in 2012 and 20 000 teams in 2015. The patterns in both groups were analyzed using the difference-in-difference technique with stratification according to geopolitical region, population size, and municipal profile. The mean number of consultations per semester was estimated by dividing the total number of DM and HAS consultations provided by physicians and nurses in a given health care team by the total number of users with DM/HAS registered in the same location and period. A mean number of consultations/user > 14.2 for DM and > 10.8 for HAS was considered as an outlier, and thus the teams with these means were excluded from the analyses. Results. The difference-in-difference analysis indicated better performance in the provision of DM (P < 0.001) and SAH (P < 0.001) services among PMM teams vs. non-PMM teams. The effect was more pronounced in the North and Northeast regions, in municipalities with more than 20% of the population living in extreme poverty, and in municipalities of all population sizes. Conclusions. The results show that the PMM increased access and utilization of health care services.(AU)
Objetivo. Comparar las tendencias temporales del acceso y de la utilización de los servicios para el control de la hipertensión arterial sistémica (HAS) y la diabetes mellitus (DM) realizado por los equipos de salud de la familia que trabajan solos y por los que cuentan con la participación de profesionales del Programa Mais Médicos (PMM). Métodos. Se utilizó un diseño analítico y descriptivo, con comparación entre los equipos con participantes del PMM (intervención) y sin ellos, con un método cuasiexperimental de series temporales. Se comparó el desempeño de una muestra de 30 000 equipos que trabajaron dentro del marco de la estrategia de salud de la familia en el 2012 y de 20 000 equipos en el 2015. Se analizaron los patrones observados en ambos grupos con la técnica de doble diferencia con estratificación por zona geopolítica, tamaño de la población y perfil municipal. Se estimó la media semestral de casos atendidos con la división del número total de consultas por DM y HAS a cargo de médicos y miembros del personal de enfermería de un determinado equipo de salud por el total de usuarios con DM y HAS registrados en el mismo lugar y período. Se consideró que una media de consultas por DM por usuario mayor de 14,2 y por HAS mayor de 10,8 era un valor atípico y, por lo tanto, los equipos con esas medias se excluyeron de los análisis. Resultados. El análisis de doble diferencia indicó un mejor desempeño en la atención de consultas por DM (P < 0,001) y por HAS (P < 0,001) a cargo de los equipos con participantes del PMM en comparación con los que trabajaron sin ese programa. El efecto fue más pronunciado en las regiones norte y nordeste, en los municipios con más de 20% de la población en condiciones de extrema pobreza y en municipios de todos los tamaños de población. Conclusiones. Los resultados muestran que el PMM amplía el acceso y la utilización de los servicios de salud.(AU)
Biblioteca responsável: BR1.1