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1.
Rev. Odontol. Araçatuba (Impr.) ; 40(3): 38-44, set.-dez. 2019. graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-1102224

RESUMO

O objetivo desse estudo foi revisar a literatura e enfatizar os aspectos relacionados ao manejo preventivo e terapêutico da osteorradionecrose dos maxilares. Realizou-se revisão bibliográfica não sistemática, descritiva e qualitativa nas plataformas de pesquisa Scielo, Pubmed e Medline, utilizando os descritores, osteoradionecrosis/osteoradionecrose e/ou radiotherapy/radioterapia e/ou jaw/arcada maxilares. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados em inglês, espanhol ou português, pesquisas clínicas ou relatos de casos abordando tratamento com radioterapia de cabeça e pescoço e artigos publicados entre 1980-2018, excluindo da pesquisa trabalhos experimentais em animais, artigos publicados na forma de nota técnica ou carta ao editor e artigos baseados em opinião de especialistas. Baseando-se nos critérios de pesquisa, foram selecionados 56 artigos. A radioterapia é eficaz e amplamente utilizada como terapia nas neoplasias malignas de cabeça e pescoço, entretanto produz efeitos colaterais, sendo a osteorradionecrose uma das mais graves. Na maioria dos casos, progride lentamente, tornando-se extensa e dolorosa, suas manifestações tardias compreendem infecção e fratura óssea patológica. Nas últimas décadas, várias opções profiláticas ou terapêuticas foram consideradas no manejo da osteorradionecrose, sendo as mais relatadas: medidas de suporte, antibioticoterapia/antibioticoprofilaxia, pentoxifilina e tocoferol, oxigênio hiperbárico e ressecção cirúrgica com enxerto ósseo. A adequação do meio bucal e cirurgias orais antes de iniciar a radioterapiaainda é o tratamento ideal para prevenir a osteorradionecrose. A antibioticoterapia e/ou antibioticoprofilaxia sistêmica, anti-sépticos locais, pentoxifilina e tocoferol e oxigênio hiperbárico são os tratamentos mais relatados na literatura e que buscam minimizar a incidência da osteorradionecrose após procedimentos cirúrgicos odontológicos em pacientes submetidos a tratamentos de radioterapia(AU)


The purpose of this paper was to review the literature and to emphasize the aspects related to the preventive and therapeutic management of osteorradionecrosis of the jaws. Methods: A nonsystematic, descriptive and qualitative bibliographic review was performed on the Scielo, Pubmed and Medline research platforms, using the descriptors, osteoradionecrosis/osteoradionecrose and/or radiotherapy/radioterapia and/or jaw/maxilares. The inclusion criteria were: articles published in English, Spanish or Portuguese, clinical research or reports of cases approaching of treatment with head and neck radiotherapy and articles published between 1980- 2018, excluding from the research experimental study on animals, articles published in the form of technical note or letter to the editor and articles based on expert opinion. Results: Based on the search criteria, 56 articles were selected. Radiotherapy is effective and widely used as a therapy for malignant head and neck neoplasias, however it produces side effects, being osteoradionecrosis the most severe one. In most cases, it progresses slowly, becoming extensive and painful; its late manifestations comprise infection and pathological bone fracture. In the last decades, several prophylactic or therapeutic options have been considered in the management of osteoradionecrosis, being reported: supportive measures, antibiotic therapy/prophylaxis, pentoxifylline, tocopherol, hyperbaric oxygen and surgical resection with bone graft. Conclusion: The suitability of the oral cavity and oral surgery before starting the radiation therapy is still an ideal treatment to prevent osteoradionecrosis. Antibiotic therapy/prophylaxis, local antiseptics, pentoxifylline, tocopherol and hyperbaric oxygen are the most commonly reported treatments in the literature and seek to minimize the incidence of osteoradionecrosis after dental surgical procedures in patients undergoing radiation therapy(AU)


Assuntos
Osteorradionecrose , Osteorradionecrose/prevenção & controle , Osteorradionecrose/terapia , Neoplasias de Cabeça e Pescoço , Maxila/lesões
2.
Braz. dent. sci ; 20(1): 119-126, 2017. ilus
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-836822

RESUMO

A osteorradionecrose (ORN) é uma das complicações bucais mais graves pós-tratamento de câncer de cabeça e pescoço, sendo a extração dentária, por meio de sua estimulação traumática, apontada como um importante fator predisponente. As indicações e métodos preventivos para a realização destes procedimentos em pacientes irradiados são questionados, se tornando fundamental o conhecimento de protocolos adequados. O presente artigo relata um caso de exodontias múltiplas em um paciente oncológico em fase terminal, cujas medidas preventivas foram realizadas, não ocorrendo desenvolvimento de complicações. Por meio de revisão de literatura, explana as possíveis indicações deste procedimento, o risco de desenvolvimento de osteorradionecrose e as possibilidades de prevenção para esta sequela. Além disso, aborda uma alternativa de reabilitação oral viável após este tipo de cirurgia, por meio de overdenture sobre dentes em mandíbula. (AU)


Osteoradionecrosis (ORN) is one of the most severe oral complications after the head and neck cancer treatment. Tooth extraction, through its traumatic stimulation, is identified as an important predisposing factor. Indications and preventive methods for carrying out these procedures in irradiated patients are questioned, thus, knowledge of appropriate protocols is essential. This article reports a case of multiple tooth extractions in a cancer patient in terminal stage whose preventive measures were taken without the occurrence of complications. Based on a literature review, this paper accounts the possible indications of this procedure, the risk of developing osteoradionecrosis, and the prevention possibilities for this sequela. In addition, this report addresses a viable oral rehabilitation alternative after this kind of surgery by using overdenture on the lower jaw teeth. (AU)


Assuntos
Humanos , Osteorradionecrose , Radioterapia , Reabilitação , Extração Dentária
3.
Braz. dent. sci ; 18(2): 109-114, 2015. ilus
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-766798

RESUMO

Pacientes submetidos à radioterapia como parte do tratamento do câncer de cabeça e pescoço estão sujeitos a desenvolver osteorradionecrose (ORN). As exodontias têm sido implicadas como principal fator desencadeador de ORN, particularmente em região de molares inferiores. A osteorradionecrose tem sido reportada em até 20% dos pacientes irradiados submetidos à exodontia, e é reconhecida como a mais severa complicação da radioterapia em mandíbula, acarretando grande desconforto e perda na qualidade de vida do paciente. O risco de desenvolvimento de ORN é relacionado à dose, técnica e volume de tecido irradiado, e outros fatores predisponentes como: exodontia no período peri-radioterapia, local de extração, doença periodontal preexistente, trauma causado por próteses mal adaptadas, higiene oral deficiente, deficiência nutricional, uso de álcool e fumo, e doenças sistêmicas. A injúria celular e hipóxia causadas por redução do suprimento vascular, reduzem a capacidade de recuperação dos tecidos moles e do osso, predispondo-os a necrose e osteonecrose inclusive espontânea. O manejo clínico da osteorradionecrose, é complexo e dependendo do grau de acometimento pode requerer além de uso de analgésicos e antibioticoterapia a adoção de procedimentos cirúrgicos, tendo como objetivo eliminar a dor, controlar a infecção e evitar ou reduzir a progressão da lesão.O objetivo deste trabalho é relatar um caso de osteorradionecrose atendido na clínica multidisciplinar do Projeto Onco – ICT/ UNESP São José dos Campos.


Patients undergoing radiotherapy alone or as part of the treatment of head and neck cancer are likely to develop osteoradionecrosis (ORN). Dental extractions have been inferred as the main triggering factor of ORN, particularly in mandibular molars. The osteoradionecrosis has been reported in up to 20% of irradiated patients undergoing dental extraction and is recognized as the most severe complication of radiotherapy in the mandible, causing great discomfort and loss of quality of life of patients. The risk of ORN development is related to the dose, technique, and volume of irradiated tissue, and other predisposing factors such as: extraction at peri-radiotherapy period, site of extraction, pre-existing periodontal disease, general trauma, poor oral hygiene, nutritional deficiency, alcohol and smoking, and systemic diseases. The cellular injury and hypoxia caused by decreased blood supply reduce the recoverability of soft tissue and bone, predisposing them to necrosis and osteonecrosis, even spontaneous. Clinical management of osteoradionecrosis is complex and depending on the degree of involvement, it may require analgesics and antibiotics in addition to the adoption of surgical procedures, aiming to eliminate pain, control infection, and prevent orreduce the progression ofthe lesion. This paper aimed to report a case of osteoradionecrosis treated in the multidisciplinary clinic of the Onco Project - ICT/UNESP (São José dos Campos/SP, Brazil). A female patient aged 65 years with osteoradionecrosis and fistula after radiotherapy of squamous cell carcinoma in gingiva was submitted to tooth extraction, antibiotic therapy and local care with good response and flow interruption through the fistula. During the treatment, the carcinoma relapsed and the patient was referred for oncologic treatment.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Odontologia , Osteorradionecrose , Radioterapia
4.
ImplantNews ; 7(1): 81-15, 2010.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-556173

RESUMO

A utilização de implantes para reabilitação bucal em indivíduos submetidos à radioterapia na região de cabeça e pescoço ainda permanece um tema controverso na literatura. Estudos apontam para a ocorrência de osseointegração e taxas de sucesso de 80% em implantes dentais colocados em sítios ósseos irradiados. No entanto, outros trabalhos demonstram não haver previsibilidade de resultados. A osteoradionecrose pode se desenvolver em sítios previamente irradiados onde implantes são instalados apresentando uma porcentagem na literatura que varia entre 4% a 22%. A introdução da terapia com oxigênio hiperbárico diminuiu a incidência de ORN e aumentou a sobrevida de implantes dentais em indivíduos submetidos à radioterapia. Diante disso, esta revisão da literatura tem como objetivo abordar os principais aspectos da radioterapia e sua relação com a Implantodontia.


The use of implants for oral rehabilitation in irradiated head-neck subjects still remains a controversy in the literature. Studies indicate that osseointegration occurs in irradiated sites, and success rates of 80% for dental implants installed in irradiated bony sites are shown. Jaw osteonecrosis can occur in sites previously irradiated where implants are installed, with a range between 4% to 22%. The introduction of hyperbaric oxygen therapy decreased the incidence of osteonecrosis and increased dental implant survival in previously irradiated subjects. The aim of this literature review was to investigate the main aspects of radiotherapy and its implication on implant dental practice.


Assuntos
Implantes Dentários , Osteorradionecrose , Radioterapia
5.
São Paulo; s.n; 2009. 59 p. ilus, Cd Rom, tab, graf. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-558054

RESUMO

O trabalho buscou demonstrar o efeito benéfico do ultra-som no controle sintomáticodas osteorradionecroses (ORN) dos maxilares. Dez pacientes portadores de ORN dos maxilares foram avaliados e completaram o protocolo de tratamento proposto:um máximo de 40 aplicações de 20 minutos de ultra-som (US) de baixa intensidadesobre a área facial correspondente à região afetada pela ORN. O aparelho utilizado dispõe de transdutor composto por um disco cerâmico de PZT (Titanato de Zirconatode Chumbo) que emite ondas longitudinais, com freqüência de 1,5 Mhz e potênciade 30 mW. Oito homens e duas mulheres compuseram a casuística, com idade média de 52,7 anos. Nove pacientes apresentavam ORN em mandíbula e um em maxila. Todos os pacientes mostraram resposta positiva ao tratamento com US, sendo que três foram tratados exclusivamente com US e sete submeteram-se a intervenção cirúrgica após as 40 aplicações de US. Extensão da casuística e pesquisas adicionais são indispensáveis ao melhor esclarecimento dos mecanismos de ação do US sobre o metabolismo ósseo, de sua interferência sobre o osso irradiado e para o estabelecimento de protocolos de tratamento clínico efetivos e cientificamente embasados. Concluímos que a terapia de US de baixa intensidade é eficiente no tratamento de ORNs dos maxilares, apresentando ausência de efeitos colaterais adversos e boa aceitação por parte dos pacientes.


The purpose of this research was to evaluate the effect of ultrasound (US) therapy upon symptomatic control of osteoradionecrosis (ORN) of the jaws. Ten ORN patients that completed the designed treatment protocol had their data analyzed. The treatment protocol consisted of a maximum of 40 sessions of 20-minute low intensity US application over the face in the area correspondent to the ORN lesion. The US device utilized was composed of a ceramic disc transducer (lead titanate zirconate)with 1.5 mHz frequency and 30 mW of power. Eight men and two women comprised the population studied, mean age 52.7 years. Nine patients presented the mandible and one patient the maxilla affected by ORN. All patients showed good results to US treatment. Three were treated exclusively by US and seven were submitted to a supplementary surgery intervention after the programmed 40 US applications. The extension of the casuistic and additional research are mandatory to enlighten the interactions between US waves and bone metabolism, the interferences of US upon irradiated bone and to the development of effective treatment protocols scientifically supported. It was concluded that US therapy is efficient to treat jaws osteoradionecrosis, generating no adverse effects and being well accepted by the patients.


Assuntos
Osteorradionecrose , Lesões por Radiação
6.
Odonto (Säo Bernardo do Campo) ; 16(31): 62-68, jan.-jun. 2008. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-542827

RESUMO

O paciente sob tratamento oncológico, ao receber atenção do Cirurgião-Dentista (CD), necessita de cuidados especiais, assim, seria relevante que o profissional conhecesse as reações adversas do tratamento radioterápico na boca e nas regiões circunvizinhas, atuando na tentativa de amenizar o desconforto e melhorar a condição de vida do seu paciente. Considerando que a radioterapia de cabeça e pescoço pode trazer seqüelas extensas e, algumas vezes, permanentes, em especial nas glândulas salivares e no tecido ósseo, nosso objetivo é revisar tais efeitos e respectivos tratamentos, propostos na literatura. Ficou evidente após este estudo a significante importância do Cirurgião-Dentista no manejo adequado do paciente submetido à radiação de cabeça e pescoço.


The patient undergoing oncology treatment needs special care when assisted by the dental surgeon. Therefore, it would be quite relevant that the clinician were aware of the adverse reactions of radiotherapy on the mouth and surrounding regions, in order to attempt to minimize discomfort and improve the patient’s life condition. Considering that head and neck radiotherapy can cause extensive sequelae – sometimes permanent ones – particularly on the salivary glands and bone tissue, our aim is to revise these effects and their respective treatments, as proposed in literature. After this study, the significant importance of the dental surgeon became evident for the adequate management of the patient subjected to radiation treatment on the head and neck.


Assuntos
Doenças da Boca/complicações , Doenças da Boca , Efeitos da Radiação , Radioterapia/efeitos adversos , Ageusia , Mucosite , Osteorradionecrose , Doenças Periodontais , Trismo , Xerostomia
7.
Rev. odonto ciênc ; 22(57): 280-285, jul.-set. 2007. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-495260

RESUMO

Introdução: A osteorradionecrose (ORN) é uma severa complicação da radioterapia em pacientes portadores de câncer de cabeça e pescoço. Dependendo da localização e extensão da lesão osteorradionecrótica, pode trazer sinais e sintomas como dor, odor fétido, disgeusia, disestesia ou anestesia, trismo, dificuldade de mastigação, deglutição e fonação, formação de fístula, fratura patológica e infecção local ou sistêmica. Objetivo: O presente trabalho teve como objetivo relatar um caso clínico de um paciente portador de osteorradionecrose em corpo mandibular, com presença de infecção, e que resultou em fratura patológica mandibular. Desenvolvimento do caso: Foram realizados esquemas rigorosos de antibioticoterapia,associados a oxigenoterapia hiperbßrica para permitir o tratamento da fratura mandibular com fixação interna rígida, após o tratamento da infecção secundßria, na intenção de eliminar aosteorradionecrose, a qual no caso em questão houve reparação e ausência de qualquer sinal clínico radiogrßfico de recidiva, num acompanhamento de um ano de pós-operatório. Conclusão:Diante da severidade da doença, esgotadas as possibilidades conservadoras e diante de uma necessidade cirúrgica pela fratura patológica, pôde-se observar que o uso da oxigenoterapia hiperbßrica resultou em uma satisfatória cicatrização da ferida cirúrgica, bem como a manutenção da saúde dos tecidos no caso em questão.


Assuntos
Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Oxigenação Hiperbárica , Doenças Maxilomandibulares , Osteorradionecrose/cirurgia
8.
Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent ; 60(6): 499-502, nov.-dez. 2006.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-543803

RESUMO

A radioterapia é comumente utilizada no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Este trabalho mostra a importância da participação multidisciplinar no tratamento oncológico, onde a Odontologia visa prevenir ou aliviar algumas seqüelas causadas pela radiação. O tratamento odontológico deve ser iniciado antes do tratamento radioterápico e continuar durante e após a terapia.


Radiotherapy is commonly used in the treatment of head and neck cancer. This work shows the importance of the multidisciplinar participation in the oncology treatment where the odontology aims to prevent or to relief some sequels caused by radiation. Odontology treatment should be initiated before the radiotherapy treatment and continue during and after the end of the therapy.


Assuntos
Humanos , Mucosite , Osteorradionecrose , Odontologia Preventiva , Radioterapia , Xerostomia
9.
Salvador; s.n; 2006. 124 p. ilus, tab, graf.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-440978

RESUMO

Esse estudo teve como objetivo avaliar o efeito da Laserterapia em baixa intensidade na reparação de feridas cirúrgicas produzidas no tecido ósseo de ratos da raça Wistar. Para isso, foi artificialmente produzido um orifício no fêmur dos ratos e quatro dias após, os ratos foram submetidos a radioterapia externa com fonte de cobalto radioativo na dosagem de 3000 cGys. O grupo experimental recebeu adicionalmente sete sessões de Laserterapia de 780 m, 40 nW, 100 J/cm2, por 100 seg. (quatro pontos ao redor da ferida cirúrgica) a cada 48 h, iniciadas imediatamente após a cirurgia. Esses animais foram sacrificados em três e cinco semanas. Os resultados foram baseados nas análises clínica, radiográfica digital e histológica. Clinicamente, embora os ratos tenham ganhado massa corporal com o decorrer do experimento (p< 0,05), aqueles submetidos à Laserterapia apresentaram reações inflamatórias cutâneas. Na avaliação radiográfica observou-se que em todos os casos, à exceção do grupo não submetido à Laserterapia e sacrificado em cinco semanas, a média dos níveis de cinza da perna submetida à radioterapia foi menor que a da perna contra-lateral, embora não tenha havido diferença estatística (p> 0,05). Em relação aos achados histológicos, o número de osteócitos (p< 0,0001) e de canais de Harvers (p< 0,0001) foi significativamente maior nos grupos irradiados com Laser, em todos os tempos de sacrifício. Em relação aos osteoblastos, pode-se observar que existiu associação entre sua presença e os grupos submetidos à Laserterapia (p< 0,05). Pode-se concluir então que, com as doses aplicadas e protocolo seguido no presente estudo, a radioterapia determinou reabsorção do tecido ósseo, que tendeu a normalizar com tempo e que Laserterapia aumentou a atividade de remodelação óssea e irrigação sanguínea local, embora tenha provocado reações cutâneas adversas


Assuntos
Animais , Masculino , Feminino , Ratos , Cicatrização/efeitos da radiação , Lasers/uso terapêutico , Osteorradionecrose/radioterapia
10.
RFO UPF ; 10(2): 93-96, jul.-dez. 2005.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-442599

RESUMO

Este trabalho consistiu de uma revista da literatura relacionada à patologia osteorradionecrose (OSN), particularmente da maxima e da mandibula, que é uma complicaçõa da radioterapia utilizada no tratamento de neoplasias mnalignas das regiões da cabeça e do pescoço. A irradiação dos tecidos ósseos induz à hipovascularização, hióxia e perda de células desses tecidos. O profissional que trata pacientes irradiados deve buscar a prevenção da OSN


Assuntos
Ossos Faciais , Neoplasias de Cabeça e Pescoço , Osteorradionecrose/radioterapia
11.
Odontol. clín.-cient ; 4(2): 89-94, maio-ago. 2005.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-428054

RESUMO

A radioterapia tem atualmente um papel fundamental no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Dois terços dos pacientes com câncer recebem em alguma fase de sua doença tratamento com radiações, seja como tratamento exclusivo ou associado à cirurgia e/ou quimioterapia. As principais conseqüências orais decorrentes da radioterapia de cabeça e pescoço são mucosite, xerostomia, perda do paladar, trismo, cárie de radiação, candidíase e osteorradionecrose. É de fundamental importância que o cirurgião dentista esteja familiarizado com tais complicações para que possa juntamente, com a equipe oncológica, prevenir, controlar e tratar tais conseqüências. O objetivo deste estudo é apresentar as principais complicações orais advindas da radioterapia e descrever a conduta clínica geral em pacientes antes, durante e após o tratamento radioterápico


Assuntos
Humanos , Neoplasias de Cabeça e Pescoço , Boca , Mucosa Bucal , Neoplasias de Cabeça e Pescoço/radioterapia , Radioterapia/efeitos adversos , Candidíase Bucal/etiologia , Cárie Dentária , Osteorradionecrose/etiologia , Xerostomia/etiologia
12.
Rev. ABO nac ; 13(3): 151-157, jun.-jul. 2005. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-872706

RESUMO

O câncer em geral tem apresentado uma alta incidência no decorrer dos anos. O seu tratamento consiste em inibir a proliferação excessiva de células neoplásicas, podendo incluir cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia. Esses dois últimos métodos acarretam efeitos colaterais, vários deles na cavidade bucal. É importante ressaltar que a irradiação provoca alterações bucais apenas quando atinge a região de cabeça e pescoço. Dentre estas, destacam-se: mucosite, xerostomia, neurotoxicidade, hipogeusia, trismo muscu-lar, osteorradionecrose, sangramento gengival, candidose, herpes labial e queilite angu-lar. Portanto, não só o câncer bucal afeta a boca, mas também a terapia dos diversos tipos de câncer. Assim, o objetivo desse trabalho é, através de uma ampla revisão de literatura, orientar o cirurgião-dentista no acompanhamento do paciente submetido à quimioterapia e/ou radioterapia na região de cabeça e pescoço e ressaltar a importância de sua participação numa equipe multidisciplinar para prevenir, diagnosticar, controlar e tratar os efeitos colaterais na boca. Dessa forma, pode-se oferecer qualidade de vida e aumentar as possibilidades de sucesso do tratamento, não só através do uso de medicamentos, mas também por meio da motivação do paciente, aprimorando suas habilidades para higienização e os cuidados com a saúde bucal. Observa-se que não há um protocolo padrão para o controle dessas complicações bucais, pela variedade de métodos e substâncias estudados e pesquisados para este fim.


Assuntos
Neoplasias Bucais/complicações , Neoplasias Bucais/tratamento farmacológico , Neoplasias Bucais/radioterapia , Neoplasias Bucais/terapia , Ageusia , Queilite , Herpes Labial , Mucosite , Osteorradionecrose , Trismo , Xerostomia
13.
Rev. ABO nac ; 13(3): 151-157, jun.-jul. 2005. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-436315

RESUMO

O câncer em geral tem apresentado uma alta incidência no decorrer dos anos. O seu tratamento consiste em inibir a proliferação excessiva de células neoplásicas, podendo incluir cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia. Esses dois últimos métodos acarretam efeitos colaterais, vários deles na cavidade bucal. É importante ressaltar que a irradiação provoca alterações bucais apenas quando atinge a região de cabeça e pescoço. Dentre estas, destacam-se: mucosite, xerostomia, neurotoxicidade, hipogeusia, trismo muscu-lar, osteorradionecrose, sangramento gengival, candidose, herpes labial e queilite angu-lar. Portanto, não só o câncer bucal afeta a boca, mas também a terapia dos diversos tipos de câncer. Assim, o objetivo desse trabalho é, através de uma ampla revisão de literatura, orientar o cirurgião-dentista no acompanhamento do paciente submetido à quimioterapia e/ou radioterapia na região de cabeça e pescoço e ressaltar a importância de sua participação numa equipe multidisciplinar para prevenir, diagnosticar, controlar e tratar os efeitos colaterais na boca. Dessa forma, pode-se oferecer qualidade de vida e aumentar as possibilidades de sucesso do tratamento, não só através do uso de medicamentos, mas também por meio da motivação do paciente, aprimorando suas habilidades para higienização e os cuidados com a saúde bucal. Observa-se que não há um protocolo padrão para o controle dessas complicações bucais, pela variedade de métodos e substâncias estudados e pesquisados para este fim.


Assuntos
Neoplasias Bucais/complicações , Neoplasias Bucais/tratamento farmacológico , Neoplasias Bucais/radioterapia , Neoplasias Bucais/terapia , Ageusia , Queilite , Herpes Labial , Mucosite , Osteorradionecrose , Trismo , Xerostomia
14.
RFO UPF ; 10(1): 34-38, jan.-jun. 2005.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-438484

RESUMO

O presente estudo tem por objetivo, com base na literatura vigente, enfatizar aspectos importantes relacionados à realização de exodontia em pacientes submetidos à radioterapia na região da cebeça e pescoço, visando alertar o clínico quanto ao risco de ocorrência de osteorradionecrose (ORN). Percebe-se que o osso irradiado responde de formaperculiar à infecção em virtude da sua condição de hipóxia, hipocelularidade e hipovascularidade. Assim, exodontias durante a após o tratamento redioterápico são contra-indicadas. Na presença de envolvimento pulpar, a terapia endodôntica é considerada a primeira opção de tratamento. Quando esta terapia não for possível, opta-se pela exodontia, que deverá ser conduzida, pelo menos, três semanas antes do início da radioterapia


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Doenças Maxilomandibulares/radioterapia , Neoplasias de Cabeça e Pescoço/radioterapia , Osteorradionecrose/complicações , Cirurgia Bucal
15.
Rev. odonto ciênc ; 20(47): 23-28, jan.-mar. 2005. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-413485

RESUMO

Os efeitos colaterais da radioterapia instituída para o tratamento de pacientes com câncer da região de cabeça e pescoço interferem significativamente na qualidade de vida desses indivíduos. Entre esses efeitos, podem-se citar mucosite, hipossialia, ageusia, cáries por radiação, trismo e osteorradionecrose (ORN). Esta última constitui uma complicação grave e de difícil tratamento. A presente revisão da literatura objetiva enfatizar aspectos da osteorradionecrose, abordando fatores etiológicos, características clínicas e radiográficas, prevalência, tratamento e prognóstico da enfermidade. O cumprimento de medidas protocolares antes, durante e após a radioterapia de cabeça e pescoço previne e minimiza a ocorrência de complicações como a ORN. As consultas de controle após o término da radioterapia são imprescindíveis e devem ser garantidas pela conscientização do paciente sobre a importância das medidas preventivas


Assuntos
Humanos , Neoplasias de Cabeça e Pescoço/radioterapia , Osteorradionecrose/etiologia , Osteorradionecrose/terapia , Radioterapia/efeitos adversos
16.
Rev. bras. patol. oral ; 3(1): 36-40, jan.-mar. 2004. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-404239

RESUMO

Dos pacientes que sofrem radioterapia para lesões malignas de cabeça e pescoço, 10 a 15 por cento desenvolvem osteorradionecrose, portanto a prevenção, diagnóstico e tratamento são de fundamental importância. A necrose dos tecidos moles da mucosa da cavidade oral ocorre depois de altas doses de terapia por radiação e é atribuída a obliteração dos pequenos vasos sangüíneos. A osteorradionecrose resulta da não-cicatrização e necrose do tecido ósseo. Embora alguns casos tenham envolvido a maxila, a mandíbula é afetada mais freqüentemente. Radiograficamente, as áreas ósseas afetadas apresentam radiolucidez mal definida.Podem ocorrer dor intratável, perfuração da cortical, formação de fístula, ulceração superficial e fratura patológica. Diante destas afirmações, o presente artigo objetiva relatar um caso clínico desta patologia, enfatizando suas características clínicas, radiográficas, dados obtidos na anamnese da paciente e a sintomatologia apresentada pela mesma


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Odontologia , Osteorradionecrose , Radioterapia
17.
Odontol. clín.-cient ; 2(3): 175-179, set.-dez. 2003.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-415692

RESUMO

O oxigenoterapia hiperbárica é uma modalidade terapêutica que se fundamenta na obtenção de pressões parciais elevadas de oxigênio nos tecidos orgânicos ao se respirar oxigênio puro no interior de uma câmara hiperbárica a uma pressão local superior à atmosférica. Durante muito tempo essa técnica foi aplicada empiricamente em pacientes com as mais diversas patologias, fato que acarretou desconfiança dos profissionais de saúde, porém nas últimas décadas surgiram diversos trabalhos que demonstraram suas verdadeiras indicações e efeitos, o que concorre para uma melhor administração desta técnica com resultados mais previsíveis. No Brasil o conselho Federal de Medicina reconhece a oxigenação hiperbárica como um novo recurso terapêutico indicado para um número variado de patologias entre as quais algumas cujo diagnóstico e tratamento compete também ao cirurgião-dentista


Assuntos
Humanos , Hipóxia/terapia , Oxigenação Hiperbárica , Osteomielite/terapia , Osteorradionecrose/terapia
18.
RBC, Rev. Bras. Cir. Periodontia ; 1(2): 123-8, abr.-jun. 2003. ilus
Artigo em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-854156

RESUMO

É apresentado relato de quatro pacientes tratados com oxigenação hiperbárica: dois pacientes pós-TRI em cabeça e pescoço que desenvolveram ORN e foram tratados com OH e outros dois pacientes, previamente irradiados, necessitando de procedimentos cirúrgicos (exodontias), que foram tratados com OH profilaticamente


Assuntos
Oxigenação Hiperbárica , Boca , Mucosa Bucal , Osteorradionecrose , Radioterapia , Cirurgia Bucal , Extração Dentária , Trismo
19.
20.
Säo Paulo; s.n; 2002. 83 p. ilus, tab, graf. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-345277

RESUMO

O complexo maxilo-facial e regiäo do pescoço, paralelamente ao metabolismo e fisiologia dos tecidos duros e moles, também, säo sítios para a ocorrência de diferentes processos patológicos, de etiologias distintas e com comportamento clínico, benigno ou maligno. Quando da presença de lesöes malignas, a radioterapia pode ser utilizada como terapêutica, sendo que será responsável, dentre outras seqüelas, pelo desenvolvimento da osteorradionecrose. O exame radiográfico, em particular a radiografia panorâmica, que permite um exame global do complexo maxilo-facial e sendo uma incidência radiográfica de rotina na Odontologia, possibilita estudar os padröes radiográficos normais, como também a ocorrência de lesöes benignas ou malignas, das alteraçöes e anomalias presentes no complexo maxilo-facial. Com o objetivo de se estudar a osteorradionecrose e as alteraçöes e anomalias do complexo dento-maxilo-mandibular e regiäo do pescoço, utilizou-se das elipsopantomografias, pertencentes ao arquivo do CAPE - Centro de Atendimento a Pacientes Especiais da Faculdade de Odontologia da Universidade de Säo Paulo, relacionadas a uma amostra constituída de 48 pacientes submetidos à radioterapia, sendo 12 pacientes do gênero feminino e 36 pacientes do gênero masculino, no intervalo etário cronológico de 9 a 76 anos. Os resultados mostraram que o índice de osteorradionecrose foi de 19 por cento da amostra estudada. A dose de radiaçäo mínima necessária para o desenvolvimento da osteorradionecrose foi de 6500 cGy. A incidência de ateromas de carótida foi de 15 por cento dos pacientes irradiados. As raízes foram a anomalia radicular de maior incidência. A radiografia panorâmica (elipsopantomografia) tem uma importante aplicaçäo na detecçäo e interpretaçäo radiográfica da osteorradionecrose e ateromas de carótida, em pacientes submetidos à radioterapia


Assuntos
Osteorradionecrose , Radiografia Panorâmica , Radiologia , Mandíbula/anormalidades , Maxila , Pescoço/anormalidades
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