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1.
Rio de Janeiro; s.n; 2019. xviii, 67 p. ilus.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-1049948

RESUMO

A leishmaniose é um grave problema de saúde pública, sendo considerada uma doença extremamente negligenciada, para a qual ainda não existe vacina licenciada para uso em humanos e o tratamento é caro e tóxico. Na busca para o desenvolvimento racional de novos fármacos, a escolha de um alvo seletivo no parasito é essencial. Enquanto os mamíferos produzem colesterol, os tripanossomatídeos produzem esteróis com esqueleto ergostano, como o ergosterol. O passo divergente da via dos parasitos é a transferência de um grupamento metila da S-adenosilmetionina (SAM) para o carbono 24 de esteróis com estrutura colestano, formando uma ramificação no C24 não existente nos esteróis de mamíferos, catalisado pela enzima esterol 24-C-metiltransferase (ERG6). Sendo assim, é proposta do presente trabalho estabelecer uma estratégia para a prospecção de fármacos inibidores da enzima ERG6 de Leishmania spp. Para esse objetivo, preparamos cepas de L. infantum e L. amazonensis que superexpressam a ERG6. A confirmação da expressão gênica aumentada em ambas cepas de Leishmania foi confirmada por PCR quantitativo (qPCR) em diferentes condições experimentais


Em seguida, essas cepas foram utilizadas para realização de triagem de fármacos. Promastigotas e amastigotas de Leishmania spp. superexpressando ou não o alvo estudado foram incubados com os diferentes compostos por 72h. Promastigotas de L. amazonensis superexpressando a ERG6 se tornaram resistentes aos azapterocarpanos LQB 333, 336, 339 e 341, e a cepa recombinante de L. infantum se tornou resistente às substâncias LQB 336, 339, 341 e 343. Em relação aos azasteroides, todos os derivados da série ND apresentaram atividade leishmanicida contra as formas promastigotas de Leishmania spp. Além disso, promastigotas e amastigotas de L. infantum que superexpressam a enzima alvo se tornaram resistentes quando tratadas com as substâncias ND-1 e ND-2. As amastigotas de L. amazonensis que superexpressam a ERG6 também se tornaram resistentes à ND-1 e ND-2. Os resultados apresentados neste trabalho indicam que o mecanismo de ação dos azapterocarpanos e os azasteroides destacados acima pode ser a inibição da ERG6. (AU)


Assuntos
Humanos , Azasteroides , Leishmaniose/tratamento farmacológico , Tratamento Farmacológico , Leishmania
2.
Int. braz. j. urol ; 39(6): 875-883, Nov-Dec/2013. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-699121

RESUMO

Objectives Five-alpha reductase inhibitors (5ARIs) are known as chemopreventive agents in prostate cancer with a risk of high-grade disease. This study evaluated the effects of 5ARI on androgen receptor (AR) and proteins involved in prostate cell growth such as HOXB13 expression in human prostate tissue and LNCaP prostate cancer cells. Materials and Methods We retrospectively selected 21 patients who underwent TURP between March 2007 and February 2010 for previously confirmed BPH by prostate biopsy. They were grouped into control (group 1, n = 9) and 5ARI treatment (group 2, n = 12) before TURP. AR and HOXB13 expression in prostate tissue was evaluated by immunohistochemical staining. We tested the effect of 5ARI on the expression of AR, prostate specific antigen (PSA) and HOXB13 in LNCaP cells. Cells were assessed by Western blot analysis, MTT in vitro proliferation assay, and ELISA. Results: Group 2 showed stronger reactivity for AR and HOXB13 than those of the group 1. MTT assay showed death of LNCaP cells at 25uM of 5ARI. At the same time, ELISA assay for PSA showed that 5ARI inhibited secretion of PSA in LNCaP cells. Western blot analysis showed that 5ARI did not greatly alter AR expression but it stimulated the expression of HOXB13. Conclusions These results demonstrated that 5ARI influences AR and HOXB13 expression in both LNCaP cells and human prostate tissue. In order to use 5ARI in chemoprevention of prostate cancer, we still need to clarify the influence of 5ARI in ARs and oncogenic proteins and its regulation pathway. .


Assuntos
Idoso , Humanos , Masculino , /uso terapêutico , Proteínas de Homeodomínio/metabolismo , Hiperplasia Prostática/tratamento farmacológico , Receptores Androgênicos/metabolismo , Azasteroides/uso terapêutico , Western Blotting , Linhagem Celular Tumoral , Ensaio de Imunoadsorção Enzimática , Imuno-Histoquímica , Antígeno Prostático Específico/sangue , Próstata/química , Próstata/efeitos dos fármacos , Hiperplasia Prostática/metabolismo , Estudos Retrospectivos , Fatores de Tempo , Células Tumorais Cultivadas , Fatores de Transcrição/análise
4.
Rev. chil. dermatol ; 28(4): 371-403, 2012. ilus, tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-774866

RESUMO

Como en el varón, el tratamiento tópico de alopecia de patrón femenino (AF) es con minoxidil al 3 por ciento - 5 por ciento dos veces al día. También puede usarse el minoxidil combinado con α-tocoferol o con otros tratamientos tópicos que elevan localmente el factor de crecimiento vascular endotelial. Comentamos nuestra experiencia con esta asociación. Los efectos secundarios más frecuentes en mujeres son la dermatitis de contacto y la hipertricosis de cara y antebrazos. Cuando la alopecia femenina se asocia a elevados niveles de andrógenos hay que utilizar terapéutica antiandrogénica. El síndrome de persistencia de la adrenarquía (SAHA suprarrenal) y alopecia en hiperandrogenismo suprarrenal deben tratarse con supresión suprarrenal y antiandrógenos. La supresión suprarrenal la efectuamos con glucocorticoides como dexametasona, prednisona o deflazacort. La terapia antiandrogénica incluye acetato de ciproterona, drospirenona, espironolactona, flutamida y finasterida. El síndrome por exceso de eliminación de andrógenos ováricos (SAHA ovárico) y alopecia del hiperandrogenismo ovárico pueden tratarse con supresión ovárica y andriandrógenos. La supresión ovárica incluye el uso de anticonceptivos que contengan un estrógeno, etinilestradiol, y un progestágeno. El antiandrógeno acetato de ciproterona, siempre acompañado de un anticonceptivo tricíclico, es la mejor terapéutica de la alopecia femenina. Los antagonistas de las hormonas liberadoras de gonadotropinas (GnRH) como el acetato de leuprolida suprimen la función hipofisaria y gonadal mediante la reducción de los niveles de LH y FSH, y como consecuencia se reducen los niveles de esteroides ováricos, especialmente en el síndrome de los ovarios poliquísticos. El SAHA hiperprolactinémico y alopecia del hiperandrogenismo de procedencia hipofisaria deben tratarse con bromocriptina o cabergolina. Las mujeres con alopecia posmenopáusica y altos niveles séricos de andrógenos en la premenopausia...


Topical treatment of female patgten hair loss (FPHL) is with minoxidil 3 percent-5 percent twice daily. Combination of minoxidil with α-tocopherol or with other topical treatment with possibility to enhance VEGF can be used. Our experience with this association is commented. Side effect of minoxidil is contact dermatitis and hipertricosis on face and forearm. When FPHL is associated with high levels of androgens systemic antiandrogenic therapy must be used. Persistent adrenarche syndrome (adrenal SAHA) and alopecia of adrenal hiperandrogenism must be treated with adrenal suppression and antiandrogens. Adrenal suppression is achieved with glucocorticosteroids such as dexametasona, prednisone ordeflazacort. Antiandrogen therapy includes cyproterone acetate, drospirenone, spironolactone, flutamide and finasteride. Excess release of ovarian androgens (ovarian SAHA) and alopecia of ovarian hiperandrogenism must be treated with ovarian suppression and antiandrogens. Ovarian suppression includes the use of contraceptives containing an estrogen, ethinyl estradiol, and a progestogen. Antiandrogens such as cyproterone acetate, always accompanied by tricyclic contraceptives, are the best antiandrogen to use in FPHL. Gonadotropin-releasing hormone (GnRH) agonists such as leuprolide acetate suppress pituitary and gonadal function through a reduction in LH andFSH levels. Subsequently, ovarian steroids levels will also be reduced, especially in patients with polycystic ovary syndrome. SAHA with hyperprolactinemia and alopecia of hyperprolactinemic hiperandrogenism should be treated with bromocriptineor cabergoline. Postmenopausal alopecia, with previous high levels of androgens or with PSA over 0.02 ng/ml improves with 2.5 mg/day of finasteride or 0,25 mg/day of Dutasteride. Although we do not know the reason, postmenopausal alopecia in normoandrogenic women also improves, probably in relation with the doses of 2.5 mg day that received...


Assuntos
Humanos , Feminino , Administração Tópica , Alopecia/tratamento farmacológico , Azasteroides/administração & dosagem , Finasterida/administração & dosagem , Minoxidil/administração & dosagem , Técnicas Cosméticas , Glândulas Suprarrenais
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