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1.
São Paulo; s.n; 2008. 220 p. ilus, tab, graf, CD. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-538818

RESUMO

A bupivacaína racêmica tem sido relacionada à potencial cardiotoxicidade particularmente quando ocorre injeção intravascular acidental ou com uso de altas doses, raro em odontologia. Quanto a seu R(+) enantiômero ou dextrobupívacaína tem sido considerado responsável pela sua alta cardiotoxicidade, mas em contrapatida, apresenta mais potência. O S(+) isomero foi considerado mais seguro do que o R(+), mas com reduzida eficácia. Misturas enantioméricas da bupivacaína tem sido testadas na busca da solução ideal. Este estudo duplo-cego comparou essas duas soluções 90S:10R (n=20) e a 75S:25R (n=20) a bupivacaína racêmica em cirugia de terceiro molar inferior bilateral. Foram avaliadas quanto à latência e duração de ação em tecido pulpar com estímulo elétrico no pré-molar inferior e no tecido gengival com estímulo mecânico (picada). Também foram avaliadas as pressões arteriais sistólica, diastólica, média e freqüência cardíaca através de método oscilométrico e fotopletismográfico em 11 etapas clínicas. Administrou-se 1,8 ml de solução para bloqueio do nervo alveolar inferior, e 1,0 ml para o nervo bucal. Para avaliação da latência e duração em tecido pulpar aplicou-se estímulo elétrico no pré-molar (intervalos de 2 ou 10 min, respectivamente). No tecido gengival, os parâmetros foram avaliados através de estímulo mecânico nociceptivo (picada), nos mesmos intervalos. Não houve diferença significativa (p>0,01) nos tempos de latência em tecido gengival e pulpar entre as soluções. A duração no tecido gengival da MEB 90S:10R foi maior (p<0,01) que a 75S:25R e o racemado, mas em tecido pulpar foi maior (p<0,01) apenas que a...


Racemic bupivacaine is associated with potential cardiotoxicity particularly when accidental intravascular injectior or overdose occur, that is rare in dentistry. Enantiomeric R(+) or dextrobupivacaine have been considered responsible for cardiotoxicity, and also potency. The S (+) isomer was considered safer than R (+), but its efficacy is reduced. The enantiomeric mixtures of bupivacaine (EMB) have been tested looking for the ideal solution. This double-blind study compared the onset time and duration of action of EMB 90S:10R (n=20) and 75S:25R (n=20) to racemic bupivacaine in two groups of patients during symmetric, mandibular third molar surgeries. The onset and duration of action in the pulpal and gingival tissues were evaluated from response to painful electric stimuli applied to the adjacent premolar (intervals of 2 or 10 min, respectively), and by mechanical stimuli (pin-prick) in the same intervals to the vestibular gingiva, respectively. The systolic (SP), diastolic (DP), mean pressure (MP) and heart rate (HR) were assessed through oscillometry and photopletismographic methods during eleven clinical steps. Inferior alveolar nerve block was induced using 1.8 ml and for lingual nerve block 1.0 ml was infiltrated into the buccal soft tissues. There were no difference (p>0.01) in the onset time in gingival and pulpal tissues among solutions. The duration of action in gingival tissue with EBM 90S:10R were higher (p<0.01) than 75S:25R and racemate, but in pulpal tissue, EBM 90S:10R was only higher (p<0.01) than EBM 75S:25R. The EBM 75S:25R was similar to racemate regarding to onset and duration of action in both tissues. No cardiovascular alterations were observed for DP, SP, MP and HR. The new enantiomeric mixture of bupivacaine 90S: 10R presents better clinical efficacy than 75S:25R and racemate, and they are similar regarding to safety. The solutions EBM 90S: 10R and 75S:25R seems to be good alternatives for long-term anesthetics.


Assuntos
Anestésicos Locais , Bupivacaína , Sistema Cardiovascular
2.
Ciênc. odontol. bras ; 8(1): 28-38, jan.-mar. 2005. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-428124

RESUMO

Nesta pesquisa buscou-se avaliar, através de um estudo piloto, o grau de dor pós-operatória após exodontias, nas quais foi utilizada anestesia infiltrativa com bupivacaína a 0,5% com epinefrina 1:200.000 ou lidocaína a 3% com norepinefrina 1:50.000. Assim, a amostra foi composta por 14 pacientes de ambos gêneros, com idades que variaram entre 18 e 47 anos, com indicação para duas exodontias na maxila. Foram constituídos grupos controle e experimental, de forma aleatória, onde se considerou como grupo controle a infiltração com lidocaína e como grupo experimental a bupivacaína. Os resultados indicaram que não houve associação significativa entre o tipo de anestésico e a presença de dor pós-operatória para 3 e 6 horas de avaliação, entretanto, esta foi significante para os intervalos de tempo de 12 e 24 horas (P=0,013). Quanto ao uso de analgésico e o tipo de anestésico comprovou-se associação significante para os intervalos de tempo de 6, 12 e 24 horas (P=0,002). Conclui-se que para as primeiras 6 horas de avaliação não existiu diferença em usar bupivacaína e lidocaína em relação a presença de dor pós-operatória. No entanto, a lidocaína nas últimas 12 horas de avaliação mostrou-se ser mais eficaz, contrariando a literatura apresentada


Assuntos
Adulto , Masculino , Feminino , Humanos , Anestesia Local , Bupivacaína , Lidocaína , Dor , Período Pós-Operatório , Cirurgia Bucal
3.
Rev. odonto ciênc ; 18(42): 406-410, out.-dez. 2003.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-396987

RESUMO

Este trabalho consiste numa revista de literatura que tem o propósito de familiarizar o Cirurgião Dentista sobre as soluções anestésicas de longa ação mais utilizados para as exodontias de terceiros molares impactados, além de compará-las com os anestésicos de longa ação normal. Os anestésicos de longa ação mostraram-se mais eficazes em relação ao controle da dor pós-operatória, apresentando, contudo, indicações e contra-indicações relativas que devem ser identificadas


Assuntos
Anestesia Dentária , Anestésicos , Bupivacaína , Etidocaína , Dente Serotino
4.
Rev. odonto ciênc ; 18(40): 117-126, abr.-jun. 2003.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-396855

RESUMO

No presente trabalho avalia-se clinicamente se foram comparativa a eficácia de três métodos de trabalho com o Cloridrato de Bupivacaína a 0,5 por cento com Epinefrina 1:2000.000 em cirurgias de terceiros molares inferiores retidos. Apesar de algumas desvantagens, a Bupivacaína demostrou ser um anestésico versátil, que permite variações dos métodos de trabalho, podendo aproveitar as melhores propriedades de cada associação. Assim, pode-se controlar o inicio da anestesia, sua duração, analgesia, quantidade de medicamentos e outras propriedades, podendo até condicionar ou personalizar a anestesia ao tipo de cirurgia ou paciente


Assuntos
Analgesia , Anestesia Dentária/métodos , Bupivacaína , Odontalgia
6.
Rev. paul. odontol ; 22(1): 10-6, jan.-fev. 2000. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-271411

RESUMO

O objetivo do presente estudo foi avaliar, de forma comparativa, a eficácia de um protocolo farmacológico - betametasona 4mg como medicaçäo pré-operatória e a bupivacaína 0,5 por cento com adrenalina 1:200.000 como soluçäo anestésica - comparado a outro regime, onde foi empregado a mesma dosagem de betametasona porém agora em conjunto com a prilocaína 3 por cento associado à felipressina 0,03 UI, sobre a intensidade de dor decorrente da remoçäo de terceiros molares mandibulares inclusos. A amostra consistiu de 30 indivíduos com indicaçäo da exodontia de ambos os terceiros molares mandibulares, em situaçöes de inclusäo semelhantes, nos quais a dor pós-operatória foi avaliada através de uma escala analógica visual de 100mm e pelo consumo de analgésicos. Ao final do experimento, os pacientes foram questionados quanto à preferência por um dos tratamentos empregados. Os resultados indicaram uma menor intensidade de dor quando era empregada a betametasona em conjunto com a bupivacaína, nas primeiras 24 horas pós-cirúrgicas...


Assuntos
Analgésicos/administração & dosagem , Analgésicos/farmacologia , Dor Pós-Operatória , Cirurgia Bucal , Betametasona/administração & dosagem , Betametasona/uso terapêutico , Bupivacaína/administração & dosagem , Bupivacaína/uso terapêutico , Dente Serotino/cirurgia
7.
Rev. ABO nac ; 7(2): 96-9, abr.-maio 1999. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-250516

RESUMO

O propósito desta investigaçäo foi determinar se a administraçäo pré-operatória de um agente ansiolítico oral (Diazepam) e injeçöes intraorais de Bupivacaina (Neocaina 0,5 per cent sem epinefrina) säo benéficas na reduçäo das respostas cardiovasculares ao estresse e à ansiedade. Dez pacientes hipertensos que receberam a droga, e outro dez, também hipertensos, que receberam o placebo, foram monitorados pré-operatoriamente e durante uma cirurgia menor. Níveis de ansiedade, assim como parâmetros cardiovasculares foram determinados para os dois grupos. Os resultados deste trabalho sugerem que injeçöes de Bupivacaína (Neocaína 0,5 por cento sem epinefrina), associadas à premedicaçäo Diazepam, atenuam a ansiedade e diminuem as respostas cardiovasculares


Assuntos
Ansiedade ao Tratamento Odontológico , Frequência Cardíaca , Hipertensão , Bupivacaína/uso terapêutico , Diazepam/uso terapêutico
8.
Säo Paulo; s.n; 1999. 127 p. ilus, tab.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-256332

RESUMO

Este estudo duplo-cego cruzado avaliou os efeitos cardiovasculares decorrentes da administraçäo oral de diazepam (Valium, 10mg de diazepam), placebo (V2) ou sem pré-medicaçäo (V3-controle) antes da anestesia local para procedimento restaurador. Vinte pacientes normorreativos de ambulantes sofreram 3 procedimentos restauradores bilateralmente (6 dentes posteriores inferiores), conforme o esquema: para 3 dentes foi utilizado bupivacaina isolada (18mg/3,6ml) e para os outros 3, associada a epinefrina 18µg/3,6ml) (ensaio aleatório). A pré-medicaçäo era tomada 1 hora antes de cada consulta com apenas um procedimento clinico (2 semanas de intervalo). As pressöes sistólica (PS), diastólica (DP) e média (PM) e frequência cardíaca (FC) foram obtidas através de método oscilométrico e fotopletismográfico. Os valores médios foram registrados a cada minuto seguindo a sequência: (1) na sala de espera (5 min.); (2) na cadeira odontológica (5 min.); (3) 2 minutos durante a 1ª AL; (4) 10 minutos após a remoçäo da agulha; (5) 2 minutos durante a 2ª AL; (6) próximos 10 minutos, antes do tratamento da cárie. De acordo com teste ANOVA, näo houve diferença significativa entre os grupos de pré-medicaçäo V1, V2 e V3. Levando em conta apenas o fator vasoconstritor durante as fases clínicas encontramos através de 2§ teste ANOVA, ausência de significância em relaçäo a FC e, uma diferença significante estatisticamente (<1 por cento) para PS, PD e PM, embora sem manifestaçöes clínicas. Considerando a via de administraçäo e as doses utilizadas, concluímos que näo houve diferença entre os grupos diazepam, placebo e controle. Também näo ocorreu diferença significativa entre os grupos com e sem epinefrina. As pressöes sistólica, diastólica e média, estatisticamente, apresentaram diferenças significativas entre as etapas clínicas


Assuntos
Bupivacaína/administração & dosagem , Bupivacaína/efeitos adversos , Sistema Cardiovascular/efeitos dos fármacos , Diazepam/farmacologia , Epinefrina/farmacologia
9.
Rev. bras. odontol ; 54(5): 273-6, set.-out. 1997. tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-210994

RESUMO

A preocupaçäo do cirurgiäo-dentista em promover a analgesia fez com que houvesse uma evoluçäo dos anestésicos locais. Com isso, muitas dúvidas surgiram como toxicidade, efeito dos vasoconstritores e dosagem que os anestésicos locais podem gerar no paciente. Seräo discutidos os conceitos e a utilizaçäo dos anestésicos locais (AL), visando melhor eficiência e segurança para o paciente


Assuntos
Humanos , Analgesia , Anestésicos Locais/farmacologia , Bupivacaína , Fármacos Cardiovasculares , Catecolaminas , Epinefrina/efeitos adversos , Felipressina/efeitos adversos , Lidocaína , Mepivacaína , Norepinefrina/efeitos adversos , Fenilefrina/efeitos adversos , Prilocaína/administração & dosagem , Procaína , Vasoconstritores , Anestésicos Locais , Anestésicos Locais/efeitos adversos , Vasoconstritores , Vasoconstritores/efeitos adversos
10.
Rev. bras. odontol ; 54(1): 34-8, jan.-fev. 1997. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-192962

RESUMO

Este trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos do diazepam e da dexametasona, associados à bupivacaína, sobre os valores de pressäo arterial sangüínea (PA) e freqüência cardíaca (FC), em pacientes submetidos a exodontia de terceiros molares mandibulares inclusos. As avaliaçöes da PA e da FC foram realizadas em cinco tempos distintos. Os resultados mostraram que os valores médios da pressäo arterial sangüínea (sistólica ediastólica) e da freqüência cardíaca situaram-se dentro da faixa de normalidade biológica, durante todo o período experimental


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Bupivacaína/efeitos adversos , Dexametasona/efeitos adversos , Diazepam/efeitos adversos , Frequência Cardíaca , Pressão Arterial , Dente Serotino , Extração Dentária
12.
Rev. bras. odontol ; 52(3): 44-5, maio-jun. 1995.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-168329

RESUMO

Os autores realizaram um trabalho de observaçäo clínica em pacientes submetidos à remoçäo de terceiros molares inferiores retidos, utilizando um anestésico de longa duraçäo, o cloridrato de bupivacaína a 0,5 por cento com epinefrina 1:200.000, sob o nome comercial de Neocaína


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Bupivacaína/efeitos adversos , Bupivacaína/uso terapêutico , Anestésicos Locais , Clínicas Odontológicas/normas , Dor , Extração Dentária , Dente não Erupcionado/terapia
13.
RGO (Porto Alegre) ; 41(4): 213-6, jul.-ago. 1993. tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-854939

RESUMO

Os autores investigaram a efetividade anestésica da bupivacaína a 0,5 por cento com adrenalina a 1:200.000 na maxila. Foram realizadas cirurgias bilaterais de 3ºs molares superiores inclusos, com nível de inclusão semelhantes, em 20 pacientes. A droga foi aplicada em um dos lados pela técnica infiltrativa subperióstica e do outro, pela técnica regional do nervo alveolar superior posterior. Os resultados mostraram que a bupivacaína promoveu anestesia mais longa e mais profunda quando utilizada a técnica regional e com redução do consumo de analgésico no pós-operatório. O tempo de latência foi mais curto para a técnica infiltrativa. Não foram observadas complicações ou reações adversas na utilização desta droga


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Adolescente , Adulto , Anestésicos Locais/administração & dosagem , Bupivacaína/uso terapêutico , Maxila/cirurgia
14.
Dens(Curitiba) ; 8: 18-21, jan.-dez. 1992. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-138570

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a açäo do cloridrato de bupivacaína como agente anestésico de longa duraçäo no bloqueio anestésico local. O bloqueio escolhido foi o alveolar e as intervençöes cirúrgicas foram realizadas no arco mandibular com técnica endobucal, para proceder a remoçäo de terceiros molares inclusos, diagnosticados clínica e radiograficamente. Essas intervençöes foram realizadas em pacientes de ambulatório da Disciplina de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais da Universidade Federal do Paraná. Conseguiu-se com o estudo, avaliar que o cloridrato de bupivacaína e um anestésico de longa duraçäo, eficaz para realizar procedimento odontológico com grande traumatismo e possibilidade de dor intensa e em casos de demora nos procedimentos. O mesmo tem período de latência relativamente curta, boa profundidade e longa duraçäo, diminuindo o uso de analgésicos. Por näo provocar grande vasodilataçäo pode ser usado sem vasoconstritor, obtendo-se resultados satisfatórios, além disso näo provoca reaçöes tóxicas nem efeitos contrários local ou sistêmico


Assuntos
Humanos , Adulto , Masculino , Feminino , Anestesia Dentária , Bupivacaína/administração & dosagem , Anestésicos Locais/uso terapêutico , Mandíbula/cirurgia , Mandíbula , Dente Serotino/cirurgia , Cirurgia Bucal
16.
Rev. bras. odontol ; 47(6): 36-40, nov.-dez. 1990. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-93082

RESUMO

Neste artigo, os autores fazem uma revisäo sobre as propriedades farmacológicas da bupivacaína - anestésico de longa duraçäo - seus usos clínicos em Odontologia, bem como, as doses recomendadas


Assuntos
Anestésicos Locais , Bupivacaína/farmacologia , Bupivacaína/toxicidade
17.
Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent ; 44(3): 145-8, maio-jun. 1990. tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-855446

RESUMO

Neste trabalho, os autores compararam a efetividade anestésica da Bupivacaína e da Lidocaína em 15 pacientes submetidos à cirurgia de 3ºs. molares inferiores inclusos. As cirurgias foram realizadas em um lado com a Bupivacaína e no outro lado com a Lidocaína. Os resultados mostraram que a Bupivacaína promoveu uma anestesia profunda e longa, quando comparada com a Lidocaína. A Bupivacaína mostrou um tempo de latência moderado, enquanto que a Lidocaína um tempo de latência mais curto. Não se observou nenhum tipo de complicação adversa com os dois anestésicos. A dor pós-operatória imediata à cirurgia foi menor e menos intensa quando a anestesia foi realizada com a Bupivacaína


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Anestésicos Locais , Bupivacaína , Lidocaína , Dente Serotino/cirurgia , Dor Pós-Operatória
18.
RGO (Porto Alegre) ; 37(5): 351-4, set.-out. 1989. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-854630

RESUMO

Os autores desenvolveram pesquisa experimental utilizando ratos anestesiados pela ketamina associada a prometazina, com a finalidade de detectar possíveis alterações eletrofisiológicas do coração, após a administração intraperitoneal de sucessivas doses de bupivacaina, a nível de superdosagem. Os resultados apontaram que doses estimadas como terapêuticas para o rato, não determinaram alterações eletrocardiográficas significantes. Contudo, doses elevadas de bupivacaina promoveram alterações significativas no comportamento cardíaco dos animais, avaliadas através do registro eletrocardiográfico


Assuntos
Animais , Feminino , Ratos , Anestésicos Locais/efeitos adversos , Bupivacaína/uso terapêutico , Coração
19.
Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent ; 42(4): 253-5, jul.-ago. 1988. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-80498

RESUMO

Os autores desenvolveram pesquisa experimental utilizando ratos anestesiados pela Ketamina associada a prometazina com a finalidade de avaliar possíveis alteraçöes eletrocardiográficas nesses animais, submetidos a infiltraçäo anestésica local através de injeçöes de bupivacaina a 0,5 por cento , no sulco gengivo-geniano mandibular de um dos lados. A bupivacaina foi injetada em doses sucessivas e crescentes, até ao nível de superdosagem. Os resultados apontaram que apenas doses acumulativas que atingiram 6,2 mg/100 g por animal, foram capazes de promover alteraçöes eletrocardiográficas


Assuntos
Ratos , Animais , Feminino , Anestésicos Locais/toxicidade , Bupivacaína/toxicidade , Ratos Endogâmicos , Cirurgia Bucal
20.
RGO (Porto Alegre) ; 34(6): 449-51, nov.-dez. 1986. graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-854437

RESUMO

Os autores estudaram em pacientes submetidos a cirurgia dos terceiros molares inferiores inclusos, o tempo de duração dos efeitos anestésicos da solução de bupivacaína a 0,5 por cento sem vasoconstritor, comparado com a mesma solução contendo adrenalina a 1:200.000. Concluem ser a solução anestésica sem vaso constritor ideal para a prática de cirurgias ambulatoriais de grande porte, principalmente em pacientes que se contra indica a utilização de aminas simpaticomiméticas


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Procedimentos Cirúrgicos Ambulatórios , Bupivacaína , Dente Serotino
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