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1.
Rev. odontol. UNESP ; 20(1): 41-50, 1991. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-120299

RESUMO

Utilizando a microscopia eletrônica, à luz polarizada, métodos histoquímicos e a açäo da colagenase estudamos alguns aspectos da matriz do enamelóide dos dentes do baiacu, Spheroides testudineus, concluindo que neste peixe essa matriz está baseada em trama fibrilar constituída de fibras colágenas e por substâncias cimentante rica em mucopol issacarídeos ácidos e neutros, associados a proteínas cujos aminoácidos detectados säo aqueles que fazem parte das estruturas adamantinas de mamíferos; que essa matriz prossegue em sua mineralizaçäo, mesmo depois de inteiramente formada, quando sofre um amadurecimento progressivo, como se fora esmalte


Assuntos
Esmalte Dentário/anatomia & histologia , Esmalte Dentário/metabolismo , Dentina/anatomia & histologia , Dentina/metabolismo , Peixes
2.
Rev. Esc. Farm. Odontol. Alfenas ; (12): 83-97, jan.-dez. 1990. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-856315

RESUMO

Fragmentos de rim da traira Hoplias malabaricus foram estudados histológica, histométrica e histoquimicamente. O nefron consiste de túbulos contorcidos (TC) proximais e distais. O TC proximal mostra três segmentos distintos, aqui designados I, II e III. O TC distal, nitidamente distinto dos segmentos proximais, desemboca em ducto coletor, o qual se dirige para o centro do órgão, onde os ductos coletores acompanham a grande veia central. Mucossubstâncias neutras foram evidenciadas nos túbulos contorcidos e ducto coletor, enquanto que mucossubstâncias ácidas carboxiladas e sulfatadas foram detectadas nos TC distais e ductos coletores. Massas de tecido hemocitopoético e pigmentos ferruginosos são vistos no estroma do órgão


Assuntos
Peixes , Rim/anatomia & histologia
3.
Rev. Esc. Farm. Odontol. Alfenas ; (8): 113-24, jan.-dez. 1985. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-138689

RESUMO

Os autores estudaram morfológica e histoquimicamente as células caliciformes linguais de alguns peixes brasileiros. Baseados nos resultados, os autores concluíram: 1) A Piaba (Leporinus Ocotofasciatus) apresenta três tipos de células caliciformes, I, II e III e, no produto de secreçäo desses três tipos foram observadas somente nas células do tipo I. Radicais proteicos do tipo alfa-amino e cistina foram observados nas células do tipo I, enquanto nas células do tipo III foi observado somente radical alfa-amino; 2) No produto de secreçäo das células caliciformes do Mandi Amarelo (Pimelodus Maculatus) detectaram-se mucosubstâncias ácidas e neutras; 3) Na língua da traíra (Hoplias Malabaricus) foram observados dois tipos de células caliciformes, a saber: I e III. No produto de secreçäo dessas células foram detectadas mucosubstâncias neutras e ácidas


Assuntos
Animais , Peixes/anatomia & histologia , Língua , Histocitoquímica/métodos
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