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1.
Brasília; s.n; 9 jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1100308

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 14 artigos e 16 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Vitamina D/uso terapêutico , Imunoglobulinas/uso terapêutico , Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina/uso terapêutico , Almitrina/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Corticosteroides/uso terapêutico , Bloqueadores do Receptor Tipo 1 de Angiotensina II/uso terapêutico , Proteína Antagonista do Receptor de Interleucina 1/uso terapêutico , Infliximab/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
2.
Saude e pesqui. (Impr.) ; 13(2): 411-419, Junho 26, 2020. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1103985

RESUMO

O objetivo foi avaliar se a espessura íntima carotídea está associada à vitamina D, perfil glicêmico e antropométrico. Foram coletados dados pessoais, antropométricos, bioquímicos e laudo de ultrassonografia carotídea, o qual foi utilizado a fim de avaliar o espessamento em milímetros e constatar ou não placas ateroscleróticas. As variáveis estudadas foram tratadas com o coeficiente de correlação de Pearson, ANOVA e Kruskal-Wallis. A média do IMC dos 51 pacientes foi de 29,47±6,39 kg/m². A espessura carotídea foi ≥1 mm em 54,90%. Quanto à vitamina D, 41,18% apresentaram hipovitaminose. A correlação da espessura carotídea com dados antropométricos, glicemia de jejum e HbA1c foi diretamente proporcional e inversamente com os valores de vitamina D, embora sem diferença significativa. As variáveis estudadas não puderam ser associadas com diferença significativa à espessura da camada média intimal da carótida nesta amostra.


The aim of this study was to evaluate the association of carotid intima thickness with vitamin D, glycemia and anthropometry. Personal, anthropometric and biochemical data, and carotid ultrasound report (to check thickening in millimeters and for the presence of atherosclerotic plaques) were collected. The variables studied were treated with Pearson's correlation coefficient, ANOVA and Kruskal-Wallis. The mean BMI of the 51 patients was 29.47 ± 6.39kg/m². The carotid thickness was ≥1mm in 54.90%. Regarding vitamin D, 41.18% had hypovitaminosis. The carotid thickness was directly proportionally correlated with anthropometric data, fasting blood glucose and HbA1c, and inversely correlated with vitamin D values, although without significant difference. The studied variables were not significantly associated with carotid intima thickness in this sample.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D , Glicemia , Artérias Carótidas , Antropometria , Espessura Intima-Media Carotídea
3.
Brasília; s.n; 4 maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1097406

RESUMO

Essa é uma produção do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS), que tem como missão promover a ciência e tecnologia e o uso de evidências científicas para a tomada de decisão do SUS, tendo como principal atribuição o incentivo ao desenvolvimento de pesquisas em saúde no Brasil, de modo a direcionar os investimentos realizados em pesquisa pelo Governo Federal às necessidades de saúde pública. Informar sobre as principais evidências científicas descritas na literatura internacional sobre tratamento farmacológico para a COVID-19. Além de resumir cada estudo identificado, o informe apresenta também uma avaliação da qualidade metodológica e a quantidade de artigos publicados, de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, entre outros). Foram encontrados 24 artigos e 10 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Vitamina D/uso terapêutico , Bloqueadores dos Canais de Cálcio/uso terapêutico , Heparina/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Combinação de Medicamentos , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
4.
Brasília; s.n; 1 maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1097407

RESUMO

Essa é uma produção do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS), que tem como missão promover a ciência e tecnologia e o uso de evidências científicas para a tomada de decisão do SUS, tendo como principal atribuição o incentivo ao desenvolvimento de pesquisas em saúde no Brasil, de modo a direcionar os investimentos realizados em pesquisa pelo Governo Federal às necessidades de saúde pública. Informar sobre as principais evidências científicas descritas na literatura internacional sobre tratamento farmacológico para a COVID-19. Além de resumir cada estudo identificado, o informe apresenta também uma avaliação da qualidade metodológica e a quantidade de artigos publicados, de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, entre outros). Foram encontrados 12 artigos e 16 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Vitamina D/uso terapêutico , Ceftriaxona/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Progressão da Doença , Ritonavir/uso terapêutico , Combinação de Medicamentos , Lopinavir/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
5.
s.l; s.n; maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1096804

RESUMO

OBJETIVO: Esta nota técnica tem por objetivo apresentar informações sobre o uso da vitamina D na prevenção e no tratamento de pacientes com COVID-19. 2. DOS FATOS: Trata-se de despacho proveniente do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE) e encaminhado ao Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde (DGITIS/SCTIE/MS). O referido documento apresenta um e-mail encaminhado pelo profissional Dr. Ronaldo Amaral de Paiva, vinculado à Universidade Federal de Viçosa, intitulado "Ações técnicas efetivas para o combate a Covid-19". No corpo da mensagem são apresentadas, para análise no âmbito de suas competências e medidas julgadas pertinentes, as informações acerca do uso da vitamina D no tratamento da COVID-19. TECNOLOGIA: A vitamina D é um medicamento aprovado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) com indicação para o tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e para a prevenção de fraturas resultantes de quedas em idosos com deficiência de vitamina D. Seu mecanismo de ação atua para regular positivamente a homeostasia do cálcio e do fosfato, facilitando a absorção desses íons no intestino delgado, o que potencializa sua mobilização nos ossos e diminui sua excreção renal. A dosagem terapêutica varia entre uma faixa de 1.000U.I. a 50.000U.I., a depender da patologia e da deficiência sérica de vitamina D (5). PERGUNTA DE PESQUISA: O objetivo desta nota técnica é analisar evidências científicas sobre o uso da vitamina D na prevenção e no tratamento de pacientes com COVID-19. Para nortear a busca na literatura, foi formulada a pergunta estruturada de acordo com o acrônimo PICO (População, Intervenção, Comparador e Outcomes [desfechos]), conforme o Quadro 1. Como se trata da análise de evidências acerca do uso de um tipo de tecnologia que contribuiria para a melhora dos parâmetros imunológicos de resposta à infecção pelo SARS-CoV-2, não foram utilizados termos estruturados que especificassem comparadores, desfechos e tipos de estudo. CONSIDERAÇÕES: Há uma variação muito grande da gravidade, das características clínicas e da progressão da COVID-19 que ainda não foram bem elucidadas. Embora parte dessa variabilidade possa ser explicada por condições pré-existentes e outros fatores de risco, como tabagismo e idade avançada (25), não há explicação atual para a variação na gravidade de pacientes previamente saudáveis e a taxa significativa de infecções graves entre os pacientes mais jovens. Tampouco há evidências de que a deficiência de vitamina D poderia explicar essa variabilidade. A hipótese parece ser promissora, considerando os mecanismos de ação potenciais pelos quais a vitamina D auxilia na prevenção de diferentes infecções virais (26,27), no entanto, deve ser melhor investigada. CONCLUSÕES Não foram identificadas nos estudos identificados por busca sistemática, evidências robustas e conclusivas quanto à eficácia do uso da vitamina D na prevenção ou tratamento de pacientes com COVID-19. Em razão da falta de ensaios clínicos do uso da vitamina D em pacientes diagnosticados com COVID-19, os estudos identificados relatam resultados baseados em evidências de tratamentos antirretrovirais com diferentes tecnologias, mas não para o SARS-CoV-2. Além disso, os estudos analisados apresentam limitações do desenho e metodologias adotadas, o que configura um alto risco de viés. É importante aguardar a divulgação dos resultados dos estudos mais robustos com maior qualidade e rigor metodológicos. Assim, será possível estimar o real benefício da vitamina D na prevenção e/ou tratamento de pacientes com a COVID19. O presente documento será atualizado à medida que novas evidências forem encontradas.


Assuntos
Humanos , Vitamina D/uso terapêutico , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/terapia , Medicina Baseada em Evidências , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Análise Custo-Benefício
6.
Brasília; s.n; 20 maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1097388

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 16 artigos e 7 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Progressão da Doença , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Vitamina D/uso terapêutico , Prednisolona/uso terapêutico , Sulbactam/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico , Claritromicina/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Ritonavir/uso terapêutico , Combinação de Medicamentos , Oseltamivir/uso terapêutico , Proteína Antagonista do Receptor de Interleucina 1/uso terapêutico , Lopinavir/uso terapêutico , Levofloxacino/uso terapêutico , Ampicilina/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
7.
Arch. argent. pediatr ; 118(2): 95-101, abr. 2020. tab, ilus
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1099857

RESUMO

Introducción. El objetivo fue evaluar la concentración de vitamina D en niños sanos de 12 a 24 meses suplementados con vitamina D (400 UI/día) durante el primer año.Métodos. Estudio descriptivo transversal entre junio de 2015 y mayo de 2016 en Estambul. Se incluyó a niños de 12 a 24 meses en seguimiento en la clínica del niño sano y con suplementación con vitamina D durante el primer año. Se midió calcio, fósforo, fosfatasa alcalina, hormona paratiroidea y 25-hidroxivitamina D [25(OH)D]. Se definió suficiencia (>20 ng/ml), insuficiencia (15-20 ng/ml) y deficiencia (<15 ng/ml) de vitamina D.Resultados. El estudio incluyó 197 niños. El 26,9 % (n = 53) siguió recibiendo suplementación después del año (dosis media: 491 ± 267 UI/día). La concentración media de 25(OH)D fue 38,0 ± 13,9 ng/ml. La ingesta regular de vitamina D en menores de un año (p = 0,008) y la continuación de suplementación después del año (p = 0,042) aumentaron la concentración de 25(OH)D en niños de 12 a 24 meses. Hubo deficiencia en 4,1 % e insuficiencia en 7,1 %. El nivel educativo materno (p = 0,009) y la leche maternizada (p = 0,012) fueron factores protectores contra deficiencia o insuficiencia.Conclusiones. La concentración de 25(OH)D era suficiente en el 88,8 % de los niños de 12 a 24 meses con suplementación con vitamina D (400 UI/día) durante el primer año. Los niños sanos de 12 a 24 meses con una suplementación correcta de vitamina D en el primer año podrían no requerir suplementación.


Introduction. The aim of this study was to evaluate vitamin D levels between 12-24 month-old healthy children supplemented with vitamin D (400 IU/day) during the first year.Methods. Descriptive-sectional study conducted between June 2015, and May 2016, in Istanbul (latitude 41ºN). Children aged 12-24 months followed up by the well-child clinic who had vitamin D supplementation in the first year were included in the study. The levels of calcium, phosphorus, alkaline phosphatase, parathyroid hormone and 25-hydroxyvitamin D [25(OH)D] were measured. Vitamin D status was defined as >20 ng/mL: sufficiency, 15-20 ng/mL: insufficiency and <15 ng/mL: deficiency.Results. The study was completed with 197 children. 26.9 % of children (n = 53) went on receiving supplementation after one year (mean dose 491 ± 267 IU/day). The mean 25(OH)D level was 38.0 ± 13.9 ng/mL. It was found that regular vitamin D intake under one year of age (p = 0.008) and continued support after one year of age (p = 0.042) increased level of 25(OH)D in children aged 12-24 months. Vitamin D deficiency was found in 4.1 % and vitamin D insufficiency in 7.1 %. Mother's education (p = 0.009) and use of formula (p = 0.012) were protective factors in relation to development of vitamin D deficiency or insufficiency.Conclusions. The level of 25(OH)D was sufficient in 88.8 % of children aged 12-24 months receiving 400 IU/day vitamin D supplementation in the first year. Vitamin D supplementation could not be required in healthy children aged 12-24 months who received properly vitamin D supplementation in the first year.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Vitamina D/sangue , Suplementos Nutricionais , Turquia , Vitamina D/administração & dosagem , Vitamina D/uso terapêutico , Deficiência de Vitamina D , Epidemiologia Descritiva , Estudos Transversais , Análise Estatística
8.
Actual. osteol ; 15(3): 214-224, Sept-Dic. 2019. graf, tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1116039

RESUMO

En la Argentina, las embarazadas presentan alta prevalencia (80%) de hipovitaminosis D y de sobrepeso u obesidad (27,4%). Ambas condiciones pueden aumentar la morbimortalidad materno-fetal. Bajos niveles de vitamina D se han relacionado con aumento del colesterol total, LDL, triglicéridos (Tg) y descenso de HDL. Objetivo: evaluar los niveles de 25-hidroxivitamina D (25OHD) y su relación con el perfil lipídico en pacientes embarazadas de alto riesgo. Materiales y métodos: estudio de corte transversal entre septiembre de 2016 y abril de 2017. Se excluyeron pacientes que recibieron suplementos de vitamina D, con disfunción tiroidea no compensada, malabsorción, insuficiencia cardíaca, renal o hepática y dislipidemia familiar. Niveles circulantes de 25OHD < 30 ng/ml se consideraron hipovitaminosis. Resultados: se evaluaron 86 embarazadas de 29,3 ± 7,1 años durante la semana 28 ± 6,5. El IMC pregestacional fue 28,3 ± 6,5 kg/m2 y la ganancia de peso 7 ± 4,3 kg. Perfil lipídico: colesterol total 240 ± 54 mg/dl; LDL 156 ± 54 mg/dl; HDL 66 ± 15 mg/dl; Tg 204 ± 80 mg/dl. La media de 25OHD fue de 23,8 ± 9 ng/ml, con una prevalencia de hipovitaminosis D de 77,9 %. Las pacientes con hipovitaminosis D presentaron mayores valores de colesterol total y LDL (p < 0,05), con tendencia no significativa a presentar mayores valores de Tg. Conclusión: en embarazadas de alto riesgo se observó una alta prevalencia de hipovitaminosis D, asociada con mayores concentraciones de colesterol total y LDL. (AU)


In Argentina, pregnant women have a high prevalence (80 %) of hypovitaminosis D and verweight/obesity (27.4%), conditions that can increase maternal-fetal morbidity and mortality. Low levels of 25-hydroxyvitamin D (25OHD) have been linked to an increase in total cholesterol, LDL cholesterol, triglycerides (TG) and a decrease in HDL cholesterol. Objective: to evaluate the levels of vitamin D and its relationship with the lipid profile in high risk pregnant patients. Materials and methods: cross-sectional study between September 2016 and April 2017. Patients who received vitamin D supplements or had non-compensated thyroid dysfunction, malabsorption, heart failure, renal or hepatic failure, or familial dyslipidemia were excluded. Hypovitaminosis D was defined as a circulating level of 25OHD < 30 ng/ml. Results: We assessed 86 women of 29.3 ± 7.1 years during pregnancy week 28 ± 6.5. Pre-gestational BMI was 28.3 ± 6.5 kg/m2. Their weight gain was 7 ± 4.3 kg. Lipid profile: total cholesterol 240 ± 54 mg/dl; LDL cholesterol 156 ± 54 mg/dl; HDL cholesterol 66 ± 15 mg/dL; TG 204 ± 80 mg/dl. The mean 25OHD level was 23.8 ± 9 ng/ml, with a 77.9 % prevalence of hypovitaminosis D. Patients with hypovitaminosis D had higher values of total cholesterol and LDL cholesterol (p<0.05), and a non-significant trend toward higher triglyceridemia. Conclusion: A high prevalence of hypovitaminosis D, associated with high total and LDL cholesterol was found in high risk pregnant women. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Adulto , Adulto Jovem , Deficiência de Vitaminas/metabolismo , Vitamina D/metabolismo , Gravidez de Alto Risco/metabolismo , Argentina/epidemiologia , Deficiência de Vitaminas/sangue , Deficiência de Vitaminas/epidemiologia , Vitamina D/análise , Vitamina D/sangue , Estudos Epidemiológicos , Índice de Massa Corporal , Colesterol/análise , Colesterol/sangue , Indicadores de Morbimortalidade , Saúde Pública/estatística & dados numéricos , Estudos Transversais/estatística & dados numéricos , Diabetes Gestacional/metabolismo , Gravidez de Alto Risco/sangue , Dislipidemias/metabolismo , Sobrepeso/metabolismo , Trabalho de Parto Prematuro/metabolismo , LDL-Colesterol/análise , LDL-Colesterol/sangue , Obesidade/metabolismo
9.
Neumol. pediátr. (En línea) ; 14(4): 205-209, dic. 2019. ilus, tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1087949

RESUMO

The main source of Vitamin D is the bioconversion of 7-dehydrocholesterol to cholecalciferol, however, the level of sun exposition has been drastically reduced during the last decades, so it is not unusual to find a high deficit of Vitamin D in the population. There is evidence to suggest that the deficit of Vitamin D is associated with a worse evolution of asthma and a greater risk of serious exacerbations. Possibly prenatal Vitamin D supplementation to pregnant mothers reduces the risk of wheezing and asthma in the offspring, and supplementation to asthmatic children could improve the evolution of the disease.


La principal fuente de Vitamina D es la bioconversión del 7-dehidrocolesterol a colecalciferol, sin embargo, el nivel de exposición solar se ha reducido drásticamente durante las últimas décadas, por lo que no es extraño encontrar un déficit elevado de Vitamina D en la población. Existe evidencia que sugiere que el déficit de Vitamina D se asocia a peor evolución del asma y mayor riesgo de exacerbaciones graves. Posiblemente la suplementación prenatal de Vitamina D a madres embarazadas reduzca el riesgo de sibilancias y asma en los hijos que nacerán, y la suplementación a niños asmáticos podría mejorar la evolución de la enfermedad.


Assuntos
Humanos , Criança , Asma/terapia , Vitamina D/administração & dosagem , Asma/etiologia , Asma/prevenção & controle , Deficiência de Vitamina D/complicações , Suplementos Nutricionais
10.
Rev. bras. ativ. fís. saúde ; 24: 1-12, out. 2019.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1026739

RESUMO

This systematic review aimed to synthesize evidence of cross-sectional studies on the associations between physical activity, cardiometabolic risk factors and vitamin D concentrations in children and adolescents. The search was performed in PubMed, SciELO, LILACS, Scopus, MEDLINE and SPORTDiscus. Cardiometabolic risk factors included obesity, insulin resistance, systemic arterial hypertension and unfavorable changes in the lipid profile (low levels of high-density lipoprotein, el-evated low-density lipoprotein and triglycerides). Cross-sectional design studies published between 2007 and 2019 were included whether they evaluated the relationship between vitamin D and phys-ical activity and/or vitamin D and cardiometabolic risk factors. Fourteen studies were selected, in-volving 8340 children and adolescents. The main results found were a significant inverse relationship between vitamin D levels and cardiometabolic risk factors. All studies (n = 8) that tested association between physical activity and 25-hydroxyvitamin D (25 (OH) D) concentrations showed a signif-icant and direct relationship between them. In addition, nine out of eleven studies that tested the association between 25 (OH) D and body mass index reported an inverse and significant relationship between 25 (OH) D and obesity. In conclusion, sufficient concentrations of vitamin D are related to a more favorable cardiometabolic profile, and children and adolescents who are obese or insufficiently active have a higher risk of present hypovitaminosis D


Esta revisão sistemática objetivou sintetizar evidências de estudos transversais sobre as associações entre atividade física, fatores de risco cardiometabólicos e concentrações de vitamina D em crianças e adolescentes. A busca foi realizada na PubMed, SciELO, LILACS, Scopus, MEDLINE e SPORTDiscus. No presente estudo, fatores de risco cardiometabólico incluíram obesidade, resistência à insulina, hipertensão arterial sis-têmica e alterações desfavoráveis no perfil lipídico (high density lipoprotein baixo, low density lipoprotein e triglicerídeos elevados). Estudos originais com delineamento transversal, publicados entre 2007 e 2019, avaliando a relação entre vitamina D e atividade física e/ou vitamina D e fatores de risco cardiometabólico foram incluídos. No total, quatorze estudos foram selecionados, envolvendo 8340 crianças e adolescentes. Os principais resultados encontrados foram relação inversa significativa entre os níveis de vitamina D e os fatores de risco cardiometabólico. Todos os estudos (n = 8) que testaram a associação entre atividade física e concentrações de 25-hidroxivitamina D (25 (OH) D) mostraram uma relação direta e significativa entre eles. Além disso, nove dos onze estudos que testaram a associação entre 25 (OH) D e índice de massa corporal apresentaram uma relação inversa e significativa entre 25 (OH) D com obesidade. Conclui-se que concen-trações suficientes de vitamina D estão relacionadas a um perfil cardiometabólico mais favorável. Crianças e adolescentes obesos ou insuficientemente ativos têm maior risco de apresentar hipovitaminose D


Assuntos
Vitamina D , Exercício Físico , Criança , Fatores de Risco , Adolescente , Revisão
11.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 32(5): 508-516, Sept-Oct. 2019. tab, ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1040105

RESUMO

The study is based on the fact that left atrial (LA) volume measurement is a marker of the presence of diastolic dysfunction and that Vitamin D deficiency may be associated with ventricular remodeling, worsening of left ventricular (LV) diastolic and systolic function, and activation of the renin-angiotensin-aldosterone system. Objective: To evaluate whether LAV changes are related to vitamin D deficiency. Method: A cross-sectional, population-based, unicentric study in which 640 patients over 45 years of age enrolled in the Niterói's Médico de Família program, RJ, were evaluated. Patients were submitted to tissue Doppler echocardiography to evaluate the parameters of diastolic and systolic function and vitamin D dosage. The presence or absence of hypovitaminosis D associated with structural and functional cardiac changes was compared between each group. A p < 0.05 value was considered as an indicator of statistical significance. Results: Of the 640 individuals analyzed, hypovitaminosis D was confirmed in 39.2% of the patients, of whom 34.8% had diastolic dysfunction. The most relevant echocardiographic parameters that were statistically significant were non-indexed AEDs and LAV, E'/A' and E wave deceleration time, which were associated with the presence of hypovitaminosis D (P < 0.01). Conclusion: The study of the association of hypovitaminosis D and the appearance of structural and functional cardiac abnormalities may contribute to the discussion of the adoption of one more criterion to select individuals at risk of developing clinical cardiac insufficiency in primary care since, with the use of echocardiography, the subclinical condition of cardiac involvement, with prognostic and treatment implications for the referred patients with hypovitaminosis D, can be identified early


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Atenção Primária à Saúde/métodos , Vitamina D , Função do Átrio Esquerdo , Átrios do Coração , Deficiência de Vitaminas/complicações , Deficiência de Vitamina D/complicações , Pressão Sanguínea , Ecocardiografia/métodos , Estudos Transversais , Análise Estatística , Insuficiência Cardíaca , Frequência Cardíaca
12.
Arch. argent. pediatr ; 117(5): 306-313, oct. 2019. ilus, tab
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1054957

RESUMO

Objetivo. La alergia alimentaria es un problema de salud pública. Los objetivos fueron determinar la asociación entre la alergia a la proteína de la leche de vaca (APLV) y la vitamina 25(OH)D en los lactantes diagnosticados con APLV y la asociación entre la 25(OH)D y (a) tamaño de la zona indurada en la prueba intraepidérmica, (b) IgE específica para leche y (c) IgE específica para caseína. Métodos. Estudio de casos y controles prospectivo, observacional con niños < 2 años con APLV confirmada mediante prueba de exposición oral al alimento. Se incluyó a lactantes sanos como controles. La concentración sérica de 25(OH)D se obtuvo en ambos grupos. Se estudió la correlación entre la vitamina D y la APLV. Resultados. Entre los pacientes (n: 56), el 41,1 % (n: 23) tenía alergia mediada por la IgE y el 58,9 % (n: 33), alergia no mediada por la IgE. No hubo diferencias estadísticamente significativas entre los grupos con APLV y de referencia (n: 55) en la 25(OH)D (33,85 ± 16,18 ng/ml, 30,70 ± 14,90 ng/ml; respectivamente, p : 0,289). No hubo diferencias estadísticamente significativas entre los grupos según la 25(OH)D (adecuada, insuficiencia, deficiencia; p = 0,099). Con la prueba intraepidérmica, se determinó una correlación negativa sin significancia estadística entre la zona indurada del antígeno de la leche y la 25(OH)D (p: 0,794; r = -0,037). Conclusiones. No se observaron diferencias significativas en la 25(OH)D entre ambos grupos. Estos resultados no respaldan la solicitud de rutina de análisis de 25(OH)D en los lactantes con APLV.


Aim. Food allergy is an important public health concern with an increasing prevalence. The objectives were to determine the possible association between cow's milk protein allergy (CMPA) and 25(OH)D (vitamin-D) levels of infants with an initial diagnosis of CMPA and the association between 25(OH)D levels and (a) SPT (skin prick test) induration size, (b) specific IgE to milk, (c) specific IgE to casein. Methods. Prospective, observational, case control study; the study group was composed of children < 2 years of age with a diagnosis of CMPA confirmed by an oral food challenge test. Healthy infants were enrolled as controls. Serum 25(OH) D levels were obtained at the initial workup in both groups. The correlation of vitamin-D levels was investigated in the development of CMPA. Results. Among the study group of patients (n:56) 41,1% (n:23) had IgE-mediated and 58,9% (n:33) had non-IgE-mediated allergies There were no statistically significant differences between the CMPA and control groups (n: 55), in terms of serum 25(OH)D levels (33.85 ± 16.18ng/ml, 30.70 ± 14.90ng/ml; respectively, p:0.289). No statistically significant difference was found between study and controls according to 25(OH) D levels (adequate, insufficiency, deficiency; p=0.099). In the SPT of the CMPA group, a negative weak correlation without statistical significance was determined between the induration diameter of milk antigen and serum levels of 25(OH)D (p:0,794; r= -0,037). Conclusions. No significant difference was found in serum 25 (OH)D levels between infants with CMPA and healthy controls. Our results do not support the routine request for 25(OH)D levels in pediatric age CMPA patients at their initial workup.


Assuntos
Humanos , Recém-Nascido , Lactente , Vitamina D , Hipersensibilidade a Leite , Hipersensibilidade Alimentar
14.
J. pediatr. (Rio J.) ; 95(5): 575-583, Sept.-Oct. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1040361

RESUMO

Abstract Objective: Evaluate the association between inflammatory process, adiposity, and vitamins A, D, and E in adolescents, according to gender. Methods: Cross-sectional study with adolescents aged 12-19 years old of both genders attending public schools in Recife. A questionnaire was used to collect data on socioeconomic level, lifestyle, and food intake of adolescents. Then, an anthropometric evaluation and a blood sampling were performed to analyze serum concentrations of α-1-acid glycoprotein, retinol, β-carotene, α-tocopherol, and 25-hydroxy-vitamin D. Results: The levels of α-1-acid glycoprotein were higher for abdominal obesity in both genders. Male adolescents with insufficient serum α-tocopherol levels had low levels of α-1-acid glycoprotein (p = 0.03) and an increased risk of 25-hydroxy-vitamin D and β-carotene deficiency in relation to total and abdominal fat; female adolescents had an increased risk of insufficient β-carotene with abdominal obesity (PR: 1.33; 95% CI: 1.2-1.5). Conclusion: Abdominal adiposity implies a higher risk of inflammation and causes different changes to the levels of fat-soluble vitamins according to gender.


Resumo: Objetivo: Avaliar a associação entre processo inflamatório, adiposidade e as vitaminas A, D e E em adolescentes, segundo o sexo. Métodos: Estudo transversal com adolescentes de 12 a 19 anos de ambos os sexos de escolas públicas de Recife. Foi utilizado um questionário para coleta de dados socioeconômicos, de estilo de vida e de consumo alimentar dos adolescentes. Em seguida, realizou-se a avalição antropométrica e coleta de sangue para análise das concentrações séricas de α-1-glicoproteína ácida, retinol, β-caroteno, α-tocoferol e 25-hidroxivitamina D. Resultados: Os níveis de α-1-glicoproteína ácida foram maiores na obesidade abdominal de ambos os sexos. Os meninos com níveis séricos insuficientes de α-tocoferol expressaram níveis reduzidos de α-1-glicoproteína ácida (p = 0,03) e apresentaram um maior risco de deficiência de 25-hidroxivitamina D e β-caroteno na adiposidade total e abdominal, enquanto as meninas mostraram maior risco de insuficiência de β-caroteno com a obesidade abdominal (RP 1,33; IC 95% 1,2-1,5). Conclusão: A adiposidade abdominal reflete maior risco de inflamação e causa alterações distintas nas concentrações das vitaminas lipossolúveis, de acordo com o sexo.


Assuntos
Humanos , Feminino , Criança , Adolescente , Vitaminas/metabolismo , Adiposidade/fisiologia , Inflamação/metabolismo , Obesidade/metabolismo , Valores de Referência , Vitamina D/análogos & derivados , Orosomucoide/análise , Carotenoides/sangue , Antropometria , Estado Nutricional , Estudos Transversais , Inflamação/etiologia , Inflamação/fisiopatologia , Obesidade/complicações , Obesidade/fisiopatologia
15.
J. bras. nefrol ; 41(3): 336-344, July-Sept. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1040249

RESUMO

Abstract Introduction: Treating secondary hyperparathyroidism (SHPT), a common condition associated with death in patients with chronic kidney disease, is a challenge for nephrologists. Calcimimetics have allowed the introduction of drug therapies no longer based on phosphate binders and active vitamin D. This study aimed to assess the safety and effectiveness of cinacalcet in managing chronic dialysis patients with severe SHPT. Methods: This retrospective study included 26 patients [age: 52 ± 12 years; 55% females; time on dialysis: 54 (4-236) months] on hemodialysis (N = 18) or peritoneal dialysis (N = 8) with severe SHPT (intact parathyroid hormone (iPTH) level > 600 pg/mL) and hyperphosphatemia and/or persistent hypercalcemia treated with cinacalcet. The patients were followed for 12 months. Their serum calcium (Ca), phosphorus (P), alkaline phosphatase (ALP), and iPTH levels were measured at baseline and on days 30, 60, 90, 180, and 365. Results: Patients with hyperphosphatemia (57.7%), hypercalcemia (23%), or both (19.3%) with iPTH > 600 pg/mL were prescribed cinacalcet. At the end of the study, decreases were observed in iPTH (1348 ± 422 vs. 440 ± 210 pg/mL; p < 0.001), Ca (9.5 ± 1.0 vs. 9.1 ± 0.6 mg/dl; p = 0.004), P (6.0 ± 1.3 vs. 4.9 ± 1.1 mg/dl; p < 0.001), and ALP (202 ± 135 vs. 155 ± 109 IU/L; p = 0.006) levels. Adverse events included hypocalcemia (26%) and digestive problems (23%). At the end of the study, 73% of the patients were on active vitamin D and cinacalcet. Three (11.5%) patients on peritoneal dialysis did not respond to therapy with cinacalcet, and their iPTH levels were never below 800 pg/mL. Conclusion: Cinacalcet combined with traditional therapy proved safe and effective and helped manage the mineral metabolism of patients with severe SHPT.


Resumo Introdução: O tratamento do hiperparatireoidismo secundário (HPTs), patologia comum e associada à mortalidade na doença renal crônica, é um desafio para o nefrologista. Advento dos calcimiméticos propiciou terapêutica medicamentosa diferente da usual, baseada em quelantes de fósforo e vitamina D ativa. O objetivo deste estudo foi avaliar segurança e efetividade de cinacalcete no controle do HPTs grave de pacientes em diálise crônica. Métodos: Estudo retrospectivo 26 pacientes [idade: 52 ± 12 anos; 55% mulheres; tempo em diálise: 54 (4-236) meses], em hemodiálise (N = 18) ou diálise peritoneal (N = 8), com HPTs grave (nível de paratormônio intacto (PTHi) > 600 pg/mL), com hiperfosfatemia e/ou hipercalcemia persistentes, em tratamento com cinacalcete. Período de seguimento de 12 meses. Avaliados níveis séricos de cálcio (Ca), fósforo (P), fosfatase alcalina (FA) e PTHi no início do seguimento, 30, 60, 90, 180 e 365 dias. Resultados: Indicações para início do cinacalcete: hiperfosfatemia (57,7%), hipercalcemia (23%), ou ambos (19,3%) com PTH > 600 pg/mL. Ao final do seguimento, observada redução dos níveis PTHi (1348 ± 422 vs. 440 ± 210 pg/mL; p < 0,001), Ca (9,5 ± 1,0 vs. 9,1 ± 0,6 mg/dl; p = 0,004), P (6,0 ± 1,3 vs. 4,9 ± 1,1 mg/dl; p < 0,001) e FA (202 ± 135 vs. 155 ± 109 UI/L; p = 0,006). Eventos adversos: hipocalcemia (26%) e queixas digestivas (23%). No fim do estudo, 73% pacientes utilizavam vitamina D ativada associada ao cinacalcete. Três (11,5%) pacientes, todos em DP, não responderam ao cinacalcete, mantendo níveis PTHi > 800 pg/mL. Conclusão: Utilização de cinacalcete, associado à terapia tradicional, em pacientes com HPTs grave foi segura, eficiente e associada a melhor controle do metabolismo mineral.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Diálise Renal , Calcimiméticos/uso terapêutico , Cinacalcete/uso terapêutico , Hiperparatireoidismo Secundário/tratamento farmacológico , Hiperparatireoidismo Secundário/sangue , Hormônio Paratireóideo/sangue , Fósforo/sangue , Vitamina D/uso terapêutico , Cálcio/sangue , Estudos Retrospectivos , Seguimentos , Resultado do Tratamento , Fosfatase Alcalina/sangue , Hiperfosfatemia/tratamento farmacológico , Calcimiméticos/efeitos adversos , Cinacalcete/efeitos adversos , Hipercalcemia/tratamento farmacológico , Hipocalcemia/etiologia , Falência Renal Crônica/terapia
16.
Mem. Inst. Invest. Cienc. Salud (Impr.) ; 17(2): 36-43, ago. 2019. tab, ilus
Artigo em Espanhol | LILACS, BDNPAR | ID: biblio-1008411

RESUMO

La vitamina D es una hormona cumple una función en la regulación de numerosos genes que participan en la proliferación y maduración celular. El objetivo de este trabajo fue determinar la prevalencia de valores inadecuados de esta vitamina en jóvenes sanos de Asunción e identificar los posibles factores de riesgo asociados. Estudio observacional descriptivo basado en datos clínico-epidemiológicos y en la determinación de la 25-hidroxivitamina D (25-OH vitamina D) por el método de quimioluminiscencia (CMIA). Se consideró valor adecuado ≥30 ng/dl, inadecuado por debajo de este rango y deficiente ≤20 ng/dl. El análisis estadístico se realizó con el programa R-proyect. Para establecer factores de riesgo para tener deficiencia de vitamina D se utilizó regresión logística bi y multivariante. Se incluyeron 817 jóvenes universitarios de edad promedio 21 años. La concentración de vitamina D tuvo una media de 25 ± 8 ng/dl, oscilando entre 64,3 y 2,4 ng/dl. El 75,5% de los participantes tenían valores inadecuados de vitamina D. La deficiencia de vitamina D fue significativamente (p = 0,006) más frecuente en mujeres, personas con sobrepeso (p = 0,03), con falta de exposición al sol (p = 0,001) y con sedentarismo (p = 0,0001). Este estudio confirma la elevada prevalencia de valores inadecuados de vitamina D en nuestro país y permite definir un perfil de muy alto riesgo para las jóvenes sedentarias y con sobrepeso, lo que justifica una atención especial de parte de los médicos y las instituciones responsables de la salud pública en nuestro país(AU)


Vitamin D is a hormone that plays a role in the regulation of numerous genes involved in cell proliferation and maturation. The objective of this work was to determine the prevalence of inadequate values of this vitamin in healthy young people of the city of Asunción and to identify the possible risk factors associated with it. Descriptive observational study based on clinical-epidemiological data and in the determination of 25-hydroxyvitamin D (25-OH vitamin D) by the chemiluminescence method (CMIA). It was considered appropriate values ≥30 ng/dl, inappropriate below this range and deficient <20 ng/dl. Statistical analyzes were carried out with the R-project program. To establish the association, bivariate and multivariate logistic regression was used. We included 817 university students with an average age of 21 years. The average value of the vitamin D concentration was 25 ± 8 ng/dl, ranging from 64.3 to 2.4 ng/dl. Inadequate vitamin D values were found in 75.5% of the participants. Vitamin D deficiency was significantly (p <0.006) more frequent in women, overweight people (p <0.03), lack of sun exposure (p = 0.001) and sedentary lifestyle (p = 0.0001). This study confirms the high prevalence of inadequate vitamin D values in our country and allows us to define a very high risk profile for sedentary and overweight young women, which justifies special attention from physicians and institutions responsible for public health in our country(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Luz Solar , Pesos e Medidas Corporais , Índice de Massa Corporal , Prevalência , Estudos Transversais , Fatores de Risco , Ingestão de Alimentos
17.
Actual. osteol ; 15(2): 94-102, mayo - ago. 2019. tab.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1048478

RESUMO

El propósito de la terapia en el desorden del metabolismo óseo mineral asociado a la enfermedad renal crónica (IRC) consiste en restaurar el balance mineral, y, en la osteoporosis, mantener o aumentar la masa ósea. Ambas terapias tratan de evitar la fractura ósea. La mayoría de los osteoactivos están contraindicados en la insuficiencia renal crónica avanzada (estadios 4 y 5), y las terapias son empíricas. Algunos autores opinan que sin anomalías bioquímicas del desorden del metabolismo óseo mineral asociado a la enfermedad renal crónica avanzada se podría intentar el tratamiento estándar para la osteoporosis. Antes de intentar la terapia osteoactiva se debe corregir el desorden mineral óseo que pudiera presentarse asociado a la IRC, y en la indicación del tipo de osteoactivo se sugiere seleccionar al paciente según su estado óseo. Se aconseja que la administración de los antirresortivos se realice a dosis menores con respecto a los que tienen mejor función renal junto con aportes adecuados de calcio y vitamina D, antes y durante el tratamiento para prevenir el riesgo de severas hipocalcemias y un efecto óseo excesivo. Se presenta el caso clínico de una mujer de 65 años, con diagnóstico de osteoporosis de etiología multifactorial, fractura de pelvis, múltiples fracturas vertebrales e insuficiencia renal crónica avanzada, entre otras comorbilidades, y probable enfermedad ósea adinámica. Recibió inicialmente terapia con teriparatide y luego con denosumab, complicándose con hipocalcemia asintomática. (AU)


The purpose of therapy for the bone mineral metabolism disorder associated with chronic kidney disease is to restore the mineral balance; and to maintain or increase bone mass in osteoporosis. The goal of both types of therapy is to avoid bone fractures. Most antiosteoporotic drugs are contraindicated in advanced chronic renal failure (CRF) stages 4 and 5, and the therapies are empirical. Some authors believe that without biochemical abnormalities of the mineral bone metabolism disorder associated with advanced chronic kidney disease, standard treatment for osteoporosis could be attempted. Before attempting antiosteoporotic therapy, the bone mineral disorder that may be associated with CRF must be corrected, and in the indication of the type drug it is suggested that the patient be selected according to their bone status. It is advised that the administration of anti-resorptives be performed at lower doses in individuals with poor renal function compared to those with better renal function together with adequate calcium and vitamin D, before and during treatment to prevent the risk of severe hypocalcemia, and an excessive bone effect. We present the clinical case of a 65-year-old woman with a diagnosis of osteoporosis of multifactorial etiology, pelvic fracture, multiple vertebral fractures and advanced chronic renal failure, among other comorbidities and probable adynamic bone disease. The patient received initial therapy with teriparatide and followed by denosumab administration and exhibited asymptomatic hypocalcemia. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Distúrbio Mineral e Ósseo na Doença Renal Crônica/tratamento farmacológico , Fraturas Ósseas/prevenção & controle , Osteoporose/terapia , Distúrbio Mineral e Ósseo na Doença Renal Crônica/complicações , Distúrbio Mineral e Ósseo na Doença Renal Crônica/metabolismo , Distúrbio Mineral e Ósseo na Doença Renal Crônica/terapia , Vitamina D/administração & dosagem , Vitamina D/uso terapêutico , Cálcio/administração & dosagem , Cálcio/uso terapêutico , Alendronato/uso terapêutico , Teriparatida/administração & dosagem , Teriparatida/efeitos adversos , Teriparatida/uso terapêutico , Difosfonatos/administração & dosagem , Difosfonatos/efeitos adversos , Difosfonatos/uso terapêutico , Cinacalcete/uso terapêutico , Ácido Risedrônico/uso terapêutico , Denosumab/administração & dosagem , Denosumab/efeitos adversos , Denosumab/uso terapêutico , Hipocalcemia/prevenção & controle
19.
Rev. bras. ortop ; 54(4): 382-386, July-Aug. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1042431

RESUMO

Abstract Objective This study aims to evaluate the laboratory results profile of elderly patients with proximal femoral fractures and to verify the relationship between these data, fracture outcome and death. Methods Cross-sectional study of patients admitted to the orthopedic emergency service of a referral hospital between February and April 2017 with proximal femoral fracture by low energy mechanism and submitted to laboratorial and imaging tests. Patients with suspected or confirmed pathological fracture were excluded fromthe study. Results Sixty-six individuals were evaluated, 44 of whom were women, all over 60 years old. Transtrochanteric fractures had the highest incidence in the study (36). Alterations of parathyroid hormone and albumin levels were significant for death (p ≤ 0.05). Length of hospital stay was not a significant factor for death. Conclusions Laboratory abnormalities were not related to the outcome of death. Albumin may be related to the risk of death. No laboratory result was pointed out as a facilitator in the generation of proximal femoral fractures. More studies are needed to better understand the laboratory influence on fractures and their consequences.


Resumo Objetivo Avaliar o perfil laboratorial de idosos com fratura de fêmur proximal e verificar a relação dos dados com o desfecho da própria fratura e como desfecho óbito. Métodos Estudo transversal de pacientes admitidos na emergência ortopédica de um hospital referência, entre os meses de fevereiro e abril de 2017, com fratura de fêmur proximal, por mecanismo de baixa energia, sendo coletados exames laboratoriais e de imagem. Foram excluídos do estudo pacientes comsuspeita ou confirmação de fratura patológica. Resultados Foram avaliados 66 indivíduos, sendo 44 mulheres, todos com idade superior a 60 anos. A fratura transtrocantérica apresentou maior incidência no estudo (36). Alterações do hormônio da paratireoide (PTH) e da albumina foram significativos para óbito (p ≤ 0,05). O tempo de internação não foi fator significativo para óbito. Conclusões Alterações laboratoriais não estavam relacionadas ao desfecho de óbito. A albumina pode estar relacionada ao risco de óbito. Nenhum resultado laboratorial foi apontado como facilitador na geração de fraturas de fêmur proximal. Mais estudos são necessários para poder entender melhor a influência do quadro laboratorial do paciente na ocorrência de fraturas e suas consequências.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D , Cálcio , Mortalidade , Albuminas , Fraturas do Quadril
20.
Prensa méd. argent ; 105(4): 228-234, jun 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1046179

RESUMO

Introduction. With age, there is a growing risk of vitamin D deficiency and cognitive impairment. Maintaining the older people's health is socially relevant to health systems in the light of the population ageing trend. The study was aimed at identifying the relationship of vitamin D levels and symptoms of moderate cognitive impairment in older people. Methods. The authors conducted a cross-sectional screening of vitamin D status and cognitive impairment using the memory impairment screen (MIS) questionnaire, as well as the clinical, placebo-controlled study of vitamin D intake at a dose of 2,000 IU/day for 6 months. Results. The frequency of vitamin D deficiency in older patients with signs of cognitive impairment totaled 90.91 %, which was significantly more frequently compared with the group without cognitive impairment, where vitamin D deficiency was found only in 11.36 % of cases. In the dynamics on the background of the vitamin D intake for 6 months, the concentration in the intervention group amounted to 52.34 ± 2.43 ng/ml vs 14.71 ± 1.54 ng/ ml in the placebo group. The results of the study of cognitive impairment using MIS for the treatment group were 3.63 ± 0.01 points, which was significantly higher compared with the placebo group ­ 1.78 ± 0.22 points. A correlation analysis of vitamin D levels and MIS points showed a strong positive relationship, with a correlation coefficient of 0.92. Conclusion. The study identified a positive relationship of increasing vitamin D levels and reducing the symptoms of mild cognitive impairment in older people. Achieving vitamin D levels of over 40 ng/ ml greatly reduces the symptoms of cognitive impairment identified by the MIS questionnaire, however, the issue of treatment of impaired cognitive functions with vitamin D remains debatable.


Assuntos
Humanos , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D/administração & dosagem , Deficiência de Vitamina D/tratamento farmacológico , Estudos Transversais , Resultado do Tratamento , Avaliação de Resultados em Cuidados de Saúde , Ensaio Clínico Controlado , Disfunção Cognitiva/terapia
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