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1.
Araçatuba; s.n; 2017. 80 p. graf, tab.
Tese em Inglês, Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-905007

RESUMO

Objetivos: As catecolaminas podem regular diversos efeitos biológicos resultantes do estresse crônico. Estudos demonstram que as catecolaminas podem influenciar a progressão do câncer. No entanto, pouco se sabe sobre o perfil de secreção das catecolaminas em pacientes com câncer de cabeça e pescoço (CCP) e sua associação com as variáveis clinicopatológicas e psicológicas. O presente estudo investigou os níveis plasmáticos pré-tratamento das catecolaminas norepinefrina (NE) e epinefrina (E) em pacientes com câncer de boca e orofaringe e em pacientes com leucoplasia bucal, bem como sua associação com as variáveis clinicopatológicas, biocomportamentais e os sintomas de ansiedade. Pacientes e métodos: Um total de 71 pacientes com carcinoma espinocelular (CEC) de boca, 22 pacientes com CEC de orofaringe e 32 portadores de leucoplasia bucal foram submetidos à coleta de amostras de sangue. Os níveis plasmáticos das catecolaminas NE e E foram mensurados por meio de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência com detecção eletroquímica (CLAE-ED) e os níveis psicológicos de ansiedade foram mensurados pelo Inventário de Ansiedade de Beck (IAB). As diferenças nos níveis hormonais entre os grupos foram avaliadas pelo teste ANOVA e análises univariadas e regressões múltiplas foram realizadas para avaliar as associações dos níveis hormonais com as variáveis clinicopatológicas, biocomportamentais e psicológicas. Resultados: As concentrações plasmáticas de NE e E foram significativamente maiores nos pacientes com câncer de boca e orofaringe em relação aos pacientes com leucoplasia bucal (p<0,05). Pacientes com CEC de boca mostraram níveis de NE (462.03±47.53 pg/mL) cerca de 6 vezes mais elevados do que os pacientes com CEC de orofaringe (74.46±12.52 pg/mL) e 9 vezes maior em relação aos pacientes com leucoplasia (51.69±6.28 pg/mL). Os níveis plasmáticos de NE e E foram correlacionados positivamente nos pacientes com CEC de boca (p=0,0011), mas não nos outros dois. A análise de regressão múltipla mostrou que no grupo de pacientes com CEC de boca e no grupo composto por pacientes com CEC de boca e orofaringe juntos (grupo câncer de cabeça e pescoço - CPP), o histórico de maior consumo de álcool foi preditivo para níveis reduzidos de NE plasmática (CCP: ß=-171,7, p=0,0002; CEC de boca: ß=-119,2, p=0,0296). Os níveis globais de ansiedade medidos pelo IAB não foram significativamente correlacionados com os níveis de catecolaminas nos pacientes com câncer (p>0,05). Entretanto, os sintomas de ansiedade "tremor das mãos" (ß=157,5; p=0,0377) e "coração acelerado" (ß=15,88; p=0,0441), foram significativamente associados com níveis elevados de E no grupo de CCP e no grupo de CEC de orofaringe, respectivamente. A privação de sono e a má qualidade do sono na noite anterior à coleta de sangue foram variáveis preditivas para níveis elevados de NE em pacientes com leucoplasia bucal. O consumo excessivo de cigarro (ß=1,54; p=0,0051) e níveis elevados de ansiedade (ß=7,16; p=0,0003) foram preditores independentes para maiores níveis plasmáticos de E nos pacientes com leucoplasia bucal. Conclusão: Os pacientes com câncer de boca e orofaringe apresentam uma modulação na secreção plasmática de NE e E. Além disso, os níveis de catecolaminas nos pacientes com câncer de cabeça e pescoço e nos pacientes com leucoplasia podem ser influenciados por fatores biocomportamentais e psicológicos(AU)


Background: Catecholamines may regulate several biological effects resulting from chronic stress. Studies have shown that stress-related catecholamines may affect cancer progression. However, little is known about catecholamines secretion profile in head and neck cancer squamous cell carcinoma (HNSCC) patients and its association with clinicopathological and psychological variables. The present study investigated the pre-treatment plasma levels of catecholamines norepinephrine (NE) and epinephrine (E) in patients with oral and oropharyngeal SCC and patients with oral leukoplakia, as well as their associations with clinicopathological and biobehavior variables and anxiety symptoms. Patients and methods: A total of 71 patients with oral SCC, 22 patients with oropharyngeal SCC and 32 patients with oral leukoplakia were submitted to blood samples. Plasma levels of NE and E were measured by High Performance Liquid Chromatography with electrochemical detection (HPLC-ED) and psychological anxiety levels were measured by the Beck Anxiety Inventory (BAI). Differences in hormone levels among the groups were analyzed by ANOVA test. Univariate and multiple regression analyzes were performed to evaluate the associations of hormonal levels with clinicopathological, biobehavior and psychological variables. Results: Plasma NE and E concentrations were significantly higher in patients with oral and oropharyngeal cancer than oral leukoplakia patients (p<0.05). Oral SCC patients showed NE levels (462.03±47.53 pg/mL) about six times and nine times higher than patients with oropharyngeal SCC (74.46±12.52 pg/mL) and oral leukoplakia (51.69±6.28 pg/mL), respectively. Plasma NE and E levels were positively correlated in patients with oral SCC (p=0.0011), but not in the oropharyngeal SCC and oral leukoplakia groups. Multiple regression analyses showed that in oral SCC group single and joined with oropharyngeal SCC patients (HNSCC group), the history of high alcohol consumption was predictive for reduced plasma NE levels (oral SCC: ß=-119.2, p=0.0296; HNSCC: ß=-171.7, p=0.0002). In the cancer groups, the overall anxiety score measured by BAI was not significantly correlated to catecholamines levels (p>0.05). However, anxiety symptoms measures with BAI such as "hands trembling" (ß=157.5, p=0.0377) and "heart pouding/rancing" (ß=15.88, p=0.0441) were significantly associated with higher plasma E levels in HNSCC and oropharyngeal SCC groups, respectively. Sleep deprivation and worse sleep quality in the previous night of blood collection were predictive variables for elevated NE levels in oral leukoplakia. In this patient group, severe tobacco consumption (ß=1.54, p=0.0051) and higher anxiety levels (ß=7.16, p=0.0003) were independent predictors for higher plasma E levels. Conclusion: Oral and oropharyngeal cancer patients display a modulation of plasma NE and E secretion. Furthermore, systemic catecholamines levels in patients with head and neck cancer and potentially malignant disorders may be influenced by biobehavior and psychological factors(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Catecolaminas , Neoplasias Bucais , Neoplasias Orofaríngeas , Ansiedade , Epinefrina , Neoplasias de Cabeça e Pescoço , Norepinefrina
2.
Bauru; s.n; 2016. 138 p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-881841

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo avaliar e comparar a reatividade vascular de agentes vasoconstritores presentes nas soluções anestésicas locais (Adrenalina - vasoconstrição e vasodilatação; Felipressina - vasoconstrição), nas doses de 80, 160, 320, 640 e 1280ng (adrenalina) ou 0,25; 0,5; 1; 2 e 4 x10-3UI (felipressina), em leito arterial mesentérico deratos normotensos, diabéticos, hipertensos renais um-rim, um-clip (1R-1C) e hipertensos1R-1C-diabéticos. E correlacionar tal reatividadecom expressão de RNAm dos receptores 1A e 2- adrenérgicos, V1A para vasopressina e AT1A, AT1Be AT2 para angiotensina II visando verificar se a hipertensão arterial e o diabetes mellitus provocam alteração em modelo indutivo e isogênico. Ratos Wistar pesando 110-160g, foram anestesiados com mistura de quetamina e xilazina (50+10mg/ml/kg de peso), tiveram seu abdômen aberto e receberam um clip de prata com abertura 0,25mm na artéria renal esquerda, removendo-se cirurgicamente o rim direito (ratos 1R-1C). Após 14 dias, receberam injeção subcutânea de estreptozotocina (50 e 60mg/kg de peso) para indução do diabetes mellitus sendo a glicemia testada pela veia caudal previamente aos experimentos (diabéticos). Após 30-42 dias da implantação do clip, todos os grupos foram novamente anestesiados e implantou-se cânula de polietileno (PE-50) na artéria carótida esquerda para registro direto da pressão arterial. Após registro da pressão os animais tiveram a artéria principal mesentérica exposta e canulada. O leito arterial mesentérico foi então isolado e colocado em banho com solução nutritiva de Krebs a 37ºC. O cateter foi conectado ao sistema de registro computadorizado (PowerLab®) utilizando software específico (Chart 5Pro ®). Analisaram-se: a pressão máxima (vasoconstrição) e mínima (vasodilatação), o tempo necessário para atingir esse valor, duração total da resposta, integral e integral sobre a linha de base. Os dados foram submetidos à análise de variância de medidas repetidas (ANOVA), seguida do teste de Holm-Sidak (distribuição normal) ou de Mann-Whitney (nãoparamétrico), quando apropriado, nível de significância de 5%. Todas as respostas máximas de vasoconstrição apresentaram comportamento dose-dependente, contudo, para os quatro grupos estudados, a resposta vasoconstritora para adrenalina foi significativamente superior à felipressina (p<0,05). Diabetes e hipertensão reduziram a resposta vasoconstritora da adrenalina e da felipressina, valores de integral sobre a linha de base, respectivamente para grupo controle, diabético, hipertenso e hipertenso-diabético: 2462±465; 1511±236; 2542± 5456 e 3749±819mmHg.s (p<0,05) para adrenalina e 3749 ± 708; 746 ± 103; 1647 ± 422; 1359 ± 591 mmHg.s (p<0,05) para felipressina. Tanto o diabetes quanto a hipertensão, associadas ou não, aumentaram significativamente o tempo para atingir a pressão máxima de vasoconstrição e a duração (p<0,05). As artérias mesentéricas de ratos diabéticos, hipertensos e diabéticos-hipertensos apresentaram expressão significativamente aumentada dos receptores 1Aadrenérgico, AT1B e AT2 para angiotensina II (p<0,05), enquanto receptor AT1A estava com a expressão aumentada apenas nos grupos diabéticos. A expressão do receptor 1A-adrenérgico é discrepante com os achados funcionais, o que pode ser justificado pela fase crônica da doença em que a PCR foi realizada. É possível correlacionar os dados obtidos com a menor atividade vasoconstritora da felipressina observada clinicamente. A maior sensibilidade às moléculas vasoconstritoras pode explicar a maior tendência de pacientes diabéticos desenvolverem hipertensão. A partir dos dados obtidos pode-se concluir que a adrenalina é o vasoconstritor mais potente que a felipressina e ambas as moléculas tem seus efeitos reduzidos em pacientes hipertensos e diabéticos, o que reforça a indicação de se utilizar anestésicos locais associados a vasoconstritores nestas populações.(AU)


The main goal of this study wasto evaluate and compare vasoconstrictor agents present in local anesthetic solutions (Epinephrine - vasoconstriction and vasodilation, Felypressin - vasoconstriction) vascular reactivity on mesenteric artery bed of normotensive, diabetic, renal hypertensive one-kidney-one-clip (1K1C) and hypertensive 1K1C diabetic rats. Dosagesstudied were 80, 160, 320, 640 and 1280ng (epinephrine) or 0,25; 0,5;1; 2 and 4 x 10-3UI (felypressin). Also, we aimed to correlate artery response with RNAm expression of 1A and 2-adrenoceptors, V1A vasopressin receptor and AT1A, AT1B e AT2 angiotensin receptors, in order to verify if arterial hypertension and diabetes can lead to alterations on a inductive and isogenic model. Wistar male rats weighing 110-160g were anaesthetized with a mixture of ketamine and xylazine (50+10mg/ml/kg), had their abdominal cavity opened and a silver clipwith 0.25-mm gap was implanted in the main left kidney artery, the right kidney was surgically removed (1K1C-rats). After 14 days, they received a subcutaneous injection of streptozotocin (50 and 60 mg/ml/kg) for inducing diabetes, whereas the glycemia was tested via the tail vein prior to surgery (diabetic rats). Around 30-42 after the clip was implanted, all the groups were anaesthetized again and a polyethylene (PE-50) cannula was implanted on the left carotid artery for direct arterial pressure register. After registering the pressure, the animals had their main mesenteric artery exposed and cannulated. The mesenteric artery bed was then isolated and transferred to a bath with Krebs nutritive solution at 37ºC. The catheter was connected to the computer register system (PowerLab®) using a specific software (Chart 5Pro ®). The following parameters were analyzed: maximum (vasoconstriction) and minimal pressure (vasodilating), the amount of time necessary to achieve this number, total duration of the reaction, integral and integral over baseline. The data was submitted to analysis of variance of repeated measures (ANOVA), followed by a Holm-Sidak (normal distribution) test or Mann Whitney (parametrics) test when suitable, with a significance level of 5%. All maximum vasoconstriction results presented dosage-dependant behavior, however, for the four groups tested, the vasoconstrictive result for epinephrine was significantly superior to felypressin (p<0,05). Diabetes and hypertension significantly reducedepinephrine and felypressin vasoconstrictor responses, integral above baseline, respectively, for control, diabetic, hypertensive and hypertensive-diabetic groups:2462±465; 1511±236; 2542± 5456 e 3749±819 mmHg.s (p<0.05, epinephrine) and 3749 ± 708; 746 ± 103; 1647 ± 422; 1359 ± 591 mmHg.s (p<0.05, felypressin). Both diabetes and hypertension, associated or not, significantly increased time necessary to achieve maximum vasoconstrictor response and its duration (p<0,05). Diabetic, hypertensive and hypertensive-diabetic mesenteric arteries presented 1A-adrenoceptor, AT1B and AT2 angiotensin II-receptor gene expression significantly increased when compared with control group (p<0,05), while AT1Areceptor presented this pattern only in diabetic groups.1A-adrenoceptor gene expression did not confirm functional data, probably due to chronic disease state in wich PCR was performed. A partir dos dados obtidos pode-se concluir que a adrenalina é o vasoconstritor mais potente que a felipressina e ambas as moléculas tem seus efeitos reduzidos em ratos hipertensos e diabéticos não tratados, o que reforça a indicação de se utilizar anestésicos locais associados a vasoconstritores nestas populações.Its possible to correlate our datawith reducedvasoconstrictor activity of felypressinin clinical use. Increased sensibility and receptor population for vasoconstrictor endogenous molecules could explain diabetic populations tendency to develop arterial hypertension. Our results suggest that epinephrine is more potent than felypressin and both vasoconstrictors presents reduced effects on diabetic and hypertensive patients, what reinforces vasoconstrictor associated with local anesthetic use in this population.(AU)


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Anestésicos Locais/farmacologia , Diabetes Mellitus Experimental/fisiopatologia , Epinefrina/farmacologia , Felipressina/farmacologia , Hipertensão/fisiopatologia , Artérias Mesentéricas/efeitos dos fármacos , Vasoconstritores/farmacologia , Agonistas de Receptores Adrenérgicos beta 2/análise , Angiotensina II/análise , Ratos Wistar , Receptores Adrenérgicos alfa 1/análise , Fatores de Tempo , Vasoconstrição/efeitos dos fármacos , Vasopressinas/análise
3.
Bauru; s.n; 2014. 106 p. tab, graf.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-867056

RESUMO

Esse estudo teve como objetivo avaliar as alterações hemodinâmicas e do nível de glicemia decorrentes do uso do anestésico local articaína a 4% com epinefrina nas concentrações 1:100.000 (A100) e 1:200.000 (A200) em cirurgias periodontais na maxila, realizadas em diabéticos. Em relação aos anestésicos, foram avaliados: tempo de início de ação, duração da anestesia sobre os tecidos mole, analgesia pós-operatória, sangramento trans-operatório, qualidade da cicatrização, parâmetros hemodinâmicos e glicemia medidos durante as cirurgias. Para isso, 18 voluntários com idades entre 40 e 65 anos foram selecionados. Destes, 10 não apresentavam alterações sistêmicas (não diabéticos-não DM), enquanto 8 eram portadores de diabetes mellitus não insulinodependentes (DM), todos com condições periodontais semelhantes. Foram submetidos a cirurgias periodontais bilateralmente na região da maxila sob anestesia local com A100 e A200, de forma duplo-cega, randomizada e cruzada. O tempo cirúrgico foi semelhante para todos os grupos, e A100 e A200 mostraram-se igualmente eficazes para cirurgias periodontais. Foi utilizada quantidade idêntica de ambos anestésicos em todas as cirurgias (1 tubete; 1,8ml), o tempo cirúrgico foi semelhante em todos os procedimentos. O tempo de inicio de ação foi similar para todos, independentemente da concentração de epinefrina ou presença de diabetes. O tempo de duração da anestesia foi significativamente maior para os DM, sem haver correlação com a concentração de epinefrina. O sangramento trans-operatório foi significativamente maior nos pacientes diabéticos apenas na fase de incisão com A200. Nas demais fases, o sangramento foi muito semelhante entre DM e Não DM. A analgesia pós-operatória foi considerada excelente, refletindo na baixa ingestão de analgésicos (paracetamol), especialmente pelo grupo DM, independentemente da concentração de epinefrina. Quanto à cicatrização, não houve diferença entre os grupos. As mudanças transitórias nos parâmetros...


The present study compared the effect of articaine 4% associated with epinephrine in two different concentrations, 1:100.000(A100) and 1:200.000(A200), in periodontal surgeries performed in diabetic patients. We analyze hemodynamic parameters, blood glucose concentration, onset and duration of anesthetic action on soft tissues, intraoperative bleeding and wound healing. Eighteen volunteers, age range 40 to 65 years, with similar periodontal disease and conditions, were separate in two groups, type 2 diabetes mellitus (DM, 8 volunteers) or with no diabetes mellitus (Non DM, 10 volunteers). They´re submitted to a matched bilateral periodontal surgery in maxilla, under local anesthesia with either A100 or A200, in a double blind, randomized, crossed manner. The duration of surgery was the same for all groups, with A100 and A200 being equally effective for periodontal surgeries. Identical volumes of both anesthetic solutions were used (1 cartridge:1,8ml) in all surgeries. The anesthetic latency was similar in diabetics or non-diabetics for both epinephrine concentration. In diabetic patients the anesthetic duration was increased regardless the epinephrine concentration. Intraoperative bleeding only increased in diabetic patients with A200 during incision phase. The duration of postoperative analgesia was excellent, reflecting by a low intake of postoperative medications (paracetamol). Wound healing was relatively normal for all volunteers regardless the local anesthetic employed or presence of diabetes. The transient changes in blood pressure or hart hate were not clinically significant but the diabetic patients have some tendency to increase their blood pressure in some surgical phases. In diabetic subjects, blood glucose have no increase throughout surgical phases, regardless the epinephrine concentration present in the anesthetic solution, but the Non DM presents a prolonged time for normalize their blood glucose after A100...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Agonistas alfa-Adrenérgicos/administração & dosagem , Anestésicos Locais/administração & dosagem , Carticaína/administração & dosagem , Diabetes Mellitus/sangue , Epinefrina/administração & dosagem , Hemodinâmica , Índice Glicêmico , Cirurgia Bucal/métodos , Doenças Periodontais/cirurgia , Dor Pós-Operatória , Hemorragia Pós-Operatória , Pressão Arterial , Estatísticas não Paramétricas , Fatores de Tempo , Resultado do Tratamento
4.
Bauru; s.n; 2012. 95 p. ilus, tab, graf.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-707679

RESUMO

Este ensaio clínico randomizado comparou a eficácia clínica do anestésico local articaína em duas concentrações, 2% e 4%, associado à adrenalina na concentração de 1:200.000, em exodontias de terceiros molares inferiores. Para tanto, 50 voluntários saudáveis foram submetidos, em sessões cirúrgicas distintas (com intervalo de 1 a 2 meses), à extração de dois terceiros molares inferiores com posições semelhantes sob anestesia local com articaína 2% ou 4%, ambas com adrenalina 1:200.000, de forma duplo-cega, randomizada e cruzada. Foram avaliados: início de ação das soluções anestésicas, tempo de duração da analgesia pós-cirúrgica, tempo de duração da anestesia pós-cirúrgica sobre tecidos moles, sangramento intraoperatório, parâmetros hemodinâmicos durante as cirurgias e abertura bucal dos voluntários e cicatrização dos sítios operados 7 dias após a realização das cirurgias. Três voluntários receberam volumes diferentes de anestésico nas duas cirurgias e por este motivo seus resultados foram descartados. Portanto, foram considerados os resultados de 47 voluntários (média de idade de 23±4 anos, variação de 18 a 44 anos). As duas soluções apresentaram início de ação bastante similar (1,48±0,60 e 1,50±0,69 min, respectivamente; p>0,05). Volumes idênticos de ambas as soluções anestésicas foram utilizados em todos os voluntários (3,33±1,00 mL e 3,28±0,83 mL). As soluções anestésicas proporcionaram tempo de analgesia pós-cirúrgica similar (133,02±110,72 min e 125,72±101,80 min; p>0,05), e a duração da ação anestésica sobre tecidos moles também foi similar, sendo de 190,52±90,07 min para articaína 2% e de 215,15±77,51 min para articaína 4% (p>0,05). O sangramento intraoperatório, no julgamento do cirurgião, foi muito próximo do escore mínimo durante todas as cirurgias. As mudanças transitórias nos valores de pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio não tiveram relevância clínica e não puderam ser atribuídas a nenhuma das soluções...


The present clinical trial randomized compared the clinical efficacy of the local anesthetics articaine in two concentrations, 2% and 4%, in association with 1:200,000 adrenaline, for the removal of lower third molars. Onset, duration of postoperative analgesia, duration of anesthetic action on soft tissues, intraoperative bleeding, hemodynamic parameters, postoperative mouth opening and wound healing at the 7th postoperative day were evaluated. For this purpose, 50 healthy volunteers underwent removal of symmetrically positioned lower third molars, in two separate appointments (one to two months apart), under local anesthesia with either articaine 2% or 4% (both with 1:200,000 adrenaline) in a double-blind, randomized and crossed manner. Three volunteers received different volumes of local anesthetic in both surgeries and for this reason their results were discarded. Therefore, the results of 47 volunteers were considered (mean age of 23±4 years, range 18-44) The two solutions presented very similar onset (1.48±0.60 and 1.50±0.69 min, respectively; p>0.05). Identical volumes of both anesthetic solutions were used 3.33±1.00 mL and 3.28±0.83 mL. Both solutions provided similar duration of postoperative analgesia (133±110 min and 125±101 min; p>0,05), and the duration of anesthetic action on soft tissues evoked by 2% articaine (190±90 min) and 4% articaine (215±77 min) was also similar (p>0.05). The surgeon’s rating of intraoperative bleeding was considered very close to minimal throughout all the surgeries. Transient changes in blood pressure, heart rate and oxygen saturation were observed, but they were not clinically significant, nor were the changes attributable to the type of local anesthetic used (p>0.05). There were no significant differences between preoperative and 7th postoperative day values of mouth opening when the patients were operated with either articaine 2% or 4% (p>0.05). Wound healing was rated normal for all the...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto Jovem , Anestésicos Locais/administração & dosagem , Carticaína/administração & dosagem , Cirurgia Bucal/métodos , Dente Serotino/cirurgia , Epinefrina/administração & dosagem , Extração Dentária/métodos , Perda Sanguínea Cirúrgica , Hemodinâmica , Período Intraoperatório , Resultado do Tratamento
6.
Bauru; s.n; 2012. 181 p. tab, graf.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-866186

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo associar modelos indutivos de diabetes e hipertensão, analisar e comparar o efeito de agentes vasoconstritores presentes nas soluções anestésicas locais, injetados por via intravenosa nas doses de 80, 160, 320, 640 e 1280ng (adrenalina) ou 0,125; 0,25; 0,5; 1; 2 e 3 x10-3UI (felipressina), sobre a pressão arterial de ratos normotensos, diabéticos, hipertensos renais um-rim, um clip (1R-1C) e hipertensos1R-1C-diabéticos, além de verificar a glicemia após injeção de doses correspondentes a 20 e 80% da resposta pressora máxima. Ratos Wistar machos pesando 110-160g, foram anestesiados com mistura de quetamina e xilazina (50+10mg/ml/kg de peso), tiveram seu abdômen aberto e receberam um clip de prata com abertura 0,25mm na artéria renal esquerda, removendo-se cirurgicamente o rim direito (ratos 1R-1C). Após 14 dias, receberam injeção subcutânea de estreptozotocina (50 e 60mg/kg de peso) para indução do diabetes mellitus sendo a glicemia testada pela veia caudal previamente aos experimentos (diabéticos). Após 28 dias da implantação do clip, todos os grupos foram novamente anestesiados e implantaram-se cânulas de polietileno (PE-50) na artéria carótida esquerda e veia jugular direita, para registro direto da pressão arterial e injeção de drogas, respectivamente. Animais controle sofreram cirurgia sem implantação do clip (normotensos). O cateter arterial foi conectado ao sistema de registro computadorizado (PowerLab®) utilizando software específico (Chart 5Pro®). A pressão arterial registrada durante os primeiros 5 minutos foi considerada como valor basal. Analisaram-se: a integral da resposta, menor resposta hipotensora, maior resposta hipertensora, duração e intervalo de tempo para atingir respostas máxima e mínima, em todos os grupos, para cada dose injetada dos dois vasoconstritores. No dia seguinte, foi medida a glicemia inicial e após a injeção das doses de 160 e 640ng (adrenalina) ou 0,25 e 2 x10-3UI (felipressina)...


The present study was designed to induce arterial hypertension associated with diabetes mellitus, analyze and compare the effects of vasoconstrictors drugs, presents in anesthetic cartridge, injected by intravenous route (IV), in doses of 80, 160, 320, 640 and 1280ng (epinephrine) or 0,125; 0,25; 0,5; 1; 2 e 3x10-3UI (felypressin) on arterial pressure (AP) of normotensive, diabetic, one-kidney,one-clip (1K-1C) hypertensive and 1K-1C hypertensive-diabetic rats. The blood glucose levels were determined after IV injection of both drugs in doses that produced 20 and 80% of maximal pressure response. Male Wistar rats weighing 110-160g were anesthetized with a ketamine and xylazine mixture (50+10mg/ml/kg de peso). After abdominal incision, a silver clip with 0.25-mm gap was implanted in the main left renal artery and right kidney was removed (1K-1C rats). Fourteen days after, some animals received subcutaneous injection of streptozotocin (50 and 60mg/kg weight) to induce diabetes mellitus. Tail blood glucose was tested before experiments (diabetics rats). Four weeks after clip implantation all rats were anesthetized again and a catheter (PE50) was inserted into the left carotid artery and right jugular vein, respectively to obtain a direct arterial pressure register and to inject drugs. Control groups were submitted to surgery procedures without clip installation (normotensive). The arterial catheter was then connected to the transducer and to the computer register system (PowerLab®) using a Chart 5 Pro® software. The AP registered in the first five minutes was considered as a basal value. The following parameters were registered: integral of complete response, minimal hypotensive response, maximal hypertensive response, response length (duration) and duration of time to attain maximum and minimum responses, in all animals groups, to every injected dose of both vasoconstrictor drugs. In the next day blood glucose levels were determined initially and after...


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Anestésicos Locais/farmacologia , Glicemia , Pressão Arterial , Vasoconstritores/farmacologia , Diabetes Mellitus , Modelos Animais de Doenças , Epinefrina/fisiologia , Hipertensão Renal , Ratos Wistar , Fatores de Tempo
7.
Bauru; s.n; 2012. 145 p. tab, graf.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-866604

RESUMO

O anestésico local é o medicamento mais utilizado na Odontologia e sua associação com vasoconstrictores aumenta a duração da anestesia, diminuindo seus efeitos sistêmicos. A hipertensão e o tabagismo são freqüentes na população, sendo responsáveis por complicações sistêmicas. A felipressina, por não interferir com receptores simpáticos, poderia ser um vasoconstrictor indicado para pacientes hipertensos. O objetivo deste trabalho foi estudar a reatividade cardiovascular de animais simultaneamente hipertensos e fumantes passivos aos agentes vasoconstritores associados aos anestésicos locais, verificando também o efeito do tratamento com atenolol. Foram utilizados ratos Wistar machos, divididos em 5 grupos: 1) normotensos não fumantes; 2) normotensos fumantes passivos; 3) hipertensos não fumantes; 4) hipertensos fumantes passivos; 5) hipertensos fumantes passivos tratados com atenolol. A hipertensão renal foi induzida pela remoção do rim direito e instalação de clip de prata (abertura 0,25mm) na artéria renal esquerda, após anestesia com quetamina e xilazina. Os ratos fumantes passivos foram colocados diariamente por 10 minutos, durante 28 dias, em caixa de madeira de 30cmX25cmX15cm dividida em dois compartimentos. Em um deles, eram acesos 10 cigarros e no outro ficavam os animais. A tampa da caixa era fechada e um sistema de ventilação lançava fumaça dos cigarros para o compartimento dos ratos, num fluxo de 10l/min. Após medida indireta da pressão arterial, 14 dias após a cirurgia, o grupo tratado com atenolol foi medicado durante 14 dias seguintes (90 mg/Kg) por gavage. No 28o dia, todos receberam catéter de polietileno na artéria carótida esquerda (para medida de pressão) e outro na veia jugular direita (para injeção de drogas). Para os 5 grupos foram utilizadas: adrenalina (80, 160, 320, 640 e 1280ng) e felipressina (0,125, 0,25, 0,5, 1, 2 e 3 x 10-3UI). O catéter arterial era conectado a transdutor de pressão e o registro realizado por...


The local anesthetic is the most common drug in dentistry and the associated vasoconstrictors increase the duration of anesthesia, decreasing its systemic effects. Hypertension and smoking are problems commonly found in the general population, being responsible for systemic complications. Felypressin, a vasoconstrictor that does not interact with sympathetic receptors, could be indicated to hypertensive patients. This study investigated the cardiovascular reactivity of hypertensive and passive smoker animals under atenolol treatment to epinephrine and felypressin. Male wistar rats were divided into five groups: 1) normotensive and non-smokers, 2) normotensive and passive smokers, 3) hypertensive and non-smokers, 4) hypertensive and passive smokers; 5) hypertensive, passive smokers and treated with atenolol. Renal hypertension was induced by removal of the right kidney and installation of a silver clip (with 0.25-mm opening) in the left renal artery, after anesthesia with ketamine and xylazine. The passive smoker rats were placed, 10 minutes per day, during 28 days in a 30cmX25cmX15cm wood box divided into two compartments. Ten cigarettes were lit in one compartment, and the rats were placed in the other. The box lid was closed and a ventilation system threw the cigarette smoke to the rat compartment. After indirect measurement of blood pressure, 14 days after the surgery, the group of rats treated with atenolol was medicated during the following fourteen days (90 mg/kg) by gavage. On the 28th day, a polyethylene catheter was inserted into the left carotid artery (for direct blood pressure measurements) and into the right jugular vein (for drug injection). The groups received epinephrine (80, 160, 320, 640 and 1280ng) or felypressin (0.125, 0.25, 0.5, 1, 2 and 3 x 10-3UI). The arterial catheter was connected to a pressure transducer and recording was made by a specific computer software. The following parameters were analyzed for all...


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Anestésicos Locais/farmacologia , Hipertensão Renal/fisiopatologia , Injeções Intravenosas/métodos , Pressão Arterial , Poluição por Fumaça de Tabaco , Vasoconstritores/farmacologia , Epinefrina/farmacologia , Felipressina/farmacologia , Ratos Wistar , Valores de Referência , Reprodutibilidade dos Testes , Fatores de Tempo
8.
Campinas, SP; s.n; 2012. 46 p. ilus.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-866756

RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da técnica de anestesia infiltrativa vestibular na mandíbula com a solução anestésica Articaína 4 % com epinefrina 1:100.000, em instalação de implantes na região posterior da mandíbula, utilizando-se o menor volume anestésico possível para o procedimento cirúrgico. Foram avaliados o grau de conforto durante a injeção e durante o procedimento cirúrgico por meio da escala analógica visual (EAV), além da necessidade de complementação anestésica durante o ato cirúrgico. Os sinais vitais (pressão arterial, freqüência cardíaca, saturação de oxigênio) e o nível de ansiedade também foram avaliados. O estudo foi realizado em 50 pacientes saudáveis, com necessidade de implantes na região posterior de mandíbula. Todas as anestesias e procedimentos cirúrgicos foram realizados por um único operador. O teste t não pareado mostrou que não houve diferenças estatisticamente significantes (p=0,1582) entre as idades dos homens e mulheres indicando que o gênero provavelmente não interferiu com os resultados. Em apenas um procedimento clínico (2% do total) foram utilizados três tubetes do anestésico local, sendo que nos demais foram utilizados dois tubetes. Em todas as anestesias foi necessária a complementação na região lingual, sendo que o tempo total necessário ao procedimento anestésico foi de 1,76 (±0,41) minutos (aproximadamente 1 minuto e 45 segundos).O tempo de latência para anestesia pulpar foi de 3,26 (±0,93) minutos e o tempo de anestesia em tecidos moles foi de 1,6 (±0,35) minutos. Foi possível observar, pela análise dos valores de pressão arterial, que houve aumento significativo (Kruskal-Wallis, p<0,05) no momento da punção anestésica em comparação com os demais tempos operatórios, tanto considerando a pressão sistólica quanto a diastólica, sendo que ao final do tratamento os valores de pressão arterial diastólica voltaram ao valor basal, embora a pressão sistólica tenha permanecido mais alta do que os valores...


The aim of this study was to evaluate the efficacy of the vestibular infiltration anesthetic technique in the mandible using the anesthetic solution Articaine 4% with epinephrine 1:100.000, in implants in the posterior region of the mandible, with the use of the lesser anesthetic volume possible for the surgical procedure. The degree of comfort during injection and surgical procedure were evaluated with the use of a visual analogical scale (VAS), besides the need for anesthetic complementation during the surgery. Vital signs (blood pressure, heart rate, oxygen levels) and anxiety levels were also evaluated. The study was conducted in 50 healthy patients needing implants in the posterior region of the mandible. All anesthetic and surgical procedures were conducted by a single operator. Unpaired t-test showed no statistically significant differences (p=0.1582) among the ages of males and females, indicating that gender probably did not interfere with the results. Only one clinical procedure (2% of the total) needed three cartridges of local anesthetic while the others used just two cartridges. Every anesthesia needed complementation in the lingual region and the total period necessary for the anesthetic procedure was 1.76 (+ 0.41%) minutes (approximately 1 minute and 45 seconds). Latency period for pulpal anesthesia was 3.26 (±0.93) minutes and the period of anesthesia for soft tissues was 1.6 (±0.35) minutes. It was possible to observe by analysis of the blood pressure results that there as a significant increase (Kruskal-Wallis, p<0.05) in the moment of the puncture of the anesthesia when compared the other surgical periods, considering systolic as well as diastolic pressure. At the end of the treatment the diastolic blood pressure figures were back to basal levels while the systolic blood pressure figures remained higher than basal levels. Even though there were episodes of elevation of blood pressure when comparing basal levels, all figures remained...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Carticaína , Epinefrina , Implantação Dentária , Mandíbula
9.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-614373

RESUMO

Objetivo: Comparar a efetividade da Articaína e da Lidocaína em técnica de anestesia infiltrativa supraperióstea em vestíbulo bucal da mandíbula em relação a capacidade de insensibilização das mucosas lingual, jugal e labial. Método: O estudo foi classificado como duplo cego, cruzado e randomizado, onde foram selecionados 30 pacientes adultos, separados aleatoriamente por um primeiro examinador que marcou na ficha o número 1 ou 2 correspondendo as soluções anestésicas. O segundo examinador anestesiou de acordo com o número e a seguir o terceiro examinador realizou os testes de sensibilidade através do teste pin-prick e a escala analógica visual de dor (EVA) nas mucosas lingual, jugal e labial. Após anestesiado, a duração da anestesia foi observada pelos mesmos testes no intervalo de 10 em 10 minutos. Na semana seguinte foram realizados os mesmos procedimentos com o outro anestésico de acordo com o grupo ao qual o paciente pertenceu. Os dados foram submetidos ao teste T-student (p<0,05). Resultados: Houve diferença estatística significante a favor da articaína em relação a insensibilização das mucosas lingual e labial, assim como na duração total de anestesia nas mucosas. Em relação à mucosa jugal, não houve diferença estatística significante entre as drogas. Conclusão: A articaína apresentou melhores propriedades que a lidocaína, como melhor difusibilidade, menor tempo de latência e maior duração de anestesia. O estudo mostrou que pela infiltração por bucal na mandíbula, a articaína apresenta difusibilidade capaz de insensibilizar as mucosas lingual, jugal e labial, o que mostra ser possível a realização de procedimentos localizados em pequenas regiões da mandíbula pela técnica infiltrativa.


Objective: To compare the efficacy of articaine and lidocaine using supraperiosteal infiltrative anesthesia in the buccal vestibule of the mandible in relation to the capacity of anesthetizing the lingual, oral and labial mucosas. Methods: In this randomized, crossover, double-blinded study, 30 adult patients were selected by a first examiner, who wrote down number 1 or 2 in the file, corresponding one of the anesthetic solutions. A second examiner anesthetized the patients according to the number and a third examiner performed the sensitivity tests using the pin-prick test and the visual analog pain scale (VAS) on the lingual, oral and labial mucosas. The duration of anesthesia was observed by these tests at 10-minute intervals. In the following week, the same procedures were performed with the other anesthetic solution, according to the group to which the patient belonged. Data were tabulated and analyzed by Student's t-test with a significance level of p<0.05 at the UFS's Department of Statistics. Results: Articaine had a statistically significant better performance (p<0.05) for anesthetizing the lingual and labial mucosas, as well as in the total duration of anesthesia of the mucosas. No statistically significant difference (p>0.05) was found between the anesthetic solutions in relation to the oral mucosa. Conclusion: Articaine presented better properties than lidocaine, such as better diffusibility, shorter latency period and longer duration of anesthesia. The study showed that using buccal infiltration in the mandible, articaine presents diffusibility capable of anesthetize the lingual, oral and labial, which suggests that it is possible to perform procedures located in small regions of the mandible using the infiltrative technique.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Anestesia Dentária/métodos , Carticaína , Epinefrina , Lidocaína/administração & dosagem , Mucosa Bucal , Medição da Dor
10.
Pesqui. bras. odontopediatria clín. integr ; 11(01): 59-64, jul. 2011. graf, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-874388

RESUMO

Objetivo: Comparar a efetividade da Articaína e da Lidocaína em técnica de anestesia infiltrativa supraperióstea em vestíbulo bucal da mandíbula em relação a capacidade de insensibilização das mucosas lingual, jugal e labial. Método: O estudo foi classificado como duplo cego, cruzado e randomizado, onde foram selecionados 30 pacientes adultos, separados aleatoriamente por um primeiro examinador que marcou na ficha o número 1 ou 2 correspondendo as soluções anestésicas. O segundo examinador anestesiou de acordo com o número e a seguir o terceiro examinador realizou os testes de sensibilidade através do teste pin-prick e a escala analógica visual de dor (EVA) nas mucosas lingual, jugal e labial. Após anestesiado, a duração da anestesia foi observada pelos mesmos testes no intervalo de 10 em 10 minutos. Na semana seguinte foram realizados os mesmos procedimentos com o outro anestésico de acordo com o grupo ao qual o paciente pertenceu. Os dados foram submetidos ao teste T-student (p<0,05). Resultados: Houve diferença estatística significante a favor da articaína em relação a insensibilização das mucosas lingual e labial, assim como na duração total de anestesia nas mucosas. Em relação à mucosa jugal, não houve diferença estatística significante entre as drogas. Conclusão: A articaína apresentou melhores propriedades que a lidocaína, como melhor difusibilidade, menor tempo de latência e maior duração de anestesia. O estudo mostrou que pela infiltração por bucal na mandíbula, a articaína apresenta difusibilidade capaz de insensibilizar as mucosas lingual, jugal e labial, o que mostra ser possível a realização de procedimentos localizados em pequenas regiões da mandíbula pela técnica infiltrativa.


Objective: To compare the efficacy of articaine and lidocaine using supraperiosteal infiltrative anesthesia in the buccal vestibule of the mandible in relation to the capacity of anesthetizing the lingual, oral and labial mucosas. Methods: In this randomized, crossover, double-blinded study, 30 adult patients were selected by a first examiner, who wrote down number 1 or 2 in the file, corresponding one of the anesthetic solutions. A second examiner anesthetized the patients according to the number and a third examiner performed the sensitivity tests using the pin-prick test and the visual analog pain scale (VAS) on the lingual, oral and labial mucosas. The duration of anesthesia was observed by these tests at 10-minute intervals. In the following week, the same procedures were performed with the other anesthetic solution, according to the group to which the patient belonged. Data were tabulated and analyzed by Student's t-test with a significance level of p<0.05 at the UFS's Department of Statistics. Results: Articaine had a statistically significant better performance (p<0.05) for anesthetizing the lingual and labial mucosas, as well as in the total duration of anesthesia of the mucosas. No statistically significant difference (p>0.05) was found between the anesthetic solutions in relation to the oral mucosa. Conclusion: Articaine presented better properties than lidocaine, such as better diffusibility, shorter latency period and longer duration of anesthesia. The study showed that using buccal infiltration in the mandible, articaine presents diffusibility capable of anesthetize the lingual, oral and labial, which suggests that it is possible to perform procedures located in small regions of the mandible using the infiltrative technique.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Anestesia Dentária/métodos , Carticaína , Epinefrina , Lidocaína/administração & dosagem , Mucosa Bucal , Medição da Dor
11.
São Paulo; s.n; 2011. 106 p. ilus, tab, graf. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-620664

RESUMO

Dentre os adjuvantes para os anestésicos locais (AL), a enzima hialuronidase tem seu uso consagrado na anestesia oftalmológica como difusor do AL. É utilizada para melhorar a eficácia clínica e prolongar a anestesia como alternativa aos anestésicos locais de longa duração em pacientes com comprometimento sistêmico. Este estudo duplo-cego e controlado avaliou os efeitos cardiovasculares induzidos por 3,6 ml de anestésico local (AL) cloridrato de mepivacaína 2% com epinefrina 1:100.000 concomitantemente à hialuronidase 75 UTR/ml ou placebo (veiculo), em bloqueio do nervo alveolar inferior para realização de cirurgia de terceiros molares inferiores bilaterais e simétricos, em 20 pacientes. Foi realizada apenas uma cirurgia por consulta, no mesmo horário e operador. Os parâmetros cardiovasculares pressão sistólica (PS), diastólica (PD), média (PM) e freqüência cardíaca (FC) foram monitorados através de método oscilométrico e fotopletismográfico, em 10 etapas clínicas. Os registros eletrocardiográficos (ECG) das 12 derivações foram obtidos em 4 etapas: (T1) basal; (T2) anestésico local; (T3), 5 min. do AL; (T4) após a cirurgia. Foram avaliadas no ECG as seguintes variáveis: frequência cardíaca, duração do intervalo PR , duração do complexo QRS, duração do segmento QT corrigido. A hialuronidase injetada concomitantemente com o anestésico local (AL) não induziu alterações nas PS, PD, PM e FC (p>0,01, n=20) comparada ao placebo, mas houve alteração (p>0,01) na PS e FC na interação tempo x fármacos. Não foram observadas alterações eletrocardiográficas (n=18) consideradas de importância clínica como: infradesnivelamento do segmento ST, supradesnivelamento do segmento ST, extrassístoles de complexo QRS largo e extrassístoles de complexo QRS estreito. O uso do anestésico local injetado concomitante à hialuronidase 75 UTR/ml mostrou-se seguro para esta dose e via de administração.


Among the adjuvants to local anesthetics (LA), the enzyme hyaluronidase has its consecrated in ophthalmic anesthesia as a diffuser (spread) of the LA. It is used to improve the clinical efficacy and prolong anesthesia as an alternative to long lasting local anesthetics in patients with systemic involvement. This double-blind, controlled trial evaluated the cardiovascular effects induced by 3.6 ml of local anesthetic (LA) 2% mepivacaine hydrochloride with epinephrine 1:100,000 concomitantly with hyaluronidase 75 TRU/ml or placebo (vehicle) in blocking inferior alveolar nerve for performing third molar surgery bilateral and symmetrical in 20 patients. Surgery was performed only one by appointment, at the same time and operator. The cardiovascular parameters systolic blood pressure (SBP), diastolic blood pressure (DBP), mean blood pressure (MBP) and heart rate (HR) were monitored using the oscillometric method and photoplethysmography in 10 clinical stages. Records electrocardiographic (ECG) of 12 leads were obtained in four steps: (T1) baseline, (T2) local anesthetic, (T3), 5 mim AL, (T4) after surgery. ECG were evaluated in the following variables: heart rate, duration of PR segment, duration of the complex QRS, duration of the corrected QT interval. Hyaluronidase injected concomitantly with local anesthetic did not induce changes in the SBP, DBP, MBP, and HR (p> 0.01, n = 20) compared to placebo, except in the interaction between steps and drugs (p<0.01) for SBP and HR. There were no ECG changes (n = 18) considered of clinical importance as ST segment depression, ST segment elevation, extrasystoles wide QRS complex and extrasystoles of narrow QRS complex. The use of local anesthetic injected concomitantly with hyaluronidase 75 TRU/ml was safe at this dose and route of administration.


Assuntos
Anestésicos Locais/uso terapêutico , Eletrocardiografia/métodos , Epinefrina/uso terapêutico , Hemodinâmica , Nervo Mandibular , Mepivacaína/uso terapêutico
12.
Bauru; s.n; 2010. 137 p. graf.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-865616

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo analisar e comparar o efeito de agentes vasoconstrictores presentes nas soluções anestésicas locais, injetados por via intravenosa nas doses de 80, 160, 320, 640 e 1280 ng (adrenalina) ou 0.5, 1, 2, 3 e 4 UI (felipressina), sobre a pressão arterial de ratos, hipertensos renais um-rim, um clip (1R-1C) e 1R-1C tratados com atenolol, comparando com animais nomotensos de mesmo peso e lote. Ratos Wistar machos pesando 150g, foram anestesiados com mistura de igual quantidade de quetamina e xilazina (1mL da mistura/kg), tiveram seu abdômen aberto e receberam um clip de prata com abertura 0,25mm na artéria renal esquerda, removendo-se cirurgicamente o rim direito (ratos 1R-1C). Alguns desses animais, depois de 14 dias, tiveram sua pressão sistólica indireta registrada pela pletsmografia de cauda e começaram a receber tratamento com atenolol (90 mg/kg/dia) por gavage (1R-1C tratados). Após 28 dias da implantação do clip, todos os grupos foram novamente anestesiados e implantaram-se cânulas de polietileno (PE-50) na artéria carótida esquerda e veia jugular direita, para registro direto da pressão arterial e injeção de drogas, respectivamente. Animais de mesmo lote e peso serviram como controle (normotensos). O catéter arterial foi então conectadas ao sistema de registro computadorizado (PowerLab®) utilizando software específico (Chart 5Pro ®). A pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC) registradas durante os primeiros 5 minutos, foram consideradas como valores basais. Analisaram-se: a menor resposta hipotensora, maior resposta hipertensora, freqüência cardíaca média e duração da resposta, nos três grupos de animais, para cada dose injetada dos dois vasoconstrictores. Os dados foram submetidos à análise de variância de medidas repetidas (ANOVA), seguida do teste de Holm-Sidak ou de Mann-Whitney, quando apropriado, a um nível de significância de 5%. A felipressina, ao contrário da adrenalina, não apresentou ação...


The present study was designed to analyze and compare the effects of some vasoconstrictors, injected by intravenous route in the doses of 80, 160, 320, 640 and 1280 ng (epinephrine) or 0.5, 1, 2, 3 and 4 IU (felypressin) upon the arterial pressure of normotensive, 1K-1C hypertensive and 1K-1C rats treated with atenolol. Male Wistar rats weighting 150g were anesthetized with a mixture of equal proportion of ketamine and xylazine by intraperitonial injection (1mL/kg) and 1K1C hypertension was surgically induced by means of partial constriction of the main left renal artery with a silver clip with a 0.25-mm gap. The right kidney was surgically removed. Fourteen days after surgical procedures arterial pressure (AP) was indirectly measured (tail cuff method) to monitor the development of hypertension. Only 1K1C rats with AP more than 150mm Hg were included in the protocol and received by gavage (1mL/d), for the next 14 days, atenolol (90 mg/kg/day). The treatments were carried out always between 8 and 9 AM. Four weeks after the surgical procedure all rats were anesthetized again with the same mixture and a catheter (PE50) was inserted into the left carotid artery and right jugular vein, respectively to obtain a AP register and to inject drugs. The arterial catheter was then connect to the transducer and to computer register system (PowerLab®) using a Chart 5 Pro® software. The AP and heart rate (HR) registered in the first five minutes were considered basal values. The following parameters were registered: minimal hypotensive response, maximal hypertensive response, mean HR and response lenght (duration), in all animals groups, to every injected dose of epinephrine and felypressin. The data were analyzed by two ways repeated measures ANOVA followed by Holm-Sidak or Mann-Whitney test, when appropriated. The significance level was 5%. Epinephrine, but not felypressin, presents some hypotensive action with the lowest doses. However, both of them present...


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Anestésicos Locais/farmacologia , Atenolol/uso terapêutico , Hipertensão Renal/tratamento farmacológico , Pressão Arterial , Modelos Animais de Doenças , Epinefrina/farmacologia , Felipressina/farmacologia , Ratos Wistar
13.
Rev. Odontol. Araçatuba (Online) ; 28(3): 24-32, set.-dez. 2007. ilus
Artigo em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-856811

RESUMO

Neste estudo o autor avaliou a influência dos anestésicos locais MEPIADRE® 100 e CITOCAÍNA® 3% sobre o processo de reparo alveolar em ratos após a exodontia. Utilizou-se de 48 ratos assim distribuídos: 16 espécimes para o Grupo Controle (Grupo I), que receberam como tratamento adicional à extração do incisivo superior direito, o tamponamento da ferida cirúrgica com gaze embebida em soro fisiológico; 16 espécimes, que após a exodontia tiveram a área da ferida cirúrgica tamponada com gaze embebida em solução de MEPIADRE® 100 (Grupo II), e 16 espécimes, que após a exodontia tiveram a área da ferida cirúrgica tamponada com gaze embebida em solução de CITOCAÍNA® 3% (Grupo III). Os animais sofreram eutanásia nos 3°, 7º, 15° e 24° dias pós-operatórios, com posterior remoção dos maxilares operados e sua fixação em formalina 10%. Seguiram-se os procedimentos laboratoriais de rotina para a inclusão em parafina e microtomia das peças no sentido longitudinal e vestíbulo- lingual. Os cortes obtidos foram corados pela técnica de hematoxilina e eosina para análise morfológica. Os resultados obtidos, com base na metodologia desenvolvida, permitiram-nos concluir que: 1) as soluções anestésicas de MEPIADRE® 100 e CITOCAÍNA® 3% aplicadas com compressa de gaze sobre a ferida cirúrgica pós- extração dentária, produziram atraso na regeneração do epitélio da mucosa gengival e no processo de reparo alveolar em ratos, e 2) os ratos do Grupo III (CITOCAÍNA® 3%) mostraram um processo de reparo alveolar mais adiantado com relação aos do Grupo II (MEPIADRE® 1 00), porém mais atrasado com relação aos do Grupo I (Controle) em todos os períodos experimentais


In this study the author evaluated the effects of local anesthetic solution, MEPIADRE® 100 and CITOCAÍNA® 3% on the alveolar repair process after dental extraction in rats. To perform this study, 48 rats were used; 16 animals were used in control group (Group I) receiving any additional treatment to the extraction of the superior incisor gauze soaked in the physiological solution; 16 animals after the tooth extraction received the topical application of MEPIADRE® 100 (Group II), 16 animals after the tooth extraction received the gauze soaked in the anesthetic solution in the CITOCAÍNA® 3% (Group III). The animals were euthanasied the periods of 3, 7, 15 and 24 days after the surgery, with subsequent removal of the operated maxillaries and it´s fixation with 10% formalina. The laboratory procedures were performed, followed for the inclusion in paraffin and microtomia of the pieces the obtained slices were stained with Hematoxilin-eosin for microscopic study. The hysthological analysis based on the used methodology, allowed us to come to the following conclusion: 1) The solution anesthesic MEPIADRE® 100 and CITOCAÍNA® 3% applied with gauze compress on the surgical dental wound, produced tissue events that allowed the basic biological principles, responsible for the regeneration of the gingival epithelium and the alveolar process repair in rats, and 2) The Group III rats (CITOCAÍNA® 3%) presented better results when compared to the Group II (MEPIADRE® 100) dath promoted a delay in comparison with the Group I (Controls)


Assuntos
Animais , Ratos , Anestésicos Locais , Epinefrina , Felipressina , Mepivacaína , Prilocaína , Cirurgia Bucal , Cicatrização , Ratos Wistar
14.
Bauru; s.n; 2006. ix,152 p.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-864079

RESUMO

Este estudo teve como objetivo comparar a eficácia clínica do anestésico local articaína 4% com duas concentrações diferentes de adrenalina, 1:100.000 (10 'mü'/mL; Al) e 1:200.000 (5 'mü'g/mL; A2), em exodontias de terceiros molares inferiores. Foram avaliados: início de ação das soluções anestésicas, tempo de duração da analgesia pós-cirúrgica, tempo de duração da anestesia pós-cirúrgica sobre tecidos moles, sangramento intra-operatório, parâmetros hemodinâmicos durante as cirurgias, abertura bucal dos pacientes e cicatrização dos sítios operados 7 dias após a realização das cirurgias. Para tanto, 50 voluntários saudáveis com média de idade de 21,8 '+ OU -' 0,63 anos (de 18 a 40 anos) foram submetidos, em sessões cirúrgicas distintas (corn intervalo de 1 a 2 meses), a extração de dois terceiros molares inferiores com posições semelhantes sob anestesia local com A1 ou A2, de forma duplo-cega, randomizada e cruzada. A1 e A2 apresentaram início de ação bastante similar (1,64 '+ OU -'0,08 e 1,58 '+ OU -' 0,08'min, respectivamente; p>0,05). Volumes idênticos de ambas as soluções anestésicas foram utilizados em todos os pacientes [2,7 mL = 108 mg de articaína + 27 pg (A1) ou 13,5 'mü" g (A2) de adrenalina]; em nenhum paciente foi necessária a complementação da anestesia durante as cirurgias. As soluções anestésicas proporcionaram tempo de analgesia pós-cirúrgica similar (aproximadamente 200 min; p>0,05), independentemente da necessidade, ou não, de remoção de tecido ósseo (osteotomia) durante as exodontias. A duração da ação anestésica sobre tecidos moles também foi bastante similar para A1 e A2 (em torno de 250 min; p>0,05) em todos os pacientes. 0 sangramento intra-operatório, no julgamento do cirúrgico, foi muito próximo do escore mínimo durante todas as cirurgias. As mudanças transitórias nos valores de pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio não tiveram relevância clínica e não puderam ser atribuídas a nenhuma das soluções


anestésicas locais utilizadas (p > 0,05). Não foram observadas diferenças significativas entre a abertura de boca conseguida pelos pacientes no 7 dia pós-cirúrgico e os valores obtidos no período pré-cirúrgico quando os pacientes foram operados sob anestesia local com A1 ou A2 (p > 0,05). A cicatrização dos sítios operados foi classificada como normal para todos os pacientes, independentemente da solução anestésica empregada na cirurgia (p > 0,05). Em conclusão, estes resultados demonstram que a concentração de adrenalina (1:100.000 ou 1:200.000) na solução de articaína 4% não influencia a eficácia clínica deste anestésico local. Portanto, é possível utilizar com sucesso a solução de articaína 4% com a concentração mais baixa de adrenalina (1:200.000) para exodontias, com ou sem necessidade de osteotomia, de terceiros molares inferiores


Assuntos
Adulto , Humanos , Analgesia , Anestésicos Locais/análise , Carticaína/análise , Epinefrina , Dente Serotino , Cirurgia Bucal
15.
Braz. j. oral sci ; 4(14): 791-979, july-sept. 2005. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-427767

RESUMO

Limited physiological information is available regarding the role of hemostatic agents to control the success of direct pulp capping treatment in order to help save vital pulps from pulpotomy, pulpectomy or extraction. The aim of this study was to test whether placement of various hemostatic agents would alter short-term pulp healing following direct pulp capping. Class V cavity preparationswith pulp exposures were prepared in 31-nonhuman primate teeth, pulp hemorrhage was controlled by placement of epinephrine, Consepsis®, sodium hypochlorite or combinations of these agents. Each exposure was then direct capped with composite resin and then observed immediately or after 13, and 28-days. Histologicalexamination of pulp healing was conducted according to ISO standards for pulp inflammation, soft tissue organization, reactionary and reparative dentin bridge formation. Physiological measurement of heart rate and blood pressure were continuously recorded during thethree operative procedures. Local pulp treatment with the various hemostatic agents did not alter systemic blood pressure or heart rate during local pulp application. All hemostatic treatments provided acceptable biocompatibility. Minor differences in pulp healing wereobserved, but there were no statistically significant differences between treatments (Peõ0.05). We conclude that hemostatic treatment had little effect on systemic pulp physiology or healing


Assuntos
Capeamento da Polpa Dentária , Hipoclorito de Sódio , Epinefrina
16.
Rev. odonto ciênc ; 20(47): 35-39, jan.-mar. 2005. tab, graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-413487

RESUMO

Os autores realizaram estudos com 100 pacientes divididos em 4 grupos, os quais foram anestesiados com lidocaína, variando apenas no uso ou não de vasoconstritor e no tipo de vasoconstritor associado (adrenalina ou noradrenalina 1:50.000). Os pacientes foram submetidos a exodontia, com aferição da pressão arterial antes do início do procedimento anestésico e após exodontia. Nos pacientes que receberam anestésico com vasoconstritor, normotensos ou hipertensos, não houve aumento significativo da pressão arterial; no grupo onde o sal anestésico não continha vasoconstritor, houve aumento estatisticamente significativo da pressão arterial


Assuntos
Humanos , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Pressão Arterial , Anestésicos Locais/efeitos adversos , Hipertensão , Vasoconstritores/efeitos adversos , Epinefrina , Norepinefrina
18.
JBC j. bras. clin. odontol. integr ; 7(42): 484-488, nov.-dez. 2003.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-400771

RESUMO

Dentre os vasoconstritores adrenérgicos, a epinefrina é a mais indicada no atendimento a pacientes com hipertensão controlada no estágio I ou II. Quando utilizada em doses terapêuticas e evitando-se a administração intravascular, as alterações pressóricas que podem ocorrer, como a elevação da pressão sistólica, são compensadas por uma redução da resistência vascular periférica e, conseqüentemente, diminuição da pressão diastólica. Portanto, a preocupação deve ser com o aumento na concentração sangüínea de catecolaminas, em função de uma sobredosagem e/ou administração intravascular inadvertida, principalmente se associados a elevado grau de estresse e de ansiedade. A potencialização dos seus efeitos sistêmicos pode estar ainda relacionada a interações medicamentosas em pacientes que fazem uso de anti-hipertensivos do tipo beta-bloqueadores não-seletivos ou diuréticos não caliuréticos, que poderiam estar mais suscetíveis a possíveis precipitações de episódios hipertensivos motivados por estes vasoconstritores. Anamnese bem detalhada, anestesia mais eficaz com a associação do vasoconstritor epinefrina, bem como controle da ansiedade e do medo frente a um tratamento odontológico são benéficos no atendimento a pacientes hipertensos


Assuntos
Anestésicos Locais , Hipertensão/prevenção & controle , Vasoconstritores , Assistência Odontológica para Doentes Crônicos , Epinefrina
20.
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