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1.
Rio de Janeiro; s.n; 2015. 84 p. ilus.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-966711

RESUMO

A associação entre a osteoporose e a doença periodontal ainda não é evidente e os resultados obtidos em estudos sobre o tema se mostraram controversos. O objetivo desse estudo foi comparar os parâmetros clínicos periodontais de idosas com e sem osteoporose, a fim de testar a hipótese de que existe uma maior prevalência e gravidade de periodontite crônica nas mulheres com osteoporose. Além disso, um segundo objetivo foi verificar se a medicação para osteoporose e o status sérico da vitamina D poderiam influenciar nesses resultados. Neste estudo transversal, 134 idosas, 48 com densidade mineral óssea (DMO) normal e 86 com osteoporose, foram selecionadas dentre 1266 indivíduos que realizaram exame de densitometria óssea da coluna lombar e fêmur proximal usando absorciometria de Raios-X de dupla energia. Foram coletados dados sócio-demográficos e realizada avaliação periodontal completa. Níveis séricos de 25 (OH) vitamina D foram mensurados por quimioluminescência. Mulheres com osteoporose apresentaram maior frequência de níveis de inserção clínica ≥ 6mm (p = 0.003) e recessão gengival ≥ 3mm (p = 0.002) do que mulheres com DMO normal, além de terem tido mais que o dobro de chance de apresentar periodontite crônica avançada (odds ratio (OR) = 2.49, 95% CI [1.14 to 5.43], p =0.020). No grupo da osteoporose, as que não eram tratadas para esta condição apresentaram maior chance de ter periodontite crônica (OR= 3,16, 95% CI [1,28-7,82], p = 0,011) do que as que usavam bisfosfonatos (OR= 2,04, 95% CI [0,85-4,89], p = 0,109). Dentre as idosas que apresentavam baixos níveis de vitamina D, aquelas com osteoporose apresentaram maior chance de apresentar periodontite avançada do que aqueles com DMO normal (OR = 3.34, 95% CI [1.12 a 10.04], p =0.027), mas a associação entre os níveis de vitamina D e osteoporose não foi estatisticamente significativa após o ajuste (p = 0,198). Em suma, idosas com osteoporose tiveram mais que o dobro de chance de apresentar periodontite crônica avançada do que idosas com DMO normal. Os efeitos negativos da osteoporose na condição periodontal foram minimizados com uso de medicação para tratamento da osteoporose. (AU)


The association between osteoporosis and periodontal disease is still with conflicting results being obtained for the corresponding studies conducted so far. The objective of this study was to compare the clinical periodontal parameters of elderly women with osteoporosis or not, in order to test the hypothesis that there is an increased prevalence and severity of chronic periodontitis in osteoporotic ones. In addition, a second objective was to investigate whether medication for osteoporosis and serum vitamin D status could affect these results. In this cross-sectional study, 134 elderly women, 48 with normal bone mineral density (BMD) and 86 with osteoporosis, were selected among 1266 subjects evaluated for lumbar spine and proximal femur BMD using dual energy x-ray absorptiometry. Socio-demographic characteristics and complete periodontal examination were recorded, and serum 25- hydroxyvitamin D levels were measured by chemiluminescence. Women with osteoporosis presented a higher frequency of sites with clinical attachment level ≥ 6 mm (p = 0.003) and gingival recession ≥3mm (p = 0.002) than those with normal BMD, and were more than twice as likely to present severe periodontitis (odds ratio (OR) = 2.49, 95% CI [1.14 to 5.43], p =0.020). Osteoporotic women who were not treated for the condition had more chance to present severe periodontitis (OR = 3.16, 95% CI [1.28 to 7.82], p =0.011) than those who did use bisphosphonates (OR= 2.04, 95% CI [0.85 to 4.89], p =0.109). Among the participants who presented low levels of vitamin D, those with osteoporosis exhibited greater chance to present severe periodontitis than those with normal BMD (OR = 3.34, 95% CI [1.12 to 10.04], p =0.027), but the association between vitamin D levels and osteoporosis was not statistically significant after adjustment (p = 0.198). In conclusion, elderly women with osteoporosis had a greater chance to present periodontitis, with higher severity than those with normal BMD. The negative effects of osteoporosis on periodontal status were minimized with medication for treatment of osteoporosis. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Osteoporose/complicações , Periodontite/epidemiologia , Vitamina D/análise , Estudo Comparativo , Densidade Óssea
2.
Pesqui. bras. odontopediatria clín. integr ; 7(3): 309-315, set.-dez. 2007.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-518868

RESUMO

Introdução: A expressão vitamina D é uma denominaçãoempregada para designar os diversos compostos que possuem apropriedade de prevenir e curar o raquitismo, Os mais importanteso ergocalciferol (D2) e o colecalciferol (D3), embora cerca de dezcompostos expressem atividade de vitamina D. Todas são vitaispara manutenção e controle da homeostase do cálcio e do fósforo.São formadas a partir de suas pró-vitaminas no organismo, pelaação da radiação ultra-violeta (UV) da luz solar. O 7-dehidrocolesterol é convertida na vitamina D3. A forma ativa é a1,25-diidroxicolecalciferol, ou calcitriol. De origem exógena ouendógena, esta forma ativa tem comportamento de hormônioesterólico. Importantes atividades da vitamina D, em particular nointestino, rim e osso colocam-na na condição de um hormônio paraa manutenção da homeostase do cálcio e do fosfato. A ocorrênciade receptores desse hormônio nos tecidos do homem se constituinuma relevante constatação que justifica as outras ações a elaatribuídas, independente da atividade específica sobre ometabolismo mineral. A vitamina D dispõe de uma via endógena deformação û ação da radiação ultra-violeta da luz solar sobre ocolesterol na pele û embora seu aporte exógeno seja um importantefator para a manutenção de níveis considerados ideais. Alteraçõesou deficiências no seu mecanismo de ativação e de controle daabsorção, resultam em distúrbios orgânicos, podendo evoluir paraimportantes patologias como o raquitismo e a osteomalácia.Objetivo: Analisar a relevância da vitamina D, atualmenteconsiderada como um hormônio esterólico...


Assuntos
Calcitriol , Colecalciferol , Homeostase , Osteoporose , Vitamina D
3.
Pesqui. bras. odontopediatria clín. integr ; 7(3): 309-315, set.-dez. 2007.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-873407

RESUMO

Introdução: A expressão vitamina D é uma denominaçãoempregada para designar os diversos compostos que possuem apropriedade de prevenir e curar o raquitismo, Os mais importanteso ergocalciferol (D2) e o colecalciferol (D3), embora cerca de dezcompostos expressem atividade de vitamina D. Todas são vitaispara manutenção e controle da homeostase do cálcio e do fósforo.São formadas a partir de suas pró-vitaminas no organismo, pelaação da radiação ultra-violeta (UV) da luz solar. O 7-dehidrocolesterol é convertida na vitamina D3. A forma ativa é a1,25-diidroxicolecalciferol, ou calcitriol. De origem exógena ouendógena, esta forma ativa tem comportamento de hormônioesterólico. Importantes atividades da vitamina D, em particular nointestino, rim e osso colocam-na na condição de um hormônio paraa manutenção da homeostase do cálcio e do fosfato. A ocorrênciade receptores desse hormônio nos tecidos do homem se constituinuma relevante constatação que justifica as outras ações a elaatribuídas, independente da atividade específica sobre ometabolismo mineral. A vitamina D dispõe de uma via endógena deformação – ação da radiação ultra-violeta da luz solar sobre ocolesterol na pele – embora seu aporte exógeno seja um importantefator para a manutenção de níveis considerados ideais. Alteraçõesou deficiências no seu mecanismo de ativação e de controle daabsorção, resultam em distúrbios orgânicos, podendo evoluir paraimportantes patologias como o raquitismo e a osteomalácia.Objetivo: Analisar a relevância da vitamina D, atualmenteconsiderada como um hormônio esterólico,...


Assuntos
Calcitriol , Colecalciferol , Homeostase , Osteoporose , Vitamina D
5.
Periodontia ; 16(3): 67-72, set. 2006.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-463297

RESUMO

Esta revisão da literatura buscou confirmara hipótese que osteopenia/osteoporose é um fator de risco para doença periodontal. Uma vez que a inflamação, resultante da presença de bactérias patogênicas no periodonto, tem como resultado a reabsorção óssea, supõem-se que na presença de baixa densidade óssea a doença periodontal será mais severa. No entanto, foi observado que os autores não seguem padrões em relação às pesquisas que envolvem este tema. Número das amostras, que em alguns trabalhos é muito pequeno; idade das pessoas examinadas; métodos para obtenção da densidade óssea; parâmetros para os exames do periodonto, são fatores que dificultam a comparação dos dados obtidos em cada trabalho. É necessário uniformizar os exames e suas interpretações. Um número crescente de estudos aponta para o fato de que osteopenia/osteoporose é um fator agravante da doença periodontal. A forma mais indicada de pesquisa são os estudos longitudinais. Estudos envolvendo terapia de reposição hormonal e/ou ingestão de cálcio e vitamina D apontam para a melhora nos parâmetros de saúde periodontal. É prudente aguardar novas investigações longitudinais para definir um protocolo de conduta para pacientes com osteopenia/ osteoporose portadores de doença periodontal.


Assuntos
Saúde Bucal , Osteoporose , Osteoporose/prevenção & controle , Doenças Periodontais , Carbonato de Cálcio/uso terapêutico , Terapia de Reposição de Estrogênios , Vitamina D/uso terapêutico
6.
Ortodon. gaúch ; 8(2): 50-60, jul.-dez. 2004.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-427759

RESUMO

A movimentação dentária ortodôntica promove uma série de reações biológicas que podem ser afetadas por diversas variáveis, uma delas seria a dos medicamentos. Através desta revisão de literatura, visamos determinar o mecanismo de ação de alguns medicamentos mais utilizados, e seus efeitos sobre o aparelho estomatognático que de alguma forma alteram as reações metabólicas de resposta ao movimento ortodôntico. De acordo com os dados obtidos, pode-se concluir que substâncias ingeridas pelos pacientes durante o tratamento ortodôntico podem influenciar o movimento dentário, seja como agente inibidor ou estimulador. Dentre as substâncias inibidoras do movimento dentário tem-se os hormônios estrogênio, androgênio e calcitonina, além dos difosfonatos e antiinflamatórios não-esteroidais. Por outro lado, os elementos estimuladores do movimento dentário são a tiroxina e os corticosteróides. Há divergências na literatura quanto à ação da vitamina D, portanto, mais estudos relacionados ao seu efeito sobre o aparelho estomatognático devem ser conduzidos


Assuntos
Humanos , Ortodontia , Preparações Farmacêuticas/efeitos adversos , Corticosteroides , Androgênios , Anti-Inflamatórios não Esteroides , Calcitonina , Difosfonatos , Estrogênios , Técnicas de Movimentação Dentária , Tiroxina , Reabsorção de Dente , Vitamina D
7.
Rev. bras. odontol ; 59(4): 277-279, jul.-ago. 2002.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-321876

RESUMO

A doença periodontal é resultado do acúmulo de placa supra e subgengival, sendo a extensäo e a intensidade do processo inflamatório afetadas pelo número e virulência de microorganismos e pela resistência orgânica do hospedeiro. Desta maneira o cirurgiäo-dentista, além de atuar removendo os agentes etiológicos locais através de raspagens e profilaxias, pode melhorar as caracteríticas gerais do paciente através de aconselhamento nutricional, desde que detenha um conhecimento interdisciplinar. Assim, a partir de revisäo de literatura, ressalta-se a interferência das vitaminas A, C, D e dos minerais cálcio, fósforo, ferro e zinco na etiologia das doenças periodontais


Assuntos
Ácido Ascórbico/administração & dosagem , Cálcio , Dietoterapia , Doenças Periodontais/etiologia , Alimentos , Fósforo/administração & dosagem , Ferro , Ciências da Nutrição , Fatores de Risco , Vitamina A , Vitamina D , Zinco
8.
In. Douglas, Carlos Roberto. Patofisiologia oral: fisiologia normal e patológica aplicada a odontologia e fonoaudiologia. Säo Paulo, Pancast, 1998. p.183-200, ilus, tab, graf. (BR).
Monografia em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-246793
9.
In. Douglas, Carlos Roberto. Patofisiologia oral: fisiologia normal e patológica aplicada a odontologia e fonoaudiologia. Säo Paulo, Pancast, 1998. p.247-65, ilus, tab, graf. (BR).
Monografia em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-246794
10.
Ortodon. gaúch ; 1(2): 104-20, maio-dez. 1997. ilus
Artigo em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-852907

RESUMO

A movimentação dentária depende diretamente da remodelação óssea. O potencial fisiológico para esse evento depende de trocas metabólicas intensas, sendo o balanço dietético de cálcio e vitamina D de extrema importância. Deficiência no equilíbrio desses componentes nutricionais são comuns entre crianças e adolescentes nos dias atuais. A fim de avaliar as influências de uma dieta deficiente em cálcio e vitamina D durante o movimento ortodôntico, foi instalado em 30 ratos Wistar um dispositivo ortodôntico, constituído de mola de NiTi produzindo uma força menor do que 50g. Os dentes utilizados foram os primeiros molares e os incisivos inferiores direitos. Os ratos do grupo experimental, em número de 15, foram submetidos à dieta deficiente em cálcio e vitamina D, durante 30 dias que precederam a instalação do dispositivo ortodôntico, assim como durante os dias do experimento. Sob as mesmas condições ortodônticas, 15 ratos do grupo controle receberam uma dieta equilibrada. A movimentação ortodôntica, assim como o sacrifício dos grupos foram divididos em três períodos de 1, 7 e 14 dias. A avaliação histopatológica nas colorações H&E e tricrômico de Masson mostraram que o cálcio e a vitamina D tem uma marcante influência na remodelação óssea frente ao movimento ortodôntico. Os resultados mostraram uma redução na formação óssea da crista interradicular. A resposta morfológica não foi alterada na seqüência dos seus eventos, mostrando significantes diferenças na estrutura do ligamento periodontal e do osso alveolar, as quais se exacerbaram nos períodos mais longos (7 e 14 dias). A estrutura do cemento exibiu menos reabsorção no grupo experimental. Esse estudo demonstrou o comprometimento da remodelação óssea durante o tratamento ortodôntico quando ocorre restrição dietética de cálcio e vitamina D


Assuntos
Animais , Ratos , Cálcio , Técnicas de Movimentação Dentária , Ciências da Nutrição , Ortodontia , Vitamina D
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