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1.
Physis (Rio J.) ; 24(4): 1229-1253, Oct-Dec/2014. graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-732651

RESUMO

O termo "discromatopsia congênita" ("daltonismo") designa os defeitos de visão cromática, cuja taxa de prevalência entre homens é de 6% a 10%. Este estudo investigou as percepções de discromatópsicos quanto ao diagnóstico, suas dificuldades e mecanismos de enfrentamento do problema. Foi realizada pesquisa com metodologia clínica-qualitativa, na qual participaram 13 homens universitários, compondo uma amostra intencional, fechada por saturação teórica. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais semiestruturadas. Os relatos foram gravados, transcritos e compuseram um corpus investigado pela técnica de análise de conteúdo categorial temática. Os participantes relataram dificuldades objetivas e subjetivas com materiais didáticos, práticas de ensino, interações com colegas e professores, já a partir do início da socialização secundária. Posteriormente, foram referidas, sobretudo, dificuldades relacionadas à decodificação de sinais de trânsito. Os participantes desenvolveram algumas habilidades de enfrentamento dessas dificuldades, mas aguardam ações a serem desencadeadas pelos poderes públicos, dirigidas ao atendimento das suas necessidades sociais, educacionais e trabalhistas...


The term congenital dyschromatopsia (colorblindness) refers to color vision genetic deficiency, whose prevalence rate is 6 to 10% among men. This study investigated the perceptions of subjects with congenital dyschromatopsia regarding diagnosis, their difficulties and coping mechanisms of the condition. This research was carried out using a clinical-qualitative methodology, in which 13 male university students took part, consisting of a purposeful sample concluded by theoretical saturation. Data were collected by conducting semi-structured individual interviews. Reports were recorded, transcribed and a corpus was made investigated by the technique of thematic categorical content. Participants reported objective and subjective difficulties with didactic material, teaching practice, interactions with colleagues and teachers, already from the beginning of their secondary socialization. Subsequently, difficulties in decoding traffic lights were mainly reported. Participants developed some coping skills to face these challenges, but await actions to be initiated by the Brazilian government to meet their social, education and labor needs...


Assuntos
Humanos , Adulto Jovem , Defeitos da Visão Cromática/complicações , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Estudantes , Transtornos da Visão/diagnóstico , Pesquisa Qualitativa
2.
Rev. bras. oftalmol ; 72(5): 335-337, set.-out. 2013. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-690706

RESUMO

A neuropatia óptica de Kjer, ou atrofia óptica dominante, é a mais frequente das neuropatias ópticas familiares. Trata-se de uma atrofia óptica de caráter autossômico dominante que se dá por uma alteração no gene OPA1, no cromossomo 3q28, com penetrância de 98% Apenas 15% dos casos possuem acuidade visual de 0,1 ou pior, apresentando ainda diferentes graus de atrofia do disco. Este relato objetiva descrever as características genéticas e clínicas da doença, bem como apresentar medidas de aconselhamento familiar. Para isso, será relatado um caso clínico de atrofia óptica dominante no qual se constata perda acentuada da acuidade visual, início de manifestações atipicamente tardias e hipoacusia bilateral.


The optic neuropathy of Kjer, or dominant optic atrophy, is the most common among optic neuropathies. iI is an optical atrophy of dominant autosomal character that is caused by an alteration in the gene on chromosome 3q28 with OPA1 penetration of 98% Only 15% of cases have visual acuity of 0.1 or worse, while demonstrating different grades of atrophy of the disc. This report aims to describe the genetic and clinical characteristics, and methods of family counseling through the presentation of a case of dominant optic atrophy with severe loss of visual acuity, together with the onset of unusually late and bilateral hearing loss.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Atrofia Óptica Autossômica Dominante/diagnóstico , Atrofia Óptica Autossômica Dominante/genética , Defeitos da Visão Cromática , Aconselhamento Genético , Perda Auditiva , Acuidade Visual
3.
São Paulo; s.n; 2010. 86 p. ilus, tab, graf. (BR).
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-594696

RESUMO

Este estudo avaliou a influência de três iluminantes e da diferença na rugosidade superficial de réplicas de dentes artificias na percepção da diferença de cor entre profissionais da Odontologia e verificou se houve variação na opinião de 20 profissionais uma semana após a primeira avaliação. O único critério de exclusão dos participantes foi a deficiência na visão cromática, avaliada através da versão simplificada do teste de Ishihara. Dos 117 profissionais entrevistados, 6 (5,1%) homens e 11 (9,4%) mulheres foram excluídos do estudo, pois identificaram incorretamente 1 ou mais pranchas da versão simplificada do teste de Ishihara. Neste estudo foram utilizados 4 pares de réplicas de dentes artificiais, sendo que cada par foi confeccionado em resina composta nas cores A1, A3, B1 ou B2, porém uma réplica apresentava superfície lisa e a outra, superfície rugosa. Todas as avaliações foram realizadas em cabine de luz sob os iluminantes D65, A e F2. Para cada iluminante, os participantes foram questionados se havia diferença de cor entre as réplicas. Após uma semana, todo o experimento foi repetido por 20 profissionais selecionados aleatoriamente. A análise dos resultados sugeriu que os iluminantes e a diferença na textura superficial influenciaram a percepção da diferença cor entre as réplicas e que após uma semana houve variação na opinião dos observadores.


This study evaluated the influence of three different illuminants and the difference on surface roughness of artificial teeth replica on the color difference perception among dental professionals and if there were variations on 20 professionals opinion 1 week after the first evaluation. The color vision deficiency was the only exclusion criteria used and a screening for color defective vision was conducted by using the simplified version of Ishihara test. Among the 117 professionals interviewed, 6 (5.1%) men and 11 (9.4%) women who missed 1 or more plates did not take part in this study. The test was composed by 4 pairs of artificial composite resin teeth replicas was confectioned with the same color A1, A3, B1 or B2, but the surface of one replica was smooth and the surface of the other one was rough. All the evaluations were conducted in light booth with D65, A and F2 illuminants. In each illuminant the participants were asked if there were color difference between the replicas. After one week, all the experiment was repeated by 20 participants randomly selected. The analysis of the results suggested that the illuminant and the difference on surface texture influenced the difference color perception between the replicas and reaffirm that the professionals opinion varied after one week of the first evaluation.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Defeitos da Visão Cromática , Resinas Compostas , Dente Artificial
4.
Arq. bras. oftalmol ; 71(4): 585-588, jul.-ago. 2008. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-491895

RESUMO

As autoras relatam dois casos de discromatopsia hereditária e discutem a eficiência dos testes cromáticos no diagnóstico de uma discromatopsia. Os pacientes foram reprovados em diferentes concursos públicos federais por apresentarem diagnóstico de discromatopsia hereditária pelo teste de Ishihara. Submeteram-se a exame oftalmológico, com resultados dentro da normalidade. Procuraram novo parecer para melhor caracterização da sua discromatopsia. Não havia sintomas relacionados à deficiência. Os testes Panel D15 simples, D28 de Roth mostraram-se normais e o D15 dessaturado confirmou deutanomalia no caso 1. No segundo caso os testes de comparação mostraram alterações sem significado cromático. O diagnóstico de uma discromatopsia é muito complexo. As autoras destacam a importância de realização de testes de visão cromática complementares ao teste de Ishihara para diagnóstico de uma discromatopsia.


The authors describe two cases of hereditary dyschromatopsia and discuss the efficiency of the color vision tests. The patients were disapproved in different federal public examinations because Ishihara's test diagnosed hereditary dyschromatopsia. Ophthalmological evaluation was normal. No symptoms related to dyschromatopsia were presented. Panels D15 and Roth D 28 were normal. Desaturated D 15 showed deuteranomaly in case one. In the second case the comparative color vision tests showed nonspecific disorder. The diagnosis of dyschromatopsia is complex. The authors recommend comparative color vision tests to complement the Ishihara test for a better understanding of the color deficiency.


Assuntos
Adolescente , Adulto , Humanos , Masculino , Testes de Percepção de Cores/normas , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Testes de Percepção de Cores/métodos , Defeitos da Visão Cromática/genética
5.
Rev. ABENO ; 7(2): 117-121, maio-ago. 2007. graf
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-519017

RESUMO

O objetivo deste estudo foi identificar indivíduos deficientespara visão de cores, testando a acuidade visualdentre um grupo de estudantes de Odontologia, e compararo resultado obtido com os resultados encontradosna literatura, considerando o prejuízo das discromatopsiascongênitas para a Odontologia, especialmente naescolha da cor dental. Foram escolhidas seis cartas determinadasdentre as cartas da seqüência do Teste de Ishiharae essas foram apresentadas como seis ôslidesõ para 308indivíduos, alunos de Odontologia. Durante a apresentação,o indivíduo preenchia um formulário com suasinformações pessoais e a leitura da carta que estava vendo.O Teste de Ishihara é um teste de leitura de placas pseudo-isocromáticas usado para identificar indivíduos comdiscromatopsias congênitas; e é o mais usado dos testespara esse fim. Trezentos e oito indivíduos foram avaliados.Desses, 121 (39,3 por cento) eram homens e 187 (60,7 por cento) erammulheres, com idades entre 19 e 37 anos. Do total, 13(4,2 por cento) foram considerados indivíduos cor-deficientes: 8(6,6 por cento) homens e 5 (2,6 por cento) mulheres. Após a análise estatística,pudemos afirmar que, com 95 por cento de probabilidade,a proporção real de homens cor-deficientes está nointervalo de 3,14 por cento a 12,16 por cento; e a proporção real de mulherescor-deficientes está no intervalo de 0,96 por cento a 5,68 por centoRejeitamos a hipótese de que a população feminina desteestudo está de acordo com a encontrada na literatura.Por outro lado, a população masculina deste estudo pareceestar de acordo com os achados da literatura.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Percepção de Cores , Defeitos da Visão Cromática , Educação em Odontologia , Estudantes de Odontologia , Testes de Percepção de Cores , Análise Estatística
6.
Arq. bras. oftalmol ; 70(2): 259-269, mar.-abr. 2007. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-453166

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a freqüência de discromatopsias através da 4ª edição do teste pseudoisocromático HRR (Hardy, Rand and Rittler) entre a população indígena masculina da aldeia Lalima, etnia Terena, na região de Miranda-MS. MÉTODOS: Foram realizadas viagens à aldeia Lalima em Miranda-MS, nos meses de janeiro e fevereiro de 2005. As viagens para realizar os exames só foram iniciadas após o projeto ter sido avaliado e aprovado pelos Comitê de Ética e Pesquisa da UFMS, Comitê Nacional de Ética e Pesquisa, Fundação Nacional do índio e do cacique da aldeia Lalima. O teste HRR foi aplicado em 226 índios após terem sido submetidos a exame oftalmológico para detecção de anormalidades que pudessem comprometer a aplicabilidade do teste. O teste foi realizado sob luz natural, em dias ensolarados, sem incidência direta de sol. O teste foi aplicado e interpretado pelo mesmo examinador em todos os índios. RESULTADOS: Realizaram-se 226 exames (60,1 por cento) de uma população de 376 homens entre 10 e 45 anos de idade, que vivem na Aldeia Lalima. Não foi encontrado nenhum caso de discromatopsia na população examinada com o teste HRR. CONCLUSÃO: O resultado do presente estudo mostra a baixa prevalência de discromatopsia nesta população indígena de etnia Terena, uma vez que não se detectou nenhum caso de discromatopsia na população estudada, sendo a prevalência de discromatopsia entre homens caucasianos de 6 a 8 por cento. A ausência de discromatopsia na população estudada, no entanto, deve ser mais bem avaliada tentando aumentar o tamanho da amostra, utilização de outros testes e, principalmente, por estudos genéticos para verificar os genes codificadores dos fotopigmentos para melhor compreensão das condições relacionadas à visão de cores dessa comunidade indígena.


PURPOSE: to evaluate the frequency of dyschromatopsias among the 10 to 45-year-old male Indian population of Lalima village, Terena ethnicity, in Miranda-MS, using the fourth edition of the pseudoisochromatic HRR test (Hardy, Rand and Rittler). METHODS: Lalima village in Miranda-MS was visited in January and February 2005. The visits only occurred after the approval of the project by the Committee of Ethics and Research of UFMS, by the National Committee of Ethics and Research, by the Indian National Foundation, and by the chief of Lalima village. The test was applied in 226 Indians who had been previously submitted to ophthalmologic examination for the detection of abnormalities that could doubt the applicability of the test. The test was performed under natural illumination, in sunny days, however with no direct sunlight. The test was applied and analyzed by the same experimenter in all the Indians. RESULTS: Two hundred and twenty-six men were examined (60.1 percent) of the total male population of 376 individuals between 10 and 45 years old who live in Lalima village. No cases of dyschromatopsia were found in this population examined with the HRR test. CONCLUSIONS: Once it is known that incidence of dyschromatopsias among the white male Caucasian population is about 6-8 percent, the results of the present study indicate a low prevalence of dyschromatopsias in this Indian population of Terena ethnicity, since no cases were detected in the examined sample. Other studies using different methods must be made to reinforce the present results. It would also be interesting to genetically examine this population and verify the genes that code for photopigments.


Assuntos
Humanos , Masculino , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Testes de Percepção de Cores/métodos , Defeitos da Visão Cromática/epidemiologia , Grupos Populacionais , Distribuição por Idade , Brasil/epidemiologia , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Defeitos da Visão Cromática/etnologia , Iluminação , Estimulação Luminosa , Prevalência , Reprodutibilidade dos Testes , Estatística
7.
Braz. j. med. biol. res ; 40(3): 415-424, Mar. 2007. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-441755

RESUMO

We measured visual performance in achromatic and chromatic spatial tasks of mercury-exposed subjects and compared the results with norms obtained from healthy individuals of similar age. Data were obtained for a group of 28 mercury-exposed subjects, comprising 20 Amazonian gold miners, 2 inhabitants of Amazonian riverside communities, and 6 laboratory technicians, who asked for medical care. Statistical norms were generated by testing healthy control subjects divided into three age groups. The performance of a substantial proportion of the mercury-exposed subjects was below the norms in all of these tasks. Eleven of 20 subjects (55 percent) performed below the norms in the achromatic contrast sensitivity task. The mercury-exposed subjects also had lower red-green contrast sensitivity deficits at all tested spatial frequencies (9/11 subjects; 81 percent). Three gold miners and 1 riverine (4/19 subjects, 21 percent) performed worse than normal subjects making more mistakes in the color arrangement test. Five of 10 subjects tested (50 percent), comprising 2 gold miners, 2 technicians, and 1 riverine, performed worse than normal in the color discrimination test, having areas of one or more MacAdam ellipse larger than normal subjects and high color discrimination thresholds at least in one color locus. These data indicate that psychophysical assessment can be used to quantify the degree of visual impairment of mercury-exposed subjects. They also suggest that some spatial tests such as the measurement of red-green chromatic contrast are sufficiently sensitive to detect visual dysfunction caused by mercury toxicity.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Percepção de Cores/efeitos dos fármacos , Defeitos da Visão Cromática/induzido quimicamente , Sensibilidades de Contraste/efeitos dos fármacos , Mercúrio/toxicidade , Doenças Profissionais/induzido quimicamente , Exposição Ocupacional/efeitos adversos , Brasil , Estudos de Casos e Controles , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Poluentes Ambientais , Exposição Ambiental/efeitos adversos , Pessoal de Laboratório , Mineração , Mercúrio/urina , Doenças Profissionais/diagnóstico , Espectrofotometria Atômica , Fatores de Tempo
8.
Braz. j. med. biol. res ; 40(3): 409-414, Mar. 2007. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-441768

RESUMO

We evaluated the color vision of 24 subjects (41.6 ± 6.5 years; 6 females) who worked in fluorescent lamp industries. They had been occupationally exposed to mercury vapor (10.6 ± 5.2 years) and had been away from the source of exposure for 6.4 ± 4.04 years. Mean urinary concentration of mercury was 40.6 ± 36.4 æg/g creatinine during or up to 1 year after exposure and 2.71 ± 1.19 æg/g creatinine at the time of color vision testing or up to 1 year thereafter. All patients were diagnosed with chronic mercury intoxication, characterized by clinical symptoms and neuropsychological alterations. A control group (N = 36, 48.6 ± 11.9 years, 10 females, 1.5 ± 0.47 æg mercury/g creatinine) was subjected to the same tests. Inclusion criteria for both groups were Snellen VA 20/30 or better and absence of known ophthalmologic pathologies. Color discrimination was assessed with the Farnsworth D-15 test (D-15) and with the Lanthony D-15d test (D-15d). Significant differences were found between the two eyes of the patients (P < 0.001) in both tests. Results for the worst eye were also different from controls for both tests: P = 0.014 for D-15 and P < 0.001 for D-15d. As shown in previous studies, the D-15d proved to be more sensitive than the D-15 for the screening and diagnosis of the color discrimination losses. Since color discrimination losses were still present many years after the end of exposure, they may be considered to be irreversible, at least under the conditions of the present study.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Defeitos da Visão Cromática/induzido quimicamente , Exposição por Inalação/efeitos adversos , Mercúrio/toxicidade , Doenças Profissionais/induzido quimicamente , Exposição Ocupacional/efeitos adversos , Percepção de Cores/efeitos dos fármacos , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Doenças Profissionais/diagnóstico , Fatores de Tempo
9.
Rev. MED ; 15(1): 7-14, ene. 2007. graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-451880

RESUMO

La percepción del color constituye una de las ventajas de adaptación proporcionadas por el desarrollo evolutivo. Es uno de los mecanismos más importantes de señalización biológica y una auténtica fuente por medio de la cual los organismos obtienen información acerca del entorno. Existen factores como la edad y el sexo, ajenos al propio mecanismo fisiológico, que podrían afectar esta percepción, debido a la presencia de receptores de estrógeno en la retina. En este documento se presentan los resultados de un estudio de observación, diseñado para determinar la influencia del sexo, la edad y la presencia de defectos visuales en la percepción del color en los individuos. El montaje se basó en generar un efecto cromático en la mitad de una tarjeta trapezoidal blanca que recibe el reflejo de la otra cara, de color magenta, iluminada únicamente con luz blanca. Se tomaron datos de 561 personas (289 mujeres y 272 hombres), con edades entre 4 y 71 años. Tanto los hombres como las mujeres entre los 9 y 35 años percibieron tonalidades más claras que individuos de mayores edades (porcentaje magenta 50 por ciento), probablemente porque el proceso de oscurecimiento de la córnea y del cristalino en las personas mayores de 35 años ocasiona una tendencia a distinguir tonos más oscuros. Las mujeres distinguieron tonos más oscuros (46-50 por ciento magenta) que los hombres (38-44 por ciento), siendo significativas las diferencias en los intervalos de edad entre 9 y 13 años (p=0,04) y entre 14 y 18 años (p=0,03), que coinciden con el inicio de los cambios hormonales, en el primer caso para mujeres y en el segundo para hombres


Assuntos
Percepção de Cores , Testes de Percepção de Cores , Defeitos da Visão Cromática , Fatores Etários , Identidade de Gênero
10.
Arq. bras. oftalmol ; 69(5): 675-678, set.-out. 2006. tab
Artigo em Português, Inglês | LILACS | ID: lil-439312

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar as alterações de campo visual em usuários crônicos de tabaco e álcool por meio da perimetria azul-amarelo estratégia 10-2. MÉTODOS: Quarenta e dois olhos de vinte e um voluntários usuários de tabaco e álcool, todos do gênero masculino, foram selecionados após exame oftalmológico completo e normal, sendo submetidos a perimetria azul-amarelo estratégia 10-2. Quinze voluntários participaram do grupo controle. A análise dos dados foi realizada mediante gráfico da profundidade do defeito e número de pontos alterados. RESULTADOS: Observou-se que 40 olhos (95,3 por cento) dos usuários crônicos de tabaco e álcool, apresentaram maior freqüência de alterações no gráfico de profundidade do defeito (>10dB) e 27 olhos (64,3 por cento) apresentaram número de pontos alterados (>10 pontos), (p<0,0001). Todos os voluntários que apresentaram alterações no gráfico de profundidade do defeito e número de pontos alterados apresentavam menos que 10dB e 10 pontos alterados, respectivamente. CONCLUSÃO: Foram observados maiores números de pontos alterados e profundidade do defeito refletindo alterações nas células do sistema parvocelular, responsáveis pela função de cores nos pacientes usuários crônicos de tabaco-álcool, por meio da perimetria azul-amarelo 10-2.


PURPOSE: To evaluate the visual field changes in blue-on-yellow perimetry (B/Y) strategy 10-2 in alcohol and tobacco smoking consumers. METHODS: Forty-two eyes of twenty-one users were studied. Fifteen individuals were used as a control group. All volunteers were males. After normal ophthalmologic examinations, central 10-2 (B/Y) was performed in both eyes. Analysis of the results was performed through the alterations in the depth graph defect and number of altered points. RESULTS: It was found that the majority of the chronic alcohol and tobacco smoking consumers had a greater frequency of alterations in the depth graph defect; 40 eyes (95.3 percent), (>10dB), and 27 eyes (64.3 percent) showed a number of altered points, (>10 points), (p<0.0001). All those who were used as a control group showed alterations in the depth graph defect and number of altered points, but had less than 10dB and 10 altered points, respectively. CONCLUSION: A higher number of abnormal points and depth graph defects and number of altered points were observed in alcohol and tobacco smoking consumers reflecting a higher number of alterations in the cells of the parvocellular system, responsible for color function, by B/Y perimetry.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Alcoolismo/complicações , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Fumar/efeitos adversos , Testes de Campo Visual , Campos Visuais/fisiologia , Distribuição por Idade , Estudos de Casos e Controles , Distribuição de Qui-Quadrado , Defeitos da Visão Cromática/etiologia , Estudos Prospectivos , Distribuição por Sexo , Testes de Campo Visual
11.
Arq. bras. oftalmol ; 69(5): 766-775, set.-out. 2006. ilus, tab
Artigo em Português, Inglês | LILACS | ID: lil-439331

RESUMO

A avaliação do senso cromático tem grande valor na clínica oftalmológica, tanto para diagnóstico dos defeitos congênitos (daltonismo), como para diagnóstico e acompanhamento dos defeitos adquiridos. Diversos testes clínicos podem ser aplicados para esse fim. Porém, é necessário conhecermos a proposta e a sensibilidade de cada um deles, pois existem grandes variações de resultados, dependendo da doença que se procura diagnosticar, se congênita ou adquirida. Buscamos com este trabalho revisar os tipos de defeitos da sensibilidade cromática e fornecer informações sobre os principais testes utilizados, bem como sua melhor aplicação. Enfatizamos, ainda, a importância da padronização da iluminação do ambiente onde são aplicados esses testes.


Evaluation of the chromatic sense has a great value in ophthalmic practice, both for diagnosis of the congenital defects (daltonism), as well as for diagnosis and follow-up of acquired defects. Many clinical tests are available to be used for this purpose. However it is necessary to know the details and sensitivity of each test, since there are many variations in the results, depending on the searched condition, if congenital or acquired pathologies. Our goal is to review the types of defects of the chromatic sense and provide information about the main current available tests and their best purpose. We further emphasize the importance of standard illumination procedure in the application of the tests.


Assuntos
Humanos , Testes de Percepção de Cores/métodos , Percepção de Cores/fisiologia , Defeitos da Visão Cromática/diagnóstico , Luz , Sensibilidade e Especificidade , Limiar Sensorial
13.
Diagnóstico (Perú) ; 44(1): 16-20, ene.-mar. 2005. graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-423599

RESUMO

El propósito del presente estudio es determinar la frecuencia de discromatopsia en escolares de nuestra localidad y analizar la asociación entre el nivel deficiente de vitamina A y la alteración en la visión de colores. El presente trabajo es un estudio descriptivo de tipo transversal. Evaluamos un total de 39 niños del "Colegio San Rafael", del distrito de La Victoria, Lima - Perú durante el mes de Octubre del año 2002. Se estudió la percepción de colores a través del test de Platos Pseudoisocromáticos de Ishihara. Además, se determinó el nivel de vitamina A en los estudiantes (mediante la concentración sérica de retinol y a través de una encuesta sobre el consumo de alimentos ricos en vitamina A) y se analizó su relación con la presencia de discromatopsias. La frecuencia de discromatopsia en el presente estudio fue de 5.13 por ciento (2 pacientes), siendo el 100 por ciento de los casos de sexo masculino. También se encontró que el 15.38 por ciento (6 pacientes) presentaban niveles deficientes de retinol sérico (<20 ug/dL); mientras que el 64.10 por ciento (25 pacientes) presentaban consumo insuficiente de alimentos ricos en vitamina A. No se encontró asociación estadísticamente significativa entre el nivel deficiente de vitamina A y presencia de discromatopsia. Sin embargo, será de gran utilidad realizar un diagnóstico precoz de las alteraciones visuales y estudiar de manera continua el estado nutricional en los niños para evitar complicaciones no deseadas en el futuro.


Assuntos
Pré-Escolar , Masculino , Humanos , Feminino , Criança , Percepção de Cores , Defeitos da Visão Cromática , Testes de Percepção de Cores , Vitamina A , Deficiência de Vitamina A , Estudos Transversais , Epidemiologia Descritiva
14.
Arq. bras. oftalmol ; 67(6): 867-876, nov.-dez. 2004. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-393147

RESUMO

OBJETIVOS: Descrever o quadro clínico e os resultados dos exames complementares dos pacientes portadores das seguintes distrofias retinianas: amaurose congênita de Leber (ACL), acromatopsia, distrofia de cones e distrofia mista, atendidos no Serviço de Visão Subnormal do Hospital São Geraldo da UFMG, no período de 1992 a 2003. MÉTODOS: Análise retrospectiva dos prontuários de 40 pacientes, sendo 10 portadores de ACL, 17 com acromatopsia, 6 com distrofia de cones e 7 com distrofia mista. RESULTADOS: A acuidade visual foi extremamente baixa na ACL, variando de 20/710 a percepção luminosa. Situou-se em torno de 20/200 na acromatopsia, 20/280 na distrofia de cones e 20/260 na mista. A alta hipermetropia foi o erro refracional mais comum na ACL, ao passo que a hipermetropia predominou na acromatopsia e na distrofia de cones e a miopia na mista. A fundoscopia mostrou-se alterada na maioria dos casos de ACL, distrofia de cones e distrofia mista e normal na maioria dos acromatas. A compressão óculo-digital e o enoftalmo foram exclusivos da ACL, ao passo que a fotofobia e a dificuldade na discriminação de cores predominaram nos outros grupos. O nistagmo e o estrabismo foram freqüentes em todos eles. O atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor foi muito freqüente no grupo da ACL e quase ausente nos demais. A ACL apareceu associada a síndromes genéticas em 2 casos. Os sintomas da ACL e da acromatopsia se manifestaram ao nascimento ou no 1º ano de vida, ao passo que na distrofia de cones e na mista surgiram também em idades mais avançadas, porém não depois dos 10 anos. A consangüinidade e a história familiar positiva foram altamente prevalentes em todos os grupos. O ERG mostrou ausência de resposta na ACL, redução da resposta fotópica na acromatopsia e na distrofia de cones e redução difusa na mista. Os testes de visão de cores mostraram alterações principalmente na acromatopsia e na distrofia de cones. CONCLUSÕES: As distrofias retinianas da infância são um grupo heterogêneo de doenças que se manifestam por meio de sintomas inespecíficos. Uma análise cuidadosa dos sintomas, o exame oftalmológico completo e os exames complementares, principalmente ERG, testes de visão de cores e campo visual, podem ser úteis em seu diagnóstico.


Assuntos
Lactente , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Masculino , Feminino , Humanos , Cegueira , Defeitos da Visão Cromática , Células Fotorreceptoras Retinianas Cones/anormalidades , Células Fotorreceptoras de Vertebrados , Retinite Pigmentosa , Estudos Retrospectivos , Baixa Visão , Acuidade Visual
15.
Bol. Asoc. Méd. P. R ; 96(2): 84-90, Mar.-Apr. 2004.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-411070

RESUMO

PURPOSE: To study color vision in patients with oculocutaneous albinism (OCA) METHODS: We evaluated color vision in 42 patients with OCA using the HRR color plates. Sixty seven percent of the patients had the Hermansky-Pudlak syndrome (HPS), diagnosed genetically or clinically. The remaining patients had unknown mutations leading to OCA. RESULTS: 47.6 of patients of OCA of all types included had a color vision defect. Of these, 55 were female and 45 were male patients. 50 of patients with the HPS (all types) had a color vision deficit. 42.9 of patients with OCA of unknown type had color weakness. 57.1 had normal color vision. CONCLUSIONS: Results suggest that many patients with OCA and the HPS have a mild red-green color perception deficiency that is not a sex linked trait. The prevalence of color vision deficits in our study population increased with decreasing visual acuity


Assuntos
Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Humanos , Percepção de Cores , Defeitos da Visão Cromática/etiologia , Síndrome de Hermanski-Pudlak/complicações , Albinismo Oculocutâneo/classificação , Albinismo Oculocutâneo/complicações , Albinismo Oculocutâneo/fisiopatologia , Defeitos da Visão Cromática/epidemiologia , Defeitos da Visão Cromática/genética , Heterogeneidade Genética , Genótipo , Incidência , Fenótipo , Estudos Prospectivos , Percepção de Cores/genética , Proteínas de Membrana/genética , Proteínas de Transporte/genética , Síndrome de Hermanski-Pudlak/classificação , Síndrome de Hermanski-Pudlak/genética , Síndrome de Hermanski-Pudlak/fisiopatologia , Acuidade Visual
16.
Arq. bras. oftalmol ; 66(3): 293-297, maio-jun. 2003.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-345633

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a função visual pela eletrorretinografia de campo total e pela acuidade visual em pacientes com distrofia de cones. MÉTODOS: Um grupo de 23 pacientes (16 do sexo feminino e 7 do sexo masculino) com distrofia de cones foi avaliado no Laboratório de Eletrofisiologia Visual Clínica do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo. A avaliação constou de: sinais e sintomas, acuidade visual medida pela tabela ETDRS ou de Snellen e função retiniana pela eletrorretinografia de campo total. As amplitudes pico-a-pico (µV) e o tempo de culminação da onda-b (ms) foram comparadas com normas descritas na literatura. RESULTADOS: A acuidade visual no melhor olho variou de 0,07 a 3,00 logMAR (20/25-MM a 10 cm), com média de 0,85±0,64 logMAR (20/140). A média da amplitude pico-a-pico das respostas escotópicas de bastonetes foi de 144,29±80,05 µV com média do tempo de culminação da onda-b de 92,85±9,02 ms (normal para a idade). A média da amplitude pico-a-pico para respostas fotópicas de cones foi de 5,06±8,59 µV (reduzida para a idade) com média do tempo de culminação da onda-b de 43,4±14,5 ms (atrasado para a idade) nos pacientes com resposta detectável e para as respostas do flicker, a amplitude foi de 5,00±9,00 µV (reduzida para a idade) com média do tempo de culminação da onda-b de 32,90±12,87 ms (atrasado para a idade). CONCLUSÃO: A acuidade visual média encontrada neste grupo de pacientes com distrofia de cones foi de 0,85 logMAR (20/140). A fotofobia foi o sintoma mais freqüente juntamente com a baixa de visão e deficiência de visão de cores. Em 10/23 pacientes o diagnóstico foi feito pela eletrorretinografia, devido à ausência de alterações fundoscópicas.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Percepção Visual/fisiologia , Retinite Pigmentosa , Baixa Visão/fisiopatologia , Defeitos da Visão Cromática , Eletrorretinografia , Ofuscação , Percepção de Cores/fisiologia , Fotofobia , Acuidade Visual
17.
Arq. bras. oftalmol ; 66(3): 381-384, maio-jun. 2003. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-345647

RESUMO

As autoras propõem a utilização de lentes de contato filtrantes coloridas para melhora da discriminação de cores e do ofuscamento, em portadores de discromatopsia, na impossibilidade de montagem de filtros coloridos em óculos. Foram adaptadas lentes de contato filtrantes coloridas em dois portadores de discromatopsias, um com deutanopia e outro com acromatopsia. No primeiro, adaptou-se lente rígida filtrante, de polimetilmetacrilato (PMMA), vermelha, no olho não dominante, com o objetivo de melhorar a discriminação de cores. No segundo, colocou-se lente filtrante gelatinosa, de uso diário, de coloração marrom escuro com pupila âmbar, visando melhorar o ofuscamento. No primeiro caso, o paciente manteve inalterada a acuidade visual e também o contraste, porém demonstrou melhora na discriminação das cores ao teste de PV-16. No segundo caso, houve melhora subjetiva acentuada do ofuscamento tanto em ambiente interno, como externo. A acuidade visual e a visão de cores permaneceram sem alterações. Os achados sugerem a possibilidade de contarmos com as lentes de contato filtrantes coloridas como importante auxílio para a melhora na discriminação de cores e ofuscamento, nas discromatopsias.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Defeitos da Visão Cromática , Lentes de Contato , Percepção de Cores , Ofuscação , Testes de Percepção de Cores/métodos
18.
Arq. bras. oftalmol ; 65(6): 651-654, nov.-dez. 2002. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-324553

RESUMO

Objetivo: Estudar a acuidade visual dos candidatos a condutores de veículos da cidade de Pelotas e sua associação com as características sociodemográficas dos candidatos. Métodos; Foram examinados 1.010 candidatos a condutores em um serviço médico autorizado pelo Detran. Avaliou-se a acuidade visual, com e sem correção, bem como a sua relação com a visão de cores, sexo, idade e profissão dos entrevistados, por meio da análise de freqüências e de teste para associação. Resultados: Deste contingente 73,0 por cento eram do sexo masculino, 65,0 por cento tinham idade entre 18 e 45 anos, 51,4 por cento ocupavam o setor de serviços e 25,0 por cento utilizavam meio de correção visual: Sob o ponto de vista oftalmológico, 0,5 por cento dos entrevistados não poderiam dirigir veículos automotores e 4,7 por cento só poderiam obter habilitação para condução veicular; nas categorias A e B. Mostrou-se associada à acuídade visual baixa a maior longevidade. Conclusão: Baseado nos resultados, sugere-se menor intervalo de tempo para reavaliação visual dos motoristas das categorias C, D e E.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Exame para Habilitação de Motoristas , Defeitos da Visão Cromática , Percepção de Cores/fisiologia , Transtornos da Visão/diagnóstico , Testes Visuais , Acuidade Visual , Adolescente , Brasil , Fatores Sexuais , Fatores Socioeconômicos
19.
Arq. bras. oftalmol ; 65(4): 419-426, jul.-ago. 2002. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-315442

RESUMO

Objetivos: A atrofia óptica autossômica dominante, tipo Kjer ou juvenil, é neuropatia óptica hereditária que causa perda de acuidade visual, anormalidades da visão de cores e defeitos do campo visual, caracterizada por palidez do disco óptico. O gene desta doença foi mapeado por análise de ligação genética em um intervalo de 1,4 cM no cromossomo 3q28-29 entre os marcadores microssatélites D3S3669 e D3S3562. Embora a maioria das famílias estudadas tenha mostrado ligação para a região cromossômica 3q28-29, uma família foi mapeada no cromossomo 18q12.2-12.3. Este trabalho analisa a ligação da atrofia óptica em três famílias com marcadores polimórficos para os cromossomos 3q28-29 e 18q12.2-12.3. Métodos: Cinqüenta e sete indivíduos de três famílias foram submetidos a exame oftalmológico e coleta de sangue. O DNA foi extraído e amplificado em reações de polimerase em cadeia (PCR) com marcadores polimórficos para os cromossomos 3q28-29 e 18q12.2-12.3. Os fragmentos de PCR foram mensurados em seqüenciador automático (373 DNA sequencer). Estes -números foram utilizados como alelos para análise de haplótipos. Os "lod scores" foram calculados pelo programa MLINK. Resultados: Na primeira família houve suspeita da atrofia óptica mapear para o cromossomo 3q28-29, mas sem significância estatística no valor do "lod score". Na segunda família a atrofia óptica apresentou ligação para este locus. Os eventos de recombinação nesta família localizaram o gene num intervalo de 2 cM entre os marcadores D3S3669 e D3S2305. O "lod score" máximo obtido foi de 3,56 no theta de 0,00 com o marcador D3S3669. A terceira família não apresentou ligação nos cromossomos 3q28-29 e 18q12.2-12.3. Conclusão: O fato da terceira família não mapear para nenhum dos dois loci já descritos é indicativo de que existe heterogeneidade genética na atrofia óptica autossômica dominante e levanta a possibilidade de existir um terceiro locus para esta doença.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Ligação Genética , Mapeamento Cromossômico/métodos , Atrofias Ópticas Hereditárias , Idoso de 80 Anos ou mais , Atrofias Ópticas Hereditárias/complicações , Defeitos da Visão Cromática , Disco Óptico/anormalidades , Acuidade Visual , Campos Visuais
20.
Arq. bras. oftalmol ; 65(1): 53-58, jan.-fev. 2002. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-308688

RESUMO

Objetivo: Apresentar a importância do uso da tabela de Ishihara para o diagnóstico das discromatopsias congênitas e avaliação da incidência em motoristas, observando-se os erros mais comuns no teste da Caixa de Cores. Além disso, abordar a relação entre discromatopsias congênitas, condução de veículo e acidentes de tráfego. Métodos: Foram examinados 523 motoristas, seguindo as normas da resolução 734/89 do Contran. Os motoristas foram submetidos ao teste de cores com a Tabela de lshihara, e os que tinham discromatopsias foram submetidos ao teste da Caixa de Cores, com luzes dispostas como em um semáforo. Resultados: Encontrou-se uma incidência de discromatopsias de 5,5 por cento (29 pacientes). Destes, 3 pacientes foram excluídos do estudo, 16 possuíam o grau forte e 10, o grau moderado. Desse último grupo, 7 apresentaram-se com deuteranomalia e 3 com protanomalia. Dos 7 com deuteranomalia, 3 apresentaram alterações no teste da Caixa de Cores. Dos 3 com protanomalia, 1 paciente teve exame alterado. Dos pacientes de grau forte, 14 possuíam deuteranopia e 2 protanopia, sendo que todos apresentaram alterações no teste da Caixa de Cores. Conclusão: Todos os pacientes com discromatopsias de grau forte e metade dos pacientes com grau moderado cometeram erros no teste da Caixa de Cores. Conclui-se que não haveria necessidade de ser realizado o teste para diferenciar as cores, desde que se faça o uso da tabela de lshihara para diagnosticar as discromatopsias congênitas.


Assuntos
Humanos , Condução de Veículo , Defeitos da Visão Cromática , Acidentes de Trânsito , Percepção de Cores/fisiologia , Estudos Prospectivos , Testes de Percepção de Cores/métodos
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