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1.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(1): 161-168, Jan.-Feb. 2020. tab, graf
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1088917

RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos analgésicos transoperatórios da infusão contínua de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína, em gatas submetidas à OSH eletiva. Foram utilizadas 16 fêmeas adultas, hígidas, pré-medicadas com acepromazina (0,1mg/kg) e morfina (0,5mg/kg), ambas pela via intramuscular, induzidas com cetamina (1mg/kg) e propofol (4mg/kg), pela via intravenosa, e mantidas sob anestesia geral inalatória com isoflurano a 1,4 V%. Os animais foram alocados aleatoriamente em dois grupos: grupo morfina, lidocaína e cetamina (MLK, n=8), que recebeu bolus de lidocaína (1mg/kg), pela via IV, seguido de infusão de morfina, lidocaína e cetamina (0,26mg/kg/h, 3mg/kg/h e 0,6mg/kg/h, respectivamente); e grupo morfina e cetamina (MK, n=8), que recebeu bolus de solução salina, seguido de infusão de morfina e cetamina, nas mesmas doses do MLK. Os momentos avaliados foram: M0, basal, cinco minutos após a indução; M1, imediatamente após a aplicação do bolus de lidocaína ou solução salina; M2, M3, M4 e M5, a cada cinco minutos, até completar 20 minutos do início da infusão; M6, após a incisão da musculatura; M7, após pinçamento do primeiro pedículo ovariano; M8, após pinçamento do segundo pedículo ovariano; M9, após pinçamento da cérvix; M10, após sutura da musculatura; M11, ao final da cirurgia; e M12, M13 e M14, intervalos de cinco minutos, até completar uma hora de infusão. A FP no M0 foi maior no MLK quando comparado ao MK. Em ambos os grupos, a PAS foi maior no M7 e no M8 em relação ao M0, porém no MK, além da PAS, a FP foi maior do M7 ao M13, assim como a f. Os animais do MK necessitaram de um número maior de resgates transoperatorios, total de 23, do que o MLK, total de sete. Conclui-se que a adição de lidocaína incrementou a analgesia oferecida, reduzindo o número de resgates analgésicos transoperatórios, a dose total de fentanil, bem como a probabilidade de os animais necessitarem dese tipo de resgate.(AU)


The aim of this study was to evaluate the trans-operative analgesics, continuous infusion of morphine and ketamine, with or without lidocaine in cats undergoing elective OSH. Sixteen adult cats were used, otherwise healthy, pre-medicated with acepromazine (0.1mg/kg) and morphine (0.5mg/kg), both intramuscularly, induced with ketamine (1mg/kg) and propofol (4mg/kg), intravenous, maintained under general inhalation anesthesia with isoflurane 1.4 V%. The animals were randomly allocated into two groups: morphine, lidocaine and ketamine (MLK, n= 8), which received intravenous bolus of lidocaine (1mg/kg) followed by infusion of morphine, lidocaine and ketamine (0.26mg / kg/h, 3mg / kg/h and 0.6mg / kg/h, respectively); Morphine and ketamine (MK, n= 8), who received bolus of saline followed by infusion of morphine and ketamine at the same doses of MLK. The evaluated moments were: M0, basal, 5 minutes after induction; M1 immediately after the application of lidocaine bolus injection or saline; M2, M3, M4 and M5, every 5 minutes to complete 20 minutes after the start of infusion; M6, after the incision of the musculature; M7, after clamping of the first ovarian pedicle; M8, after clamping of the second ovarian pedicle; M9, after clamping of the cervix; M10, after suturing of the musculature; M11, at the end of surgery; And M12, M13 and M14, 5 minute intervals until completing one hour of infusion. The time to extubating and full recovery of animals, and the need for rescue analgesic fentanyl intraoperatively were also evaluated. HR in M0 was higher in MLK when compared to MK. In both groups the SBP was higher in M7 and M8 compared to M0, but the MK, addition of SAP, HR was greater M7 to M13, as well as f. MK animals required a greater number of trans-operative rescues than the MLK. It was concluded that the addition of lidocaine to the protocol using morphine and ketamine increased its analgesia.(AU)


Assuntos
Animais , Feminino , Gatos , Ketamina/administração & dosagem , Lidocaína/administração & dosagem , Morfina/administração & dosagem , Ovariectomia/veterinária , Anestésicos Combinados , Salpingectomia/veterinária , Histerectomia/veterinária
2.
Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) ; 12: 1116-1124, jan.-dez. 2020. ilus
Artigo em Inglês, Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1117816

RESUMO

Objetivo: Objetivou-se realizar o estado da arte de publicações que relatem estratégias de como minimizar a constipação induzida pelo uso de opioides, de pacientes em cuidado paliativo. Método: Trata-se de um estudo exploratório através de uma revisão integrativa em quatro bases de dados de artigos publicados entre os anos de 2013 a 2017. Resultados: Evidenciaram-se 117 publicações, as quais 17 apresentaram os critérios de inclusão da pesquisa. Conclusão: Apesar das drogas aliviarem a dor, as reações adversas geram desconforto e perda da qualidade de vida. Existem dados limitados referentes ao tratamento da constipação intestinal em cuidado paliativo. Observou-se que poucos autores mencionaram a dieta como auxiliador no quadro, enfatizando o uso de medicamentos. Mais estudos devem ser estimulados no intuito de encontrar o equilíbrio entre analgesia e redução de efeitos adversos causados pelos opioides


Objective: The study's purpose has been to address the state of the art in investigations such as clinical trials, systematic reviews with metaanalysis and case studies, which report how to minimize opioid-induced constipation in patients undergoing palliative care. Methods: This is an exploratory study through an integrative review of four databases addressing published articles from 2013 to 2017. Results: A total of 117 publications were presented, which 17 presented the inclusion criteria. The studies describe the prevalence of constipation rates induced by the use of opioids. Conclusion: Although these drugs alleviate pain, the adverse reactions may generate discomfort and loss of the patient's life quality. There are limited data on the treatment of constipation. It was observed that few authors mentioned diet as a helper on this situation, emphasizing the use of medications. Further studies should be encouraged aiming to find the balance between analgesia and reduction of adverse effects


Objetivo: Se objetivó realizar el estado del arte de publicaciones que relatan estrategias de cómo minimizar el constipación inducida por el uso de opioides, de pacientes en cuidado paliativo. Método: Se trata de un estudio exploratorio a través de una revisión integrativa en cuatro bases de datos de artículos publicados entre los años de 2013 a 2017. Resultados: Se evidenció 117 publicaciones, las cuales 17 presentaron los criterios de inclusión de la investigación. Conclusión: A pesar de las drogas aliviar el dolor, las reacciones adversas generan incomodidad y pérdida de la calidad de vida. Existen datos limitados referentes al tratamiento del estreñimiento intestinal en el cuidado paliativo. Se observó que pocos autores mencionaron la dieta como auxiliador en el cuadro, enfatizando el uso de medicamentos. Más estudios deben ser estimulados con el fin de encontrar el equilibrio entre analgesia y reducción de efectos adversos causados por los opioide


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Cuidados Paliativos , Constipação Induzida por Opioides/prevenção & controle , Analgésicos Opioides/efeitos adversos , Qualidade de Vida , Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos , Morfina/efeitos adversos
3.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(2): 430-438, mar.-abr. 2019. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1011275

RESUMO

Objetivou-se avaliar os efeitos fisiológicos, sedativos e analgésicos da administração peridural de ropivacaína isolada ou associada à morfina ou à metadona. Para tal, 24 cadelas submetidas à ovário-histerectomia receberam acepromazina, e a anestesia foi induzida e mantida com propofol e isoflurano (FiO2 = 1,0), respectivamente. De acordo com o protocolo peridural, formaram-se três grupos de igual número: GR (ropivacaína - 2,0mg/kg); GRMETA (ropivacaína - 2,0mg/kg e metadona - 0,3mg/kg) e GRMORF (ropivacaína - 2,0mg/kg e morfina - 0,1mg/kg). Registraram-se os parâmetros fisiológicos intraoperatórios e os graus de sedação e analgesia pós-operatórios. No GR constataram-se maiores médias de pressões arteriais 30 minutos após a anestesia epidural em relação ao GRMETA (sistólica e média) e ao final do procedimento cirúrgico comparativamente ao GRMORF (sistólica, diastólica e média). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos relativamente à analgesia e ao grau de sedação pós-operatórios. A administração epidural de ropivacaína é segura e eficaz e proporciona boa analgesia, independentemente da sua associação com morfina ou metadona.(AU)


The aim of this study was to evaluate the physiological, sedative and analgesic effects of epidural administration of ropivacaine sole or associated to morphine or methadone. Twenty-four bitches were submitted to ovariohysterectomy and received acepromazine and after, propofol and isoflurane (FiO 2 = 1.0) for anesthesia induction and maintenance, respectively. Based on established epidural protocol (L7-S1), three groups were formed: GR (ropivacaine - 2.0mg/kg); GRMETA (ropivacaine - 2.0mg/kg and methadone - 0.3mg/kg) and GRMORF (ropivacaine - 2.0mg/kg and morphine - 0.1mg/kg). Intraoperative physiological parameters and degrees of postoperative sedation and analgesia were recorded. In the GR, the means of arterial pressures, 30 minutes after epidural anesthesia, were higher compared with GRMETA (systolic and mean) and, at the end of the clinical procedure, compared to GRMORF (systolic, diastolic and mean). Differences between groups were not observed for postoperative analgesia and degree of sedation. Epidural administration of ropivacaine is safe and effective and provides good analgesia regardless of its association with morphine or methadone.(AU)


Assuntos
Animais , Feminino , Cães , Ovariectomia/veterinária , Histerectomia/veterinária , Anestesia Epidural/veterinária , Metadona , Morfina , Analgésicos Opioides/administração & dosagem
4.
Pesqui. vet. bras ; 38(7): 1431-1437, July 2018. graf
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-976442

RESUMO

A dor pós-operatória em cães que são submetidos a cirurgias da coluna vertebral é considerada severa e seu manejo inadequado pode influenciar no tempo de recuperação do paciente, na qualidade de vida e no resultado cirúrgico. Dentre os analgésicos indicados para uso no pós-operatório dessas cirurgias tem-se os opioides, que podem apresentar inúmeros efeitos adversos que requerem atenção. Devido à escassez de estudos clínicos acerca desse assunto em se tratando do pós-operatório de cães, objetivou-se com o presente estudo retrospectivo apresentar os efeitos adversos da morfina, metadona e tramadol utilizados no pós-operatório de cirurgias da coluna vertebral. Foram revisadas e avaliadas as fichas de 180 cães e anotadas as alterações observadas no pós-operatório e decorrentes do uso de opioides. Os principais efeitos adversos observados foram anorexia, hiporexia, vômito, salivação, vocalização, bradicardia, hipotermia, ofegação e sedação. Também foi observada persistência da dor em alguns cães mesmo com o uso de analgésicos. Houve diferença na ocorrência de anorexia nos cães tratados com morfina e nos tratados com metadona em relação aos tratados com tramadol. Ocorreu diferença também entre a observação de dor dos grupos morfina e tramadol. A associação de dipirona com morfina e com metadona não revelou diferença com relação à ocorrência de efeitos adversos, bem como a variação de doses. Conclui-se que a morfina, a metadona e o tramadol apresentam efeitos adversos quando empregados para tratamento da dor pós-operatória em cães submetidos à cirurgia da coluna vertebral; a anorexia, a hiporexia e o vômito foram os efeitos adversos frequentes com o uso de morfina e de metadona e, mesmo que o tramadol apresente menor ocorrência desses efeitos, seu uso, na dose estudada, pode não ser vantajoso quando se leva em consideração o grau de dor para cirurgias da coluna vertebral.(AU)


Postoperative pain in dogs undergone vertebral surgery is classified as severe and it's important an adequate approach to it, because it can influence recovery time, quality of life and surgery outcome. Opioids are indicated for postoperative pain treatment in these surgeries. Opioids may have adverse effects that may require attention. There are few clinical studies that present the adverse effects of these analgesics in canine postoperative period. The aim of this retrospective study was to present the adverse effects of morphine, methadone and tramadol in canine vertebral surgery postoperative period. There were revised the postoperative records of 180 dogs and the changes resulted from the opioids use were noted. The adverse effects observed were anorexia, hyporexia, vomiting, vocalization, bradycardia, hypothermia, panting, sedation. Pain was also observed in some dogs. A significant difference was found in anorexia between dogs treated with morphine and tramadol and methadone and tramadol. Significant difference was also found in pain between dogs treated with morphine and tramadol. The association of metamizole and morphine or metamizole and methadone was not different in relation to the adverse effects. There was also no difference with the dosage variation and the adverse effects. In conclusion, morphine, methadone and tramadol have adverse effects when used for pain control in the postoperative period of dogs submitted to vertebral surgery. Anorexia, hypophagia and emesis were frequent the adverse effects observed with morphine and methadone and, despite tramadol presented less adverse effects, its use may be not beneficial in the studied doses when we consider the degree of pain, however more controlled studies with clinical situation are needed to confirm this.(AU)


Assuntos
Animais , Cães , Tramadol/efeitos adversos , Cães/cirurgia , Metadona/efeitos adversos , Morfina/efeitos adversos
5.
Rev. cuba. anestesiol. reanim ; 17(1): 1-9, ene.-abr. 2018. ilus, tab
Artigo em Espanhol | LILACS, CUMED | ID: biblio-991014

RESUMO

Introducción: El dolor posoperatorio constituye la principal causa de dolor agudo en el mundo. Brindar analgesia adecuada en el posquirúrgico garantiza la disminución del tiempo de estancia hospitalaria y tiene un impacto positivo en el resultado final de los pacientes. Objetivo: Evaluar la calidad de la analgesia posoperatoria con bupivacaína más morfina intratecal en la cirugía electiva de próstata, así como la incidencia de efectos adversos. Métodos: Se realizó una investigación cuasiexperimental, entre enero de 2014 y julio de 2017. La muestra quedó conformada de manera no probabilística por los pacientes que dieron su consentimiento informado y reunieron criterios para entrar en el estudio. Quedaron distribuidos de manera aleatoria en dos grupos denominados bupivacaína (B) y morfina-bupivacaína (MB). Para recolectar la información se emplearon las historias clínicas anestésicas y un formulario elaborado al efecto. Los datos se mostraron en tablas y gráficos, los resultados se expresaron numéricamente y en porcientos, se determinaron algunas medidas descriptivas de interés que mostraron el comportamiento de las variables que lo requirieron. Resultados: El resultado más relevante fue el efecto analgésico muy significativo en el grupo MB en las primeras 24 h del posoperatorio. La reacción adversa más frecuente fue el prurito y solo se presentó en el grupo que recibió morfina. Conclusiones: La anestesia espinal con morfina y bupivacaína es efectiva y segura, proporcionando mejor analgesia en el posoperatorio inmediato cuando se compara con bupivacaína sola(AU)


Introduction: Postoperative pain is the main cause of acute pain worldwide. Providing adequate analgesia postoperatively guarantees hospital stay reduction and positively affects patient outcome. Objective: To evaluate the quality of postoperative analgesia with bupivacaine plus intrathecal morphine in elective prostate surgery, as well as the incidence of adverse effects. Methods: A quasiexperimental research was carried out between January 2014 and July 2017. The sample was chosen in a non-probabilistic way and made up by the patients who gave their informed consent and met the inclusion criteria to enter the study. They were randomly distributed into two groups identified as bupivacaine (B) and morphine-bupivacaine (MB). To collect the information, the anesthetic medical records were used, together with a form prepared for such purpose. The data were shown in charts and graphs, the results were expressed numerically and in percentages, some descriptive measures of interest were determined that showed the behavior of the variables that required it. Results: The most relevant outcome was the very significant analgesic effect in the MB group in the first 24 hours after surgery. The most common adverse reaction was pruritus and only occurred in the group that received morphine. Conclusions: Spinal anesthesia with morphine and bupivacaine is effective and safe because it provides better analgesia in the immediate postoperative period in comparison to bupivacaine alone(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico , Bupivacaína/uso terapêutico , Analgésicos Opioides/uso terapêutico , Morfina/uso terapêutico , Prostatectomia/métodos , Estudos Prospectivos , Estudos Longitudinais , Efeitos Adversos de Longa Duração/epidemiologia
6.
Med. UIS ; 31(1): 31-38, ene.-abr. 2018. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-954900

RESUMO

Resumen Introducción: La anestesia subaracnoidea es la técnica más empleada para realización de cesáreas usando opioides neuroaxiales, cuyos principales eventos adversos son náusea y vómito. Objetivo: Establecer la eficacia de ondansetrón y dexametasona en la profilaxis de náuseas y vómitos en pacientes sometidos a cesárea. Materiales y métodos: Una muestra de 300 embarazadas llevadas a cesárea no emergente bajo anestesia subaracnoidea fueron asignadas aleatoriamente en tres grupos: DEX (dexametasona 4 mg), OND (ondansetrón 4 mg), PLB (placebo 5 mL de solución salina normal). La técnica anestésica se estandarizó con 9 mg de bupivacaína al 0.5%, 100 mcg de morfina y 25 mcg de fentanilo Intratecal. Se evaluó el resultado de interés durante el intraoperatorio, a las 2, 6 y 24 horas post-anestesia, con un nivel de significancia α de 0,05. Resultados: El RR en el grupo DEX para vómito fue 0,46 (IC95%: 0,28-0,76), y para náusea fue 0,79 (IC95%: 0,64-0,96). En el grupo OND el RR para vómito fue 0,41 (IC95%: 0,24-0,69) y para náusea 0,75 (IC95%: 0,67-0,84). La severidad de la náusea fue menor y significativa en el grupo OND durante todo el tiempo evaluado (p<0.001). Conclusiones: La dexametasona 4 mg y el ondansetrón 4 mg mostraron eficacia para disminuir el riesgo de náusea y vómito postoperatorio en pacientes sometidas a cesárea bajo anestesia subaracnoidea cuando se usan opioides neuroaxiales. Trial registration: (ISRCTN 57227250). MÉD.UIS. 2018;31(1):31-8.


Abstract Background: Subarachnoid anesthesia is the most common technique for cesarean section and coadjuvant opioids such as morphine and fentanyl have adverse events, predominantly nausea and vomit. A randomized, placebo-controlled trial was performed to evaluate the prophylactic effect of ondansetron and dexamethasone on these events. Objective: To establish the efficacy of ondansetron and dexamethasone in nausea and vomit prophylaxis in patients undergoing cesarean section. Method: A sample of 300 pregnant women was randomized in 3 groups: dexamethasone 4 mg, ondansetron 4 mg, and placebo. Standardized dose of 9 mg of bupivacaine at 0,5% 100 mcg of morphine and 25 mcg of intratechal fentanyl were administered to all patients. Both dexamethasone and ondansetron were compared against placebo. Emergency cesarean section, ASA III and allergic patients to any study drugs were excluded. Nausea and vomiting were evaluated intraoperative, 2, 6 and 24 hours after anesthesia, with a significance level α of 0,05. Results: On dexamethasone group the RR for vomit was 0,46 (CI 95% 0,28 to 0,76) and 0,79 (CI 95% 0, 64-0,96) for nausea. On the ondansetron group, it was 0.41 (CI 95% 0,24- 0,69) for vomit and 0,75 (CI 95% 0,67 a 0,84) for nausea. The severity of nausea was statistically lower on the ondansetron group through the entire follow-up. There was no nausea after 6 hours in the dexamethasone group. Conclusions: Both dexamethasone and ondansetron showed efficacy as a prophylactic treatment against the onset of nausea and vomit in patients undergoing cesarean section with subarachnoid anesthesia and neuroaxial opioids. Trial registration: (ISRCTN 57227250). MÉD.UIS. 2018;31(1):31-8.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Adulto , Cesárea , Raquianestesia/efeitos adversos , Eficácia , Ensaio Clínico , Náusea e Vômito Pós-Operatórios , Anti-Inflamatórios , Morfina , Antieméticos
7.
Arch. argent. pediatr ; 116(1): 62-65, feb. 2018.
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1038401

RESUMO

Introducción: El dolor se define como una experiencia sensorial y emocional desagradable, relacionada con daño tisular actual o potencial. Según su mecanismo fisiopatológico, se clasifica en dolor nociceptivo, neuropático y mixto. Cuando su intensidad es de moderada a grave, se debe administrar un opioide potente, y la morfina es el fármaco de elección. Si resulta ineficaz o aparecen efectos adversos intolerables, se recomienda la rotación de opioide. Nuestro objetivo fue describir el tratamiento farmacológico del dolor mixto en los pacientes asistidos por el equipo de Cuidados Paliativos del Hospital General de Niños Pedro de Elizalde entre agosto de 2011 y septiembre de 2015. Se incluyeron 72 pacientes, con edad media de 10,1 años y la enfermedad de base más frecuente fue patología oncológica. El opioide de inicio fue morfina en 57 casos; 48 recibieron fármacos adyuvantes. La rotación de opioides ocurrió en la mitad de los casos y la más frecuente fue de morfina a metadona.


Pain is defined as an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential tissue damage. Depending on its pathophysiological mechanism, it may be classified into nociceptive, neuropathic, and mixed pain. If pain is moderate to severe, a strong opioid should be administered and, when this is the case, morphine is the drug of choice. If morphine is ineffective or causes intolerable adverse effects, opioid rotation is recommended. Our objective was to describe the drug management for mixed pain used in patients assisted by the Palliative Care team of Hospital General de Niños Pedro de Elizalde between August 2011 and September 2015. A total of 72 patients were included. Their mean age was 10.1 years, and the most common underlying disease was cancer. The initial opioid was morphine in 57 cases; 48 patients received adjuvant drugs. Opioid rotation was indicated in half of cases, and the most common switch was from morphine to methadone.


Assuntos
Humanos , Criança , Dor , Cuidados Paliativos , Criança , Analgésicos Opioides , Metadona , Morfina
8.
Braz. J. Pharm. Sci. (Online) ; 54(1): e17174, 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-951914

RESUMO

ABSTRACT Ayahuasca is a beverage with psychoactive properties used in religious and ceremonial rituals by some religious groups. The main active components of ayahuasca are dimethyltryptamine and the harmala alkaloids with ß-carboline structure acting as monoamine oxidase A inhibitors. This combination produces a pronounced activation of serotonergic pathways and presents potential interaction with other psychotropics. The objective of this study was to investigate the possible interactions between ayahuasca and agents employed in general anesthesia. The pharmacological interactions between ayahuasca and morphine or propofol were evaluated in mice using doses of 12, 120 and 1200 mg/kg (0.1 to 10 times the average dose consumed by humans in religious rituals). Ayahuasca alone showed an antinociceptive effect in the writhing and formalin tests, and intensified the analgesic effect of morphine in the hot plate test. Concerning the pharmacological interactions between ayahuasca and propofol, the results were opposite; ayahuasca intensified the depressant effect of propofol in the rotarod test, but decreased the sleeping time induced by propofol. These set of results showed the occurrence of some interactions between ayahuasca and the drugs morphine and propofol, possibly by both pharmacokinetics and pharmacodynamics mechanisms


Assuntos
Animais , Masculino , Camundongos , Interações Medicamentosas , Avaliação Pré-Clínica de Medicamentos , Morfina/análise , Bebidas/efeitos adversos , Propofol/análise , Banisteriopsis/efeitos adversos , Psychotria/efeitos adversos , Analgésicos/efeitos adversos
9.
Braz. J. Pharm. Sci. (Online) ; 54(2): e17352, 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-951926

RESUMO

Abstract With the aim of controlling various symptoms, possible to use mixtures of different drugs within infusion devices. This should take into account the compatibility of the mixture. Factors influence the compatibility and stability of the mixtures are: drug type, concentration, solvent, temperature and light. When evaluating the compatibility of the mixtures for infusion for subcutaneous via is important to consider infusion devices used and the conditions of light and temperature should simulate as far as possible the conditions in practice assistance. There are diverse studies that analyze the compatibility of drug mixtures, but there are still many possible combinations of drugs for which evidence is not available. The objective of this work is to study the compatibility and stability of several mixtures of haloperidol and morphine that can be used in solution for subcutaneous infusion.


Assuntos
Haloperidol/análise , Morfina/análise , Cuidados Paliativos/classificação , Combinação de Medicamentos , Estabilidade de Medicamentos
10.
Rev. Col. Bras. Cir ; 45(3): e1756, 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-956559

RESUMO

ABSTRACT Objective: to analyze the effects of nicotine patch on pain control, occurrence of nausea and its hemodynamic repercussions in laparoscopic cholecystectomy procedures. Methods: we conducted an analytical, prospective, randomized, triple-blinded, clinical study between January and July 2017. The sample consisted of 17 patients who underwent laparoscopic cholecystectomy for the treatment of cholelithiasis. Nine patients used nicotine patch, and eight, placebo patch. The studied variables were pain, nausea, patient satisfaction, blood pressure, heart rate, oximetry and morphine rescue. Results: taking into account the pain and nausea parameters, there was no statistically significant difference between the groups (p>0.05). Also, the evaluation of rescue medication, both opioids and prokinetics, did not show any significant statistical difference between the groups. Among the hemodynamic parameters, there was only one statistically significant difference in the analysis of oxygen saturation and systolic blood pressure (SBP) six hours after surgery: the mean oxygen saturation was higher in the Test group (97.89 x 95.88) and the mean SBP was higher in the Control group (123.89 x 110.0). Conclusion: although pain levels were lower for nicotine within 24 hours, the action of nicotine and the need for rescue opioids in pain control were not statistically significant between the groups and at the time intervals studied. There was no clinical repercussion in the hemodynamic parameters.


RESUMO Objetivo: analisar os efeitos do adesivo de nicotina sobre o controle da dor, ocorrência de náuseas e suas repercussões hemodinâmicas em cirurgias de colecistectomia videolaparoscópica. Métodos: estudo analítico, do tipo ensaio clínico, prospectivo, randomizado e triplo-cego realizado entre janeiro e julho de 2017. A amostra foi composta de 17 pacientes em pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica para tratamento de colelitíase. Nove pacientes fizeram uso do adesivo com nicotina e oito de adesivo placebo. As variáveis estudadas foram: dor, náusea, satisfação do paciente, pressão arterial, frequência cardíaca, oximetria e resgate de morfina. Resultados: levando em consideração os parâmetros dor e náuseas, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p>0,05). Ainda, a avaliação da medicação de resgate, tanto opioide como procinéticos, também não evidenciou diferença estatística relevante entre os grupos. Dentre os parâmetros hemodinâmicos, só houve diferença estatística nas análises da saturação de oxigênio e da pressão arterial sistólica (PAS) seis horas após a cirurgia: a média da saturação de oxigênio foi maior no grupo Teste (97,89 x 95,88) e a média da PAS foi maior no grupo Controle (123,89 x 110,0). Conclusão: apesar dos níveis de dor terem sido menores para nicotina no intervalo de 24 horas, a ação da nicotina e a necessidade de opioide de resgate no controle da dor não foram estatisticamente significantes entre os grupos e intervalos de tempo estudados. Não houve repercussão clínica nos parâmetros hemodinâmicos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Adulto Jovem , Dor Pós-Operatória/prevenção & controle , Colecistectomia Laparoscópica/métodos , Manejo da Dor/métodos , Dispositivos para o Abandono do Uso de Tabaco , Náusea/prevenção & controle , Fatores de Tempo , Estudos Prospectivos , Reprodutibilidade dos Testes , Resultado do Tratamento , Hemodinâmica/efeitos dos fármacos , Analgésicos Opioides/uso terapêutico , Pessoa de Meia-Idade , Morfina/uso terapêutico
11.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 70(5): 1477-1482, set.-out. 2018. tab
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-947113

RESUMO

Os opioides são utilizados na medicina veterinária na analgesia dos animais, porém há restrição quanto ao uso desses fármacos em equinos, pois podem desencadear alterações gastrintestinais, mas a administração pela via epidural minimiza os efeitos adversos. Assim, oito equinos hígidos foram utilizados em três grupos experimentais, objetivando-se avaliar a influência no trânsito gastrintestinal da injeção epidural de morfina (0,2mg/kg), tramadol (1,0mg/kg) ou NaCl 0,9%. Para a avaliação do trânsito gastrintestinal, foi administrada a lignina purificada e enriquecida (Lipe®), pela via oral, a qual posteriormente foi analisada nas fezes. As fezes foram coletadas para investigação desse marcador, antes da epidural e em intervalos até totalizar 48 horas do início do experimento. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) de uma via, com repetições múltiplas. As médias entre cada momento dos grupos e dos momentos dentro de cada grupo foram comparadas pelo teste de Student-Newman-Keuls (P≤0,05). A morfina ou o tramadol administrados pela via epidural não alteraram o tempo médio de retenção da fase líquida, a taxa de passagem e o tempo de trânsito do marcador utilizado. Diante de tais achados, conclui-se que a morfina ou o tramadol pela via epidural não alteram o trânsito gastrintestinal.(AU)


Opioids provide analgesia and are used in veterinary, however there is a restriction regarding the use of these drugs in horses, because may lead to ileus, but epidural opioids minimize those side effects. Eight healthy horses were used in three experimental groups, to evaluate the gastrointestinal influence after epidural morphine (0.2mg / kg), tramadol (1.0mg / kg) or NaCl 0.9%. Intestinal transit was evaluated with the administration of Lipe® (purified enriched isolated lignin) and later analyzed in the feces. Feces were collected before the epidural and at intervals up to 48 hours after the beginning of the experiment. The data were analyzed by a one-way analysis of variance or Friedman or Kruskal-Wallis and Student-Newman Keuls test as a post hoc. A value of P≤ 0.05 was considered significant. Epidural morphine or tramadol did not change the mean time for retention of the liquid phase, passage rate, and the transit time of the marker used. In conclusion, epidural morphine or tramadol does not change gastrointestinal transit.(AU)


Assuntos
Animais , Cavalos , Morfina/efeitos adversos , Tramadol/administração & dosagem , Trato Gastrointestinal
12.
Int. j. morphol ; 35(4): 1342-1347, Dec. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-893139

RESUMO

SUMMARY: Morphine is one of the naturally occurring phenanthrene alkaloids of opium that induces adverse effects on male reproductive system. Resveratrol is a phytoestrogen and antioxidant of red grape. The main goal is to investigate whether resveratrol could inhibit adverse effects of morphine on sperm cell viability, count, motility as well as testis histology, testosterone hormone and nitric oxide levels in mice. In the present study, 48 male rats were randomly divided into 8 groups (n=6) and were treated intraperitoneally for 14 days with normal saline, resveratrol (2, 8, 20 mg/kg/day), morphine (20 mg/kg/day) and morphine (20 mg/kg/day) + resveratrol (2, 8, 20 mg/kg/day). At the end of experiments, sperm parameters (sperm cell viability, count, motility and morphology), testis weight, the diameter of seminiferous tubules, testosterone hormone level and nitric oxide were analyzed. The data were analyzed by SPSS software for windows (version 20) using one-way ANOVA test followed by Tukey's post hoc test, and P<0.05 was considered significant. The results indicated that morphine administration significantly decreased testosterone level, count, viability and motility of sperm cells and testis weight and increased nitric oxide compared to the saline group (P=0.000). Administration of resveratrol and resveratrol plus morphine significantly increased motility, count and viability of sperm cells, somniferous tubule diameter and testosterone, while it decreased nitric oxide level compared to morphine group (P=0.025). It seems that resveratrol administration could increase the quality of spermatozoa and prevented morphine-induced adverse effects on sperm parameters.


RESUMEN: La morfina es uno de los alcaloides fenantreno del opio que induce efectos adversos en el sistema reproductivo masculino. El resveratrol es un fitoestrógeno y antioxidante de la uva roja. El objetivo principal de este trabajo fue investigar si el resveratrol puede inhibir los efectos adversos de la morfina sobre la viabilidad celular de los espermatozoides, el recuento y la motilidad, así como la histología de los testículos, la hormona testosterona y los niveles de óxido nítrico en ratones. Se dividieron, aleatoriamente, 48 ratas machos en 8 grupos (n = 6) y se trataron de forma intraperitoneal durante 14 días con solución salina normal, resveratrol (2, 8, 20 mg / kg / día), morfina (20 mg / kg / día ) y morfina (20 mg / kg / día) + resveratrol (2, 8, 20 mg / kg / día). Al final de los experimentos, se analizaron los parámetros espermáticos (viabilidad celular, recuento, motilidad y morfología), el peso de los testículos, el diámetro de los túbulos seminíferos, el nivel de la hormona testosterona y el óxido nítrico. Los datos fueron analizados con el software de SPSS para Windows (versión 20) usando una prueba de ANOVA de una vía seguida de la prueba post hoc de Tukey, y P <0,05 se consideró significativo. Los resultados indicaron que la administración de morfina disminuyó significativamente el nivel de testosterona, el recuento, la viabilidad y la motilidad de los espermatozoides y el peso de los testículos, además del aumento de óxido nítrico en comparación con el grupo salino (p = 0,000). La administración de resveratrol y resveratrol más morfina aumentó significativamente la motilidad, el recuento y la viabilidad de los espermatozoides, el diámetro de los túbulos seminíferos y la testosterona, mientras que disminuyó el nivel de óxido nítrico comparado con el grupo morfina (p = 0,025). En conclusión, la administración de resveratrol podría aumentar la calidad de los espermatozoides y prevenir los efectos adversos inducidos por la morfina sobre los parámetros espermáticos.


Assuntos
Animais , Masculino , Ratos , Estilbenos/administração & dosagem , Genitália Masculina/efeitos dos fármacos , Morfina/toxicidade , Motilidade Espermática , Espermatogênese/efeitos dos fármacos , Testículo/efeitos dos fármacos , Testosterona/sangue , Óxido Nítrico/sangue
13.
Int. j. morphol ; 35(4): 1409-1415, Dec. 2017. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-893150

RESUMO

SUMMARY: Morphine produces free radicals and cause apoptosis in some cell. Resveratrol (RSV) is a stilbenoid, a type of natural phenol, and a phytoalexin produced by several plants in response to injury. 48 male mice were randomly assigned to 8 groups. In this study, various doses of RSV (2, 8 and 20 mg/kg) and RSV plus Morphine (2, 8 and 20 mg/kg) were administered intraperitoneally to male mice for 20 consequent days and weight of kidneys, biochemical characteristics, morphometric markers and blood serum nitric oxide level were studied. The results indicated that morphine administration significantly increased the mean diameter of glomerulus and distal and proximal convoluted tubule, Lactate dehydrogenase (LDH), Blood urea nitrogen (BUN), creatinine and nitric oxide levels compared to the saline group (P<0.05). However, RSV and RSV plus morphine in all doses significantly decreased glomeruli number and LDH, BUN, creatinine and nitric oxide levels compared to morphine groups (p<0.05). Thus, it seems that resveratrol improved kidney damages induced by morphine in mice.


RESUMEN: La morfina produce radicales libres y causa apoptosis en algunas células. El resveratrol (RSV) es un tipo de fenol natural y una fitoalexina producida por varias plantas en respuesta a una lesión. Se asignaron al azar 48 ratones machos a 8 grupos. En este estudio se administraron varias dosis de RSV (2, 8 y 20 mg/kg) y RSV más morfina (2, 8 y 20 mg/kg) intraperitoneal en ratones machos durante 20 días consecutivos y se estudió el peso de los riñones, las características bioquímicas, los marcadores morfométricos y el nivel de óxido nítrico en suero sanguíneo. Los resultados indicaron que la administración de morfina aumentó significativamente el diámetro medio del glomérulo y de los túbulos distal y proximal, los niveles de lactato deshidrogenasa (LDH), nitrógeno ureico en sangre (BUN), la creatinina y el óxido nítrico en comparación con el grupo salino (p <0,05). Sin embargo, el RSV y el RSV más morfina en todas las dosis redujeron significativamente el número de glomérulos y LDH, BUN, la creatinina y el óxido nítrico en comparación con los grupos de morfina (p <0,05). Por lo tanto, los resultados podrían indicar que el resveratrol mejoró el daño renal inducido por la morfina en ratones.


Assuntos
Animais , Masculino , Camundongos , Estilbenos/administração & dosagem , Rim/efeitos dos fármacos , Morfina/toxicidade , Creatinina/sangue , Glomérulos Renais/efeitos dos fármacos , Camundongos Endogâmicos BALB C , Óxido Nítrico/sangue
14.
Coluna/Columna ; 16(3): 188-192, July-Sept. 2017. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-890897

RESUMO

ABSTRACT Objective: To evaluate the postoperative analgesic efficacy in patients undergoing lumbar canal decompression using epidural morphine and clonidine at the Hospital Santa Casa de Vitória - ES, Brazil. Methods: Prospective, randomized study of 60 patients with stenosis of the lumbar canal up to two levels with surgical indication, in which decompression of the canal was performed in association with lumbar arthrodesis. In group 1 we performed conventional postoperative analgesia and in group 2, in addition to conventional analgesia, we associated epidural morphine and clonidine. We used VAS as a means of analyzing pain intensity at 1, 12, and 36 hours after surgery. The statistical analysis was performed using Microsoft Office/Excel and the software GraphPad Prism (San Diego, CA, USA). Results: The mean age of patients was 47 years, and 52% were female. The mean VAS in the first hour, 12th, and 36th hours after surgery in the control group was 5.44, 2.13, and 0.55 respectively. In the morphine-clonidine group it was 6.96; 2.21 and 0.60. Comparing one group with another in its absolute values through the Mann-Whitney test, as well as comparing the pain variations between the 1st and 12th hour (1h X 12h) and between the 12th hour and 36th hour (12h x 36h ) through Student's t test it became clear that there was no statistical difference between groups (p > 0.05). Conclusions: The addition of epidural morphine and clonidine to conventional analgesia is not beneficial to reduce postoperative pain in patients undergoing lumbar canal decompression.


RESUMO Objetivo: Avaliar a eficácia analgésica pós-operatória em pacientes submetidos à descompressão do canal lombar utilizando morfina e clonidina epidural no Hospital da Santa Casa de Vitória - ES. Métodos: Estudo prospectivo, randomizado de 60 pacientes com de estenose do canal lombar até dois níveis, com indicação cirúrgica, na qual foi realizada descompressão do canal associada à artrodese lombar. No grupo 1, realizamos analgesia pós-operatória convencional e no grupo 2, além da analgesia convencional, associamos morfina e clonidina epidural. Utilizamos a EVA como forma de análise da intensidade da dor nos períodos de 1, 12 e 36 horas depois da cirurgia. A análise estatística dos dados foi realizada com Microsoft Office/Excel e o software GraphPad Prism (San Diego, CA, EUA). Resultados: A média da idade dos pacientes foi de 47 anos, sendo que 52% eram do sexo feminino. A média da EVA na 1a, 12a e 36a horas depois da cirurgia no grupo controle foi de 5,44; 2,13 e 0,55, respectivamente. No grupo morfina-clonidina foi de 6,96; 2,21 e 0,60. Comparando um grupo com outro em seus valores absolutos através do teste Mann-Whitney, como também comparando as variações do quadro álgico entre a primeira e a décima segunda hora (1h X 12h) e entre a décima segunda hora e a trigésima sexta hora (12h X 36h) através do teste t de Student, evidenciou-se que não houve diferença estatística entre os grupos (p > 0,05). Conclusões: A adição de morfina e clonidina epidural à analgesia convencional não é benéfica para reduzir o quadro álgico em pós-operatório de pacientes submetidos à descompressão de canal lombar.


RESUMEN Objetivo: Evaluar la eficacia analgésica postoperatoria en pacientes sometidos a la descompresión del canal lumbar utilizando morfina y clonidina epidural en el Hospital Santa Casa de Vitória - ES, Brasil. Métodos: Estudio prospectivo, aleatorizado de 60 pacientes con estenosis del canal lumbar hasta dos niveles, con indicación quirúrgica, en el cual se realizó descompresión del canal asociada a la artrodesis lumbar. En el grupo 1, realizamos analgesia postoperatoria convencional y en el grupo 2, además de la analgesia convencional, asociamos morfina y clonidina epidural. Utilizamos la EVA como forma de análisis de la intensidad del dolor en los períodos de 1, 12 y 36 horas después de la cirugía. El análisis estadístico de los datos se realizó con Microsoft Office/Excel y el software GraphPad Prism (San Diego, CA, EE.UU.). Resultados: La edad media de los pacientes fue de 47 años, siendo que el 52% eran del sexo femenino. La media de la EVA en la 1a, 12a y 36a horas después de la intervención en el grupo control fue de 5,44; 2,13 y 0,55, respectivamente. En el grupo morfina-clonidina fue de 6,96; 2,21 y 0,60. La comparación de un grupo con otro en sus valores absolutos a través de la prueba de Mann-Whitney, como también comparando las variaciones del cuadro de dolor entre la primera y la décima segunda hora (1h X 12h) y entre la décima segunda hora y la trigésima sexta hora (12h X 36h) por la prueba t de Student, se evidenció que no hubo diferencia estadística entre los grupos (p > 0,05). Conclusiones: La adición de morfina y clonidina epidural para analgesia convencional no es beneficiosa para reducir el cuadro de dolor en el postoperatorio de pacientes sometidos a la descompresión de canal lumbar.


Assuntos
Humanos , Analgesia Epidural , Período Pós-Operatório , Clonidina , Descompressão Cirúrgica , Morfina
15.
Biosci. j. (Online) ; 33(5)sept./oct. 2017.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-966293

RESUMO

The aim of the present study was to evaluate selected ophthalmic and physiologic parameters in rabbits submitted to retrobulbar blockade with lidocaine, morphine or ketamine. Eighteen adult rabbits, seven males and eleven females, New Zealand White breed, weighing 3.9 ± 0.7 kg were randomly assigned to perform the retrobulbar block according to the groups: LID (2% lidocaine without a vasoconstrictor - 7 mg kg-1); MOR (1% morphine - 1 mg kg-1) or KET (10% Ketamine - 5 mg kg-1). Ophthalmic and physiologic parameters were assessed, including lacrimal production using Schirmer tear test (STT), corneal touch threshold (CTT), pupillary diameter, intraocular pressure (IOP), pulse rate (PR), respiratory rate (RR), oxyhemoglobin saturation (SpO2), rectal temperature (RT) and systolic, mean and diastolic blood pressures (SAP, MAP and DAP) and were evaluated every 10 minutes for 70 minutes. All drugs used in the present study promoted central positioning of the eyeball for up to one minute later the retrobulbar administration in all cases. There was a significant increase of STT values in MOR and LID, when compared to baseline, while the CTT values had a significant decrease in all groups. KET kept the IOP values unaltered at the time points and there was a significant decrease of pupillary diameter in MOR. There was no significant change in PR, RR and SpO2; however, LID presented significantly lower values of SAP. MOR had increased values for RT when compared to the other two groups. The established parameters may help in ophthalmic procedures using retrobulbar nerve blocks.


Objetivou-se com o presente estudo estabelecer parâmetros oftálmicos e hemodinâmicos em coelhos submetidos ao bloqueio retrobulbar com lidocaína, morfina ou cetamina. Dezoito coelhos da raça Nova Zelândia, adultos, sete machos e onze fêmeas, com peso de 3,9 ± 0,7 kg foram aleatoriamente distribuídos para realização de bloqueio retrobulbar de acordo com os seguintes grupos: LID (lidocaína 2% sem vasoconstrictor ­ 7 mg/kg); MOR (morfina 1% - 1 mg/kg) ou KET (cetamina 10% ­ 5 mg/kg). Os seguintes parâmetros oftálmicos e hemodinâmicos foram avaliados: produção lacrimal através do teste lacrimal de Schirmer (TLS), limiar de sensibilidade corneana ao toque, diâmetro pupilar, pressão intraocular (PIO), frequência de pulso (FP) e respiratória (FR), saturação da oxihemoglobina (SpO2), temperatura retal (TR) e pressão arterial sistólica, diastólica e média (PAS, PAD e PAM). Todos os fármacos utilizados no presente estudo promoveram centralização do bulbo do olho em até um minuto após a sua administração retrobulbar em todos os casos. Houve um aumento significativo do TLS no grupo MOR e LID, quando comparados aos valores basais, enquanto o limiar de sensibilidade corneana reduziu significativamente em todos os grupos. O grupo KET manteve os valores da PIO inalterados em todos os tempos e houve uma redução significativa do diâmetro pupilar no grupo MOR. Não houve alteração significativa dos valores de FP, FR e SpO2. No entanto, o grupo LID apresentou valores significativamente menores de PAS. O grupo MOR apresentou maiores valores de TR quando comparado aos demais grupos. Os parâmetros estabelecidos no presente estudo podem servir como base para a realização de procedimentos oftálmicos que requerem o uso de bloqueio retrobulbar.


Assuntos
Coelhos , Olho , Analgésicos Opioides , Ketamina , Lidocaína , Morfina , Lagomorpha
16.
Rev. cuba. anestesiol. reanim ; 15(3): 174-186, sept.-dic. 2016. graf, tab
Artigo em Espanhol | LILACS, CUMED | ID: biblio-830444

RESUMO

Introducción: el dolor posoperatorio del hemiabdomen superior es intenso y su control es imprescindible para evitar complicaciones. Objetivos: evaluar la eficacia analgésica y seguridad de dosis única de morfina intratecal en el posoperatorio de la cirugía de hemiabdomen superior de gran envergadura. Método: ensayo clínico aleatorizado a simple ciegas en 40 pacientes, tras intervenciones de hemiabdomen superior. Se emplearon dosis única de morfina intratecal (MIT) de 1 o 2 µg/kg de peso del paciente de acuerdo al grupo de tratamiento. Análisis estadístico con las pruebas Chi cuadrado (x2), exacta de Fisher, análisis de varianza univariado, la prueba de W de Mauchly y la prueba F univariada; nivel de significación de 0,05. Resultados: la administración de opioides durante el acto quirúrgico fue similar en ambos grupos (3,1 ± 2,2 mL vs. 4,1 ± 2,7 mL). En el grupo de dosis de 2 µg/kg de peso de MIT a las 12 y 24 h los pacientes no refirieron dolor; existieron diferencias entre los tratamientos en cuanto al alivio del dolor (p< 0,001) y también entre los momentos en que se midió el mismo (p= 0,001). Se utilizó analgesia de rescate en 25 por ciento de los pacientes. Solo se presentó como complicación la depresión respiratoria. Conclusiones: la dosis única de 2 µg/kg de morfina intratecal es un método eficaz para la analgesia posoperatoria en la cirugía de hemiabdomen superior, la incidencia de complicaciones fue baja y se demostró que ambas dosis son seguras(AU)


Introduction: The superior hemiabdomen postoperative pain is severe and essential to be managed in order to avoid complications. Objectives: To assess the analgesic effectiveness and safety of single-dose intrathecal morphine in the postoperative period of the upper hemiabdomen major surgery. Method: Single-blind randomized clinical trial in 40 patients, after upper hemiabdomen interventions. We used single doses of intrathecal morphine (ITM) of 1 or 2 mg/kg per patient weight according to the treatment group. The statistical analysis used the Chi-square test, Fisher's exact test, univariate analysis of variance, Mauchly's test and Univariate F-test; the significance level was 0.05. Results: Opioids administration during surgery was similar in both groups (3.1 ± 2.2 mL vs. 4.1 ± 2.7 mL). In the 2 mg/kg of ITM dose group, the patients reported no pain after 12 and 14 hours; there were differences between treatments regarding pain relief (p< 0.001) and also between the time when it was measured (p= 0.001). Rescue analgesia was used in 25 percent of the patients. Respiratory depression was the only onset complication. Conclusions: ITM at a single dose of 2 µg/kg is an effective method for postoperative analgesia in upper hemiabdomen surgery, the incidence of complications was low and both doses proved safe(AU)


Assuntos
Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico , Dose Única/efeitos dos fármacos , Morfina/uso terapêutico , Analgesia/normas
17.
Clinics ; 71(8): 474-480, Aug. 2016. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-794627

RESUMO

Morphine is an agonist of the µ and k receptors, whose activation results in analgesia. Morphine-like agonists act through the µ opioid receptors to cause pain relief, sedation, euphoria and respiratory depression. Morphine is glucuronidated and sulfated at positions 3 and 6; the plasma concentration ratios correlate positively with birth weight, which probably reflects increased liver weight with increasing birth weight. Moreover, morphine clearance correlates positively with gestational age and birth weight. Steady-state morphine plasma concentrations are achieved after 24-48 hours of infusion, but the glucuronide metabolite plasma concentrations do not reach steady state before 60 hours. The morphine-3-glucuronide metabolite has lower clearance, a shorter half-life and a smaller distribution volume compared with the morphine-6 metabolite, which is the most active morphine-like agonist. Ordinary doses cause constipation, urinary retention and respiratory depression. Neonatal pain relief may require a blood level of approximately 120 ng/ml, whereas lower levels (20-40 ng/ml) seem adequate for children. A bibliographic search was performed using the PubMed database and the keywords “morphine metabolism neonate” and “morphine pharmacokinetics neonate”. The initial and final cutoff points were January 1990 and September 2015, respectively. The results indicate that morphine is extensively glucuronidated and sulfated at positions 3 and 6, and that the glucuronidation rate is lower in younger neonates compared with older infants. Although much is known about morphine in neonates, further research will be required to ensure that recommended therapeutic doses for analgesia in neonates are evidence based.


Assuntos
Humanos , Recém-Nascido , Analgésicos Opioides/metabolismo , Morfina/metabolismo , Fatores Etários , Analgésicos Opioides/farmacocinética , Peso ao Nascer , Estimulantes do Sistema Nervoso Central/metabolismo , Estimulantes do Sistema Nervoso Central/farmacocinética , Oxigenação por Membrana Extracorpórea , Idade Gestacional , Derivados da Morfina/metabolismo , Derivados da Morfina/farmacocinética , Morfina/farmacocinética , Respiração Artificial , Fatores de Tempo
18.
Dolor ; 25(65): 12-15, jul. 2016. graf, tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-907614

RESUMO

Objetivos: determinar cuáles fueron los opioides usados al momento de morir, tiempo de uso e incremento de dosis. Materiales y Métodos: Pacientes paliativos ingresados el año 2008 al Instituto Nacional del Cáncer. Los datos fueron obtenidos del libro de ingresos y registro informático de recetas. Resultados: Ingresaron 456 pacientes, de éstos fallecieron 170 (37 por ciento), con mediana de edad de 66 años (16-97) y 53 por ciento mujeres. Al momento del fallecimiento, un 14 por ciento no estaba recibiendo opioides. Los opioides utilizados fueron codeína, 11,7 por ciento; tramadol, 32,4 por ciento; oxicodona, 0,7 por ciento; morfina, 37,2 por ciento; metadona, 4,8 por ciento; buprenorfina TTS, 10,3 por ciento; y fentanilo TTS, 2,8 por ciento. En todos, las dosis promedio fueron bajas (morfina, 26,9 mg/día; metadona, 17,9 mg/ día; tramadol, 142,8 mg/día; buprenorfina, 19 ug/h; y fentanilo, 19,5 ug/h). No se evidenció un incrementosignificativo en las dosis. El tiempo promedio de uso desde el último cambio de opioide fue 41,3 DE+63,5 días con una mediana de 26 días (1 a 366). No se encontró diferencia entre los opioides. Discusión: La mitad de los pacientes fallecidos estaban en OMSIII. De los usuarios de opioides potentes, solo un 37 por ciento estaba con morfina. Las dosis promedio de todosfueron bajas. El tiempo transcurrido entre el inicio del opioide y la muerte no difirió entre opioides. En suma, no todos los pacientes paliativos en nuestra población falleció recibiendo morfina, no se evidenciaron diferencias en el tiempo de uso del opioide ni un aumento de la dosis, lo cual desmitifica dos creencias: “si uso morfina me voy a morir antes” y “si uso morfina deberé aumentar las dosis y me haré dependiente”.


Objectives: to determine which were the opioids used at the time of death, time usage and increasing doses. Materials and Methods: Palliative patients admitted to the National Cancer Institute in 2008. Data were obtained from the book income and prescription computer records. Results: 456 patients were treated, 170 died (37 percent), with median age of 66 (16-97) and 53 percent women. At death time, 14 percent was not receiving opioids. Used opioids were 11.7 percent codeine; 32.4 percent tramadol; 0.7 percent oxycodone; 37.2 percent morphine; 4.8 percent methadone; 10.3 percent TTS buprenorphine and 2.8 percent TTS fentanyl. All average doses were low (morphine 26,9 mg/day, methadone 17,9 mg/ day, tramadol, 142,8 mg/ day, buprenorphina 19 ug/h and fentanyl 19,5 ug/h). A significant increase in dose was not observed. Average time since the last change of opiode was 41.3 DE+63.5 days with a median of 26 days (1-366), no difference was found between different opioids. Discussion: Half of the patients who died were in OMSIII. Only 37 percent of strong opioids users was using morphine. The average doses of all were low. Time between start opioid use and death was no different for different opioids. So not all palliative patients died using morphine, and no differences were observed in opioids time of use, or increasing doses which demystifies two beliefs: “If I use morphine I will die prematurely” and “If I use morphine, I will increase dose and I will be dependent ”.


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Adolescente , Adulto , Adulto Jovem , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Analgésicos Opioides/administração & dosagem , Dor do Câncer/tratamento farmacológico , Morfina/administração & dosagem , Cuidados Paliativos , Neoplasias/tratamento farmacológico , Doente Terminal , Fatores de Tempo
19.
Int. j. morphol ; 34(1): 252-261, Mar. 2016. ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-780502

RESUMO

Based on previous studies, a variety of bioenvironmental elements including inappropriate nutrition, diseases, infections, stressors, and medications are involved in epigenetic changes. Drug abuse is one of the most important causes of epigenetic changes and a concern in today's world. Studies have shown that morphine use by pregnant mothers causes several disorders in mothers in addition to transferring abnormalities to the next generation (placenta and embryo). Epigenetic factors such as morphine cause changes in gene expression in placenta as the first embryonic defense barrier. Because placenta does all the nutritional exchanges between mother's and embryo's blood, placental health guarantees normal embryonic development. Many studies have been conducted on defects caused by epigenetic factors including medication use. Opioid abuse including morphine abuse has endangered health of many people. Morphine changes gene expression by binding to opioid receptors on placental villi. Based on the studies, major epigenetic changes due to drug use are mediated by DNA methylation and histone changes. Recognizing different epigenetic factors and their effect on placental and embryonic development is among modern studies. The importance of recognizing epigenetic changes caused by drug abuse by pregnant mothers can be the most important way to prevent adulthood diseases in the embryo and in some cases miscarriage. Changes induced by epigenetic factors can be moderated or reversed by controlling the epigenetic factors. This study is a review of changes caused by morphine use by pregnant rats on development of placenta.


Basado en estudios anteriores, una variedad de elementos bioambientales incluyendo la nutrición inadecuada, enfermedades, infecciones, factores de estrés, y los medicamentos están involucrados en los cambios epigenéticos. El abuso de drogas es una de las causas más importantes de los cambios epigenéticos y una preocupación en el mundo actual. Los estudios han demostrado que el uso de la morfina por parte de las madres embarazadas es la causa de varios trastornos en las madres, además de la transferencia de anormalidades a la siguiente generación (la placenta y el embrión). Factores epigenéticos como la morfina causan cambios en la expresión génica en la placenta como la primera barrera de defensa embrionaria. Debido a que la placenta es el medio de todos los intercambios nutricionales entre la madre y la sangre del embrión, la salud de la placenta garantiza el desarrollo embrionario normal. Muchos estudios se han realizado sobre los defectos causados por factores epigenéticos que incluyen el uso de medicamentos. El abuso de opioides, incluyendo la morfina ha puesto en peligro la salud de muchas personas. La morfina produce cambios de expresión génica mediante la unión a los receptores opioides en vellosidades placentarias. Basado en los estudios, los principales cambios epigenéticos debido al consumo de drogas están mediadas por metilación del ADN y los cambios en las histonas. En la actualidad se han publicado estudios referente al conocimiento de diferentes factores epigenéticos y su efecto sobre la placenta y el desarrollo embrionario. La importancia de reconocer los cambios epigenéticos causados por el abuso de drogas por mujeres embarazadas puede ser la forma más importante para prevenir las enfermedades de la edad adulta en el embrión y en algunos casos del aborto espontáneo. Los cambios inducidos por factores epigenéticos pueden ser moderados o revertidos mediante el control de los factores epigenéticos. Este estudio es una revisión de los cambios en el desarrollo de la placenta causados por el uso de morfina en ratas preñadas.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Epigênese Genética , Morfina/efeitos adversos , Placenta/efeitos dos fármacos , Exposição Materna/efeitos adversos , Morfina/administração & dosagem
20.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 26(1): 39-45, jan.-mar.2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-789775

RESUMO

A congestão pulmonar aguda no paciente com doença cardíaca é uma manifestação clínica de extrema gravidade, ocorrendo em aproximadamente 25% dos casosde insuficiência cardíaca aguda. O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na anamnese e exame físico. Os exames complementares não devem retardar o início do tratamento na sala de emergência. Descontrole pressórico, progressão da doença valvar, infarto do miocárdio e arritmias são fatores desencadeantes frequentes paraedema agudo de pulmão. O tratamento inicial fundamenta-se na suplementação de oxigênio e suporte ventilatório, administração de opioides, diuréticos e vasodilatadores endovenosos. Inotrópicos estão indicados na presença de instabilidade hemodinâmicacom disfunção orgânica...


Acute pulmonary congestion in patients with cardiac disease is a clinical manifestation of extreme severity, occurring in approximately 25% of cases of acute heart failure. Diagnosis is essentially clinical, based on history and physical examination. Complementarytests should not delay the start of treatment in the emergency room. Uncontrolled blood pressure, progression of valvular disease, myocardial infarction, and arrhythmias are common triggers for acute pulmonary edema. Initial treatment is based on supplemental oxygen and ventilatory support, administration of opioids, intravenous diuretics, andvasodilators. Inotropic agents are indicated in the presence of hemodynamic instability with organ dysfunction...


Assuntos
Humanos , Edema Pulmonar/complicações , Edema Pulmonar/terapia , Átrios do Coração , Insuficiência Cardíaca/diagnóstico , Insuficiência Cardíaca/terapia , Cardiotônicos , Dispneia/complicações , Diuréticos/administração & dosagem , Ecocardiografia Doppler/métodos , Eletrocardiografia/métodos , Morfina/administração & dosagem , Fatores de Risco , Ultrafiltração/métodos , Vasodilatadores/administração & dosagem
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