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1.
Rev. SOBECC ; 24(2): 99-106, abr-.jun.2019.
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1006174

RESUMO

Objetivo: Analisar a literatura científica a respeito da comunicação por meios eletrônicos entre profissionais de saúde. Método: Revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados e/ou portais PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde e Cochrane, até agosto de 2018, com descritores combinados, que respondem à pergunta norteadora: "Como ocorre a comunicação eletrônica entre os profissionais de saúde na assistência ao paciente? ”. Resultados: Seis artigos foram incluídos, publicados de 2011 a 2016, no idioma Inglês. Os recursos foram smartphone, pager e tablet. Os aplicativos utilizados foram WhatsApp, Medigram e Serviço de Mensagens Curtas (SMS). Agilidade, facilidade de uso e auxílio na tomada de decisão foram as vantagens encontradas no uso desse recurso na comunicação dos profissionais; dentre as desvantagens estão ausência de privacidade e de confidencialidade das informações, interrupções na assistência e inabilidade no uso do recurso tecnológico. Conclusão: O uso de aplicativos para troca de mensagens e comunicação interdisciplinar de fato proporciona agilidade na comunicação, mas a confidencialidade desses dados ainda é uma questão a ser tratada. Assim, cabe ao enfermeiro conduzir a comunicação com os demais profissionais, preservando a privacidade do paciente.


Purpose: To analyze scientific literature regarding the communication via electronic means between health professionals. Method: Integrative revision of the literature carried through databases and/or portals PubMed, Virtual Health Library and Cochrane, until August 2018, with combined describers, who answer to the leading question: "How does the electronic communication between health professionals in patient assistance occur?". Results: Six articles were included, published from 2011 to 2016 in the English language. Features were smartphone, pager and tablet. The applications used were WhatsApp, Medigram and Short Message Service (SMS). Agility, ease of use and support in decision-making were the advantages found in the use of this resource in the communication of professionals; among the disadvantages are lack of privacy and confidentiality of information, interruptions in assistance and inability to use the technological resource. Conclusion: The use of applications for messaging and interdisciplinary communication does indeed provide agility in communication, but the confidentiality of such data is still an issue to be addressed. Thus, it is up to the nurse to conduct communication with the other professionals, preserving the patient's privacy


Objetivo: Analizar la literatura científica acerca de la comunicación por medios electrónicos entre profesionales de salud. Método: Revisión integrativa de la literatura, realizada en las bases de datos y/o portales PubMed, Biblioteca Virtual em Salud y Cochrane, hasta agosto de 2018, con descriptores combinados, que responden a la pregunta orientadora: "¿Cómo ocurre la comunicación electrónica entre los profesionales de salud en la asistencia al paciente?". Resultados: Seis artículos fueron incluidos, publicados de 2011 a 2016, en el idioma Inglés. Los recursos fueron teléfono inteligente,pager y tablet. Las aplicaciones utilizadas fueron Whatsapp, Medigram y Servicio de mensajes cortos (SMS). Agilidad, facilidad de uso y ayuda em la tomada de decisión fueron las ventajas encontradas en el uso de ese recurso en la comunicación de los profesionales; entre las desventajas están la ausencia de privacidad y de confidencialidad de las informaciones, interrupciones em la asistencia e inhabilidad en el uso del recurso tecnológico. Conclusión: El uso de aplicaciones para el intercambio de mensajes y la comunicación interdisciplinaria de hecho proporciona agilidad en la comunicación, per la confidencialidad de estos datos sigue siendo una cuestión a tratar. Así, corresponde al enfermero conducir la comunicación con os demás profesionales, preservando la privacidad del paciente.


Assuntos
Humanos , Assistência ao Paciente , Enfermagem , Revisão , Comunicação , Confidencialidade
2.
Rev. gaúch. enferm ; 34(3): 196-200, set. 2013.
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: lil-695274

RESUMO

O processo de identificação do paciente é essencial para garantir a segurança e a qualidade da assistência nas instituições de saúde. O emprego de pulseira para identificação é uma prática usual. Contudo, fatores culturais, organizacionais, materiais e humanos concorrem para sua não conformidade, induzindo a erros ou acarretando eventos adversos. Este artigo teve como objetivos destacar os elementos constituintes do processo de identificação do paciente por meio de pulseiras e refletir acerca da implementação desse processo nas instituições hospitalares. Adotaram-se referenciais teóricos e normatizações de organizações e órgãos acreditadores que discutem a temática da segurança no âmbito hospitalar, bem como as iniciativas destinadas à identificação segura do paciente. Conclui-se que a identificação do paciente por meio de pulseira é uma prática recomendada internacionalmente, porém há lacunas no que tange à instituição de protocolos, à execução efetiva e à avaliação do processo para subsidiar ações gerenciais e assistências.


El proceso de identificación del paciente es esencial para garantizarla seguridad y la calidad de la atención en las instituciones de salud. El uso de la pulsera de identificación es una práctica común; sin embargo, factores culturales, organizativos, materiales y humanos compiten por su no conformidad, induciendo a errores o eventos adversos. Este trabajo tuvo como objetivo resaltar los elementos constituyentes del proceso de identificación del paciente por medio de las pulseras y reflexionar acerca de la implementación de este proceso en los hospitales. Hemos adoptado marcos teóricos y normas de organizaciones y organismos acreditadores que discuten la temática de seguridad en los hospitales, así como las iniciativas para la identificación segura del paciente. Se concluye que la pulsera de identificación del paciente es una práctica internacionalmente recomendada, pero hay brechas respecto al establecimiento de protocolos, la implementación eficaz y la evaluación del proceso para apoyar las acciones de gestión y asistencia.


The patient identification process is essential to ensure safety and quality of assistance in healthcare institutions. The use of a wristband for identification is common practice, although cultural, organization, material and human factors cause non-conformity resulting in errors or adverse events. The aim of this article is to highlight constituent elements of the patient identification process by means of wristbands and discuss topics related to the implementation of this process in hospitals. This study was based on theoretic references and standardizations of accrediting organizations and bodies that debate security in the hospital environment and incentives for safe patient identification. It was concluded that patient identification by means of wristbands is recommended internationally although there are loopholes in relation to protocol, effective execution and evaluation of the process to support management and healthcare actions.


Assuntos
Adulto , Feminino , Humanos , Recém-Nascido , Gravidez , Pacientes Internados , Sistemas de Identificação de Pacientes/métodos , Acreditação , Brasil , Confidencialidade , Documentação , Desenho de Equipamento , Reino Unido , Hospitais/normas , Erros Médicos/prevenção & controle , Cultura Organizacional , Segurança do Paciente , Guias de Prática Clínica como Assunto , Estados Unidos
3.
Cogitare enferm ; 16(2): 213-218, abr.-jun. 2011. tab
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: lil-605711

RESUMO

Estudo exploratório que buscou, junto a usuários da Liga de Combate à Sífilis e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo suas percepções acerca da privacidade e confidencialidade em situação hipotética com casal heterossexual, quando um dos parceiros tem sífilis, e compará-las às percepções encontradas em estudos realizados com profissionais da Estratégia Saúde da Família e "Potenciais usuários do Sistema Único de Saúde". A coleta de dados, realizada através de entrevista semiestruturada, perguntava como o profissional deveria agir numa situação em que um dos parceiros com sífilis não quer revelar o fato à esposa, porém pede que se realize o exame diagnóstico e o tratamento, sem o conhecimento de sua mulher. Foram entrevistados 32 usuários, e a análise dos dados mostrou que existe aceitação da participação do profissional no processo de revelação da verdade, e aproximações entre as percepções dos diversos grupos estudados.


Assuntos
Masculino , Feminino , Adulto , Idoso , Bioética , Confidencialidade , Doenças Sexualmente Transmissíveis , Privacidade , Saúde da Família , Sífilis
4.
Enferm. foco (Brasília) ; 2(2): 145-148, maio 2011.
Artigo em Português | BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1028126

RESUMO

Considerando que a confidencialidade das informações do paciente é uma constante na prática dos profissionais da área da saúde, objetivou-se, neste artigo, realizar uma reflexão teórica sobre o sigilo profissional na enfermagem com o auxílio de mapas conceituais. A análise do atual Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem mostrou que a regra geral aponta para a não-revelação do segredo. Porém, essa regra admite exceções, que devem ser analisadas conjuntamente com outras normas da legislação brasileira, como o Código Penal e o Código Civil. Como consideração final, ressaltam-se a necessidade de atualização e a conscientização sobre o tema...


Whereas the confidentiality of patient information is a constant practice of health professionals, we intend, in this article, perform a theoretical reflection on professional secrecy in nursing with the aid of concept maps. The analysis of the current Code of Ethics for Professional Nursing showed that the general points for not revealing the secret. However, this rule admits exceptions that should be considered together with other requirements of legislation such as the Brazilian Penal Code and Civil Code. As a final consideration, we emphasize the need for updating and developing awareness on the issue...


Considerando que la confidencialidad de la información del paciente es una práctica constante de profesionales de la salud, el objetivo en este artículo fue realizar una reflexión teórica sobre el secreto profesional en enfermería con el uso de mapas conceptuales. El análisis del actual Código de Ética para los Profesionales de Enfermería mostró que la norma general es no revelar un secreto. Sin embargo, esta regla admite excepciones que deben ser considerados junto con otros requisitos de la legislación brasileña como el Código Penal y el Código Civil. Como consideración final, es necesario la actualización y la conciencia de los profesionales sobre el tema...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Confidencialidade , Ética em Enfermagem , Legislação de Enfermagem
5.
Porto Alegre; s.n; 2010. 102 p.
Tese em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: lil-566888

RESUMO

A privacidade é um direito individual que contempla situações relacionadas à proteção da intimidade dos sujeitos, respeito à dignidade, limitação de acesso ao corpo, aos objetos íntimos, aos relacionamentos familiares e sociais e a enfermagem tem como desafio a reflexão ética sobre a responsabilidade e compromisso de suas ações, nesse âmbito. O objetivo geral da pesquisa consistiu em analisar situações relativas à privacidade do paciente no cotidiano da enfermagem hospitalar e as ações dos enfermeiros nesse contexto, tendo-se como objetivos específicos: identificar a percepção de pacientes de uma unidade de internação sobre aspectos relacionados à sua privacidade no hospital; descrever condições do ambiente hospitalar relacionadas à privacidade dos pacientes internados; destacar ações da equipe de enfermagem que repercutem na privacidade dos pacientes; discutir e propor encaminhamentos acerca da prática gerencial do enfermeiro sobre as questões apontadas. O estudo caracteriza-se como qualitativo, do tipo exploratório-descritivo. A pesquisa ocorreu em um hospital de ensino do Estado do Rio Grande do Sul, mediante três técnicas de coleta de dados, no período entre outubro de 2008 e janeiro de 2009. (Continua)pt(Continuação) Em um primeiro momento, coletaram-se informações por meio de entrevistas com doze pacientes internados em uma unidade de clínica médica e mediante observação simples da ambiência desse local. Posteriormente, foram realizados cinco encontros de grupo focal com dez enfermeiros gerentes de equipe.


Os dados foram submetidos à análise temática, resultando nas categorias: exposição do corpo – de si e dos outros; postura inadequada da equipe de enfermagem; e acesso indevido ao prontuário do paciente. Os dados obtidos mediante entrevistas e observação do ambiente apontaram para situações do cotidiano que sugerem a ocorrência da violação do espaço pessoal e do corpo do paciente, por vezes sem justificativa aparente. A experiência de exposição do corpo de si e a postura inadequada de profissionais da equipe de enfermagem, na visão dos pacientes, constituem-se em condições geradoras de ansiedade, constrangimento e estresse, condição que repercute em sua saúde e bem estar. As falas deixaram transparecer a pouca expectativa de alguns pacientes sobre a privacidade no cuidado recebido na instituição. Os pacientes relacionaram privacidade à competência técnica e ao conhecimento dos profissionais sobre os procedimentos que realizam, associando idéias como prestatividade e gentileza no tratamento. Nos debates do grupo focal, os enfermeiros aludiram à inadequação do ambiente físico, à deficiência de recursos humanos e materiais e à falta de tempo como fatores que dificultam o planejamento e implementação de estratégias para a preservação da privacidade do paciente, no ambiente hospitalar. As atividades cotidianas dos enfermeiros gerentes de equipe centramse prioritariamente na competência técnico-burocrática, com ênfase na coordenação, supervisão e controle, assim como na previsão e provisão de recursos para as ações de cuidado. Os dados ilustram situações em que se percebe o agir profissional com ênfase na racionalidade técnica, pois a equipe se circunscreve no cumprimento de normas e rotinas, em detrimento de quesitos igualmente importantes que perpassam as relações com o paciente. Assim, outras dimensões que remetem à ética do cuidado tais como a subjetividade, a sensibilidade, a comunicação e o desenvolvimento da cidadania não vêm sendo priorizadas.


Os enfermeiros assinalaram a necessidade de incluir abordagens sobre privacidade nos programas de educação continuada como uma possibilidade de mudança de postura em relação a essa temática. A ética do cuidado implica em exercício de reflexão e de autocrítica sobre o fazer cotidiano, adotando-se uma postura de estranhamento, inconformidade e de ruptura com as práticas que possam resultar em transgressão aos princípios éticos, de desrespeito aos direitos do paciente. No grupo focal com os enfermeiros gerentes de equipe foi elaborado um documento contendo estratégias viáveis para serem implementadas na instituição, no sentido de resguardar a privacidade do paciente naquele cenário. Assim, defendeu-se que haja maior proteção do prontuário do paciente, assegurando acesso exclusivo de profissionais diretamente envolvidos no cuidado e outras medidas que, embora elementares, podem representar um diferencial no resguardo da privacidade como o uso de biombos e manter fechada a porta do quarto durante a higiene pessoal, punções, curativos e outros procedimentos à beira do leito. Também foi ponderado acerca da necessidade de restringir acessos diversos ao paciente, preservando-o do contato indevido e/ou indesejado com pessoas alheias ao cuidado. Houve ênfase à capacitação e sensibilização das equipes de atendimento, incorporando temáticas desta natureza nos programas de educação permanente desenvolvidos na instituição.


Assuntos
Humanos , Administração Hospitalar , Confidencialidade , Ética em Enfermagem , Pacientes Internados , Papel do Profissional de Enfermagem , Privacidade , Hospitalização
6.
São Paulo; s.n; 2007. 95 p.
Tese em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1096453

RESUMO

Desde a identificação das primeiras pessoas com aids vêm ocorrendo mudanças no perfil da epidemia. Acometendo inicialmente homens, adultos com alta escolaridade e com práticas homossexuais, passou a atingir cada vez mais os jovens, os grupos sociais de maior exclusão social, as pessoas com práticas heterossexuais e as mulheres. Observa-se crescimento de casos em mulheres a partir da década de 90, embora proporcionalmente o número de casos seja ainda maior em homens. Até novembro de 2000, do total de 196 016 casos de aids notificados no Brasil, um quarto era do sexo feminino. Após o diagnóstico da infecção pelo HIV, as mulheres enfrentam dificuldades das mais variadas formas, desde aquelas relacionadas à infecção e ao adoecimento, ao tratamento e aos cuidados diários, até aquelas referidas ao campo afetivo-relacional. Dado que a doença é envolta em preconceito, estigma que podem levar a discriminação há preocupação das mulheres com o "segredo" da infecção pelo HIV. Considerando isto, o Programa Saúde da Família (PSF) pode incluir ações que desenvolvam habilidades de busca e recepção de apoio social, fortalecimento de vínculos familiares e sociais na assistência e convivência com as pessoas acometidas pelo HIV/AIDS. O PSF convergindo para a promoção da qualidade de vida das pessoas e de seu ambiente pode intensificar as ações de promoção à saúde e prevenção do HIV. Desta forma, entende-se que, considerando a autonomia da usuária, a abertura da privacidade pela usuáriapode auxiliar na resposta às necessidades de saúde pelas equipes de PSF. As discussões sobre os conflitos que os profissionais de saúde do PSF encontram no seu cotidiano e que envolvem a manutenção da privacidade e sigilo das informações das usuárias, na perspectiva da Bioética, especialmente na questão do HIV/AIDS, são objetos do presente estudo. Seus resultados podem servir como subsídios para a ) reflexão das práticas do PSF e conseqüentemente para a melhoria da qualidade da assistência em saúde. Este estudo teve como objetivo discutir as situações que envolvem questões de privacidade e sigilo das informações nas experiências de assistência às mulheres portadoras de HIV/AIDS, vivenciadas pelas equipes do PSF. Trata-se de um estudo qualitativo descritivo, exploratório, na qual foram utilizadas as metodologias de grupo focal e entrevista semi estruturada. Foi realizada numa Unidade Básica de Saúde que opera com modelo de PSF no município de São Paulo. Foram coletadas as falas de dois grupos focais com agentes comunitários de saúde (ACS) e 25 entrevistas individuais com enfermeiros, médicos e auxiliares de enfermagem. Os depoimentos foram analisados segundo Bardin e organizados nos temas: a) a revelação do diagnóstico de HIV para a usuária; b) acolhimento e vínculo na abertura da privacidade; c) a revelação do diagnóstico de HIV aos membros da equipe de PSF e, d) discussão em equipe e o sigilo das informações. Verificou-se que os profissionais do PSFtomam conhecimento sobre o diagnóstico do HIV pela própria usuária, familiares, vizinhos, ACS ou outro membro da equipe e profissionais de saúde dos serviços de referência, além do prontuário e dos resultados de exames. A mulher revela seu diagnóstico de HIV, abrindo sua privacidade quando há confiança e vínculo na relação usuáriaprofissional. Os profissionais buscam assegurar o sigilo referente ao diagnóstico do HIV. A abertura da privacidade da informação possibilita a discussão das necessidades de saúde da usuária e o planejamento das ações pelas equipes de PSF.


Ever since the first cases of Aids were identified, there has been a change on the profile of the disease. In the beginning its was predominantly seen in well-informed adult males with homosexual practices, then changing to a much younger group, with less access to information and also women. After the 90`s you will see a significant increase in the number of cases in women although men are still the most affected. In November of 2000, there were 196016 cases of Aids identified in Brazil, where 25% were females.After diagnosis, women would face many difficulties such as things related to the infection and illness itself, treatment and everyday care and also personal relationships. Those infected with Aids, are many times worried about discrimination and stereotyping what makes them keep it secret. The objective of the Family\'s Health Program (PSF) is to make people seek help to strengthen social and family links and also learn to live and socialize with other people with HIV/AIDS. The PSF promotes quality of life, healthy practices and HIV prevention. Patients disclose more information and that helps PSF professionals find more answers to the healthcare questions they might have. That creates another problem that refers to confidentiality and bioethics which are also subjects of the present study. Its Results can increase awareness about the practices of PSF and with that, improve the quality of healthcare assistance. The objective of this study is to discussprivacy and confidentiality of information related to women infected with HIV/AIDS, that were assisted by PSF teams. It is a descriptive, qualitative, exploratory study that focused on focal groups and semi structured interview methods. It was done at a Health Basic Unit that operates using a PSF model in São Paulo. Data was collected from two groups with communitarian agents of health (ACS) and also 25 different interviews with nurses, tecnics, and doctors. Testimonies were analyzed according to Bardin and put into different categories: a) Revealing HIV diagnosis to users of PSF; b) Welcoming and using bonding experiences when talking about the subject; c) Revealing HIV diagnosis to the members of PSF team; d) Team discussion and confidentiality of information.We found that PSF professionals learn about the diagnosis through the patients themselves, their families, ACS and other healthcare professionals and of course, official test results. The women patients feel comfortable to talk about their HIV diagnosis when there is trust in the healthcare professional - user relationship. Professionals always try to ensure confidentiality of information about the diagnosis. This information enables professionals to talk about the health condition of the users and help PSF team members set up a plan of action.


Assuntos
Humanos , Saúde da Família , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Confidencialidade
7.
São Paulo; s.n; 2007. 155 p.
Tese em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1097293

RESUMO

A aids é uma doença infecciosa que aparece na década de 1980. Desde sua descoberta até os dias atuais houve mudanças nas características das pessoas infectadas. Uma dessas mudanças foi a feminização. As mulheres devido às questões de gênero possuem singularidades na forma do enfrentamento da doença. O acompanhamento das mulheres infectadas pelo HIV é realizado principalmente, por serviços especializados de saúde. Depois da criação do Programa Saúde da Família, em 1994, e o incentivo às ações de promoção à saúde e prevenção do HIV na atenção básica, torna-se de suma importância a discussão de temas sobre bioética no caso da aids no PSF. O PSF adentra as residências das famílias e tem uma relação de maior proximidade com a comunidade, e incorpora um novo trabalhador que é o Agente Comunitário de Saúde. É a mulher infectada pelo HIV que tem o direito de decidir a quem, como, onde e quando a informação sobre sua soropositividade deve ser revelada. Este estudo teve como objetivos descrever em que condições as mulheres infectadas pelo HIV abrem sua privacidade em relação a informação sobre o diagnóstico de soropositividade a familiares, amigos e vizinhos; e identificar quais as motivações para abrir a privacidade de informações para a equipe de PSF das mulheres infectadas pelo HIV/AIDS. Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa, com enfoque bioético, realizado no Município de São Paulo, com mulheres em acompanhamento em um serviço especializado emDST/AIDS e cadastradas por uma equipe de PSF. Verificou-se neste estudo que as mulheres infectadas pelo HIV/AIDS revelam a sua condição de soropositividade a família, amigos e vizinhos quando há identificação com outro soropositivo, pressão de outros, confiança depositada em uma relação, vontade de busca de apoio, preocupação com possível transmissão do vírus ao parceiro, quando houve experiências positivas de ) apoio, e quando não consegue mentir quando questionada sobre sua soropositividade. E não revelam quando há medo do preconceito, medo de ex-parceiros, medo de se expor, houve experiências negativas como falta de apoio, rejeição e disseminação da informação, foi estabelecido uma pacto de silêncio, não querem que sintam pena, há medo de que a relação mude, envolve filhos menores de idade, preferem guardar para si e quando utilizam estratégias para manter o segredo. As mulheres abrem a privacidade do diagnóstico para a equipe de PSF quando o diagnóstico de soropositividade foi feito na própria unidade, quando ela sente que é melhor atendida no PSF por ser portadora do HIV, tem vínculo com os profissionais do PSF como se fossem familiares, confiam nos profissionais do PSF, sentem que os profissionais não sentem pena. E, não revelam quando a atitude inadequada do profissional gerou medo e insegurança quando comunicou à usuária o diagnóstico, acham que o PSF está ligado ao cuidado de pessoas com doenças graves e acamados, não confiam nessesprofissionais por medo de quebra do sigilo,e já possuem todo suporte assistencial no SAE.


The AIDS is an infectious illness that appears in the decade of 1980. Since its discovery until the current days, it has been had changes in the characteristics of the infected people, one of these changes was the femininity. The women, due to the sort questions, possess peculiarities in the form of the confrontation of the illness. The accompaniment of the infected women by the HIV is carried through, mainly, for specialized services. After the creation of the Family´s Health Program, in 1994, and the incentive to the actions of health promotion and prevention of the HIV in the basic attention, becomes of utmost importance to discuss subjects on bioethics in the case of the AIDS in the PSF. The PSF goes to inside the families´ residences and has a relation of bigger proximity with the community and it incorporates a new worker who is the Communitarian Agent of Health. That´s the woman who is infected by the HIV who has the right to decide to who, as, where and when the information on its positive HIV´s result must be disclosed. This study had as objective to describe where conditions the infected women by the HIV open its privacy in relation the information on the diagnosis of positive HIV´s result to their family, friends and neighbors; and to identify which are the motivations to open the privacy of information for the team of PSF of the infected women for the HIV/AIDS. One is about a descriptive study of qualitative nature, with bioethics approach, carriedthrough in the City of São Paulo, with women in accompaniment in a specialized service in DST/AIDS and registered in cadastre by a PSF team. It was verified in this study that the infected women by the HIV/AIDS disclose to its condition of positive HIV’s result to the family, friends and neighbors when she has identification with another who has positive HIV diagnosis, pressure of others, confidence deposited in the relationship, wish of support search, concern with possible transmission of the virus to the partner, when it had positive experiences of support, e when it does not obtain to lie when questioned on its positive HIV´s result. And she does not disclose when it has fear of the preconception, fear of former-partners, fear of if displaying, had negative experiences as lack of support, rejection and dissemination of the information, was established a silence pact, does not want that they feel penalty, has fear of that the relation moves, involves minor children, prefers to keep for itself and when they use strategies to keep the secret. Women open privacy of diagnosis for team of PSF when diagnosis of positive HIV´s result was made in proper unit, when it feels that more good she is taken care of it in the PSF for being carrying of the HIV, she has bond with the professionals of the PSF as if they were familiar, they trust the professionals of the PSF, feel that the professionals do not feel penalty. And, she does not disclose when the inadequate attitude ofthe professional generated fear and unreliability when it communicated to the user the diagnosis, they find that the PSF is on to the care of people with serious illnesses and bedridden, do not trust these professionals of in addition the secrecy from fear, and already they all possess has a support in SAE.


Assuntos
Feminino , Saúde da Mulher , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Confidencialidade
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