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Braz. j. microbiol ; 49(4): 777-784, Oct.-Dec. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-974285


ABSTRACT The aim of this study was to perform the molecular characterization of conserved and variable regions of feline calicivirus capsid genome in order to investigate the molecular diversity of variants in Brazilian cat population. Twenty-six conjunctival samples from cats living in five public short-term animal shelters and three multicat life-long households were analyzed. Fifteen cats had conjunctivitis, three had oral ulceration, eight had respiratory signs (cough, sneeze and nasal discharge) and nine were asymptomatic. Feline calicivirus were isolated in CRFK cells and characterized by reverse transcription PCR target to both conserved and variable regions of open reading frame 2. The amplicons obtained were sequenced. A phylogenetic analysis along with most of the prototypes available in GenBank database and an amino acid analysis were performed. Phylogenetic analysis based on both conserved and variable region revealed two clusters with an aLTR value of 1.00 and 0.98 respectively and the variants from this study belong to feline calicivirus genogroup I. No association between geographical distribution and/or clinical signs and clustering in phylogenetic tree was observed. The variants circulating in public short-term animal shelter demonstrated a high variability because of the relatively rapid turnover of carrier cats constantly introduced of multiple viruses into this location over time.

Animais , Gatos , Doenças do Gato/virologia , Calicivirus Felino/isolamento & purificação , Calicivirus Felino/genética , Infecções por Caliciviridae/veterinária , Animais de Estimação/virologia , Filogenia , Brasil , Fases de Leitura Aberta , Genoma Viral , Calicivirus Felino/classificação , Infecções por Caliciviridae/virologia , Proteínas do Capsídeo/genética
Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. (Online) ; 55(3): e141344, Outubro 25, 2018. ilus
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-969250


Feline chronic gingivostomatitis (FCGS) is an oral inflammatory condition that frequently affects felines. Its etiology is not well defined, but several viral agents are thought to be involved. Several therapeutic protocols have been described, yet treatment response is often variable, and the therapeutic success is transient with an unpredictable duration. Therefore, the therapeutic strategy needs to be tailored for each patient. This work relates a case characterized by viral involvement in its etiopathogenesis providing an alternative to the most widely-used methods that so often frustrate both veterinary doctors and pet owners.(AU)

A gengivostomatite crônica felina (FCGS) é uma condição inflamatória oral que frequentemente afeta felinos. A sua etiologia não está bem definida, mas acredita-se que vários agentes virais possam estar envolvidos. Muitos protocolos terapêuticos têm sido descritos, no entanto, a resposta ao tratamento é frequentemente variável e o sucesso terapêutico é transitório com uma duração imprevisível. Portanto, a estratégia terapêutica precisa ser adaptada para cada paciente. O presente trabalho propõe a caracterização do envolvimento viral na etiopatogenia da doença como uma alternativa aos métodos mais amplamente utilizados, que muitas vezes frustram médicos veterinários e os donos de animais de estimação.(AU)

Animais , Gatos , Estomatite Herpética/veterinária , Gatos/anormalidades , Calicivirus Felino/classificação
Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. (Online) ; 54(1): 18-26, 2017. tab.
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-846487


Objectives: To perform molecular diagnosis of microbial agents (FHV-1, FCV, Mycoplasma felis, and Chlamydophila felis) in kittens with conjunctivitis and correlate the clinical signs with clinical severity. Material and Methods: A total of 108 conjunctival swab were collected from kittens without (G1; n = 40) and with (G2; n = 68) clinical signs of conjunctivitis. Animals from G2 group were scored from 1 (mild) to 4 (severe) according to the severity of conjunctivitis. All samples were submitted to PCR and RT-PCR. Results: FHV-1 was detected in 62/108 (57.4%) of samples, FCV in 40/108 (37.0%), M. felis in 11/108 (10.2%) and C. felis in 26/108 (24.1%). Mixed infections were detected in 39/108 (36.1%). In G1, 28/40 (70.0%) were positive for one or more agents, in G2, 58/68 (85.3%) were positive (P = 0.03). In 1, single infections by FHV-1were found in 21/40 (52.5%) samples, FCV in 2/40 (5.0%), C. felis in 1/40 (2.5%), and no pathogens were detected in 12/40 (30%) of samples, while mixed infections accounted for 29/40 (72.5%) of the cases. In G2, single FHV-1 infections were found in 31/68 (45.6%) samples, FCV in 10/68 (14.7 %), M. felis in 2/68 (3.0%) and C. felis also in 2/68 (3.0%), and no pathogens were detected in 10/68 (14.7%) samples, while mixed infections accounted for 36/68 (52.0%) of the cases. They were categorized as grade 1, 20/68 (29.4%), grade 2, 14/68 (20.6%), grade 3, 21/68 (30.9%) and grade 4, 13/68 (19.1%). The presence of FHV-1 and FCV is equally distributed among the four categories. More severe clinical signs, scores 3 and 4, are related to coinfections by C. felis and M. felis. Conclusions: FHV-1, FCV, C. felis and M. felis were identified in feline conjunctivitis. Co-infections are related to more severe cases of conjunctivitis.Molecular diagnosis is helpful to detect asymptomatic carriers and is a rapid and accurate method to determine the pathogen of feline conjunctivitis.(AU)

O objetivo deste estudo foi realizar diagnóstico molecular de agentes microbiológicos (FHV-1, FCV, Mycoplasma felis e Chlamydophila felis) em gatos filhotes e associar a presença dos patógenos à gravidade dos sinais clínicos de conjuntivite. Foram coletadas um total de 108 amostras de suabe conjuntival de filhotes felinos assintomáticos (G1; n = 40) e sintomáticos (G2; n = 68). Animais do G2 foram categorizados de 1 (leve) até 4 (grave), de acordo com o quadro clínico de conjuntivite. As 108 amostras foram submetidas à PCR e RT-PCR. O FHV-1 foi detectado em 57,4% das amostras, o FCV em 37%, o M. felis em 10,2% e o C. felis em 24,1%. Coinfecções, por sua vez, foram detectadas em 36,1%. No G1, 70% das amostras foram positivas para um ou mais patógenos. No G2, 85,3% apresentavam infecções (P = 0,03). No G1, monoinfecções por FHV-1 foram diagnosticadas em 52,5% das amostras, por FCV em 5%, por C. felis em 2,5%, e em 30% das amostras analisadas nenhum dos patógenos estudados foi encontrado. Coinfecções, por sua vez, estavam presentes em 72,5% das amostras. No G2, monoinfecções por FHV-1 foram encontradas em 45,6% das amostras, por FCV em 14,7 %, por M. felis em 3% e por C. felis também em 3%. Nenhum dos patógenos estudados foi encontrado em 14,7% das amostras analisadas. Coinfecções, responsáveis por 52% dos casos, foram categorizados como Grau 1 (29,4%), Grau 2 (20,6%), Grau 3 (30,9%) e Grau 4 (19,1%). A presença de FHV-1 e FCV está igualmente distribuída entre as quatro categorias. Os sinais clínicos mais graves (graus 3 e 4) estão relacionados a coinfecções por C. felis e M. felis. Os agentes microbiológicos FHV-1, FCV, C. felis e M. felis foram encontrados em animais com conjuntivite. Coinfecções estão relacionadas aos casos mais graves. Por fim, concluiu-se que o diagnóstico molecular, além de detectar portadores assintomáticos, é um método rápido e acurado para o diagnóstico do patógeno causador da conjuntivite felina.(AU)

Animais , Gatos , Conjuntivite Viral/diagnóstico , Conjuntivite Viral/veterinária , Infecções Oculares Virais/veterinária , Calicivirus Felino , Chlamydophila , Coinfecção/veterinária , Herpesviridae , Técnicas de Diagnóstico Molecular/veterinária , Mycoplasma , Reação em Cadeia da Polimerase/veterinária
Braz. j. microbiol ; 43(2): 560-568, Apr.-June 2012. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-644471


Feline calicivirus (FCV) and feline herpesvirus type 1 (FHV-1) are the two primary causes of upper respiratory tract disease in cats. The aim of this study was to demonstrate the distribution of FCV and FHV-1 among the feline population of several counties in Rio Grande do Sul State, Brazil. To this end, conjunctival and nasal swabs were collected from 302 cats from different locations, including households, breeding catteries, veterinary clinics, animal hospitals and experimental research facilities. The samples were collected between July 2006 to June 2009. The virus isolation was performed in CRFK cells and, subsequently, the identification was confirmed by PCR. FCV, FHV-1, or both were isolated from 55 cats from 28 different locations. FCV alone was isolated from 52.7% (29/55) of the animals that tested positively, FHV-1 alone was isolated from 38.2% (21/55) of the animals that tested positively, and co-infection were detected in 9.1% (5/55) of the animals that tested positively. Virus detection was more prevalent in cats that were less than 1 year old, among animals that shared a living space with other cats, and females. FCV and FHV-1 were isolated from vaccinated cats. In addition, both viruses were isolated from cats that showed no signs of disease. The results suggest that a carrier state is common for both viruses in the evaluated population. A search for other causes of respiratory disease in that population is necessary; and further studies relating to the molecular characterization of viruses and vaccine efficacy are also necessary.

Animais , Gatos , Calicivirus Felino/genética , Calicivirus Felino/isolamento & purificação , Infecções por Herpesviridae , Herpesviridae/genética , Herpesviridae/isolamento & purificação , Técnicas In Vitro , Doenças Respiratórias , Reação em Cadeia da Polimerase/métodos , Gatos , Técnicas de Diagnóstico do Sistema Respiratório , Métodos Epidemiológicos , Prevalência
Arq. bras. med. vet. zootec ; 61(3): 752-754, jun. 2009. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-519472


A ocorrência da infecção por coronavírus felino (FCoV), herpesvírus felino tipo 1 (FHV-1), calicivírus felino (FCV) e parvovírus felino (FPV) foi investigada mediante a detecção de anticorpos no soro de 97 gatos domésticos de Pelotas, RS, pelo teste de soro-neutralização. Entre os animais estudados, 51 não eram vacinados, 11 haviam sido vacinados contra FHV-1, FCV e FPV com pelo menos uma dose, e 35 tinham histórico de vacinação desconhecido. Foram detectados anticorpos para o FCoV em 75,2% (73/97) dos gatos. Anticorpos contra o FHV-1 estavam presentes em 38,1% (37/97): 73% (8/11) dos gatos vacinados, 39,2% (20/51) dos não vacinados e 25,7% (9/35) dos gatos com histórico de vacinação desconhecido. Anticorpos para o FCV estavam presentes em 56,7% (55/97): 81,8% (9/11) dos gatos vacinados, 52,9% (27/51) dos não vacinados, e 54,3% (19/35) dos gatos com histórico de vacinação desconhecido. Para o FPV, havia anticorpos em 69,1% (67/97): 100% (11/11) dos vacinados, 66,6% (34/51) dos não vacinados e 62,8% (22/35) dos gatos com histórico de vacinação desconhecido. Os resultados sugerem alta exposição ao FCoV, FHV-1, FCV e FPV na população de gatos na área estudada.

Animais , Masculino , Feminino , Anticorpos Antivirais/isolamento & purificação , Anticorpos Antivirais/sangue , Calicivirus Felino/imunologia , Coronavirus Felino/imunologia , Gatos/imunologia , Herpesviridae/imunologia , Parvovirus/imunologia