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1.
Rev. latinoam. enferm ; 3(1): 59-78, jan. 1995. tab, ilus
Artigo em Português | BDENF - Enfermagem | ID: bde-13461

RESUMO

O objetivo do presente estudo foi detectar sintomas e sinais de fadiga mental, em enfermeiras atuantes em instituiçäo hospitalar com esquema de trabalho em turnos alternantes, através de um indicador subjetivo "check-list" e dos indicadores objetivos Frequência Crítica de Fusäo da luz (Flicker) e Tempo de Reaçäo simples a estímulo auditivo (TRs). Foram analisadas, 15 jornadas consecutivas trabalhadas nos turnos manhä, tarde e noite por 12 enfermeiras de três unidades de internaçäo diferentes de um hospital universitário. Os resultados sugerem que a alternância existente entre os turnos é prejudicial à saúde à vida sócio-familiar e profissional dessas enfermeiras, as quais revelaram insatisfaçäo pelo esquema de trabalho e apresentaram sintomas e sinais de fadiga mental. A incidência dos sintomas foi maior no turno da noite que no turno da manhä, a qual foi maior que a do turno da tarde quando comparados os valores obtidos no início e final dos turnos, evidenciando-se com maior frequência os sintomas de embotamento e distúrbios do sono. Indícios de fadiga foram detectados através do Flicker na seguinte ordem: turno da manhä maior que o da noite, o qual foi maior que o da tarde, quando comparados os valores no início de final dos turnos. Em contrapartida, na verificaçäo do tempo de Reaçäo simples, os indícios de fadiga foram apresentados no turno da noite em frequência maior que a do turno da manhä, o qual foi maior que a da tarde. (AU)


Assuntos
Estresse Psicológico , Fadiga Mental , Jornada de Trabalho em Turnos , Hospitais Universitários , Unidades Hospitalares
2.
Rev. latinoam. enfermagem ; 3(1): 59-78, jan. 1995. tab, ilus
Artigo em Português | BDENF - Enfermagem | ID: bde-5052

RESUMO

O objetivo do presente estudo foi detectar sintomas e sinais de fadiga mental, em enfermeiras atuantes em instituiçäo hospitalar com esquema de trabalho em turnos alternantes, através de um indicador subjetivo "check-list" e dos indicadores objetivos Frequência Crítica de Fusäo da luz (Flicker) e Tempo de Reaçäo simples a estímulo auditivo (TRs). Foram analisadas, 15 jornadas consecutivas trabalhadas nos turnos manhä, tarde e noite por 12 enfermeiras de três unidades de internaçäo diferentes de um hospital universitário. Os resultados sugerem que a alternância existente entre os turnos é prejudicial à saúde à vida sócio-familiar e profissional dessas enfermeiras, as quais revelaram insatisfaçäo pelo esquema de trabalho e apresentaram sintomas e sinais de fadiga mental. A incidência dos sintomas foi maior no turno da noite que no turno da manhä, a qual foi maior que a do turno da tarde quando comparados os valores obtidos no início e final dos turnos, evidenciando-se com maior frequência os sintomas de embotamento e distúrbios do sono. Indícios de fadiga foram detectados através do Flicker na seguinte ordem: turno da manhä maior que o da noite, o qual foi maior que o da tarde, quando comparados os valores no início de final dos turnos. Em contrapartida, na verificaçäo do tempo de Reaçäo simples, os indícios de fadiga foram apresentados no turno da noite em frequência maior que a do turno da manhä, o qual foi maior que a da tarde. (AU)


Assuntos
Estresse Psicológico , Fadiga Mental , Jornada de Trabalho em Turnos , Hospitais Universitários , Unidades Hospitalares
3.
Ribeiräo Preto; s.n; 1990. 132 p. tab, ilus.
Tese em Português | BDENF - Enfermagem | ID: bde-5628

RESUMO

O presente estudo teve como objetivo detectar sintomas e sinais de fadiga mental, em enfermeiras atuantes em instituiçäo hospitalar com esquema de trabalho em turnos alternantes, através de um indicador subjetivo "check-list" e de indicadores objetivos frequência crítica de fusäo da luz (Flicker) e Tempo de Reaçäo simples a estímulo auditivo. Foram analisadas, durante 15 dias consecutivos, as jornadas trabalhadas nos turnos manhä, tarde e noite por 12 enfermeiras das unidades de internaçäo das clínicas médica, cirúrgica e ginecológica de um hospital universitário governamental. A análise dos resultados sugere que a grande alternância existente entre os turnos é prejudicial à saúde e à vida sócio-familiar e profissional desses sujeitos. Haja visto que, em apenas uma semana, a enfermeira pode trabalhar em três turnos diferentes. As enfermeiras revelaram insatisfaçäo pelo esquema de trabalho adotado e apresentaram sintomas e sinais de fadiga mental. A incidência dos sintomas ocorreu na seguinte ordem: turno da noite > turno da manhä > turno da tarde, quando comparados os valores obtidos no início e final da jornada trabalhada, com evidência dos sintomas relativos a embotamento e distúrbios do sono. Indícios de fadiga mental foram detectados através da verificaçäo do Flicker na ordem: turno da manhä > turno da noite > turno da tarde, quando comparados os valores no início de final dos turnos. Em contrapartida, através da verificaçäo do tempo de reaçäo simples, os indícios foram detectados da seguinte maneira, turno da noite > turno da manhä > turno da tarde em relaçäo aos dados obtidos no início e final dos turnos trabalhados. (AU)


Assuntos
Estresse Psicológico , Riscos Ocupacionais , Fadiga Mental , Jornada de Trabalho em Turnos , Ergonomia , Dissertação Acadêmica , Hospitais de Ensino
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