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Rev. odontol. UNESP ; 35(4): 239-246, out.-dez. 2006.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-858461

RESUMO

As estatinas são medicamentos muito utilizados nas duas últimas décadas para a redução de níveis elevados de colesterol plasmático. São inibidores competitivos da3-hidróxi-3-metilglutaril coenzima A (HMG-CoA) redutase, enzima que catalisa a conversão do HMG-CoA a mevalonato, um intermediário importante no metabolismo do colesterol. Como o metabolismo do mevalonato dá origem a uma série de compostos isoprenóides vitais para diversas funções celulares, a ação das estatinas pode levar a outros efeitos benéficos, além da redução da ipercolesterolemia, como redução da inflamação, inibição da proliferação celular com propriedades anticarcinogênicas, estabilização de placas ateroscleróticas e ação no tecido ósseo. Desde 1999, vários estudos foram realizados relatando a ação das estatinas na formação óssea pela estimulação da expressão da proteína morfogenética óssea-2. Visto isso, passou-se a acreditar que as estatinas, se seletivamente direcionadas ao osso, poderiam apresentar efeitos benéficos no tratamento da osteoporose e de fraturas. O objetivo deste trabalho foi revisar a literatura pertinente à ação das estatinas no osso, uma vez que a estimulação da formação óssea é um evento bastante desejado em várias especialidades odontológicas. Não existe ainda um consenso na literatura, tendo numerosos trabalhos demonstrado a ação desses medicamentos na melhoria da qualidade óssea e na redução do risco de fraturas, enquanto outros negaram sua ação no esqueleto. Somente novas pesquisas prospectivas poderão esclarecer a polêmica atual sobre a ação dos inibidores daHMG-CoA redutase no tecido ósseo


Assuntos
Osso e Ossos , Regeneração Óssea , Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases , Osteoporose
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