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1.
Ciênc. odontol. bras ; 10(4): 6-12, out.-dez. 2007. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-873415

RESUMO

Atualmente muitos profissionais armazenam seus materiais restauradores em refrigeradores, mesmo o fabricante não determinando que esta condição seja obedecida. Assim, este trabalho avaliou a microinfiltração ocorrida em restaurações classe II de resina composta armazenada em diferentes condições e temperaturas. Foram empregados 30 molares humanos hígidos que receberam preparos cavitários, tipo “slot” vertical, com dimensões: 3mm no sentido vestíbulo lingual,1,5 mm no sentido mésio-distal e 5mm no sentido gêngivo-oclusal (1mm abaixo do limite amelo-cementário).Os espécimes foram restaurados com o material adesivo Prime & Bond NT e resina composta TPH Spectrum (Dentsply)em 3 diferentes condições: G-I aplicação dos materiais restauradores na temperatura ambiente (aproximadamente 25°C),G-II aplicação dos materiais restauradores 30 minutos após suas remoções do refrigerador (25°C), e G-III aplicação dos materiais restauradores imediatamente após a retirada do refrigerador (6°C). Os espécimes foram vedados e imersos em solução aquosa de azul de metileno, tamponado, a 2%, na temperatura de 37°C, por 4 horas. Em seguida, foram cortados e avaliados quanto ao grau de infiltração marginal na interface dentina-cemento/restauração e também quanto ao tipo de penetração que o corante apresentou. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística, empregando o método não paramétrico de Kruskal-Wallis (p<0,05) para comparar o grau de infiltração e o teste de proporção para comparar diferenças no padrão de infiltração. Não foi observado efeito adverso na ocorrência e no padrão de microinfiltração quando o sistema restaurador foi empregado imediatamente após sua armazenagem em refrigerador, bem como 30 minutos após ou em temperatura ambiente


Assuntos
Humanos , Resinas Compostas , Infiltração Dentária , Adesivos Dentinários , Armazenamento de Substâncias, Produtos e Materiais
2.
Ciênc. odontol. bras ; 10(4): 6-12, out.-dez. 2007. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-500863

RESUMO

Atualmente muitos profissionais armazenam seus materiais restauradores em refrigeradores, mesmo o fabricante não determinando que esta condição seja obedecida. Assim, este trabalho avaliou a microinfiltração ocorrida em restaurações classe II de resina composta armazenada em diferentes condições e temperaturas. Foram empregados 30 molares humanos hígidos que receberam preparos cavitários, tipo “slot” vertical, com dimensões: 3mm no sentido vestíbulo lingual,1,5 mm no sentido mésio-distal e 5mm no sentido gêngivo-oclusal (1mm abaixo do limite amelo-cementário).Os espécimes foram restaurados com o material adesivo Prime & Bond NT e resina composta TPH Spectrum (Dentsply)em 3 diferentes condições: G-I aplicação dos materiais restauradores na temperatura ambiente (aproximadamente 25°C),G-II aplicação dos materiais restauradores 30 minutos após suas remoções do refrigerador (25°C), e G-III aplicação dos materiais restauradores imediatamente após a retirada do refrigerador (6°C). Os espécimes foram vedados e imersos em solução aquosa de azul de metileno, tamponado, a 2%, na temperatura de 37°C, por 4 horas. Em seguida, foram cortados e avaliados quanto ao grau de infiltração marginal na interface dentina-cemento/restauração e também quanto ao tipo de penetração que o corante apresentou. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística, empregando o método não paramétrico de Kruskal-Wallis (p<0,05) para comparar o grau de infiltração e o teste de proporção para comparar diferenças no padrão de infiltração. Não foi observado efeito adverso na ocorrência e no padrão de microinfiltração quando o sistema restaurador foi empregado imediatamente após sua armazenagem em refrigerador, bem como 30 minutos após ou em temperatura ambiente.


Assuntos
Humanos , Resinas Compostas , Infiltração Dentária , Adesivos Dentinários , Armazenamento de Substâncias, Produtos e Materiais
3.
RPG rev. pos-grad ; 14(2): 107-112, abr.-jun. 2007. tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-529464

RESUMO

Nos últimos anos, pesquisadores que utilizam dentes extraídos em seus trabalhos têm chamado a atenção para a necessidade de padronização dos materiais e métodos adotados, especialmente em relação aos meios de armazenagem. A padronização é um quesito fundamental em qualquer trabalho científico, porque é o que permite a reprodução do trabalho nas mesmas condições e a comparação dos resultados por outros pesquisadores. O objetivo deste trabalho foi fazer um levantamento dos meios de armazenagem que têm sido utilizados nas pesquisas odontológicas em publicações de impacto. Para isso, foi realizada uma revisão sistemática completa de cinco anos, das revistas Caries Research, Dental Materials e Journal of Dental Research no período compreendido entre 1998 e 2002. Foram revisados 1.319 artigos, sendo que 301 (22,82%) utilizaram dentes extraídos. Destes, 110 (36,54%) não citaram o meio de armazenagem usado e, dentre os 191 restantes (63,46%), foram encontrados 41 tipos diferentes de meios de armazenagem. Os meios mais citados foram cloramina (7,31%), formol (6,64%), congelamento (6,31%), água destilada (3,99%), soro (3,99%), timol (3,99%), nenhum meio utilizado (3,32%), soro misturado com timol (3,32%), água (2,99%) e etanol (2,66%). Os demais meios utilizados somaram 18,94%. Os resultados mostram que não existe consenso quanto ao meio ideal para armazenagem de dentes extraídos e que muitos pesquisadores têm desconsiderado os efeitos dos meios utilizados sobre os resultados de seus ensaios, o que impede a comparação de resultados, podendo, inclusive, comprometer o valor científico de suas conclusões.


Assuntos
Padrões de Referência , Armazenamento de Substâncias, Produtos e Materiais , Dente , Publicações de Divulgação Científica , Pesquisa
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