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1.
Coluna/Columna ; 19(1): 74-79, Jan.-Mar. 2020. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1089640

RESUMO

ABSTRACT Objective We aim to identify retrospectively surgically treated patients with an ankylosed spine who sustained a vertebral fracture. Our goal is to evaluate the main outcomes and complications. Methods We selected patients through the database of surgical interventions in the setting of fractures of an ankylosed spine segment between January 1st 2008 and June 30th 2018. We collected data from digital medical records. The parameters analyzed include hospital length of stay, Intensive Care Unit (ICU) admission, perioperative and postoperative complications as well as neurological evolution. Results Fractures occurred in 14 patients with ankylosing spondylitis (82%) and 3 patients with diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (18%). All patients were male and the mean age was 69 years. Fourteen fractures occurred after minor trauma (83%), of which 11 were due to falls from standing height or lower (65%). The cervical spine represents the majority of the levels involved (65%). Seven patients were admitted to the ICU (41%) and 11 suffered neurological damage. There was improvement of neurological status in less than 50% and there were high percentages of post-operative complications. Conclusion Patients with ankylosed spine diseases are at higher risk for vertebral fracture, even after minor trauma, and these are located predominantly in the cervical spine. The surgical treatment of these conditions is effective as it allows improvement of the patient's neurological status. However, they still present higher morbidity and mortality, as well as increased post-op complications. Prevention of falls may drastically change patients' outcome, neurological function and independence in activities of daily living. Level of evidence IV; A case series therapeutic study.


RESUMO Objetivo Identificar retrospetivamente casos de tratamento cirúrgico de fraturas vertebrais em pacientes com coluna anquilosada. O nosso propósito consiste em avaliar os principais desfechos e respectivas complicações. Métodos Selecionamos pacientes através do banco de dados de intervenções cirúrgicas no quadro de fraturas de um segmento da coluna anquilosada entre 1 de janeiro de 2008 a 30 de junho de 2018. Coletamos os dados a partir dos prontuários médicos digitais. Os parâmetros analisados incluem período de internação hospitalar, admissão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), complicações pré- e pós-operatórias, assim como evolução neurológica. Resultados As fraturas ocorreram em 14 pacientes com espondilite snquilosante (82%) e em 3 pacientes com hiperostose esquelética difusa idiopática (18%). Todos os pacientes eram do sexo masculino e a idade média era de 69 anos. Quatorze fraturas ocorreram devido a trauma menor (83%), das quais 11 eram devido a quedas da própria altura ou inferiores (65%). A coluna cervical representa a maioria dos níveis envolvidos (65%). Sete pacientes foram admitidos na UTI (41%) e 11 sofreram lesão neurológica. Houve melhoria do estado neurológico em menos de metade dos pacientes e altas porcentagens de complicações pós-operatórias. Conclusão Os pacientes com doenças da coluna anquilosada têm maior risco de fraturas vertebrais, mesmo após trauma menor, localizando-se predominantemente na coluna cervical. O tratamento cirúrgico dessas condições é eficaz, uma vez que permite melhora do estado neurológico do paciente. Entretanto, ainda apresentam altos índices de morbilidade e mortalidade, assim como maior incidência de complicações pós-operatórias. A prevenção de quedas pode alterar drasticamente o desfecho, função neurológica e independência nas atividades diárias do paciente. Nível de evidência IV; Estudo terapêutico de série de casos.


RESUMEN Objetivo Identificar retrospectivamente casos de tratamiento quirúrgico de fracturas vertebrales en pacientes con columna anquilosada. Nuestro propósito consiste en evaluar sus principales resultados y respectivas complicaciones. Métodos Seleccionamos pacientes mediante banco de datos de intervenciones quirúrgicas en el cuadro de fracturas de un segmento de la columna anquilosada entre el 1 de enero de 2008 al 30 de junio de 2018. Recolectamos los datos a partir de los prontuarios médicos digitales. Los parámetros analizados incluyen período de internación hospitalaria, admisión en la Unidad de Tratamiento Intensivo (UTI), complicaciones pre y postoperatorias, así como evolución neurológica. Resultados Las fracturas ocurrieron en 14 pacientes con espondilitis anquilosante (82%) y en 3 pacientes con hiperostosis esquelética difusa idiopática (18%). Todos los pacientes eran del sexo masculino y la edad promedio era de 69 años. Catorce fracturas ocurrieron debido a trauma menor (83%), de las cuales 11 eran debido a caídas de la propia altura o inferiores (65%). La columna cervical representa la mayoría de los niveles implicados (65%). Siete pacientes fueron admitidos en la UTI (41%) y 11 sufrieron lesión neurológica. Hubo mejora del estado neurológico en menos de la mitad de los pacientes y altos porcentajes de complicaciones postoperatorias. Conclusión Los pacientes con enfermedades de la columna anquilosada tienen mayor riesgo de fracturas vertebrales, incluso después de trauma menor, localizándose predominantemente en la columna cervical. El tratamiento quirúrgico de esas condiciones es eficaz, ya que permite mejora del estado neurológico del paciente. Entretanto, aún presentan altos índices de morbilidad y mortalidad, así como mayor incidencia de complicaciones postoperatorias. La prevención de caídas puede alterar drásticamente los resultados, función neurológica e independencia en las actividades diarias del paciente. Nivel de evidencia IV; Estudio terapéutico de serie de casos.


Assuntos
Humanos , Coluna Vertebral , Espondilite Anquilosante , Fraturas da Coluna Vertebral , Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática
2.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 84(4): 406-419, dic. 2019. []
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1057065

RESUMO

Comunicamos dos casos de fracturas lumbares bajas de tipo estallido con compromiso de la cuarta vértebra lumbar (L4), en pacientes que desarrollan la actividad conocida como "jineteada gaucha", quienes sufrieron una caída de tipo "voleo", en la cual el caballo cae hacia atrás sobre su dorso aprisionando al jinete contra el suelo. Nivel de Evidencia: IV


We discuss two cases of lumbar burst fractures at the fourth lumbar spine vertebra (L4), in patients engaging in a type of horseriding activity known as jineteada gaucha, in which the horse falls on its back, holding the rider against the ground. Level of Evidence: IV


Assuntos
Adolescente , Adulto , Acidentes por Quedas , Fraturas da Coluna Vertebral , Cavalos , Vértebras Lombares/cirurgia , Vértebras Lombares/lesões
3.
Coluna/Columna ; 18(4): 313-317, Oct.-Dec. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1055987

RESUMO

ABSTRACT Objective: To assess the efficacy and use of vertebroplasty as a prophylactic measure to prevent stress fractures of vertebrae adjacent to transpedicular screw fixation with augmentation for osteoporosis. Methods: An experimental cadaveric study was performed to assess the overall strength of 10 cadaveric blocks of T10-L4 vertebral segments with simulation of L1 fracture and T12-L2 transpedicular 4-screw system with augmentation. T11 and L2 vertebroplasty cranial and caudal to the transpedicular system was performed in 5 blocks in the main group. Stress testing of the blocks was performed by placing them under a vertically directed load until destruction. Results: Vertically directed load on the blocks in the main group (0.84 ± 0.39831 kN) resulted in T11 vertebrae fractures. Vertebrae with augmentation were resistant to the load in the main group. T10 vertebrae fractures in the blocks of the main group occurred at a load of 1.91 ± 0.40566 kN. Conclusion: 1. The adjacent T11 vertebra is the weakest vertebra in the anatomical blocks of T10-L4 vertebral segments with simulation of L1 fracture (type A according to the AO/Magerl classification) and the T12-L2 4-screw transpedicular system with augmentation. 2. Bone cement injection into the T11 cranial vertebra adjacent to the level of fixation increases the overall strength of the blocks 3. Vertebroplasty of the overlying vertebra is an effective way to prevent its fracture and in case of osteoporosis. 4. Prophylactic vertebroplasty of the vertebra caudal to the level of fixation is unnecessary due to the insignificant risk of a fracture. Level of Evidence III; Experimental - Quasi experiments


RESUMO Objetivo: Avaliar a eficácia e o uso da vertebroplastia como medida profilática para prevenir fraturas por estresse das vértebras adjacentes à fixação com parafuso transpedicular com o aumento da osteoporose. Métodos: Foi realizado um estudo cadavérico experimental para avaliar a resistência global de 10 blocos cadavéricos dos segmentos T10-L4 com simulação de fratura de L1 e sistema com 4 parafusos transpediculares em T12-L2 com aumento. A vertebroplastia de T11-L2 cranial e caudal ao sistema transpedicular foi realizada em 5 blocos no grupo principal. Os testes de estresse nos blocos foram realizados aplicando-se carga vertical até ocorrência de fratura. Resultados: A carga vertical sobre os blocos no grupo principal (0,84 ± 0,39831 kN) resultou em fratura da vértebra T11. As vértebras com aumento foram resistentes à carga no grupo principal. As fraturas da vértebra T10 nos blocos do grupo principal ocorreram com carga de 1,91 ± 0,40566 kN. Conclusão: 1. A vértebra adjacente à T11 é a mais fraca nos blocos anatômicos dos segmentos vertebrais T10-L4 com simulação de fratura de L1 (tipo A de acordo com a classificação AO/Magerl) e do sistema transpedicular com 4 parafusos T12-L2 com aumento. 2. A injeção de cimento ósseo na vértebra adjacente à T11 em sentido cranial ao nível de fixação aumenta a resistência global dos blocos. 3. A vertebroplastia da vértebra sobrejacente é uma forma eficaz de prevenir a fratura nos casos de osteoporose. 4. A vertebroplastia profilática da vértebra caudal ao nível de fixação é desnecessária devido ao risco insignificante de fratura. Nível de Evidência III; Experimental - Quase experimentos.


RESUMEN Objetivo: Evaluar la eficacia y el uso de la vertebroplastia como medida profiláctica para prevenir fracturas por estrés de las vértebras adyacentes a la fijación con tornillo transpedicular con aumento de la osteoporosis. Métodos: Se realizó un estudio cadavérico experimental para evaluar la resistencia global de 10 bloques cadavéricos de los segmentos T10-L4 con simulación de fractura de L1 y sistema con 4 tornillos transpediculares en Th12-L2 con aumento. La vertebroplastia de T11-L2 craneal y caudal al sistema transpedicular se realizó en 5 bloques en el grupo principal. Los tests de estrés en los bloques fueron realizados aplicándose carga vertical hasta la ocurrencia de fractura. Resultados: La carga vertical sobre los bloques en el grupo principal (0,84 ± 0,39831 kN) resultó en fractura de la vértebra T11. Las vértebras con aumento fueron resistentes a la carga en el grupo principal. Las fracturas de la vértebra T10 en los bloques del grupo principal ocurrieron con carga de 1,91 ± 0,40566 kN. Conclusión: 1. La vértebra adyacente a T11 es la más débil en los bloques anatómicos de los segmentos vertebrales T10-L4 con simulación de fractura de L1 (tipo A según la clasificación AO/Magerl) y del sistema transpedicular con 4 tornillos T12-L2 con aumento. 2. La inyección de cemento óseo en la vértebra adyacente a la T11 em sentido craneal al nivel de fijación aumenta la resistencia global de los bloques 3. La vertebroplastia de la vértebra suprayacente es una forma efectiva de prevenir la fractura en los casos de osteoporosis. 4. La vertebroplastia profiláctica de la vértebra caudal al nivel de fijación es innecesaria debido al riesgo no significativo de fractura. Nivel de evidencia III; Experimental - Cuasi experimentos.


Assuntos
Humanos , Osteoporose , Coluna Vertebral , Fraturas da Coluna Vertebral
4.
Coluna/Columna ; 18(4): 268-271, Oct.-Dec. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1055991

RESUMO

ABSTRACT Objective: To evaluate the profile of patients with fracture and / or dislocation of the subaxial cervical spine using the new AOSpine classification and to correlate it with the trauma mechanism and the type of neurological deficit. Methods: Analyses were performed of the medical records of patients admitted to a tertiary hospital with fracture and / or subaxial cervical dislocation during the period from 2009 to 2016. For the evaluation of the association between the two categorical variables, the Chi-square test was used with a significance level of p <0.05. Results: A total of 67 medical records were analyzed, in which a higher prevalence of type C fractures (49.3%) was observed. The neurological subclassification N4 (35.8%) was the most prevalent type found, followed by subtype N0 (26.9%). Among the main injury mechanisms found, the most prevalent was the motorcycle accident (29.9%). There was no statistically significant association between the injury mechanism and the AOSpine morphological classification (p> 0.05) or neurological deficit (p> 0.05). Conclusion: Cervical fractures of type C, due to automobile accidents were the most prevalent. It was not possible to determine an association between the degree of neurological involvement and the morphology of the injury. Level of Evidence II; Retrospective study.


RESUMO Objetivo: Avaliar o perfil dos pacientes com fratura e/ou luxação da coluna cervical subaxial por meio da nova classificação AOSpine e correlacionar com o mecanismo de trauma e o tipo de déficit neurológico. Métodos: Foram realizadas análises dos prontuários médicos dos pacientes admitidos em um hospital terciário com fratura e/ou luxação cervical subaxial entre o período de 2009 a 2016. Para a avaliação da associação entre as duas variáveis categóricas, utilizou-se o teste Qui-quadrado com nível de significância de p<0,05. Resultados: Foram analisados 67 prontuários, em que se obteve maior prevalência para as fraturas do tipo C (49,3%). A subclassificação neurológica N4 (35,8%) foi o tipo mais prevalente encontrado, seguido pelo subtipo N0 (26,9%). Entre os principais mecanismos de lesão encontrados, o mais prevalente foi o acidente motociclístico (29,9%). Não foi observada associação estatisticamente significativa entre o mecanismo de lesão com a classificação morfológica AOSpine (p > 0,05) ou com o déficit neurológico (p > 0,05). Conclusão: As fraturas cervicais do tipo C, devido a acidentes automobilísticos, foram as mais prevalentes. Não foi possível obter associação entre o grau de acometimento neurológico e a morfologia da lesão. Nível de evidência II; Estudo Retrospectivo.


RESUMEN Objetivo: Evaluar el perfil de los pacientes con fractura y / o luxación de la columna cervical subaxial por medio de la nueva clasificación AOSpine y correlacionar con el mecanismo de trauma y el tipo de déficit neurológico. Métodos: Se realizaron análisis de los historiales médicos de los pacientes admitidos en un hospital terciario con fractura y/o luxación cervical subaxial entre el período de 2009 a 2016. Para la evaluación de la asociación entre dos variables categóricas, se utilizó el test Chi-cuadrado, con nivel de significancia de p <0,05. Resultados: Se analizaron 67 historiales, en que se obtuvo mayor prevalencia para las fracturas del tipo C (49,3%). La subclasificación neurológica N4 (35,8%) fue el tipo más prevalente encontrado, seguido del subtipo N0 (26,9%). Entre los principales mecanismos de lesión encontrados, el más prevalente fue el accidente motociclístico (29,9%). No se observó asociación estadísticamente significativa entre el mecanismo de lesión con la clasificación morfológica AOSpine (p> 0,05) o con el déficit neurológico (p> 0,05). Conclusión: Las fracturas cervicales del tipo C, debido a accidentes automovilísticos, fueron las más prevalentes. No fue posible obtener asociación entre el grado de afectación neurológica y la morfología de la lesión. Nivel de evidencia II; Estudio retrospectivo.


Assuntos
Humanos , Traumatismos da Coluna Vertebral , Coluna Vertebral , Fraturas da Coluna Vertebral , Medula Cervical
6.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 84(3): 216-223, jun. 2019.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1020336

RESUMO

Introducción: Las lesiones del saco dural con atrapamiento de la cauda equina entre los fragmentos óseos pueden estar asociadas con fracturas toracolumbares. Objetivo: Realizar un análisis retrospectivo de las variables clínico-radiográficas y el sistema de clasificación AOSpine y la posibilidad de lesión dural asociada en una serie de fracturas toracolumbares por estallido, tratadas en nuestro Centro. Materiales y Métodos: Estudio retrospectivo, observacional de una serie de pacientes con fracturas toracolumbares con compromiso del muro posterior operados en nuestra institución, entre enero de 2012 y diciembre de 2017. Resultados: Se incluyeron 46 pacientes, 16 casos con lesión del saco dural asociada. Las variables porcentaje de ocupación del canal, distancia interpedicular, ángulo del fragmento retropulsado y déficit neurológico asociado mostraron diferencias estadísticamente significativas según la comparación en función de la presencia o ausencia de lesión dural (p = 0,046, p = 0,007, p = 0,046 y p = 0,004, respectivamente). Conclusiones: Según nuestros resultados, la lesión dural traumática podría ser contemplada en la planificación del tratamiento de fracturas toracolumbares ante fragmentos voluminosos del muro posterior con ángulo agudo, compromiso severo del canal raquídeo, distancia interpedicular elevada y daño neurológico asociado, tal como se propone en la bibliografía. Nivel de Evidencia: IV


Introduction: Fractures of the thoracolumbar spine can trigger thecal sac injuries due to the impingement of the cauda equina between bone fragments. Objective: To carry out a retrospective analysis of clinical and radiological variables, the AOSpine Classification System and the possibility of secondary thecal sac injury in a series of thoracolumbar burst fractures treated at our center. Materials and Methods: A retrospective, observational study of a series of patients with thoracolumbar fractures with compromise of the posterior vertebral body wall, who underwent surgery at our center between January 2012 and December 2017. Results: Forty-six patients were included, 16 of which had secondary thecal sac injury. The differences in the variables-percentage of spinal canal involvement, interpedicular distance, angle of the retropulsed fragment, neurological deficit and type C fractures-were statistically significant according to the comparison made with the presence or absence of thecal sac injury (p=0.046, p=0.007, p=0.046, p=0.004, p=0,001 respectively). Conclusions: This study suggests that traumatic thecal sac injury could be suspected when managing burst fractures with prominent fragments in the posterior vertebral body wall, acute angle of the retropulsed fragment, severe compression of the spinal canal, wide interpedicular distance, neurological deficit and fracture displacement (fracture type C according to the AOSpine Classification System). Level of Evidence: IV


Assuntos
Adulto , Traumatismos da Coluna Vertebral , Vértebras Torácicas/lesões , Fraturas da Coluna Vertebral/classificação , Dura-Máter/lesões , Vértebras Lombares/lesões
7.
Actual. osteol ; 15(1): 57-64, ene. abr. 2019. ilus., tab.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1049428

RESUMO

Los tratamientos para osteoporosis se indican por tiempo variable dependiendo del tipo de droga, anabólica o anticatabólica, y de la gravedad de la enfermedad. Denosumab es un anticuerpo monoclonal totalmente humano que inhibe a RANK-L evitando de esa manera la interacción entre RANKL-RANK, con la consiguiente inhibición de la formación de los osteoclastos, su activación y sobrevida. Disminuye la resorción ósea cortical y trabecular. Su administración subcutánea de 60 mg cada 6 meses al cabo de 3 años ha demostrado reducción de la resorción ósea, incremento de la densidad mineral ósea y disminución de las fracturas vertebrales, no vertebrales y de cadera. Está indicado para el tratamiento de la osteoporosis con alto riesgo de fractura. Su mecanismo de acción es reversible. Se han descripto pérdida de la DMO y elevación de los marcadores de remodelado óseo postsuspensión. Una situación clínica grave son las fracturas vertebrales múltiples postsuspensión. Este evento es infrecuente y se lo atribuye a un rebote del remodelado óseo, postulándose se postula una predisposición especial, probablemente relacionada con microRNA. Se escriben dos mujeres con osteoporosis que presentaron este cuadro. Las fracturas ocurrieron entre 7 y 10 meses posteriores a la última dosis de denosumab. Registraron elevación de C-telopéptidos y disminución de la DMO conjuntamente con las fracturas vertebrales agudas en cascada. (AU)


The duration of osteoporosis treatments depends on the drug type, anabolic or anticatabolic, and the severity of the disease. Denosumab is a fully human monoclonal antibody that inactivates RANK-L, inhibiting the RANKL-RANK interaction . This inhibits osteoclast formation, activation, and survival. It also reduces cortical and trabecular bone resorption. Subcutaneous administration of 60 mg every 6 months for 3 years has reduced bone resorption, increased bone mineral density (BMD) and decreased vertebral, non-vertebral and hip fractures. It is indicated for the treatment of osteoporosis with high risk of fracture. Denosumab mechanism of action is reversible. After discontinuation, loss of BMD and elevation of bone turnover markers have been observed. In addition, multiple vertebral fractures after the suspension of the drug have been reported. These rebound-associated vertebral fractures are rare. A special genetic predisposition related to miRNA has been proposed. Two women with this clinical presentation are described. Fractures occurred between 7 and 10 months respectively after the last dose of denosumab. They presented with an increase in circulating C-telopeptid levels and a decrease inBMD with acute multiple vertebral fractures. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Fraturas da Coluna Vertebral/tratamento farmacológico , Denosumab/efeitos adversos , Osteoporose/tratamento farmacológico , Qualidade de Vida , Menopausa , Biomarcadores , Densidade Óssea/efeitos dos fármacos , Cálcio/administração & dosagem , Fraturas da Coluna Vertebral/prevenção & controle , Charibdotoxina/análise , Citrato de Cálcio/administração & dosagem , Alendronato/administração & dosagem , MicroRNAs/metabolismo , Difosfonatos/efeitos adversos , Difosfonatos/uso terapêutico , Ligante RANK/efeitos dos fármacos , Denosumab/administração & dosagem , Fumar Tabaco , Ácido Zoledrônico/administração & dosagem , Ácido Ibandrônico/administração & dosagem , Indapamida/administração & dosagem
8.
Rev. med. Rosario ; 85(1): 27-33, ene.-abr. 2019. ilus
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1052937

RESUMO

La vertebroplastia percutánea es una técnica aplicable a pacientes con fractura vertebral con síndrome doloroso importante y que no mejora con un manejo ortopédico y clínico integral. Se incluye una apretada historia del procedimiento, y se revisan sus indicaciones y contraindicaciones, así como las publicaciones que analizan sus ventajas y riesgos (AU)


Percutaneous vertebroplasty is a technique for the treatment of patients with vertebral fracture who have persistent pain even after orthopedic and clinical therapeutic measures. A brief historical note of the procedure is presented, and its indications and contraindications are outlined, along with a literature overview of its advantages and risks (AU)


Assuntos
Feminino , Idoso , Fraturas da Coluna Vertebral/terapia , Vertebroplastia/história , Vertebroplastia/métodos , Osteogênese Imperfeita/complicações , Osteoporose/complicações , Vertebroplastia/efeitos adversos
9.
Rev. bras. ortop ; 54(1): 20-25, Jan.-Feb. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1003598

RESUMO

Abstract Objective High cervical spine fixation represents a challenge for spine surgeons due to the complex anatomy and the risks of vascular and medullar injury. The recent advances in 3-D printing have unfolded a whole new range of options for these surgeons. Methods In the present study, a guide for the placement of the lateral mass screw in the C1 vertebra was developed using 3-D printing. Eight real-size models of the high cervical spine and their respective screw guides were built using computed tomography (CT) scan images. The guidewires were inserted with the help of the printed guides and then the models were analyzed with the help of CT scan images. Results All of the guidewires in the present study obtained a safe placement in the models, avoiding the superior and inferior articular surfaces, the vertebral foramen, and the vertebral artery. Conclusion The present study demonstrated the efficiency of the guide, a reliable tool for aiding the insertion of guidewires for screws in lateral masses of the C1.


Resumo Objetivos A fixação de coluna cervical alta pode representar um desafio para os cirurgiões de coluna devido à anatomia complexa e aos riscos de lesão vascular e medular. Os recentes avanços com a tecnologia de impressão 3 D abriram um novo leque de opções para os cirurgiões. Métodos Desenvolveu-se umguia para a adaptação de parafusos demassa lateral em C1 comauxílio de impressão 3 D. Foram confeccionados oitomodelos em tamanho real de coluna cervical alta e seus respectivos guias com base em tomografias computadorizadas. Os fios-guia foram introduzidos com o auxílio dos guias; os modelos foram analisados com auxílio de tomografia computadorizada. Resultados Todos os fios-guia avaliados no estudo apresentaram um trajeto seguro nos modelos, respeitaram as superfícies articulares superiores e inferiores, o canal vertebral e a artéria vertebral. Conclusão O estudo demonstrou que o guia tem boa eficácia, é uma ferramenta confiável para auxiliar a adaptação de fios-guia para parafusos em massas laterais de C1.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Fusão Vertebral , Vértebras Cervicais/cirurgia , Vértebras Cervicais/patologia , Fraturas da Coluna Vertebral , Impressão Tridimensional
10.
Actual. osteol ; 14(3): 184-189, sept. - dic. 2018. graf., tab.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1052406

RESUMO

Las fracturas vertebrales osteoporóticas son más frecuentes en la mujer. El segmento toracolumbar es el preferentemente comprometido, en especial las vértebras D11 a L2, mientras que L4 contribuye en una proporción mínima a este evento. El objetivo del presente estudio fue investigar si el menor tamaño de las vértebras lumbares en las mujeres con respecto a los varones, involucra a todas las vértebras por igual o solamente a las que con más frecuencia se fracturan. Se analizaron en forma aleatoria las densitometrías óseas (DXA) de la región lumbar de 48 mujeres y 45 varones adultos. Se consideró el ancho del segmento L1-L2 (S L1-L2) y de L4 como un subrogado del área de sus cuerpos vertebrales. Resultados: ancho S L1-L2 Hombres: 4,32 ± 0,33 cm; Mujeres: 3,78 ± 0,23 cm, p < 0,001. Ancho L4 Hombres: 5 ± 0,37 cm; Mujeres: 4,66 ± 0,38 cm, p < 0,001. Diferencia de L4 menos S L1-L2: Hombres: 0,69 ± 0,25 cm, Mujeres: 0,88 ± 0,27 cm p < 0,001. Ancho relativo (S L1-L2/L4): Hombres: 0,86 ± 0,04, Mujeres 0,81 ± 0,04 p <0,001. Conclusiones: en el presente estudio observamos, en consonancia con lo ya conocido, que las mujeres tienen en promedio vértebras más pequeñas que los hombres. La diferencia de tamaño no es uniforme en las vértebras lumbares, siendo el segmento L1-L2 particularmente menor comparado con L4. Estas diferencias estructurales entre mujeres y hombres deben ser consideradas para explicar, dentro del contexto multifactorial de las fracturas vertebrales, la mayor incidencia de éstas en el sexo femenino, en particular de L1 y L2. (AU)


Vertebral fractures occur most frequently in thoracolumbar region, especially D11- L2, while L4 contributes minimally to this event. That cannot be explained by differences in loading during daily activities or bone quality between vertebrae. Differences exist in vertebral size. The aim of the study was to evaluate in female lumbar spines if vertebrae which most frequently fracture are smaller than L4. We analyzed BMD (DXA) of 48 women (W) and 45 men (M). The width of the segment L1-L2 (S L1-L2) and of L4 was considered a surrogate of vertebral bodies Results: Width S L1-L2: Men: 4,32 ± 0,33 cm; Women: 3,78 ± 0,23 cm, p < 0,001. Width L4: Men: 5 ± 0.37; Women: 4,66 ± 0,38 cm, p < 0,001. Difference between L4 and S L1-L2: Men: 0,69 ± 0,25cm, Women: 0,88 ± 0,27 cm p < 0,001. Relative width (S L1-L2/L4) Men: 0,86 ± 0,04 Women: 0,81 ± 0,04 p <0,001. Conclusions: the study shows, as already known, that women have smaller vertebrae than men. The differences are not uniform in the lumbar spine, L1 and L2 being particularly smaller compared to L4. These structural differences between women and men should be considered to explain, within the multifactorial context of vertebral fractures, the greater incidence in female, particularly L1 and L2. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Adulto Jovem , Antropometria/métodos , Vértebras Lombares/diagnóstico por imagem , Menopausa , Fatores Sexuais , Fraturas da Coluna Vertebral/fisiopatologia , Fraturas da Coluna Vertebral/epidemiologia , Caracteres Sexuais , Vértebras Lombares/anatomia & histologia
11.
Rev. bras. ortop ; 53(5): 532-536, Sept.-Oct. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-977896

RESUMO

ABSTRACT Objective: To evaluate the clinical and radiological outcomes of the surgical treatment in patients diagnosed with odontoid fracture who underwent open reduction and internal fixation (ORIF) with screws. Methods: This was a retrospective study with nine patients. Pain (visual analog scale [VAS]) and neurological status (Frankel scale) were assessed. The neck disability index (NDI) and the post-operative cervical range of motion were calculated. The cervical spine was radiologically evaluated (X-ray and CT) pre- and postoperatively. Results: The mean age of patients was 70 years. All patients presented type IIb (Grauer classification) fractures, with a mean deviation of 2.95 mm. Two patients had subaxial lesions. The mean follow-up was 30 months. The mean time from trauma to surgery was seven days. The pre-operative Frankel score was E in all except one patient (B), in whom a post-operative improvement from B to D was observed. Post-operative pain was 2/10 (VAS). A total of 77% of patients presented a mild or moderate disability (NDI). Six patients regained full range of cervical movement, and bone union required approximately 14 weeks. Pseudarthrosis complications were observed in two patients (77% union rate), one patient presented screw repositioning and one case, dysphonia. Conclusion: Delayed diagnosis is still an issue in the treatment of odontoid fractures, especially in elderly patients. Concomitant lesions, especially in younger patients, are not uncommon. The literature presents high fusion rates with ORIF (≥80%), which was also observed in the present study. However, surgical success depends on proper patient selection and strict knowledge of the technique. This pathology presents a reserved functional prognosis in the medium-term, especially in the elderly.


RESUMO Objetivo: Avaliar os resultados clínicos e radiológicos do tratamento cirúrgico em pacientes com diagnóstico de fratura do processo odontoide submetidos a redução aberta e fixação interna (RAFI) com parafusos. Métodos: Estudo retrospectivo com nove pacientes. Avaliada a dor (escala visual analógica [EVA]) e o estado neurológico (escala de Frankel). O Neck Disability Index (NDI) e a amplitude de movimento cervical pós-operatória foram calculados. A coluna cervical foi avaliada radiologicamente (raios X e TC) nos períodos pré- e pós-operatório. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 70 anos. Todos apresentaram fraturas do tipo IIb (classificação de Grauer), com desvio médio de 2,95 mm. Dois apresentaram lesões subaxiais. O seguimento médio foi de 30 meses. O tempo médio entre trauma e cirurgia foi de sete dias. O escore pré-operatório de Frankel foi E em todos, exceto em um paciente (B), no qual se observou uma melhoria pós-operatória de B para D. A dor pós-operatória foi 2/10 (EVA). Apresentaram incapacidade leve ou moderada (NDI) 77% pacientes. Seis pacientes recuperaram toda a amplitude de movimento cervical; a consolidação óssea levou aproximadamente 14 semanas. Foram observadas complicações de pseudartrose em dois pacientes (taxa de consolidação: 77%), um paciente necessitou reposicionamento do parafuso e um paciente, disfonia. Conclusão: O diagnóstico tardio ainda é um problema no tratamento de fraturas do odontoide, especialmente em pacientes idosos. As lesões concomitantes, especialmente em pacientes mais jovens, não são incomuns. A literatura apresenta altas taxas de consolidação com RAFI (≥ 80%), o que também foi observado no presente estudo. No entanto, o sucesso cirúrgico depende da seleção adequada do paciente e do conhecimento rigoroso da técnica. Essa patologia apresenta um prognóstico funcional reservado em médio prazo, especialmente em idosos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Parafusos Ósseos , Plexo Cervical/lesões , Fraturas da Coluna Vertebral , Processo Odontoide
12.
Coluna/Columna ; 17(2): 147-150, Apr.-June 2018. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-952922

RESUMO

ABSTRACT Objective: Traumatic injuries due to accidents are the leading causes of death and disability in the population of young adults in many countries. Spinal fractures are among the multiple injuries by traumatic mechanisms. The incidence of these injuries is estimated between 8,000 and 16,000 new cases per year and are associated with high-energy trauma. Methods: Retrospective, cross-sectional, descriptive study conducted at the Hospital Central Cruz Roja Mexicana. We reviewed 68 medical records of patients admitted to the emergency department of that hospital and were diagnosed with some type of traumatic vertebral fracture associated with high-energy trauma. Results: The sample consisted of 53 men and 15 women, of whom 11 patients with cervical spine injury, 2 with cervicothoracic injury, 16 with thoracic injury, five with thoracolumbar fracture and 34 with lumbar injury. Conclusions: The lumbar spine is more prone to suffer injuries by high-energy mechanism, followed by the thoracic and cervical spine, respectively. The thoracolumbar junction is more frequently affected than the cervicothoracic junction in a ratio of 2:1. Level of Evidence II; Retrospective studyf.


RESUMO Objetivo: Lesões traumáticas devido a acidentes estão entre as principais causas de morte e incapacidade na população de adultos jovens em muitos países. As fraturas ao nível da coluna vertebral estão entre as múltiplas lesões causadas por mecanismos traumáticos. A incidência dessas lesões é estimada entre 8.000 e 16.000 novos casos por ano, associados com um mecanismo de alta energia. Método: Estudo descritivo, transversal, retrospectivo, realizado no Hospital Central da Cruz Vermelha Mexicana. Foram revisados 68 registros clínicos dos pacientes, que entraram na área de emergência do Hospital Central da Cruz Vermelha Mexicana, diagnosticados com algum tipo de fratura vertebral traumática associada a traumas de alta energia. Resultados: 53 homens e 15 mulheres. 11 pacientes com lesões ao nível da coluna cervical, dois com lesões na região cérvicotorácica, 16 com lesões torácicas, cinco com fraturas na região toracolombar e 34 com lesões na coluna lombar. Conclusões: A coluna lombar é mais propensa a sofrer alguma lesão por um mecanismo de alta energia, seguido pela coluna torácica e a cervical, respectivamente. A junção toracolombar é mais frequentemente afetada que a junção cervicotorácica na proporção de 2:1. Nível de Evidencia II; Estudo retrospectivof.


RESUMEN Objetivo: Las lesiones traumáticas por accidentes son las primeras causas de muerte e incapacidad en la población de adultos jóvenes en numerosos países. Entre las múltiples lesiones por mecanismos traumáticos se encuentran las fracturas de columna vertebral. La incidencia a de estas lesiones se estima entre 8.000 y 16.000 casos nuevos por año y son asociados a trauma de alta energía. Métodos: Estudio retrospectivo, transversal, descriptivo realizado en el Hospital Central Cruz Roja Mexicana. Se revisaron 68 expedientes clínicos de pacientes que ingresaron al departamento de urgencias de ese hospital y se diagnosticaron con algún tipo de fractura vertebral traumática asociada a trauma de alta energía. Resultados: La muestra se compuso de 53 hombres y 15 mujeres, de los cuales 11 pacientes con lesión de columna cervical, dos con lesión cervicotorácica, 16 con lesión torácica, cinco con fractura toracolumbar y 34 con lesión lumbar. Conclusiones: La columna lumbar es más propensa a sufrir lesiones por mecanismo de alta energía, seguida de la columna torácica y la cervical, respectivamente. La unión toracolumbar se afecta con mayor frecuencia que la unión cervicotorácica, en proporción de 2:1.Nivel de Evidencia II; Estudio retrospectivof.


Assuntos
Humanos , Traumatismos da Coluna Vertebral/epidemiologia , Acidentes/estatística & dados numéricos , Fraturas da Coluna Vertebral , Consequências de Acidentes/estatística & dados numéricos
13.
Coluna/Columna ; 17(2): 124-128, Apr.-June 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-952924

RESUMO

ABSTRACT Objective: To compare these procedures in the treatment of osteoporotic vertebral compression fractures. Methods: Patients who underwent vertebral augmentation procedures between March 2010 and October 2016 were selected for the study. Kyphosis, anterior vertebral height, Oswestry Disability Index (ODI), Visual Analog Scale (VAS), number of portals, cement volume, and complications were recorded. The results were analyzed by difference of the means. Results: Sixty-eight patients were selected, accounting for 105 procedures. A statistically significant improvement was observed in VAS and ODI with both procedures (p<0.001) without statistically significant difference between them, regardless of the number of portals or cement applied. There was a high correlation between kyphosis correction and ODI improvement (p =0.012). Conclusions: Both vertebroplasty and kyphoplasty are effective procedures for the treatment of vertebral compression fractures. We found no significant difference between both procedures. The high correlation between improvement of kyphosis and ODI suggests that these procedures are better than conservative treatment to improve the quality of life of patients, however more studies are required to reach a final conclusion. Level of Evidence III; Retrospective comparative study.


RESUMO Objetivo: Comparar esses procedimentos no tratamento de fraturas de compressão secundárias à osteoporose. Métodos: Foram selecionados os pacientes que foram submetidos a procedimentos de reforço vertebral no período de março de 2010 a outubro de 2016. Foram registrados angulações, cunhões, índice de incapacidade de Oswestry (ODI), escala visual analógica (VAS), número de portais. volume de cimento e complicações. Os resultados foram analisados por diferenças médias. Resultados: 68 pacientes foram selecionados com 105 procedimentos. Observou-se uma melhoria estatisticamente significativa no EVA e ODI em ambos os procedimentos (p <0,001), sem diferenças estatisticamente significativas entre eles, independentemente da quantidade de portais ou cimento aplicado. Uma correlação alta foi encontrada entre a correção da angulação cifótica e a melhora do ODI (p = 0,012). Conclusões: Tanto a vertebroplastia quanto a cifoplastia são procedimentos efetivos para o tratamento de fraturas de compressão. Não encontramos diferenças significativas entre os dois procedimentos. A alta correlação entre a melhora da cifose e o ODI sugere que esses procedimentos são superiores ao tratamento conservador para melhorar a qualidade de vida do paciente, porém são necessários mais estudos para chegar a uma conclusão final. Nível de Evidência III; Estudo retrospectivo comparativo.


RESUMEN Objetivo: Comparar estos procedimientos en el tratamiento de fracturas por compresión secundarias a osteoporosis. Métodos: Se seleccionaron pacientes a quienes se realizaron procedimientos de refuerzo vertebral en el periodo de Marzo de 2010 a Octubre de 2016. Se registró la angulación, acuñamiento, Oswestry Disability Index (ODI), Escala Visual Análoga (EVA), cantidad de portales, volumen de cemento y complicaciones. Se analizaron los resultados por diferencia de las medias. Resultados: Se seleccionaron 68 pacientes con 105 procedimientos. Se observó una mejoría estadísticamente significativa en el EVA y ODI en ambos procedimientos (p < 0,001), sin diferencias estadísticamente significativas entre estos, independientemente de la cantidad de portales o cemento aplicado. Se encontró una alta correlación entre la corrección de la angulación cifótica y la mejoría del ODI (p = 0,012). Conclusiones: Tanto la vertebroplastia como la cifoplastia son procedimientos eficaces para el tratamiento de las fracturas por compresión. No encontramos diferencias significativas entre ambos procedimientos. La alta correlación entre la mejoría de la cifosis y el ODI sugiere que estos procedimientos son superiores al tratamiento conservador para mejorar la calidad de vida del paciente, sin embargo se requieren más estudios para llegar a una conclusión final. Nivel de Evidencia III; Estudio retrospectivo comparativo.


Assuntos
Humanos , Fraturas da Coluna Vertebral/cirurgia , Osteoporose , Vertebroplastia , Cifoplastia
14.
Coluna/Columna ; 17(2): 143-146, Apr.-June 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-952925

RESUMO

ABSTRACT Objective: To establish the frequency of presentation of multiple vertebral fractures and evaluate the relationship between the postsurgical condition and the initial neurological lesion, as well as to report the associated injuries in this group of patients. Methods: We conducted a review of patients with spinal trauma and a diagnosis of multiple vertebral fractures who were admitted to the "Dr. Manuel Dufoo Olvera" Spine Clinic of the Secretary of Health of Mexico City from January 1,2014 to June 30, 2017. The multiple fractures were classified as either contiguous or non-contiguous, according to the number of vertebral bodies and levels affected. The statistical analysis was conducted using formulas of descriptive statistics and the information was then tabulated and graphed to assess the relationship between the anatomical classification and the degree of neurological injury. Results: We observed 530 patients, of whom 47 met the criteria. Thirty-one (65.95%) of the cases corresponded to contiguous fractures and 16 cases (34.05%) to non-contiguous fractures. Fourteen patients (29.78%) with neurological integrity were classified as ASIA D, 20 patients (42.58%) with complete lesion as ASIA A, 7 seven patients (14.89%) as ASIA B, and 6 patients (12.76%) with partial injury as ASIA C. Conclusions: The correlation between the classification of vertebral injuries and the presence of neurological lesion did not show significant differences between contiguous and non-contiguous fractures. Level of Evidence II; Retrospective.


RESUMO Objetivos: Estabelecer a frequência de apresentação de múltiplas fraturas vertebrais e avaliar a relação de sua condição pós-cirúrgica e a lesão neurológica inicial, bem como relatar as lesões associadas neste grupo de pacientes. Métodos: Uma revisão dos casos com traumatismo espinhal e diagnóstico de fratura vertebral múltipla, que entraram no Spine Clinic " Dr Manuel Dufoo Olvera " Secretário da Cidade do México saúde da coluna vertebral, durante o período de 1 de janeiro de 2014 a 30 de Junho de 2017. A classificação divide fraturas múltiplas como contíguas e não contíguas, seguido pelo número de pessoas afetadas e os corpos de nível. A análise estatística foi realizada utilizando fórmulas statística descritivas, então tabuladas e as informações representadas graficamente. Para avaliar a relação entre a classificação anatômica e do grau de lesão neurológica. Resultados: 530 Pacientes foram observados, dos quais 47 apresentaram os critérios necessários. 31 pacientes (65,95%) do estudo foram classificados com fraturas adjacentes contíguas e 16 casos (34,05%) como não contíguas. 14 doentes (29,78%) foram classificados com integridade neurológica ÁSIA D, 20 doentes (42,58%) apresentaram lesão completa ÁSIA A, sete doentes (14,89%) na ASIA B e seis doentes. (12,76%) com lesão incompleta ÁSIA C. Conclusão: A correlação entre a classificação das lesões da coluna vertebral e a presença de lesão neurológica não mostraram diferenças significativas entre fraturas adjacentes e não adjacentes. Nível de Evidência II; Restrospectivo.


RESUMEN Objetivo: Establecer la frecuencia de presentación de las fracturas vertebrales múltiples y evaluar la relación de su condición postquirúrgica y la lesión neurológica inicial, así como relatar las lesiones asociadas en este grupo de pacientes. Métodos: Se realiza una revisión de los casos con traumatismo raquimedular y diagnóstico de fractura vertebral múltiple que ingresaron a la Clínica de Columna "Dr. Manuel Dufoo Olvera" de la Secretaría de Salud de Ciudad de México del 1° de enero de 2014 al 30 de junio del 2017. La clasificación divide las fracturas múltiples como contiguas y no contiguas, acorde al número de cuerpos afectados y el nivel.. El análisis estadístico se realizó utilizando fórmulas de estadística descriptiva, para después tabular y graficar la información, para evaluar la relación entre la clasificación anatómica y el grado de lesión neurológica. Resultados: Fueron observados 530 pacientes, de los cuales 47 presentaron los criterios necesarios. Treinta y un pacientes (65,95%) del estudio fueron clasificados con fracturas contiguas y 16 casos (34,05%) con no contiguas. Catorce pacientes (29,78%) fueron clasificados con integridad neurológica ASIA D, 20 pacientes (42,58%) presentaron lesión completa ASIA A, siete pacientes (14,89%) en ASIA B y seis pacientes (12,76%) con lesión incompleta ASIA C. Conclusiones: La correlación entre la clasificación de lesión de columna vertebral y la presencia de lesión neurológica no mostró diferencias significativas entre fracturas contiguas y no contiguas. Nivel de Evidencia II; Retrospectivo.


Assuntos
Fraturas da Coluna Vertebral/epidemiologia , Complicações Pós-Operatórias , Traumatismos do Sistema Nervoso , Fraturas Múltiplas
15.
Coluna/Columna ; 17(2): 133-137, Apr.-June 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-952914

RESUMO

ABSTRACT Objective: When a lumbar fractures developes a significant deformity, the sagittal balance is altered which can lead to clinical consequences. The aim of this study was to measure and analyze the sagittal balance in patients with lumbar fractures operated with posterior instrumentation after three months and analyze their correlation with the different variables of the patient and the fracture. Methods: Sixty-three medical records of patients with lumbar fracture operated with posterior instrumentation were analyzed, excluding those with previous spinal pathology, or inability to stand upright. The parameters of pelvic incidence, sacral slope, pelvic tilt, lumbar lordosis, lumbar lordosis/pelvic incidence (LL/ PI) ratio, as well as the pre and postoperative status of segmental kyphosis and residual pain were measured. Results: Eighteen women, 44 men, with mean age of 42 years, with lumbar fractures: 29 in L1, 19 in L2, 10 in L3, 3 in L4 and 1 in L5. AOSpine Clasification: 2 type A1, 2 type A2, 37 type A3, 19 type A4, 2 type B. All patients were operated with a transpedicular polyaxial system. More than 80% of patients with spinopelvic balance within parameters considered normal. More than 70% with lumbar lordosis and LL/PI ratio within parameters. All with improvement of segmental kyphosis (average correction of 8.5°, p<.000). Final mean VAS of 1.85. Conclusions: The posterior instrumentation with a polyaxial system allows acceptable corrections of the segmental kyphosis of lumbar fractures. No statistically significant correlation was found between sagittal balance parameters, and characteristics of the patient and fracture. Level of Evidence IV; Case series.


RESUMO Objetivo: Quando uma fratura lombar evolui com deformidade significativa, o equilíbrio sagital é alterado, o que pode levar a consequências da manifestação clínica. O objetivo deste estudo foi mensurar e analisar o equilíbrio sagital em pacientes com fratura lombar operada com instrumentação, após três meses, analizando sua correlação com as diferentes variáveis do paciente e da fratura. Método: Foram analisados 63 casos de pacientes com fratura lombar, operados com instrumentação posterior, excluindo-se aqueles com patologia anterior da coluna vertebral ou incapacidade de se manter em pé, parâmetros de incidência pélvico, sacro inclinação, a inclinação da pelve, lordose lombar, relação lordose lombar/incidência pélvica (LL / IP) e a cifose segmentar pós-operatória e pré estado da dor residual mensuradas. Resultados: 18 mulheres, 44 homens, idade média dos pacientes: 42 anos, fraturas: 29 em L1, 19 em L2, 10 em L3, 3 em L4 e 1 em L5. AOSPINE: 2 tipo A1, 2 tipo A2, 37 tipo A3, 19 tipo A4, 2 tipo B. Todos operados com sistema poliaxial transpedicular. > 80% dos pacientes com balanço espinopélvico, dentro de parâmetros considerados normais. > 70% com lordose lombar e relação LL / IP dentro dos parâmetros. Todos com melhora da cifose segmentar (correção média de 8,5°, p <0,000). EVA final médio de 1,85. Conclusão: Instrumentação posterior com um sistema poliaxial permite correções aceitáveis da cifose segmentar das fraturas lombares. Não houve correlação estatisticamente significativa encontrada entre os parâmetros de equilíbrio sagital e as características do paciente e da fratura. Nível de Evidência IV; Série de casos.


RESUMEN Objetivo: Cuando una fractura lumbar evoluciona con una deformidad significativa, se ve alterado el balance sagital lo cual puede llevar a consecuencias clínicas. El objetivo de este estudio fue medir y analizar el balance sagital en pacientes con fracturas lumbares operados con instrumentación posterior después de tres meses y analizar su correlación con las diferentes variables del paciente y la fractura. Métodos: Se analizaron 63 expedientes de pacientes con fractura lumbar operados con instrumentación posterior excluyendo aquellos con patología previa de columna, o incapacidad para bipedestación. Se midieron los parámetros de incidencia pélvica, pendiente sacra, inclinación pélvica, lordosis lumbar, relación lordosis lumbar/incidencia pélvica (LL/IP), así como el estado pre y postoperatorio de la cifosis segmentaria y el dolor residual. Resultados: Dieciocho mujeres, 44 hombres, con edad promedio de 42 años con fracturas lumbares: 29 en L1, 19 en L2, 10 en L3, 3 en L4 y 1 en L5. Clasificación AOSPINE: 2 tipo A1, 2 tipo A2, 37 tipo A3, 19 tipo A4, 2 tipo B. Todos los pacientes fueron operados con sistema poliaxial transpedicular. Más del 80% de los pacientes con balance espinopélvico dentro de parámetros considerados normales. Más del 70% con lordosis lumbar y relación LL/IP dentro de los parámetros. Todos con mejoría de la cifosis segmentaria (corrección promedio de 8,5°, p < 0.000). EVA final promedio de 1,85. Conclusiones: La instrumentación posterior con un sistema poliaxial permite correcciones aceptables de la cifosis segmentaria de las fracturas lumbares. No se encontró correlación estadísticamente significativa entre los parámetros de balance sagital y las características del paciente y la fractura. Nivel de Evidencia IV; Serie de casos.


Assuntos
Humanos , Fraturas da Coluna Vertebral/cirurgia , Próteses e Implantes , Parafusos Ósseos , Equilíbrio Postural
16.
Rev. med. Rosario ; 84(1): 22-25, ene.-abr. 2018. ilus
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-973330

RESUMO

Una paciente con osteoporosis había sido tratada por 4 años con ibandronato oral, luego por 1 año con ranelato de estroncio, y finalmente por 4 años con denosumab. En vista de la buena respuesta densitométrica este fármaco fue suspendido a fines de 2015. A los 14 meses la enferma tuvo lumbalgia aguda y se detectó hundimiento del platillo superior de L1, a lo que siguieron en rápida sucesión iguales lesiones en L2 y L3, y acuñamiento de D11 y D12. Se descartaron causas de osteoporosis secundaria. El plan terapéutico incluye corsé ortopédico, analgésicos, y teriparatida. En los dos últimos años se han publicado varios casos de este síndrome.


A patient with osteoporosis had been treated for 4 years with oral ibandronate, then for 1 year with strontium ranelate, and finally for 4 years with denosumab. In view of the good densitometric response to the latter, the drug was discontinued in December 2015. Fourteen months later the patient had acute low back pain; crushing of the upper plate of L1 was detected, followed by similar lesions in L2 and L3, and wedging of D11 and D12. Causes of secondary osteoporosis were ruled out. The therapeutic strategy includes a corset, analgesics, and teriparatide. In the last two years several cases of this syndrome have been reported.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso de 80 Anos ou mais , Anticorpos Monoclonais , Anticorpos Monoclonais/efeitos dos fármacos , Osteoporose Pós-Menopausa/prevenção & controle , Fraturas da Coluna Vertebral/diagnóstico , Fraturas da Coluna Vertebral/prevenção & controle , Osteoprotegerina , Osteoprotegerina/efeitos dos fármacos , Resultado do Tratamento
17.
Coluna/Columna ; 17(1): 69-73, Jan.-Mar. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-890938

RESUMO

ABSTRACT Spinopelvic instability is an uncommon injury that is caused by high-energy traumas. Surgical treatment is used, in the majority of cases, to restore stability and enable early mobilization. Various stabilization techniques have been used in the treatment of spinopelvic instability, and lumbopelvic fixation (LPF) is currently the technique of choice due to its biomechanical superiority. One of its limitations is the fact that the technique does not directly address the lower sacral segment, permitting a residual kyphotic deformity. This deformity has been attributed to unsatisfactory outcomes, including late development of pelvic floor muscle defects and complications during childbirth. We report a case of a patient with spinopelvic instability due to sacral fracture, which was treated using a variation of the LPF technique, in which rods and screws originally developed for cervicothoracic fixation were adapted to correct sacral deformity in the sagittal plane. The upper sacral segment was reduced indirectly using hip extension and femoral traction manoeuvres, associated with distraction manoeuvres via rods. Bone reduction forceps were used to reduce the kyphotic deviation in the lower sacral fragment, enabling its fixation to the lumbopelvic rod and screws system. There were no complications of infection, suture dehiscence, or breakage of the implants, and at the end of the first year of follow-up, the sacral kyphosis was normal and radiographic consolidation was confirmed. Our technique provides a viable and promising alternative to traditional LPF, making it especially useful in fractures with accentuated deviations of the lower sacral fragment. Level of Evidence: 4.Type of study: Case series


RESUMO A instabilidade espino-pélvica (IEP) é uma lesão rara, decorrente de traumas de alta energia. O tratamento cirúrgico é empregado, na maioria dos casos, para restaurar a estabilidade e permitir mobilização precoce. Diferentes técnicas já foram empregadas no tratamento da IEP e, atualmente, a fixação lombo-pélvica (LPF) é a preferida devido à sua superioridade biomecânica. Uma de suas limitações é o fato de a técnica não abordar diretamente o fragmento sacral inferior, permitindo uma deformidade residual em cifose. Esta deformidade tem sido atribuída a resultados insatisfatórios, tais como defeitos do assoalho pélvico e complicações durante o parto. Relatamos o caso de uma paciente com IEP por fratura sacral que foi tratada com uma variação da técnica de LPF, na qual hastes e parafusos originalmente desenvolvidos para a fixação cervicotorácica foram adaptados para corrigir a deformidade sacral no plano sagital. O fragmento sacral superior foi reduzido indiretamente por manobras de extensão dos quadris e tração femoral, associadas a manobras de distração através de hastes. Pinças de redução foram usadas para reduzir o desvio cifótico do fragmento sacral inferior, permitindo sua fixação à montagem lombo-pélvica. Não houve complicações infecciosas, deiscência de suturas ou quebras dos implantes e, ao término do primeiro ano de acompanhamento, a cifose sacral estava normal e a consolidação radiográfica confirmada. Nossa técnica acrescenta um recurso à LPF tradicional, tornando-a especialmente útil em fraturas com desvios acentuados do fragmento sacral inferior. Nível de Evidência: 4. Tipo de estudo: Série de casos


RESUMEN La inestabilidad espinopélvica es una lesión poco frecuente causada por traumas de alta energía. El tratamiento quirúrgico se utiliza en la mayoría de los casos para restablecer la estabilidad y permitir la movilización temprana. Diferentes técnicas se han empleado en el tratamiento de la inestabilidad espinopélvica, y la fijación lumbopélvica (FLP) es actualmente la técnica de elección debido a su superioridad biomecánica. Una de sus limitaciones es el hecho de que la técnica no aborda directamente el segmento sacro inferior, lo que permite una deformidad cifótica residual. Esta deformidad se ha atribuido a resultados insatisfactorios, incluido el desarrollo tardío de defectos musculares del piso pélvico y complicaciones durante el parto. Presentamos el caso de un paciente con inestabilidad espinopélvica por fractura del sacro, que fue tratada mediante una variación de la técnica de FLP, en la que se usaron vástagos y tornillos adaptados, desarrollados originalmente para la fijación cervicotorácica para corregir la deformidad sacra en el plano sagital. El segmento sacro superior se redujo indirectamente utilizando la extensión de la cadera y las maniobras de tracción femoral, asociadas con maniobras de distracción a través de vástagos. Pinzas de reducción fueron utilizadas para reducir la desviación cifótica del fragmento sacro inferior, lo que permite su fijación al sistema lumbopélvico de vástago y tornillos. No hubo complicaciones de infección, dehiscencia de la sutura o ruptura de implantes y al final del primer año de seguimiento, la cifosis sacral estaba normal y se confirmó la consolidación radiográfica. Nuestra técnica proporciona una alternativa viable y prometedora al FLP tradicional, por lo que es especialmente útil en las fracturas con desviaciones acentuadas del fragmento sacro inferior. Nivel de Evidencia: IV. Tipo de estudio: Serie de caso


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Fraturas da Coluna Vertebral , Sacro , Traumatismos da Medula Espinal , Cifose
18.
Coluna/Columna ; 17(1): 35-38, Jan.-Mar. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-890929

RESUMO

ABSTRACT Objective: To evaluate the reproducibility and the interobserver coefficient of concordance between the AO/Magerl and AOSpine classifications for thoracolumbar spine fractures. Methods: Retrospective study of radiographic data analysis. Data were collected from 31 radiographic studies of patients with thoracolumbar spine fracture and distributed to a team involving spinal surgeons and residents. The fractures were classified according to the AO/Magerl and AOSpine classifications. Statistical analysis was performed using the Cohen Kappa test to assess the coefficient of concordance. Results: The Kappa value for interobserver concordance of AO/Magerl classification was κ = 0.70 and standard deviation was 0.16. For the AOSpine classification, we observed κ = 0.76, both with significance level α = 0.05 and P<0.001. Conclusions: We conclude that the interobserver concordance of the new AOSpine classification is similar to the AO/Magerl classification. This conclusion reinforces the reproducibility of the new AOSpine classification. Level of evidence: IV,Type of Study: Case series.


RESUMO Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade e a força de concordância interobservador entre as classificações AO/Magerl AOSpine para fraturas da coluna toracolombar. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo de análise de dados radiográficos. Foram levantados dados de 31 estudos radiográficos de pacientes com fratura da coluna toracolombar e distribuídos para uma equipe envolvendo cirurgiões de coluna vertebral e residentes. As fraturas foram classificadas segundo as classificações AO/Magerl AOSpine. A análise estatística foi realizada utilizando o teste de Cohen Kappa para a avaliação da força de concordância. Resultados: O valor de Kappa para concordância interobservador da classificação AO/Magerl foi de κ=0,70 e desvio padrão 0,16. Para a classificação AOSpine se observou κ=0,76, ambos com nível de significância α=0,05 e P<0,001. Conclusão: Concluímos que a concordância interobservador da nova classificação AOSpine é semelhante à classificação AO/Magerl. Tal conclusão reforça a reprodutibilidade da nova classificação AOSpine. Nível de evidência: IV,Tipo de Estudo: Série de casos.


RESUMEN Objetivo: Evaluar la reproducibilidad y el coeficiente de concordancia interobservador entre las clasificaciones AO/Magerl y AOSpine para fracturas de la columna toracolumbar. Métodos: Estudio retrospectivo de análisis de datos radiográficos. Se colectaron datos de 31 estudios radiográficos de pacientes con fractura de la columna toracolumbar que fueron distribuidos a un equipo que involucró a cirujanos de columna vertebral y residentes. Las fracturas se clasificaron de acuerdo a las clasificaciones AO/Magerl y AOSpine. El análisis estadístico se realizó mediante la prueba Kappa de Cohen para evaluar el coeficiente de concordancia. Resultados: El valor de Kappa para concordancia interobservador de la clasificación AO/Magerl fue κ = 0,70 y desviación estándar de 0,16. Para la clasificación AOSpine se observó κ = 0,76, ambos con nivel de significación α = 0,05 y P < 0,001. Conclusiones: Concluimos que la concordancia interobservador de la nueva clasificación AOSpine es similar a la clasificación AO/Magerl. Esta conclusión refuerza la reproducibilidad de la nueva clasificación AOSpine. Nivel de evidencia: IV, Tipo de estudo: Serie de casos.


Assuntos
Fraturas da Coluna Vertebral , Traumatismos da Coluna Vertebral , Diagnóstico por Imagem , Classificação
19.
Arq. bras. neurocir ; 36(4): 207-212, 20/12/2017.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-911222

RESUMO

Purpose To compare the efficacy and safety of the percutaneous screw fixation (PSF) and the open pedicle screw fixation (OPSF) on thoracolumbar (TL) fracture. Methods Sixty-four adult patients with TL vertebral fractures who underwent open or percutaneous posterior short-segment transpedicular screw fixation between January of 2013 and September of 2015 were retrospectively reviewed. All patients underwent clinical, radiological and quality of life follow-up for at least 18 months. Results There was no significant difference in age, gender, time between injury and surgery, and preoperative percentage of anterior column height, preoperative sagittal regional Cobb angle, or kyphotic angle of fractured vertebra between these two groups (p > 0.05). There was significantly less intraoperative blood loss in the PSF (87.6 24.6 mL) than in the OPSF group (271.4 142.6 mL) (p < 0.05). The mean surgery time was 62 minutes (range 42­130 minutes) for open and 58 minutes (range 35 to 128 minutes) for percutaneous screw fixation. The surgery time was shorter in the PSF group, but with no statistical significance (p > 0.05). The mean Oswestry disability index (ODI) scores after 18-months were 23.12 8.2 for the PSF and 24.12 9.2 for the OPSF group, without any statistical significance (p > 0.05). Conclusion Both open and percutaneous screw fixations are safe and effective. The percutaneous techniques significantly reduced the intraoperative blood loss compared with the open techniques.


Objetivo Comparar a eficácia e segurança das técnicas de fixação convencional e percutânea para fraturas toracolombares. Métodos Sessenta e quatro pacientes adultos com fraturas da transição toracolombar que foram submetidos a fixação pedicular curta por técnicas aberta convencional e percutânea entre janeiro de 2013 e setembro de 2015 foram retrospectivamente avaliados. Todos foram submetidos a avaliação clínica, radiológica e de qualidade de vida com no mínimo 18 meses do seguimento. Resultados Não houve diferença significativa na idade, sexo, tempo entre o trauma e o tratamento, porcentagem da redução da altura do corpo vertebral pré-operatório, angulo de Cob sagital na região da fratura, ou ângulo de de cifose da vértebra fraturada entre os dois grupos (p > 0,05). Houve uma menor perda sanguínea no grupo percutâneo (87,6 24,6 mL) em comparação com a técnica convencional (271,4 142,6 mL) (p < 0,05). O tempo médio da cirurgia foi 62 minutos (42 - 130 minutos) para a técnica convencional e 58 minutos (35 - 128 minutos) para a percutânea. Apesar de mais curto na técnica percutânea, não houve diferença estatisticamente significante no tempo cirúrgico entre os dois grupos (p > 0,05). Em relação ao índice de incapacidade de Oswestry após 18 meses do tratamento cirúrgico, também não houve diferença significante do ponto de vista estatístico entre os dois grupos, sendo 23,12 8,2 para a técnica percutânea e 24,12 9,2 para o grupo da técnica convencional (p > 0,05). Conclusão Ambas as técnicas mostraram-se eficazes e seguras para o tratamento de fraturas da transição toracolombar. A técnica percutânea apresentou uma taxa de perda sanguínea significativamente menor em comparação à técnica aberta convencional.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Fraturas da Coluna Vertebral/cirurgia , Fixação de Fratura , Fixação de Fratura/métodos
20.
Arq. bras. neurocir ; 36(4): 217-224, 20/12/2017.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-911226

RESUMO

Introduction Vertebroplasty and kyphoplasty are possible options for vertebral augmentation after osteoporotic fractures. Both are percutaneous techniques with specific advantages and disadvantages. Our aim is to compare the clinical and radiological results of these two procedures. Methods An overview of published systematic reviews in the literature on the effects of kyphoplasty compared with vertebroplasty was performed. Results After short and long follow-up, the kyphoplasty group had lower pain scores on the visual analogue scale (VAS), lower scores in the Oswestry Disability index (ODI), greater restoration of the vertebral body height and lower kyphosis angle in the immediate postoperative period. There was less leakage of cement to the vertebral canal and extraspinal spaces. Conclusions Compared with vertebroplasty, kyphoplasty achieved better results in pain relief, quality of life, correction of spinal deformity and lower risk of cement leakage.


Introdução Vertebroplastia e cifoplastia são opções possíveis de tratamento para fraturas vertebrais osteoporóticas. Ambas são técnicas percutâneas com vantagens e desvantagens específicas. Nosso objetivo é comparar os resultados clínicos e radiológicos dos dois procedimentos. Métodos Foi realizada uma revisão sistemática da literatura publicada sobre os efeitos da cifoplastia em comparação com a vertebroplastia. Resultados No acompanhamento a curto e longo prazo, o grupo de cifoplastia teve valores mais baixos na escala visual analógica (EVA) de dor, valores mais baixos no índice de incapacidade de Oswestry (IIO), maior restauração da altura do corpo vertebral e menor ângulo de cifose no pós-operatório imediato. Houve menor incidência de extravasamento de cimento no canal vertebral e nos espaços extraespinhais. Conclusões Em comparação com a vertebroplastia, a cifoplastia obteve melhores resultados no alívio da dor, na qualidade de vida, na correção de deformidade espinhal e menor risco de extravasamento de cimento.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Vertebroplastia , Vertebroplastia/efeitos adversos , Cifoplastia , Cifoplastia/efeitos adversos , Fraturas da Coluna Vertebral
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