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1.
Natal; s.n; fev. 2010. 76 p. tab, ilus. (BR).
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-867325

RESUMO

Introdução: A displasia epitelial oral (DEO) é uma lesão potencialmente maligna, cujo diagnóstico e gradação se baseia na histologia das alterações arquiteturais e citológicas, preconizados pela OMS, que divide a lesão em leve, moderada e severa, o qual é subjetivo. Maior concordância é observada no uso do sistema binário (baixo/alto risco), o qual está relacionado ao risco de transformação maligna. As galectinas constituem uma família de lectinas e estão envolvidas na tumorigênese, sendo a -1, -3 e -7 as mais investigadas, devido a expressão alterada em cânceres orais. Materiais e métodos: Foi analisada a expressão imuno-histoquímica dessas proteínas em 50 espécimes de DEO (21 baixo/ 29 alto risco) e 5 de mucosa oral normal e relacionamos com a presença/ausência de marcação, padrão de distribuição, intensidade, localização epitelial (estratificação) (1/3 inferior, médio e superior), e localização celular (compartimento) (núcleo, citoplasma e membrana) . Resultados: Dos 29 casos de alto e dos 21 de baixo risco, 21 (72,4%) e 12 (57,1%) foram positivos para a galectina -1, respectivamente. Dessa forma, de 50 casos, 33 foram positivos. O núcleo e citoplasma foram positivos em 91,7% nas de baixo risco e em 90,5% nas de alto. Todos os casos de mucosa normal foram negativos. Com relação a galectina -3, dos 21 casos das DEOs de baixo risco, 12 (57,1%) apresentaram expressão e dos 29 casos das DEOs de alto risco, 15 (51,7%) foram positivos, havendo imunoexpressão em um total de 27 casos. O padrão difuso, assim como a fraca intensidade foram os mais freqüentes para os 2 graus. O núcleo e o citoplasma foram a localização mais comum tanto nas lesões de baixo (58,3%), quanto nas de alto risco (66,7%). Quatro casos de mucosa normal foram positivos, com marcação membranar e intensidade fraca. Dos 21 casos das DEOs de baixo risco, 17 (81%) apresentaram expressão imuno-histoquímica para a galectina -7 e das 29 DEOs de alto risco, 27 (93,1%) foram positivos.


Então, a expressão imuno-histoquímica da galectina -7 foi observada em 44 casos, a maioria com intensidade de moderada a forte. O núcleo e o citoplasma foram a localização mais freqüente, nas de baixo (70,6%) e alto risco (66,7%). Quatro espécimes de mucosa normal marcaram membrana em terço médio e superior, com intensidade moderada a forte. Conclusões: Alterações na expressão das galectinas -3 e -7 e principalmente da -1 sugerem seu envolvimento na fisiopatologia das displasias, participando do processo de transformação de fenótipo normal para o displásico


Introdução: A displasia epitelial oral (DEO) é uma lesão potencialmente maligna, cujo diagnóstico e gradação se baseia na histologia das alterações arquiteturais e citológicas, preconizados pela OMS, que divide a lesão em leve, moderada e severa, o qual é subjetivo. Maior concordância é observada no uso do sistema binário (baixo/alto risco), o qual está relacionado ao risco de transformação maligna. As galectinas constituem uma família de lectinas e estão envolvidas na tumorigênese, sendo a -1, -3 e -7 as mais investigadas, devido a expressão alterada em cânceres orais. Materiais e métodos: Foi analisada a expressão imuno-histoquímica dessas proteínas em 50 espécimes de DEO (21 baixo/ 29 alto risco) e 5 de mucosa oral normal e relacionamos com a presença/ausência de marcação, padrão de distribuição, intensidade, localização epitelial (estratificação) (1/3 inferior, médio e superior), e localização celular (compartimento) (núcleo, citoplasma e membrana) . Resultados: Dos 29 casos de alto e dos 21 de baixo risco, 21 (72,4%) e 12 (57,1%) foram positivos para a galectina -1, respectivamente. Dessa forma, de 50 casos, 33 foram positivos. O núcleo e citoplasma foram positivos em 91,7% nas de baixo risco e em 90,5% nas de alto. Todos os casos de mucosa normal foram negativos. Com relação a galectina -3, dos 21 casos das DEOs de baixo risco, 12 (57,1%) apresentaram expressão e dos 29 casos das DEOs de alto risco, 15 (51,7%) foram positivos, havendo imunoexpressão em um total de 27 casos. O padrão difuso, assim como a fraca intensidade foram os mais freqüentes para os 2 graus. O núcleo e o citoplasma foram a localização mais comum tanto nas lesões de baixo (58,3%), quanto nas de alto risco (66,7%).


Quatro casos de mucosa normal foram positivos, com marcação membranar e intensidade fraca. Dos 21 casos das DEOs de baixo risco, 17 (81%) apresentaram expressão imuno-histoquímica para a galectina -7 e das 29 DEOs de alto risco, 27 (93,1%) foram positivos. Então, a expressão imuno-histoquímica da galectina -7 foi observada em 44 casos, a maioria com intensidade de moderada a forte. O núcleo e o citoplasma foram a localização mais freqüente, nas de baixo (70,6%) e alto risco (66,7%). Quatro espécimes de mucosa normal marcaram membrana em terço médio e superior, com intensidade moderada a forte. Conclusões: Alterações na expressão das galectinas -3 e -7 e principalmente da -1 sugerem seu envolvimento na fisiopatologia das displasias, participando do processo de transformação de fenótipo normal para o displásico


Assuntos
Citoplasma/patologia , Células Epiteliais , Galectinas , Imuno-Histoquímica/métodos , Mucosa Bucal/lesões , Neoplasias Bucais/patologia
2.
Rev. Fac. Odontol. Porto Alegre ; 44(2): 12-16, dez. 2003. ilus, tab, graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-396938

RESUMO

A citopatologia bucal é um método de diagnóstico baseado em células obtidas por raspagem. Com a finalidade de constatar quantitativamente as alterações celulares ocasionadas pelo fumo em mucosa bucal normal, durante a Campanha de combate ao câncer em Novo Hamburgo/RS de 2000, foram selecionados todos os indivíduos homens, fumantes e não fumantes, acima de 40 anos e sem lesão bucal aparente. O processo de seleção resultou em total de 13 fumantes e 9 não-fumantes. Os sítios bucais estudados foram: lábio, soalho bucal e língua. De cada sítio estudado foram obtidos dois esfregaços, sendo o primeiro submetido à técnica de impregnação pela prata (AgNORs) para avaliação quantitativa via IMAGELAB e o segundo ao método de Papanicolaou Modificado para confirmação de normalidade. Através do teste estatístico Mann-Whitney (p=0,05) foram obtidos os seguintes resultados: (1) em soalho, o número de AgNORs por núcleo foi superior em fumantes comparado ao grupo não-fumantes; (2) em língua, a relação núcleo/citoplasma em fumantes é maior em comparação aos não-fumantes; (3) em lábio, o grupo com média acima de 3 AgNORs/núcleo apresentou área nuclear maior. Considerando que cada sítio possui comportamento específico frente às injúrias ocasionadas pelo fumo, concluímos que as referências quantitativas de relação núcleo/citoplasma e número de AgNORs/núcleo são eficazes para o controle de alterações celulares prévias à lesão bucal visível


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Citoplasma , Boca , Mucosa Bucal , Tabaco
4.
Rev. bras. odontol ; 54(4): 186-93, jul.-ago. 1997.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-210977

RESUMO

Várias propriedades biológicas têm sido atribuídas ao hidróxido de cálcio, tais como: açäo antiinflamatória, açäo antimicrobiana, solvente de matéria orgânica, inibiçäo da reabsorçäo e induçäo de reparo mineralizado. Neste trabalho, estas propriedades säo discutidas baseado em achados científicos


Assuntos
Humanos , Bactérias Anaeróbias/efeitos dos fármacos , Dano ao DNA , DNA Bacteriano , Endotoxinas , Bactérias Gram-Negativas , Hidróxido de Cálcio/farmacologia , Ligamento Periodontal/efeitos dos fármacos , Fosfolipases A/antagonistas & inibidores , Reabsorção da Raiz/enzimologia , Tratamento do Canal Radicular , Fosfolipases Tipo C/antagonistas & inibidores , Adenosina Trifosfatases , Fosfatase Alcalina , Cavidade Pulpar , Citoplasma , Hidróxido de Cálcio/química , Hidróxido de Cálcio/uso terapêutico , Concentração de Íons de Hidrogênio , Pirofosfatases
5.
Bauru; s.n; 1993. 230 p. ilus, tab, graf.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-246755

RESUMO

A diferenciaçäo morfológica terminal das células acinosas pancreáticas do rato, durante o desenvolvimento fetal, foi estudada morfometricamente em cortes semi-finos e ultra-finos. As modificaçöes morfométricas observadas nas estruturas intra-celulares e no plasmalema baso-lateral e luminal, foram monitoradas por estudos morfológicos qualitativos, topoquímicos subcelulares e de réplicas de criofratura. A massa pancreática no período estudado de 18 e 22 dias de vida pré-natal, exibiu um crescimento exponencial (Y = 0,00004 e 0,60x), com um tempo de duplicaçäo T= 1,15 dias. A análise morfométrica mostrou que durante o processo de diferenciaçäo, as células acinosas aumentam substancialmente o seu volume citoplasmático (com um incremento de 1.316 por cento, entre os dias 19 e 22). Este aumento de volume citoplasmático, ocorre principalmente devido ao exuberante acúmulo de gräos de zimogênio. O volume e superfície totais dessas estruturas intracelulares, crescem, respectivamente, de 410,5 por cento e 1.400 por cento, durante o intervalo evolutivo de 18 a 22 dias de vida pré-natal. A análise gráfica mostrou que os crescimentos volumétrico, superficial e numérico dos gräos de zimogênio, säo todos do tipo exponencial. A comparaçäo da evoluçäo dos diferentes parâmetros morfométricos dos gräos de zimogênio, sugere que durante o desenvolvimento, grânulos de zimogênio pré-existentes aumentam o seu tamanho individual. O volume e superfície totais do retículo endoplasmático granular (REG), também aumentam significantemente, principalmente no período de 19 a 21 dias de vida gestacional, quando crescem, respectivamente, de 156,4 por cento e 147,5 por cento...


Assuntos
Animais , Feminino , Recém-Nascido , Ratos , Células/citologia , Diferenciação Celular/fisiologia , Pâncreas/citologia , Tamanho Celular/fisiologia , Contagem de Células/métodos , Citoplasma/metabolismo , Citoplasma/fisiologia , Microscopia Eletrônica/métodos
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