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1.
ReNut ; 5(16): 836-849, abr.-jun. 2011. tab
Artigo em Espanhol | LILACS, LIPECS | ID: lil-626175

RESUMO

Objetivo: Elaborar una bebida de alpiste (Phalaris canariensis L.) y determinar su efecto en ratas hipercolesterolémicas inducidas experimentalmente. Método: Se elaboró una bebida de alpiste saborizada con jugo de maracuyá la cual fue utilizada cruda o sometida a cocción por 10 minutos. Esta bebida también fue sometida a almacenamiento para evaluar el impacto del mismo sobre las características físico-químicas y organolépticas. La bebida fue luego administrada a ratas hipercolesterolémicas inducidas experimentalmente. Resultados: Las características de la bebida de alpiste con cocción de diez minutos, saborizada con jugo de maracuyá y pasteurizada fueron: pH, 3.57; °BRIX, 4; Acidez, 0.59 (gr. Ácido cítrico/100ml) y color, (tinte, amarillo verde limón; iluminación, 18; y saturación, 4) y calorías, 85 kcal/250ml. El tiempo de vida útil fue de, 8 días para aquellas almacenada al medio ambiente y de 20 días cuando fue almacenada a 4°C. En la evaluación del efecto hipocolesterolémico, se trabajó con 16 ratas de experimentación (rattus norvegicus) hipercolesterolémicos, los cuales fueron separados en 4 grupos de 4 animales. Se demostró el efecto de la dosis hipocolestorolémica (1.64 ml) de la bebida de alpiste (Phalaris canariensis L.), sometido a cocción de diez minutos, saborizada con jugo de maracuyá y pasteurizada; en ratas con hipercolesterolemia inducidas experimentalmente, pues produce disminución significativa (p<0.05) de los niveles de colesterol de 90.80 mg/dl a 78.75 mg/dl, triglicéridos de 105.075 mg/dl a 78.75 mg/dl y LDL-C de 22.6 mg/dl a 8.05 mg/dl. Conclusión: Se elaboró una bebida de alpiste con cocción de diez minutos, saborizada con jugo de maracuyá y pasteurizada que mostró en efecto hipercolesterolémico en ratas hipercolesterolémicas inducidas experimentalmente.


Assuntos
Anticolesterolemiantes , Bebidas , Phalaris , Ratos , Sucos
2.
Pesqui. vet. bras ; 30(1): 63-66, jan. 2010.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-540329

RESUMO

Phalaris angusta is a South American natural grass that produces poisoning in sheep and cattle in Argentina and Brazil. Phalaris spp. can produce unrelated forms of poisoning in ruminants, acute and chronic syndromes. The objective of this paper was to describe an outbreak of acute and chronic Phalaris nervous syndrome in 53 of 980 fattening steers and heifers in a farm of Buenos Aires province. On September of 2006 the animals developed nervous signs and died after 3-5 days. The herd was removed to a phalarisfree pasture. Three months later (on December) 15 new clinical cases developed in the herd. Necropsy performed in one affected calf showed neither grossly nor microscopic changes. Microscopically, there were no major alterations in tissues. Nervous signs had been described in some field cases where neither pigment deposition nor axonal degeneration could be detected. Clinical findings displayed by affected cattle after consumption of Phalaris angusta pastures resemble those observed by other authors in Phalaris staggers. This is the first report in Argentina where both syndromes were seen in the same herd.


Phalaris angusta é uma gramínea originária da América do Sul, que causa intoxicação em ovinos e bovinos na Argentina e Brasil. A intoxicação pode ocasionar quadros nervosos agudos ou crônicos, independentes um do outro. O objetivo deste trabalho é descrever ambos os quadros (agudo e crônico) da intoxicação por Phalaris em um rebanho de 980 garrotes em engorda na província de Buenos Aires. Em setembro de 2006, 53 animais desenvolveram sinais nervosos e morreram após um curso clínico de 3-5 dias. O rebanho foi trocado para uma pastagem sem Phalaris. Em dezembro, alguns animais apresentaram diarréia, depressão e perda progressiva de peso. Quando eram forçados a se movimentar, os sinais progrediam para incoordenação dos membros torácicos, impossibilidade de se manter em pé e decúbito lateral. Havia perda de peso e os animais morriam após um curso clínico de 5-7 dias. Não foram observadas lesões macroscópicas nem histológicas nos animais com as duas formas da doença. Os sinais clínicos observados são semelhantes aos observados em outros surtos de intoxicação aguda ou crônica por Phalaris angusta.


Assuntos
Animais , Bovinos , Doenças dos Bovinos/etiologia , Intoxicação por Plantas/veterinária , Phalaris/envenenamento , Surtos de Doenças/veterinária , Argentina , Bovinos , Plantas Tóxicas
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