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Rev. fac. odontol. Univ. Fed. Bahia ; 22: 26-44, jan.-jun. 2001. tab
Artigo em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-857946

RESUMO

O presente trabalho trata da avaliação das condições periodontais de protadores de transtornos mentais e comportamentais usuários do Hospital Juliano Moreira, situado na cidade de Salvador, Bahia, com vistas a definir o perfil epidemiológico da doença periodontal nesta categoria de pacientes. A condição clínica periodontal foi avaliada numa amostra de 84 indivíduos, com idades entre 14 e 66 anos, no período de maio a julho de 2000. A avaliação da condição periodontal foi executada por um único examinador através dos indicadores: índice de placa de Silness & Loe, índice de sangramento gengival à sondagem, mensuração da profundidade de sondagem e nível de inserção clínica. Os dados coletados e analisados através da estatística descritiva foram submetidos aos testes: shapiro-Wilk, x² qui-quadrado de Pearson, Kruskal-Wallis e Bartlett. A alta prevalência de gengivite detectada na amostra, independentemente da doença mental diagnosticada ou do modelo assitencial psiquiátrico, acha-se associada aos elevados escores do índice de placa - 60 por cento visível - como reflexo da precariedade da higiene oral, frequente nestes pacientes, especiais com comprometimento intelectual e motor. O sangramento gengival após a sondagem foi uma constante na amostra, tendo sido detectado um maior percentual de faces sangrantes nos pacientes hospitalizados, o que permite correlacionar melhor condição periodontal com o modelo antimanicomial. As perdas de inserção clínica de grau leve - 0 a 2 nm - e moderado - 3 e 4 mm - foram detectadas em 60 por cento e 30 por cento da amostra, respectivamente. Estes achados justificam a indicação da necessidade de manutenção da condição periodontal através de procedimentos preventivos para a maioria dos pacientes examinados, independentemente do modelo assistencial psiquiátrico da doença mental diagnosticada. A ausência de bolsas periodontais detectadas em 92 por cento da amostra (0 a 3 mm) justifica também a exigência do tratamento periodontal não cirúrgico, seguido de terapia de suporte, independentemente da modalidade assistencial psiquiátrica ou da doença mental diagnosticada


Assuntos
Hospitais Psiquiátricos , Transtornos Mentais , Doenças Periodontais
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