Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 1 de 1
Filtrar
Mais filtros










Filtros aplicados
Intervalo de ano de publicação
1.
Rev. Paul. Enferm. (Online) ; 29(1/3): 11-20, nov. 14, 2018.
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-970743

RESUMO

Introdução: A forma como a enfermeira obstétrica (EO) atua na assistência ao parto e como vivencia a\r\nautonomia profi ssional e o trabalho colaborativo dependem do local de atuação, das regras e normas\r\nda instituição, da divisão técnica do trabalho e da relação hierárquica estabelecida na equipe obstétrica.\r\nObjetivo: Descrever como a EO percebe sua inserção na equipe obstétrica e sua autonomia profi ssional\r\nna assistência à mulher no parto. Método: Adotou-se a abordagem qualitativa, entrevistando 15 EO\r\nde instituições de saúde privadas, em São Paulo, SP. Na análise de conteúdo, utilizaram-se os conceitos\r\nde autonomia e de trabalho colaborativo. Resultados: As EO apontaram a falta de reconhecimento de\r\nsuas atribuições pelos médicos como um dos fatores que mais limitam sua autonomia e o trabalho colaborativo. Elas destacam suas competências profi ssionais, mas mostram difi culdades para ocupar seu\r\nlugar na equipe obstétrica em instituições privadas. Considerações Finais: Apesar da política ofi cial e\r\ndas evidências científi cas favoráveis à participação da EO no parto, sua atuação é restrita e aquém das\r\ncompetências profi ssionais estabelecidas.


Introduction: The way how the nurse-midwife (NM) experiences the professional autonomy and the\r\ncollaborative work in childbirth care depends on the type of hospital, its rules and norms, on the technical division of labor and on the hierarchical relationships. Objective: To describe how the NM perceives\r\nher insertion in the obstetric team and her professional autonomy in childbirth. Method: It was adopted\r\na qualitative approach, interviewing 15 NM that work in private hospitals in São Paulo, SP. The content\r\nanalysis was conducted using the concepts of autonomy and collaborative work. Results: The NM pointed\r\nout that the lack of recognition by the obstetricians about their duties as one of the factors that most\r\nlimit their autonomy and the collaborative work. They recognize their skills, but have diffi culties to take\r\ntheir place in the obstetric team in private hospitals. Final Considerations: Despite the offi cial policy and \r\nthe scientific evidence in favor of the participation of the NM in childbirth, their performance is restrict\r\nand beneath the professional skills established.


Introducción: Como la enfermera obstétrica (EO) actúa en la atención al parto y como vive la autonomía\r\nprofesional y el trabajo colaborativo dependen del local de actuación, las normas y reglamentos de la\r\ninstitución, la división técnica del trabajo y la relación jerárquica establecida entre los miembros del\r\nequipo obstétrico. Objetivo: Describir como la (EO) percibe su inserción en el equipo obstétrico y\r\nsu autonomía profesional en la atención a la mujer durante el parto. Método: Se adoptó el abordaje\r\ncualitativo, entrevistando a 15 EO que actuaban en instituciones de salud privadas, en São Paulo. En el\r\nanálisis de contenido, se utilizaron los conceptos de autonomía y de trabajo colaborador. Resultados:\r\nLas EO apuntaron la falta de reconocimiento por médicos obstetras en cuanto a sus atribuciones como\r\nuno de factores que más restringen su autonomía y el trabajo colaborador. Consideraciones Finales: A\r\npesar de la política oficial y de evidencias científicas favorables a la participación de la EO en el parto, su\r\nactuación es restricta y por debajo de las competencias profesionales establecidas.


Assuntos
Humanos , Estudos de Avaliação como Assunto , Autonomia Profissional , Setor Privado , Comportamento Cooperativo , Instituições Privadas de Saúde , Enfermeiras Obstétricas
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA