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1.
Braz. j. oral sci ; 7(26): 1602-1608, July-Sept. 2008. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-521324

RESUMO

Aim: To compare and contrast the various changes in the connective tissue among patients with the habits of smoking, pan chewing and controls by using fluorescence spectroscopy, histopathology and transmission electron microscopy. Method: Thirty subjects were categorized into three groups: pan chewers, smokers and controls without any oral lesions. Fluorescence spectroscopy was carried out using FLUOROMAX-2. Excitation spectroscopy was performed at 280 and 320nm respectively and Emission spectroscopy was performed at 340 and 390nm excitation. Subsequently, histopathological evaluation and transmission electron microscopy was done for biopsies taken from test groups and controls. Results: The mean, standard deviation and test of significance of mean values between different groups for intensity-380nm, intensity–420nm and intensity – 460nm at 320 nm excitations, showed that the Mean values in group I and group II were significantly higher than the mean value in group III with a p-value of less than 0.001. Considering the histopathological parameters, the pattern of the sub-epithelial connective tissue, the presence of chronic inflammatory cells and lysis of connective tissue was significant. The ultrastructural analysis revealed the presence of epithelioid, spindle or elongated and stellate shaped fibroblasts in the connective tissue. Conclusion: In this pilot study, we could find variations in emission characteristics of various amino acids which correlated with histopathology and electron microscopy. Our study suggests that there are connective tissue changes in oral mucosa among smokers and pan chewers, though it is apparently normal in clinical presentation. These initial connective tissue changes could determine the progression of altered mucosa to a pre-cancer or cancer, which is further related to other complex interactions. Elaborate studies are required to evaluate the significance of our hypothesis.


Assuntos
Humanos , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Tecido Conjuntivo , Células Estromais/patologia , Mucosa Bucal , Espectrometria de Fluorescência , Tabagismo , Neoplasias Bucais , Patologia Bucal
2.
RPG rev. pos-grad ; 10(1): 47-51, jan.-mar. 2003. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-391722

RESUMO

Desmoplasia é a deposição proeminente de colágeno de permeio às células neoplásicas, tendo-se o miofibroblasto como a célula responsável por esse processo. Sua presença tem sido associada a um prognóstico mais favorável em algumas neoplasias e, diante disso, propusemo-nos a estudar sua presença em neoplasias de glândula salivar. A fim de verificar a presença do miofibroblasto no estroma tumoral dessas neoplasias, utilizamos a técnica imuno-histoquímica através do método EnVision-peroxidase com o anticorpo anti-actina-músculo-liso (AML) nos casos selecionados de: adenoma pleomórfico - AP (6), carcinoma mucoepidermóide - CME (21) carcinoma adenóide cístico - CAC (7), carcinoma epitelial-mioepitelial - CEM (2), adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade - APBGM (11) e carcinoma de células acinares - CCA (2). Apenas os casos de CME, APBGM e CCA exibiram positividade para o anticorpo, confirmando a presença do miofibroblasto, em graus variáveis de acordo com cada variante tumoral. Apenas nos casos de CMEs pôde ser verificada a relação entre a presença da desmoplasia e a menor agressividade do tumor. Nos demais casos (AP, CAC, CEM e CCA), essa relação não existiu, o que nos levou à conclusão de que, nos tumores de glândula salivar, o comportamento e as reações diferem entre as entidades, ficando claro que, nesses tumores, deve-se individualizar o estudo do estroma


Assuntos
Colágeno , Fibroblastos , Neoplasias das Glândulas Salivares , Anticorpos , Imuno-Histoquímica , Células Estromais
3.
Rev. Fac. Odontol. Bauru ; 8(1/2): 71-7, jan.-jun. 2000. tab, graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-298444

RESUMO

As mudanças que ocorrem no parênquima de um orgäo epitelial durante o seu desenvolvimento ontogenético säo controladas pela sua interaçäo com seu estroma de origem mesenquimal. O objetivo do atual trabalho foi o de avaliar uma possível relaçäo na evoluçäo do volume absoluto e no número de células do estroma e do parênquima da glândula submandibular do rato durante o desenvolvimento pós-natal. No período de 2 a 70 dias de idade, a massa glandular aumentou 1822 por cento, às custas de um marcante crescimento de 3593 por cento e de 1211 por cento, respectivamente, no volume absoluto do parênquima e do estroma. Por outro lado, o número de células nos mesmos compartimentos aumentou, respectivamente, 1033 por cento e 1203 por cento. Esses resultados indicaram que o aumento no volume celular individual das células epiteliais também tem papel importante no crescimento do volume do parênquima, e que no estroma, ocorreu proporcionalidade entre o crescimento do número de células e de matriz extracelular. A relaçäo volume do estroma/volume do parênquima diminuiu nos períodos, respectivamente, de 2 a 28 e 35 a 70 dias, e manteve-se estável no período de 28 a 35 dias devido exclusivamente ao aumento no número de células do estroma e exibiu estabilidade nos demais períodos. Convém salientar, que é nesse período de 28 a 35 dias, que ocorre o grande processo de transformaçäo de células dos ductos estriados em células secretoras serosas dos ductos granulosos, o que caracteriza o início da fase ductal do desenvolviemnto pós-natal da glândula submandibular do rato. As mudanças detectadas no estroma nesse período podem estar relacionados a este fato


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Recém-Nascido , Lactente , Glândula Submandibular/crescimento & desenvolvimento , Contagem de Células , Tamanho Celular , Células Estromais/citologia
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