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1.
Rev. cuba. med. trop ; 66(2): 273-285, Mayo.-ago. 2014.
Artigo em Espanhol | LILACS, CUMED | ID: lil-731979

RESUMO

INTRODUCCIÓN: la terapia antiviral frente a las infecciones provocadas por virus influenza se basa en empleo de inhibidores de las proteínas M2 y neuraminidasa (NA). Sin embargo, la emergencia de cepas estacionales resistentes a ambos grupos de fármacos motiva la búsqueda de nuevos fármacos anti-influenza. Los extractos de algas pueden ser utilizados como fuente para la obtención de estos compuestos, teniendo en cuenta la diversidad de metabolitos descrita en estos organismos. OBJETIVO: evaluar la actividad antiviral in vitro de un extracto acuoso del alga roja Laurencia obtusa frente a virus influenza A (H1N1), A (H3N2) e influenza B. MÉTODOS: se evaluó la citotoxicidad en células MDCK, mediante cálculo de la viabilidad celular, en presencia de concentraciones crecientes del extracto. Los efectos sobre la replicación viral se cuantificaron mediante determinación de los niveles de la hemaglutinina (HA) y de la inhibición del efecto citopático (ECP). El índice selectivo (IS) se calculó a partir de la relación IS=CC50/CE 50. RESULTADOS: el extracto acuoso de Laurencia obtusa posee actividad antiviral in vitro frente a virus influenza B, A (H3N2) y A (H1N1) con valores de IS de 7,73; 11,79 y 12,95; respectivamente. CONCLUSIONES: Laurencia obtusa inhibe la replicación de virus influenza de elevada importancia clínica. La realización de ensayos secundarios de caracterización de la actividad biológica, así como de caracterización molecular del extracto, podrían permitir el desarrollo de novedosos compuestos antivirales. Este trabajo constituye el primer informe de actividad inhibitoria de esta especie de macroalga frente a virus influenza.compuestos antivirales. Este trabajo constituye el primer informe de actividad inhibitoria de esta especie de macroalga frente a virus influenza.


INTRODUCTION: antiviral therapy against infections caused by influenza viruses is based on the use of inhibitors of M2 protein and neuraminidase (NA). However, the emergence of seasonal strains resistant to both drug groups has led to the search for new anti-influenza medications. Extracts from algae may be used as a source of compounds, considering the diversity of metabolites described for these organisms. OBJECTIVE: evaluate the in vitro antiviral activity of an aqueous extract from the red alga Laurencia obtusa against influenza A (H1N1), A (H3N2) and B viruses. METHODS: cytotoxicity was evaluated in MDCK cells by cell viability estimation in the presence of growing concentrations of the extract. The effects over viral replication were quantified by determining hemagglutinin (HA) levels and inhibition of the cytopathic effect (CPE). The selective index (SI) was estimated by SI=CC50/CE50. RESULTS: the aqueous extract of Laurencia obtusa showed in vitro antiviral activity against influenza B, A (H3N2) and A (H1N1) viruses with SI values of 7.73, 11.79 and 12.95, respectively. CONCLUSIONS: Laurencia obtusa inhibits the replication of influenza viruses, a fact of great clinical importance. Secondary assays to characterize the biological activity and molecular composition of the extract may lead to the development of novel antiviral compounds. The present paper is the first report on the inhibitory activity of this macroalga species against influenza viruses.


Assuntos
Humanos , Antivirais/uso terapêutico , Influenzavirus A/patogenicidade , Influenzavirus B/patogenicidade , Laurencia/efeitos dos fármacos , Rodófitas/efeitos dos fármacos , Influenza Humana/terapia
2.
Pesqui. vet. bras ; 33(10): 1161-1173, Oct. 2013. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-697155

RESUMO

The list of animal viruses has been frequently added of new members raising permanent concerns to virologists and veterinarians. The pathogenic potential and association with disease have been clearly demonstrated for some, but not for all of these emerging viruses. This review describes recent discoveries of animal viruses and their potential relevance for veterinary practice. Dogs were considered refractory to influenza viruses until 2004, when an influenza A virus subtype H3N8 was transmitted from horses and produced severe respiratory disease in racing greyhounds in Florida/USA. The novel virus, named canine influenza virus (CIV), is considered now a separate virus lineage and has spread among urban canine population in the USA. A new pestivirus (Flaviviridae), tentatively called HoBi-like pestivirus, was identified in 2004 in commercial fetal bovine serum from Brazil. Hobi-like viruses are genetically and antigenically related to bovine viral diarrhea virus (BVDV) and induce similar clinical manifestations. These novel viruses seem to be widespread in Brazilian herds and have also been detected in Southeast Asia and Europe. In 2011, a novel mosquito-borne orthobunyavirus, named Schmallenberg virus (SBV), was associated with fever, drop in milk production, abortion and newborn malformation in cattle and sheep in Germany. Subsequently, the virus disseminated over several European countries and currently represents a real treat for animal health. [...] Finally, the long time and intensive search for animal relatives of human hepatitis C virus (HCV) has led to the identification of novel hepaciviruses in dogs (canine hepacivirus [CHV]), horses (non-primate hepaciviruses [NPHV] or Theiler's disease associated virus [TDAV]) and rodents. For these, a clear and definitive association with disease is still lacking and only time and investigation will tell whether they are real disease agents or simple spectators.


O número de vírus animais cresce continuamente, causando preocupação permanente a virologistas e veterinários. O potencial patogênico e associação com doença tem sido claramente demonstrado para alguns - mas não para todos - vírus emergentes. Esse artigo apresenta uma breve revisão das recentes descobertas de vírus animais e a sua potencial relevância para saúde animal. Cães eram considerados refratários aos vírus da influenza até 2004, quando um vírus influenza A subtipo H3N8 foi transmitido de equinos e causou doença respiratória severa em cães galgos na Flórida/EUA. O novo vírus, denominado vírus da influenza canina (CIV), agora considerado uma linhagem distinta do vírus da influenza equina, disseminou-se na população canina urbana dos EUA. Um novo Pestivirus (Flaviviridae) - provisoriamente denominado pestivírus Hobi-like - foi identificado em 2004 em soro fetal bovino importado do Brasil. Os vírus Hobi-like são genética e antigenicamente relacionados com o vírus da diarreia viral bovina (BVDV) e induzem manifestações clínicas semelhantes. A sua origem e distribuição são desconhecidas, mas estão aparentemente disseminados no rebanho brasileiro e já foram identificados no sudeste asiático e na Europa. Em 2011, um novo buniavírus transmitido por mosquitos, denominado vírus Schmallemberg (SBV), foi associado com febre, redução da produção de leite, abortos e malformações fetais em bovinos e ovinos da Alemanha. [...] Finalmente, a longa e intensiva busca por vírus animais relacionados ao vírus da hepatite C humana (HCV) tem levado a identificação de "novos" pestivírus em cães (canine hepacivirus [CHV]), equinos (hepacivirus de não-primatas [NPHV] ou vírus associado à doença de Theiler [TDAV]) e em roedores. Para estes, uma associação clara e definitiva com doença ainda não foi demonstrada e apenas tempo e investigação irão dizer se são patógenos reais ou apenas espectadores.


Assuntos
Animais , Doenças Transmissíveis Emergentes/veterinária , Seleção Genética/genética , Gyrovirus/genética , Hepacivirus/genética , Influenzavirus A/genética , Orthobunyavirus/genética , Pestivirus/genética , Vírus da Hepatite E/genética
3.
Pesqui. vet. bras ; 33(1): 30-36, Jan. 2013. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-668088

RESUMO

Influenza A virus (IAV) is a respiratory pathogen of pigs and is associated with the porcine respiratory disease complex (PRDC), along with other respiratory infectious agents. The aim of this study was to diagnose and to perform a clinic-pathological characterization of influenza virus infection in Brazilian pigs. Lung samples from 86 pigs in 37 farrow-to-finish and two farrow-to-feeder operations located in the States of Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, and Mato Grosso were studied. Virus detection was performed by virus isolation and quantitative real time reverse-transcription PCR (qRT-PCR). Pathologic examination and immunohistochemistry (IHC) were performed in 60 lung formalin-fixed paraffin-embedded tissue fragments. Affected animals showed coughing, sneezing, nasal discharge, hyperthermia, inactivity, apathy, anorexia, weight loss and growth delay, which lasted for five to 10 days. Influenza virus was isolated from 31 (36.0%) lung samples and 36 (41.9%) were positive for qRT-PCR. Thirty-eight (63.3%) lung samples were positive by IHC and the most frequent microscopic lesion observed was inflammatory infiltrate in the alveoli, bronchiole, or bronchi wall or lumen (76.7%). These results indicate that influenza virus is circulating and causing disease in pigs in several Brazilian states.


O vírus influenza A (IAV) é um patógeno respiratório comum de suínos e faz parte do complexo de doenças respiratórias do suíno (PRDC) junto com outros agentes infecciosos. O objetivo deste estudo foi diagnosticar e realizar a caracterização clínica e patológica de casos/surtos de influenza em suínos brasileiros. Foram utilizadas amostras de tecido pulmonar de 86 suínos de 37 granjas de ciclo completo e duas unidades produtoras de leitões localizadas em Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso. A detecção viral em fragmentos pulmonares frescos foi realizada através do isolamento viral e da transcrição reversa-PCR em tempo real quantitativa (qRT-PCR). Exame patológico e imuno-histoquímica (IHQ) foram realizados em 60 amostras de pulmão fixadas em formalina 10% e embebidas em parafina. As amostras eram de animais apresentando tosse, espirros, secreção nasal, hipertermia, prostração, apatia, anorexia, perda de peso e ganho de peso reduzido, com duração entre cinco e 10 dias. O vírus influenza foi isolado de 31 (36,0%) amostras e 36 (41,9%) foram positivas na qRT-PCR. Na IHQ, 38 (63,3%) amostras foram positivas e a lesão mais frequentemente observada foi a presença de infiltrado inflamatório na parede e lúmen de vias aéreas (76,7%). Estes resultados indicam que o vírus influenza está circulando e causando lesões e doença respiratória em suínos de diversos Estados do Brasil.


Assuntos
Animais , Dissecação , Doenças dos Suínos/patologia , Influenzavirus A/isolamento & purificação , Pulmão/patologia , Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real/veterinária , Reação em Cadeia da Polimerase/veterinária
4.
Pesqui. vet. bras ; 33(1): 61-73, Jan. 2013. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-668094

RESUMO

Este trabalho descreve a colheita adequada de amostras, as técnicas/procedimentos disponíveis para o diagnóstico de influenza A em suínos, assim como os resultados e suas respectivas interpretações, para auxiliar médicos veterinários de campo na identificação dessa doença. Em suínos vivos, as amostras adequadas são: secreção nasal, fluido oral e sangue (soro). Para suínos mortos, colher preferencialmente amostras de pulmão com consolidação cranioventral. Secreção nasal e fragmentos de pulmão refrigerado são utilizados para detectar partícula viral viável (isolamento viral - IV) ou ácido nucleico viral (RT-PCR convencional e RT-PCR em tempo real). As amostras não devem ser congeladas, pois o vírus é inativado a -20°C. A caracterização molecular dos isolados é feita pela análise filogenética obtida pelo sequenciamento de DNA. O soro é utilizado para a detecção de anticorpos (Acs) por meio do teste da inibição da hemaglutinação e ELISA. O fluido oral pode ser utilizado para detecção de anticorpo (ELISA) ou de vírus. Fragmentos de pulmão fixados em formol a 10% são examinados microscopicamente para identificar pneumonia broncointersticial e para detecção de antígeno viral pela imuno-histoquímica (IHQ). Para o sucesso do diagnóstico, as amostras devem ser colhidas de suínos que estão preferencialmente na fase aguda da doença, para aumentar as chances de detecção viral. As melhores opções para o diagnóstico de influenza A em suínos vivos são RT-PCR e isolamento viral de amostras de swab nasal ou fluido oral. Pulmão para análise por RT-PCR, isolamento viral ou IHQ é a amostra de escolha em suínos mortos. Testes sorológicos têm valor diagnóstico limitado e são utilizados apenas para determinar o estado imune do rebanho, não indicando doença clínica, pois os Acs são detectados 7-10 dias pós-infecção (fase subaguda). O diagnóstico de influenza é importante para avaliar o envolvimento desse agente no complexo de doença respiratória suína. Além disso, o isolamento do vírus influenza é essencial para o monitoramento dos principais subtipos circulantes em uma determinada região ou país, assim como para a detecção de novos rearranjos virais, já que influenza é considerada uma zoonose.


This article is intended to describe the adequate sample collection, the laboratory procedures/techniques, the expected results and their interpretation for diagnosis of influenza infection in swine, serving as a support for field veterinarians. In live pigs, the samples to be taken are nasal secretions, oral fluids and blood. For dead pigs, preference should be given to samples of cranioventral lung consolidation. Nasal discharge and chilled lung fragments are used for detection of virus (virus isolation - VI) or viral nucleic acids (conventional RT-PCR and real-time RT-PCR). Samples should not be frozen, because the virus is inactivated at -20°C. Molecular characterization of isolates is performed by phylogenetic analysis of gene sequences obtained by DNA sequencing. Serum is used for the detection of antibodies using hemagglutination inhibition (HI) test and ELISA. Oral fluid may be used for either antibody (ELISA) or viral detection. Fragments of lung fixed in 10% formaldehyde are used for histopathological analysis to identify bronchointerstitial pneumonia, and for immunohistochemistry (IHC) for antigens. For a successful diagnosis, sampling should be preferably performed in the acute phase of the disease to improve chances of virus detection. The best options to perform the diagnosis of influenza A in a swine herd are RT-PCR and VI from nasal swabs or oral fluid in live pigs and/or lung tissue for RT-PCR, VI or IHC in dead pigs. Serological tests are of very limited diagnostic value and are useful only to determine the immune status of the herd, not indicating clinical disease, because antibodies are detected after 7-10 days post infection (subacute phase). The diagnosis of influenza is important to evaluate the involvement of this agent in the complex of respiratory diseases in pigs. Furthermore, the isolation of influenza virus is essential for monitoring the main subtypes circulating in a given region or country, as well as for the detection of potential new viral reassortants, because influenza is considered a zoonosis.


Assuntos
Animais , Influenzavirus A/isolamento & purificação , Manejo de Espécimes , Suínos/virologia , Técnicas e Procedimentos Diagnósticos/veterinária , Reação em Cadeia da Polimerase , Saliva
5.
Córdoba; s.n; 2013. 122 p. ilus.
Tese em Espanhol | LILACS | ID: lil-713418

RESUMO

Antecedentes: La epidemia de influenza A H1N1 se expandió rápidamente en el ámbito mundial dadas las actuales condiciones de alta interconectividad y velocidad de los transportes, imperantes tanto entre las personas como entre los países y las regiones. La diseminación espacial de la epidemia puede ser explicada mediante la modelización matemática de fenómenos complejos por la teoría de la percolación, que permite estimar un umbral más allá del cual se produce el traspaso de la epidemia entre distintas regiones geográficas. Objetivo: el objetivo de este trabajo fue probar lacapacidad predictiva del modelo de percolación aplicado al análisis de la epidemia de influenza A H1N1 registrada en la Argentina en 2009, de acuerdo a los datos relevados por el Ministerio de Salud Pública de la Nación. Material y métodos: para aplicar el mencionado modelo se consideró al país como un conjunto de figuras geométricas irregulares, contiguas y continuas, que pueden representarse en dos dimensiones en una carta geográfica plana. Se analizó la proporción de provincias infectadas en el momento de la percolación con respecto al tiempo y se compararon los valores observados con los esperados mediante ecuaciones de estimación curvilínea en un modelo logístico. Resultados: la percolación ocurrió en el día 45. El valor esperado que generó el modelo fue de 42,4 días, intervalo de confianza de 95 % 28,5-56,3. La diferencia entre el valor observado y el esperado arrojó un valor de p = 0,997. Conclusión: se concluye que el modelo posee un buen ajuste y una adecuada capacidad predictiva.


SUMMARY: Background: the influenza A H1N1 epidemic has spread rapidly worldwide on account of the current conditions of high interconnectivity and transport speed both among people and countries. The spatial and temporal spread of the epidemics can be explained by complex mathematic models how percolation theory which allows to estimate a threshold beyond which the transmission of the infection among different geographic regions occurs. Objective: the aim of this study was to test the predictive ability of the percolation model of influenza A H1N1 epidemic in Argentina according to data gathered by the National Department of Public Health. Methods: in the model,the country was considered as a set of irregular, contiguous and continuous geometric figures, which can be represented in two dimensions on a plane. We analyzed the proportion of infected provinces at the moment of percolation in relation to time in days and compared observed and expected values by curvilinear quations in a logistic model. Results: percolation occurred on day 45. The expected value generated by the model was 42.4 days, 95 % CI 28.5 to 56.3. The difference between observed and expected values was p = 0.997. Conclusion: we conclude that the model has good fit and predictive capacity.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Surtos de Doenças/estatística & dados numéricos , Epidemias , Promoção da Saúde , Vírus da Influenza A Subtipo H1N1 , Influenzavirus A , Argentina/epidemiologia
6.
Rio de Janeiro; s.n; 2013. xiii,53 p. ilus, graf, tab.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-736944

RESUMO

Os vírus influenza representam uma das principais causas das infecções respiratórias agudas, e são de grande impacto para saúde pública devido a ocorrência de epidemias sazonais e pandemias. A variabilidade genética deste vírus e seu amplo espectro de hospedeiros dificulta o controle das infecções através da vacinação, o que torna os antivirais importantes na prevenção e tratamento. Até o presente momento, existem duas classes de antivirais disponíveis para o tratamento da infecção pelo vírus influenza, os bloqueadores de canal M2 (amandadina e rimantadina), que não são mais utilizados clinicamente pois as cepas circulantes são resistentes e os inibidores de neuraminidase (NAIs – oseltamivir e zanamivir), classe em uso clínico embora já tenham sido descritas cepas resistentes ao oseltamivir. Existe também a ribavirina, um antiviral de amplo espectro que inibe DNA/RNA polimerases virais mas é altamente citotóxico. Devido ao número limitado de drogas anti-influenza, vem sendo realizados estudos sobre a eficácia da ribavirina e sua combinação com NAIs para tratamento das infecções causadas pelo influenza. A RNA polimerase do vírus influenza vem sendo cada vez mais explorada como alvo para novas drogas, e, desta forma, o objetivo deste trabalho foi investigar o efeito antiviral do PAR038, um análogo triazólico da ribavirina como potencial inibidor da polimerase. O composto PAR038 se mostrou menos citotóxico para células MDCK e 400 vezes mais potente que a ribavirina, com CC50 > 1000 miM e IC50 = 0,07 miM. Nosso composto foi capaz de inibir a RNA polimerase do vírus influenza com EC50 igual a 1,6 +/- 0.15 miM, além de inibir a replicação viral em células A549 (IC50 = 21,2 miM) e apresentar propriedades imunomodulatórias, já que diminuiu os níveis de IL-8 e MCP-1 no sobrenadante das células A549 infectadas com o vírus influenza...


Influenza virus represents one of the main causes of acute respiratory infections, beinga major cause of mortality, morbidity and burden to public health system. The geneticvariability of influenza viruses and broad spectrum of these viruses` hosts impose difficultiesin control strategies through vaccination. Therefore, antiviral drugs have become critical in theprevention and treatment of the infections caused by influenza viruses. There are two classesof anti-influenza drugs, M2 channel blockers (amantadine and rimantadine), which are nolonger used since circulating strains are resistant to these antivirals, and neuraminidaseinhibitors (NAIs – oseltamivir and zanamivir), in clinical use. Despite that, oseltamivirresistantstrains have been described. An additional antiviral, ribavirin, is endowed with abroad spectrum activity against DNA/RNA polymerases, although high cytotoxic has beendescribed. Due to the limited number of anti-influenza drugs, studies have been carried out onthe effectiveness of ribavirin and its combination with NAIs for treating influenza infections.Thus, influenza RNA polymerase still is a valid target for development of novel antiviral.Based on that, we aimed here to investigate the antiviral effect of PAR038, a triazolicanalogue of ribavirin. PAR038 is 400-fold potent than ribavirin, with CC50 > 1000 µM andIC50 = 0,07 µM towards MDCKs cytotoxicity and influenza in vitro replication. Ourcompound inhibits influenza RNA polymerase with an EC50 of 1,6 ± 0,15 µM and alsoinhibits viral replication in an A549 cells (IC50 = 21,2 µM)...


Assuntos
Humanos , Antivirais , Influenzavirus A , Ribavirina , RNA Replicase
7.
Pesqui. vet. bras ; 32(11): 1148-1154, Nov. 2012. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-658085

RESUMO

Swine influenza (SI) is caused by the type A swine influenza virus (SIV). It is a highly contagious disease with a rapid course and recovery. The major clinical signs and symptoms are cough, fever, anorexia and poor performance. The disease has been associated with other co-infections in many countries, but not in Brazil, where, however, the first outbreak has been reported in 2011. The main aim of this study was to characterize the histological features in association with the immunohistochemical (IHC) results for influenza A (IA), porcine circovirus type 2 (PCV2) and porcine reproductive and respiratory syndrome virus (PRRSV) in lung samples from 60 pigs submitted to Setor de Patologia Veterinária at the Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SPV-UFRGS), Brazil, during 2009-2010. All of these lung samples had changes characterized by interstitial pneumonia with necrotizing bronchiolitis, never observed previously in the evaluation of swine lungs in our laboratory routine. Pigs in this study had showed clinical signs of a respiratory infection. Swine samples originated from Rio Grande do Sul 31 (52%), Santa Catarina 14 (23%), Paraná 11 (18%), and Mato Grosso do Sul 4 (7%). Positive anti-IA IHC labelling was observed in 45% of the cases, which were associated with necrotizing bronchiolitis, atelectasis, purulent bronchopneumonia and hyperemia. Moreover, type II pneumocyte hyperplasia, alveolar and bronchiolar polyp-like structures, bronchus-associated lymphoid tissue (BALT) hyperplasia and pleuritis were the significant features in negative anti-IA IHC, which were also associated with chronic lesions. There were only two cases with positive anti-PCV2 IHC and none to PRRSV. Therefore, SIV was the predominant infectious agent in the lung samples studied. The viral antigen is often absent due to the rapid progress of SI, which may explain the negative IHC results for IA (55%); therefore, IHC should be performed at the beginning of the disease. This study has shown how important a careful histological evaluation is for the diagnosis. Since 2009, a new histological feature of swine pneumonia in animals with respiratory clinical signs has been observed in samples from pigs with clinical respiratory disease submitted to SPV-UFRGS. In addition, the results proved the importance of histological evaluation for swine herd health management.


Influenza suína (IS) é uma doença altamente contagiosa, de curso rápido e pronta recuperação, causada pelo vírus influenza tipo A (SIV). Os principais sinais clínicos são tosse, febre, anorexia e baixo desenvolvimento. A doença está presente em outros países e, geralmente, está associada com outros agentes infecciosos. No Brasil, a primeira descrição ocorreu em 2011 e foi associada ao vírus H1N1 pandêmico (pH1N1). O principal objetivo deste estudo foi caracterizar as alterações histológicas em casos de doença respiratória suína sugestiva de IS e estudar a associação dessas alterações com os resultados de imuno-histoquímica (IHQ) anti-vírus da influenza A (SIV), anti-circovírus suíno tipo 2 (PCV2) e anti-vírus da síndrome reprodutiva e respiratória (PRRSV). Para tanto, foram estudadas amostras de pulmões de 60 suínos selecionadas dos materiais do arquivo do Setor de Patologia Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SPV-UFRGS), de casos de doença respiratória remetidos no período de 2009 a 2010 e que apresentavam alterações histopatológicas compatíveis com pneumonia viral causada pelo SIV. Todas as amostras apresentavam pneumonia intersticial e bronquiolite necrótica muito peculiar que não eram vistas antes na rotina do nosso laboratório. Trinta e uma amostras (52%) tiveram origem no estado do Rio Grande do Sul, 14 (23%) do Paraná, 11 (18%) de Santa Catarina e quatro (7%) do Mato Grosso do Sul. A IHQ para IA confirmou a presença do agente viral em 45% das amostras analisadas. Os achados histológicos mais significativos associados à IHQ positiva para IA foram bronquiolite necrótica, atelectasia, broncopneumonia purulenta e hiperemia. Por outro lado, as alterações histológicas dos pulmões estudados, mais significativamente associadas às IHQ negativa para IA foram hiperplasia dos pneumócitos tipo II, estruturas similares a pólipos em alvéolo e bronquíolo, hiperplasia de tecido linfoide associado a brônquios (BALT) e pleurite, que são alterações associadas a processos crônicos. Somente dois casos apresentaram marcação positiva na IHQ para PCV2 e nenhum pulmão foi positivo para PRRSV. Esses resultados sugerem que as lesões histológicas encontradas no presente estudo foram, predominantemente, causadas pelo SIV. Os casos negativos de IHQ para IA (55%) podem ser explicados pela ausência do antígeno viral nos tecidos estudados. Como o curso da doença é muito rápido, o teste de IHQ é mais indicado para diagnóstico no início da doença. Este estudo possibilitou demonstrar um conjunto de novas alterações histológicas pulmonares de suínos com problemas respiratórios, observadas em amostras pulmonares enviadas ao SPV-UFRGS a partir de 2009. O presente trabalho também reforça a importância de estudos histopatológicos dos casos de campo para auxiliar na monitoria da sanidade dos rebanhos suínos.


Assuntos
Animais , Imuno-Histoquímica , Vírus da Influenza A Subtipo H1N1 , Influenzavirus A , Suínos/virologia , Bronquiolite/veterinária , Doenças Pulmonares Intersticiais/veterinária , Técnicas Histológicas/veterinária
8.
São Paulo; s.n; 2011. 215 p.
Tese em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IBPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IBACERVO | ID: biblio-1080936

RESUMO

Os vírus Influenza A infectam um largo espectro de hospedeiros e causam epidemias anuais. São vírus com alta variabilidade genética e RNA segmentado, que podem sofrer rearranjos entre os genes de diferentes vírus. Em 2006, foram analisadas 521 amostras de crianças menores de 5 anos atendidas no HU-USP e 25 foram positivas para Influenza A, sendo H3N2 o mais prevalente (68%). Cinco genes de 18 amostras foram seqüenciados e obtivemos 13 sequencias de HA, 12 da NP, 12 de NA, 14 da M e 10 da NS. Verificou-se a presença de várias mutações, especialmente na HA e NA, que favoreceram a substituição da cepa vacinal naquele ano. Todas as amostras H3N2 apresentaram sítios de resistências aos inibidores da M2. Diferentes linhagens circularam no mesmo ano, tanto de H1 como de H3, favorecendo rearranjos entre elas. Foram verificados, também rearranjos envolvendo os genes da HA e NP, indicando o complexo mecanismo de evolução desses vírus e enfatizando a necessidade de monitoramento da circulação e caracterização de seus genes.


Influenza A virus infects a wide range of hosts and cause annual outbreaks. RNA segmented virus has high genetic variability and may have rearrangements between the genes of different viruses. In 2006, 521 samples of children younger than 5 years were analyzed and 25 tested positive for Influenza A virus, of which the subtype H3N2 is the most prevalent (68%). Five genes of 18 samples were sequenced and 13 sequences of HA, 12 of NP, 14 of M and 10 of NS obtained were. The presence of this several mutations, especially in the HA and NA genes probably helped the replacement of the vaccine strain in that year. All H3N2 subtype samples showed points of resistance to M2 inhibitors. The phylogenetic analysis revealed the circulation of different lineages in the same year, for both H1 and H3, and the presence of two rearrangements involving the HA and NP genes. These results indicate the influence of rearrangements in the evolution of the virus and emphasize the need for monitoring of circulation and characterization of genes.


Assuntos
Humanos , Criança , Infecções por Orthomyxoviridae/genética , Influenzavirus A/genética , Orthomyxoviridae
9.
São Paulo; s.n; 2011. 134 p.
Tese em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IBPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IBACERVO | ID: biblio-1080937

RESUMO

Os Influenzavirus podem ser classificados de acordo com suas glicoproteínas externas hemaglutinina (HA) e neuraminidase (NA), ambas apresentando alta variabilidade genética e antigênica. No presente estudo foi realizada análise molecular do gene HA, do vírus influenza A (IA) em amostras colhidas de crianças e lactentes com sintomatologia respiratória atendidas no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), durante os anos de 1995 a 2006. Um total de 3.009 amostras foram analisadas por duplex RT-PCR e 4,38% (n=132) foram positivas, sendo 12,1% (n=16) Influenza B e 87,9% (n=116) IA, das quais 9% (n=9) eram H1N1, 91% (n=91) eram H3N2 e 13,8% (n=16) não foram subtipadas. A região HA1 do gene HA de 39 amostras foi sequenciada e as sequências comparadas com as cepas vacinais e circulantes dos respectivos anos. A região de ligação ao receptor foi conservada em todas as amostras e foram verificadas alterações de aminoácidos principalmente nos sítios antigênicos e arredores. No geral, as cepas vacinais foram compatíveis com as circulantes em São Paulo.


The Influenzavirus can be classified according to their external glycoproteins hemagglutinin (HA) and neuraminidase (NA), both showing high genetic and antigenic variability. In the present study was carried out molecular analysis of the HA gene of influenza A (IA) in samples harvested from children and infants, with respiratory symptoms attended at University Hospital, University of Sao Paulo (USP), during the years 1995 to 2006. A total of 3,009 samples were analyzed by duplex RT-PCR and 4.38% (n = 132) were positive, being 12.1% (n = 16) Influenza B and 87.9% (n = 116) IA, where which 9% (n = 9) were H1N1 and 91% (n = 91) were H3N2 and 13.8% (n = 16) did not subtyped. The HA1 region of HA gene of 39 samples were sequenced and the sequences compared with vaccine strains and circulating strains in those years. The receptor-binding region was conserved in all samples and aminoacid changes were observed mainly in the antigenic sites and surroundings. Overall, the vaccine strains were consistent with those circulating in Sao Paulo.


Assuntos
Humanos , Criança , Genética , Influenzavirus A/genética , Virologia , Hemaglutininas
10.
s.l; s.n; nov. 2010. 68 p. ilus, tab, graf.
Tese em Espanhol | LILACS | ID: lil-678521

RESUMO

Estudio descriptivo sobre el conocimiento y apoderamiento del mismo para mantener la calidad de los resultados de las muestras tomadas para diagnosticar Influenza. Se analizó un total de 188 muestras tomadas en el período de estudio y se empleó una guía de observación a todos los recursos tanto de Centro Nacional de Diagnóstico y Referencia como los de CS Sócrates Flores Velásquez. Se realizó una guía de revisión de bases de datos, libros de registros, hoja de envío de transporte diario y libros de entregas de turno. Las variables continuas fueron analizadas a través del siguiente procedimiento: Se introducen datos en programa Epi Info, luego se analizaron, posteriormente se tabulan y grafican.Se encontró que todos los recursos humanos poseen experiencia laboral y que conocen la importancia de llevar a cabo los procedimientos establecidos mediante el POE. También se logra constatar que la mayoría de las muestras tomadas, almacenadas, transportadas y analizadas, cumplen con los requerimientos necesarios y se llega a la conclusión que existe un buen sistema de calidad y que los resultados emitidos son veraces


Assuntos
Influenza Humana/diagnóstico , Influenza Humana , Influenzavirus A , Dissertações Acadêmicas como Assunto , Teses Eletrônicas
12.
Rev. salud pública (Córdoba) ; 14(1): 24-32, jun. 2010. ilus
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-639203

RESUMO

Objetivo: Analizar longitudinalmente la construcción de la participación social en la prevención de la gripe A en 2009, evaluando sincrónicamente discursos sobre prevención y evolución de la epidemia en clase media urbana de Buenos Aires. Métodos: Triangulación cuali-cuantitativa: 1) Evolución de enfermedad tipo Influenza en un Hospital de Comunidad que atiende clase media porteña; 2) Evolución de casos a nivel país; 3) Representación de la prevención en medios gráficos nacionales. Resultados: El brote epidémico en clase media porteña precedió al total país, período en el que el porcentaje en tapa de notas sobre gripe A era 3,9%. Las medidas que previenen colectivamente la difusión viral (higiene de manos, superficies y contención de estornudos) se comunicaron posteriormente al pico epidémico. Conclusiones: La comunicación contribuyó a construir tardíamente la participación social. Esto evidencia la necesidad de promover la participación temprana de la sociedad en la prevención colectiva frente a riesgo epidémicos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Surtos de Doenças/estatística & dados numéricos , Influenzavirus A , Meios de Comunicação/estatística & dados numéricos , Prevenção de Doenças
13.
Rev. enferm. UERJ ; 18(1): 126-131, jan.-mar. 2010.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-556450

RESUMO

As doenças emergentes têm sido consideradas uma grande ameaça mundial, e as síndromes respiratórias emergentes agudas podem representar riscos importantes para os trabalhadores de saúde, em geral, e de enfermagem, em especial nas situações de epidemia. Objetivou-se revisar a bibliografia recente em termos de artigos científicos e informes técnicos sobre a Influenza Humana e seus tipos e sua relação com a saúde do trabalhador de enfermagem. Foram consultadas bases de dados de periódicos na Internet, bem como de agências de cooperação internacional em saúde e de notícias, selecionando-se para discussão 10 artigos e cinco informes técnicos. Os resultados evidenciam que a exposição a risco biológico por parte dos trabalhadores de enfermagem tem sido significativa. Na conclusão, debate-se a questão das doenças emergentes e seu impacto na saúde dos trabalhadores de saúde, bem como questões relativas a algumas determinações macroestruturais das mesmas.


Emerging diseases have been regarded as a worldwide threat, and emerging acute respiratory syndromes can offer high risk to health workers, in general and to nurses, in particular, in epidemic situations. A bibliographic review on recent scientific papers and technical reports on human influenza and subtypes is presented, as well as its relation to nurses’ health. Scientific agencies, news agencies, and international cooperation agencies’ databases were consulted. Ten papers and five reports were selected for discussion. Results focus on the impact of emerging diseases on health workers as well as some of their macro structural determinants.


Las enfermedades emergentes son consideradas uma gran amenaza a la salud mundial, y las síndromes emergentes agudas respiratórias pueden presentarse como um severo riesgo a la salud del trabajador de salud y de enfermería. Se objetivó hacer una revisión de la bibliografia reciente en términos de artículos científicos y reportes técnicos acerca de la Influenza Humana y sus subtipos y su relación con la salud de trabajador de enfermería. Las bases de datos cientificas, de agencias de cooperación internacional en salud y de agencias de noticias fueran acesadas, seleccionándose 10 articulos y cinco informes para discussión. Los resultados muestran que el riesgo biológico para los trabajadores en enfermería es considerado significiativo. En las conclusiones, las enfermedades emergentes y su relación con la salud laboral es discutida, así como algunas de sus determinaciones macroestructurales.


Assuntos
Humanos , Influenzavirus A , Influenza Humana/epidemiologia , Saúde do Trabalhador , Enfermagem do Trabalho , Bases de Dados Bibliográficas , Riscos Ocupacionais
14.
Vigía (Santiago) ; 12(26): 17-22, 2010. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-605315

RESUMO

Se presenta la evolución de la epidemia de la influenza A (H1N1) pandémica en Chile a través de un indicador de gravedad: casos de infecciones respiratorias agudas (IRAG) con evolución grave, y se identifican sus características epidemiológicas utilizando los datos del Ministerio de Salud, incluyendo todos los casos sospechosos y confirmados de influenza. Se notificaron 1.606 casos de IRAG, con una tasa acumulada de 9,4 casos por 100.000 habitantes, inferior a otros países de América. Los mayores riesgos se presentan en el norte y en áreas del extremo sur del país. Los menores de 5 años son el grupo de mayor riesgo (tasa de 30,7 por cien mil hab.), y la tasa de hospitalización de los de 50 y más años también refleja un riesgo de mayor gravedad. Destaca el alto porcentaje de comorbilidad 53 por ciento, similar a lo registrado en Canadá.


The evolution of the epidemic of influenza A (H1N1) pandemic in Chile is presented using an indicator of severity: acute respiratory infections (SARI) with serious evolution, and identifying its epidemiological characteristics. Data from the Ministry of Health, including all suspected and confirmed cases of influenza, is analyzed. SARI cases reported were 1606, with a cumulative rate of 9.4 cases per 100,000 inhabitants, lower than other countries in America. The greatest risks occur in the northern and southernmost areas of the country. All children under 5 years are at greatest risk (rate of 30.7 per 100,000 inhabitants.), and the rate of hospitalization for those 50 and over also reflect a more serious risk. The high percentage of co-morbidity, 53 percent, is similar to that reported in Canada.


Assuntos
Humanos , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Surtos de Doenças/prevenção & controle , Influenza Humana/epidemiologia , Influenzavirus A , Chile , Infecções Respiratórias/epidemiologia
15.
São Paulo; São Paulo (Cidade). Secretaria da Saúde. Coordenação de Vigilância em Saúde; 2010. 8 p. ilus, tab, graf, mapas.
Monografia em Português | LILACS, COVISA-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: lil-607137
16.
São Paulo; São Paulo (Cidade). Secretaria da Saúde. Coordenação de Vigilância em Saúde; 2010. 8 p. ilus, tab, graf, map.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS, COVISA-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-937018
19.
Infectio ; 13(3): 217-222, sept. 2009. ilus, tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-544564

RESUMO

Multitud de portales informáticos aparecen día a día, sobresaturando de información a la comunidad médica y no médica, y que no siempre es confiable y puede encubrir motivos comerciales y propaganda diseminada sin control alguno. Este maremágnum informático en épocas de pandemia puede ser muy peligroso, al llevar a las personas sin formación adecuada conceptos que, al ser mal interpretados o mal difundidos, pueden acabar en ansiedad y confusión. Afortunadamente, de este caos informático surgen aspectos positivos, como es el hecho de aprovechar las indagaciones que sobre síntomas o enfermedades –específicamente, influenza A (H1N1)– realiza la población, en los principales motores de búsqueda de internet (Google o Yahoo), para detectar tempranamente la emergencia de una epidemia local o global. Este método de localización de brotes parece ser de tanta utilidad que, incluso, ha dado origen a una nueva rama del conocimiento: la “infodemiología” que, a través de la “infovigilancia”, vigila los eventos en el instante mismo en que van ocurriendo, o incluso antes, mediante el análisis continuo y estructurado de la información disponible en internet. Otro aspecto por resaltar es la calidad y prontitud en la información dispuesta en las páginas web de las instituciones encargadas del control de infecciones en el mundo (Organización Mundial de la Salud) y en varios países de América, lo cual ha permitido seguir la emergencia de la pandemia y actuar para controlarla.


A huge number of web sites appear every day, overcrowding the existing body of medical and non-medical information in the net; sources are not always reliable and usually covers commercial and propaganda purposes. This may arise an special concern regarding the dissemination of mislead concepts and practices on the response to pandemic Flu. But not everything is negative on this specific matter. An example of this is the possibility of early detection of new cases of Flu, due to the easy access to information regarding clinical symptoms that search engines like Google or Yahoo, provide to the general population. A new online-based method of outbreak surveillance, appear to be a useful tool, an it's been denominated “infodemiology”. This method allows a real-time monitoring of cases and predicts the expansion of the disease, through continuous and structured analysis of information available on the internet. Another aspect to remark is the quality and promptness of information available on the web, provided by the institutions responsible for controlling infections in the world (e.g World Health Organization), improving the response to a pandemic threat.


Assuntos
Surtos de Doenças , Vírus da Influenza A Subtipo H1N1 , Influenzavirus A , Portais de Acesso a Revistas Científicas , Internet
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