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1.
J. appl. oral sci ; 12(2): 159-163, Apr.-Jun. 2004. tab
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-363062

RESUMO

O objetivo deste estudo foi determinar a relação entre o fluxo salivar e características de diferentes alimentos. Avaliou-se a taxa de secreção salivar em 16 indivíduos saudáveis, sem estimulação, na estimulação com Parafilm e na mastigação de alimentos naturais (torrada com e sem margarina e 3 volumes de bolo industrial). Determinou-se também a velocidade, o tempo de mastigação, o número de ciclos mastigatórios até o limiar da deglutição. As características físicas dos alimentos foram quantificadas através da experimentação força-deformação. Os resultados mostraram que a média em que a falha mecânica ocorreu foi 1,86 ± 0,24 N para o bolo industrial e 16,3 ± 1,3 N para a torrada. Os fluxos salivares obtidos sem estimulação e com a estimulação pelo Parafilm foram significativamente menores (P < 0,001) que os fluxos salivares obtidos na mastigação dos alimentos naturais. Não houve diferença significativa no fluxo salivar entre os alimentos naturais. Os fluxos salivares obtidos sem estimulação, com estimulação pelo Parafilm e na mastigação dos vários alimentos foram significantemente correlacionados (P < 0,05). Não houve diferença significativa na velocidade da mastigação entre os alimentos. O número de ciclos mastigatórios e o tempo de mastigação até o limiar da deglutição dependeram do tipo e do volume do alimento.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Salivação , Alimentos Integrais , Alimentos , Mastigação
2.
Rev. bras. odontol ; 59(4): 277-279, jul.-ago. 2002.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-321876

RESUMO

A doença periodontal é resultado do acúmulo de placa supra e subgengival, sendo a extensäo e a intensidade do processo inflamatório afetadas pelo número e virulência de microorganismos e pela resistência orgânica do hospedeiro. Desta maneira o cirurgiäo-dentista, além de atuar removendo os agentes etiológicos locais através de raspagens e profilaxias, pode melhorar as caracteríticas gerais do paciente através de aconselhamento nutricional, desde que detenha um conhecimento interdisciplinar. Assim, a partir de revisäo de literatura, ressalta-se a interferência das vitaminas A, C, D e dos minerais cálcio, fósforo, ferro e zinco na etiologia das doenças periodontais


Assuntos
Ácido Ascórbico/administração & dosagem , Cálcio , Dietoterapia , Doenças Periodontais/etiologia , Alimentos , Fósforo/administração & dosagem , Ferro , Ciências da Nutrição , Fatores de Risco , Vitamina A , Vitamina D , Zinco
3.
Bauru; s.n; 2002. 177 p. ilus, tab, graf. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-329365

RESUMO

O uso clínico do flúor para reduçäo de cárie dentária é indiscutível. Porém, a exposiçäo excessiva a ele durante o período de formaçäo dos dentes pode levar à fluorose dentária, o que implica na necessidade de controle da sua ingestäo. O objetivo deste trabalho, baseado em oito artigos científicos, foi avaliar possíveis fontes de flúor para crianças brasileiras, a fim de se identificar potenciais fatores de risco para fluorose dentária, bem como estabelecer um modelo animal para o estudo de biomarcadores de exposiçäo ao flúor. Uma revisäo de literatura acerca de fatores de risco para fluorose dentária (Artigo I) identificou quatro potenciais fatores: uso de água de beber fluoretada, suplementos fluoretados, dentifrício fluoretado e fórmulas infantis. Além destes fatores, verificou-se que alguns alimentos e bebidas manufaturados também podem ser importantes contribuintes para a ingestäo diária de flúor. Os Artigos II-V enfocaram possíveis fontes de flúor para crianças brasileiras. O Artigo II relata os resultados do monitoramento da qualidade da fluoretaçäo da água de abastecimento público da cidade de Bauru, SP, realizado durante quatro semanas. A concentraçäo de flúor variou de 0,01 a 9,35 ppm (n=240), sendo encontrada uma grande variaçäo entre as diferentes áreas de distribuiçäo de água, bem como entre os diferentes dias analisados, mostrando que deveriam ser realizados um controle e fiscalizaçäo mais rígidos na fluoretaçäo de águas da cidade. Com relaçäo à água mineral, o Artigo III analisou a concentraçäo de flúor existente em 20 fontes naturais e nas águas minerais das cidades de Lindóia, Águas de Lindóia e Serra Negra, SP. Foram observadas concentraçöes variando entre 0 e 0,46 ppm. O Artigo IV analisou a concentraçäo de flúor presente em alimentos industrializados bastante consumidos por crianças e comercialmente disponíveis em Bauru-SP. As concentraçöes de flúor (ug/g ou ppm) encontradas variaram de 0,43 a 6,64, de 0,02 a 0,12 e de 0,05 a 1,28, para os cereais infantis, papinhas cremosas e derivados lácteos, respectivamente, sugerindo que a quantidade de flúor disponível em alguns produtos pode contribuir significativamente para a ingestäo diária total de flúor. Deste modo, o rótulo dos produtos consumidos frequentemente por crianças na idade do risco para fluorose dentária deveria trazer informaçöes acerca do seu conteúdo de flúor...


Assuntos
Masculino , Ratos , Animais , Fluorose Dentária , Biomarcadores , Fatores de Risco , Osso e Ossos , Flúor/administração & dosagem , Flúor/análise , Halogenação , Alimentos , Unhas , Plasma , Água
4.
In. Douglas, Carlos Roberto. Patofisiologia oral: fisiologia normal e patológica aplicada a odontologia e fonoaudiologia. Säo Paulo, Pancast, 1998. p.53-64, tab. (BR).
Monografia em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-246787
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