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1.
Int. arch. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 22(4): 428-431, Oct.-Dec. 2018. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-975595

RESUMO

Abstract Introduction Allergic rhinitis is one of the most common allergic diseases that cause a decrease in quality of life. Over the last decades, the increase in the number of cases is supposed to be a result of industrialization and lifestyle changes. Vitamin D, which is a steroid hormone, has a significant immunomodulatory and antioxidant role in the human body. Objective The objective of the present study is to investigate the role of 1α-25-dihydroxyvitamin D3 levels in allergic rhinitis patients and to compare them to the levels found in the healthy population. Methods A total of 256 participants were included in the present study. Allergic rhinitis is diagnosed with the help of the Allergic Rhinitis and Its Impact on Asthma (ARIA) guidelines confirmed through skin prick tests. Control subjects were selected among people without allergy history, which was also confirmed through skin prick tests. The levels of 1α-25-dihydroxyvitamin D3, immunoglobulin E (IgE), and eosinophil counts were measured in blood samples from both groups. Results The mean value of serum levels of 1α-25-hydroxyvitamin D3 was 25.5 ± 3.74 in the allergic rhinitis group, and 31.58 ± 3.85 in the control subjects. This difference reveals statistically-decreased levels in the allergic rhinitis group (p< 0.05). The total IgE levels are increased in the allergic rhinitis group (p< 0.05) and negatively correlated with the serum levels of 1α-25-hydroxyvitamin D3 (r = - 0.259, p< 0.05). Conclusion Lower serum levels of 1α-25-hydroxyvitamin D3 were detected in the allergic rhinitis population. This data is also correlated to the IgE response in the study group. A supplement of 1α-25-hydroxyvitamin D3 in deficient patients might be helpful to relieve symptoms and signs of allergic rhinitis, but further studies are needed.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Colecalciferol/sangue , Rinite Alérgica/diagnóstico , Turquia , Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/diagnóstico , Imunoglobulina E/sangue , Testes Cutâneos
2.
Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online) ; 36(3): 322-328, jul.-set. 2018. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-977067

RESUMO

RESUMO Objetivo: Analisar a associação do exercício físico e da atividade física com a percepção da qualidade do sono em adolescentes. Métodos: Trata-se de um estudo com abordagem quantitativa que integra o levantamento epidemiológico transversal de base escolar e abrangência estadual cuja amostra foi constituída por 6.261 adolescentes (14 a 19 anos), selecionados por meio de uma estratégia de amostragem aleatória de conglomerados. Os dados foram coletados a partir do questionário Global School-based Student Health Survey. O teste do qui-quadrado e a regressão logística binária foram utilizados nas análises dos dados. Resultados: Na amostra, 29% dos adolescentes não faziam exercício e não foram classificados como fisicamente ativos. Os adolescentes que não praticavam exercício físico tinham mais chances de apresentar uma percepção negativa da qualidade do sono (OR 1,13, IC95% 1,04-1,28; p=0,043). Não foi encontrada associação entre o nível de atividade física e a percepção da qualidade do sono (OR 1,01, IC95% 0,89-1,14; p=0,868). Ao serem avaliadas as práticas de forma isolada ou simultânea, constatou-se que aqueles que praticavam exercício físico apresentavam menor chance de terem uma percepção negativa da qualidade do sono (OR 0,82, IC95% 0,71-0,95) e, ao praticarem exercício e, paralelamente, terem uma vida fisicamente ativa, essas chances diminuíam ainda mais (OR 0,79, IC95% 0,68-0,93). Conclusões: Ser classificado como fisicamente ativo, por si só, não foi suficiente para uma melhor percepção da qualidade do sono, pois apenas a prática de exercício físico apresentou tal associação.


ABSTRACT Objective: To analyze the association of exercises and physical activity with the perception of sleep quality by adolescents. Methods: This is a cross-sectional epidemiological survey with statewide coverage, whose sample was composed of 6,261 adolescents (14-19 years old) who were selected by random sampling of conglomerates. The Global School-Based Student Health Survey questionnaire was used for data collection. The chi-square test and the binary logistic regression were applied for data analyses. Results: In the sample, 29% of adolescents did not exercise and were not classified as physically active. Adolescents who did not exercise were more likely to present a negative perception of sleep quality (OR 1.13, 95%CI 1.04-1.28, p=0.043). No association between the level of physical activity and the perception of sleep quality was found (OR 1.01, 95%CI 0.89-1.14, p=0.868). Those who practiced exercises only had less chance of perceiving sleep quality as poor (OR 0.82, 95%CI 0.71-0.95). However, those who practiced exercise and had a physically active life had less chances of having a negative perception of their sleep (OR 0.79, 95%CI 0.68-0.93). Conclusions: Practicing physical activity alone was not enough to increase the chances of positive sleep quality perception. Only physical exercise had a positive association with sleep quality perception.


Assuntos
Humanos , Criança , Aspergilose Broncopulmonar Alérgica/imunologia , Aspergillus fumigatus , Imunoglobulina E , Fibrose Cística/complicações
4.
J. pediatr. (Rio J.) ; 94(3): 279-285, May-June 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-954621

RESUMO

Abstract Objective To compare serum concentrations of specific IgE and mean papule diameters induced in the immediate skin reactivity test with cow's milk and its fractions with results of the oral challenge test, and to establish cutoff points capable of predicting clinical reactivity to cow's milk in patients treated at a referral service. Methods One hundred and twenty-two children (median of 17 months) with a history of immediate reactions to cow's milk and presence of specific IgE for cow's milk and/or its fractions (positive skin and/or IgE serum tests) were submitted to open oral challenge test with cow's milk. Results The oral challenge test was positive in 59.8% of the children, 49% of whom were males. Serum levels of specific IgE, as well as mean cow's milk papule diameters, were significantly higher in allergic patients (medians: 3.39 kUA/L vs. 1.16 kUA/L, 2.5 mm vs. 0 mm). The optimal cutoff points (Youden's index) of serum IgE specific for cow's milk and its fractions capable of predicting cow's milk reactivity (positive oral challenge test) were: 5.17 kUA/L for cow's milk, 0.95 kUA/L for α-lactalbumin, 0.82 kUA/L for β-lactoglobulin, and 0.72 kUA/L for casein, whereas for papule diameters the cutoff points were 3.5 mm for cow's milk and 6.5 mm, 9.0 mm, and 3.0 mm for the α-lactalbumin, β-lactoglobulin, and casein fractions, respectively. Conclusions The cutoff points capable of predicting clinical reactivity to cow's milk were: 5.17 kUA/L for serum-specific IgE and 3.5 mm for papule diameter measurement, values considered discriminatory for the diagnosis of cow's milk allergy.


Resumo Objetivo Comparar concentrações séricas de IgE específica e diâmetros médios das pápulas induzidas no teste cutâneo de leitura imediata com leite de vaca e suas frações com resultados do teste de provocação oral e estabelecer pontos de corte, capazes de predizer reatividade clínica ao leite de vaca em pacientes atendidos em um serviço de referência. Métodos Cento e vinte e duas crianças (mediana 17 meses), com história de reações imediatas ao leite de vaca e presença de IgE específicas para leite de vaca e/ou frações (testes cutâneos e/ou IgE sérica positivos) foram submetidas ao teste de provocação oral aberto com leite de vaca. Resultados O teste de provocação oral foi positivo em 59,8% das crianças, 49% eram do sexo masculino. Os níveis séricos de IgE específica, assim como os diâmetros médios das pápulas para leite de vaca, foram significantemente maiores nos alérgicos (medianas: 3,39kUA/L vs. 1,16 kUA/L; 2,5 mm vs. 0 mm). Os "pontos de corte ótimos" (Índice de Youden) das IgE séricas específicas para o leite de vaca e suas frações capazes de predizer a reatividade ao leite de vaca (teste de provocação oral positivo) foram: 5,17kUA/L para o leite de vaca, 0,95 kUA/L para α-lactoalbumina, 0,82kUA/L para β-lactoglobulina e 0,72kUA/L para caseína e para os diâmetros de pápulas foram 3,5 mm para leite de vaca e 6,5 mm, 9,0 mm e 3,0 mm para as frações α-lactoalbumina, β-lactoglobulina e caseína, respectivamente. Conclusões Os níveis de corte capazes de predizer reatividade clínica ao leite de vaca foram: 5,17kUA/L para IgE sérica específica e 3,5 mm para a medida do diâmetro da pápula, valores considerados discriminatórios para o diagnóstico da alergia ao leite de vaca.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Pré-Escolar , Imunoglobulina E/sangue , Testes Cutâneos/métodos , Hipersensibilidade a Leite/diagnóstico , Estudos de Casos e Controles , Valor Preditivo dos Testes , Estudos Prospectivos , Curva ROC , Hipersensibilidade a Leite/sangue , Sensibilidade e Especificidade , Confiabilidade dos Dados
5.
Arch. argent. pediatr ; 116(3): 192-197, jun. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-950009

RESUMO

Antecedentes. Las exacerbaciones de asma continúan siendo una causa de hospitalización en el Servicio de Urgencias. Los desencadenantesson alérgenos e infecciones, principalmente, de tipo viral. El objetivo fue determinar la relación entre los virus detectados durante la exacerbación asmática y los niveles de eosinófilos e inmunoglobulina E (IgE) sérica en pacientes pediátricos. Población y métodos. Estudio transversal analítico. Se incluyeron niños de cinco a quince años atendidos en Urgencias de Pediatría con exacerbación de asma, en el período de marzo de 2013 a febrero de 2016. Se obtuvo ácido ribonucleico viral en el aspirado nasofaríngeo con el kit CLART PneumoVir. Se cuantificaron los eosinófilos en la sangre periférica y los niveles de IgE sérica total. Se consideró eosinofilia un conteo ≥ 0,4 x 103/mm3 e IgE elevada, ≥ 350 UI/L. Se realizó la correlación de Pearson. Se definió significancia con valor de p ≤ 0,05.Resultados. De 211 niños con exacerbación de asma, en el 20%, se aisló un virus. Los virus aislados más frecuentemente fueron el rinovirus, el enterovirus y el virus sincitial respiratorio. Se encontró una correlación entre los niveles de eosinófilos e IgE sérica total en los niños con exacerbación de asma y rinovirus de 0,89, con una p= 0,0001.Conclusiones. Las infecciones por rinovirus, enterovirus y virus sincitial respiratorio son más frecuentes en las exacerbaciones de asma en menores de 15 años. Se observó una correlación entre los niveles de eosinófilos e IgE en presencia de rinovirus.


Background. Asthma exacerbations are still a cause of hospitalization at the Emergency Department. The triggers of asthma exacerbations include allergens and infections ­mostly viral­. The objective of this study was to establish the relationship between viruses detected during an asthma exacerbation and eosinophil and serum immunoglobulin E (IgE) levels in pediatric patients. Population and methods. Cross-sectional. analytical study. Children aged 5-15 years seen at the Pediatric Emergency Department with an asthma exacerbation in the period between March 2013 and February 2016 were included. Viral ribonucleic acid was extracted from nasopharyngeal aspirates using the CLART Pneumo Vir kit. Eosinophil levels were measured in peripheral blood and total IgE levels, in serum. Eosinophilia was defined as a count ≥ 0.4 x 103/mm3 and high IgE. as a level ≥ 350 IU/L. The Pearson's correlation was carried out. A value of p ≤ 0.05 was considered significant.Results. Out of 211 children with asthma exacerbation, a virus was isolated in 20%. The most commonly isolated viruses were rhinovirus. enterovirus, and respiratory syncytial virus. A correlation of 0.89 was established between eosinophil and total serum IgE levels in children with asthma exacerbation and rhinovirus, with a p value of 0.0001. Conclusions. Rhinovirus, enterovirus, and respiratory syncytial virus were the most common viruses in asthma exacerbations in children younger than 15 years. A correlation was established between eosinophil and IgE levels in the presence of rhinovirus.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Asma/virologia , Imunoglobulina E/sangue , Eosinófilos/metabolismo , Asma/fisiopatologia , Asma/sangue , Rhinovirus/isolamento & purificação , Estudos Transversais , Vírus Sincicial Respiratório Humano/isolamento & purificação , Infecções por Vírus Respiratório Sincicial/diagnóstico , Infecções por Vírus Respiratório Sincicial/epidemiologia , Enterovirus/isolamento & purificação , Infecções por Picornaviridae/diagnóstico , Infecções por Picornaviridae/epidemiologia , Serviço Hospitalar de Emergência , Infecções por Enterovirus/diagnóstico , Infecções por Enterovirus/epidemiologia
6.
An. bras. dermatol ; 93(1): 80-85, Jan.-Feb. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-887135

RESUMO

Abstract: Orofacial granulomatosis is a nonspecific term that contains a wide variety of granulomatous entities, which share a clinical and histopathological presentation. It manifests as persistent or recurrent orofacial swelling, amongst other findings. Idiopathic orofacial granulomatosis, characterized by an absence of systemic granulomatous disease, is a diagnosis of exclusion. The main differential diagnosis is Crohn's disease. Its pathogenesis is unknown, however, it seems to be immune-mediated. Patch-test sensitivity to multiple allergens is well documented. Currently, therapeutic options consider restrictive diets, topical, intralesional, and systemic agents. First-line therapy is currently a matter of debate. We present a review of the value of diet therapy in this syndrome, along with two illustrative cases.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adolescente , Adulto , Adulto Jovem , Granulomatose Orofacial/dietoterapia , Imunoglobulina E/sangue , Testes Cutâneos , Granulomatose Orofacial/diagnóstico , Granulomatose Orofacial/patologia , Mucosa Bucal/patologia
7.
Rev. chil. enferm. respir ; 34(1): 48-54, 2018. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-959407

RESUMO

Resumen Las reacciones de hipersensibilidad a corticoides son raras en la población general, se dividen en dos categorías: Inmediatas, típicamente mediadas por Inmunoglobulina E (IgE), donde se incluye la anafilaxia luego de la administración de un fármaco en un corto período. Su prevalencia descrita es de 0,3-0,5%. Otra reacción es la 'no inmediata', que se manifiesta en un tiempo mayor de una hora después de la administración del fármaco. Se revisó la literatura con el objetivo de mejorar y aclarar el tratamiento en pacientes asmáticos que poseen esta condición. Se encontró que las vías posibles para generar estas reacciones son intranasal, aerosol por inhalador, oral y parenteral. Frente a esta condición se requiere una evaluación estrecha y detallada de la historia clínica, síntomas y reacciones secundarias al fármaco sospechoso. Finalmente, al momento de elegir tipo de corticoide a usar es primordial la seguridad del paciente logrando, además, el control de la enfermedad.


Hypersensitivity reactions to corticosteroids are rare in the general population, they fall into two categories: 'immediate', typically mediated by immunoglobulin E (IgE), which includes anaphylaxis after administration of a drug in a short period of time. Its reported prevalence is 0.3-0.5%. Another reaction is 'not immediate', which manifests itself in a time longer than one hour after the administration of the drug. We reviewed the literature with the aim of improving and clarifying the treatment in asthmatic patients with this condition. It was found that the possible routes to generate these reactions are intranasal, aerosol by inhaler, oral and parenteral. Facing this condition requires a close and detailed evaluation of the clinical history, symptoms and side reactions to the suspected drug. Finally, when choosing which corticosteroid to use, the patient's safety is paramount, and control of the disease is also essential.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Asma/fisiopatologia , Nebulizadores e Vaporizadores , Hipersensibilidade/diagnóstico , Anafilaxia/diagnóstico , Anafilaxia/terapia , Imunoglobulina E/imunologia , Imunoglobulina E/sangue , Corticosteroides/deficiência , Albuterol/administração & dosagem , Anafilaxia/etiologia
8.
J. pediatr. (Rio J.) ; 93(5): 482-489, Sept.-Oct. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-894050

RESUMO

Abstract Objective: To analyze the seasonality of blood parameters related to iron homeostasis, inflammation, and allergy in two riverine populations from the Brazilian Amazon. Methods: This was a cross-sectional study of 120 children and adolescents of school age, living in riverine communities of Porto Velho, Rondonia, Brazil, describing the hematocrit, hemoglobin, ferritin, serum iron, total white blood cell count, lymphocytes, eosinophils, C-reactive protein, and immunoglobulin E levels in the dry and rainy seasons. The chi-squared test and the prevalence ratio were used for the comparison of proportions and mean analysis using paired Student's t-test. Results: Hemoglobin (13.3 g/dL) and hematocrit (40.9%) showed higher average values in the dry season. Anemia prevalence was approximately 4% and 12% in the dry and rainy seasons, respectively. Serum iron was lower in the dry season, with a mean of 68.7 mcg/dL. The prevalence of iron deficiency was 25.8% in the dry season and 9.2% in the rainy season. Serum ferritin did not show abnormal values in both seasons; however, the mean values were higher in the dry season (48.5 ng/mL). The parameters of eosinophils, lymphocytes, global leukocyte count, C-reactive protein and immunoglobulin E showed no seasonal differences. C-reactive protein and immunoglobulin E showed abnormal values in approximately 7% and 60% of the examinations, respectively. Conclusion: Hematological parameters of the red cell series and blood iron homeostasis had seasonal variation, which coincided with the dry season in the region, in which an increase in atmospheric pollutants derived from fires is observed.


Resumo Objetivo: Analisar a sazonalidade climática de parâmetros sanguíneos relacionados à homeostase do ferro, inflamação e alergia em duas populações ribeirinhas da Amazônia brasileira. Método: Fez-se um estudo transversal em 120 crianças e adolescentes em idade escolar, residentes em comunidades ribeirinhas de Porto Velho, Rondônia. Foram analisados hematócrito, hemoglobina, ferritina, ferro sérico, leucometria global, linfócitos, eosinófilos, proteína C-reativa e imunoglobulina E nas estações seca e chuvosa. Usaram-se o teste do qui-quadrado e a razão de prevalência para a comparação das proporções, além do teste t de Student pareado para a análise de médias. Resultados: Hemoglobina (13,3 g/dL) e hematócrito (40,9%) apresentaram maiores valores médios no período de seca. A prevalência de anemia foi de 4% e 12% na seca e na chuva, respectivamente. O ferro sérico foi menor no período de seca com média de 68,7 mcg/dL. A prevalência de deficiência de ferro foi em média 25,8% na seca e 9,2% na chuva. A concentração sérica de ferritina não apresentou valores alterados em ambos os períodos, no entanto os valores médios apresentaram-se mais elevados na seca (48,5 ng/mL). Os parâmetros dos eosinófilos, linfócitos, leucometria global, proteína C-reativa e imunoglobulina E não apresentaram diferenças sazonais. A proteína C-reativa e a imunoglobulina E apresentaram valores alterados em 7% e 60% dos exames feitos, respectivamente. Conclusão: Os parâmetros hematológicos da série vermelha e a homeostasia ferro sanguíneo apresentaram variação sazonal, que coincide com o período de seca na região, no qual se observa aumento dos poluentes atmosféricos derivados das queimadas.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Adolescente , Estações do Ano , Contagem de Células Sanguíneas , Proteína C-Reativa/análise , Hemoglobinas/análise , Imunoglobulina E/sangue , Ferritinas/sangue , Hematócrito , Valores de Referência , Tempo (Meteorologia) , Brasil , Estudos Transversais , Ferro/sangue
9.
Rev. paul. pediatr ; 35(3): 252-257, jul.-set. 2017. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-902844

RESUMO

RESUMO Objetivo: Avaliar os resultados dos exames utilizados para identificar a sensibilização IgE-mediada ao Aspergillus fumigatus em pacientes com fibrose cística. Métodos: Estudo transversal descritivo com amostra de conveniência de 86 pacientes com fibrose cística, acompanhados em Serviço de Referência de Fibrose Cística de hospital universitário terciário. Realizaram-se exames para avaliar sensibilização ao A. fumigatus em pacientes com fibrose cística: IgE sérica total, contagem de eosinófilos sanguíneos, identificação do fungo por swab de orofaringe ou por cultura de escarro, IgE sérica específica e testes cutâneos de hipersensibilidade imediata. Foram comparados os resultados dos diferentes exames realizados. Resultados: Em 33 (38,4%) pacientes com fibrose cística, com faixa etária de 1 a 33 anos (mediana de 8 anos), os resultados dos exames sobre sensibilização IgE mediada ao A. fumigatus foram: em 16 pacientes, aumento de IgE sérica específica (>0,35 kU/L); em 23, positividade aos testes cutâneos; e seis mostraram sensibilização a partir dos dois exames. Foram observados dois pacientes com eosinofilia (>1.000 eosinófilos/mm3) e sete com aumento de IgE sérica total (>1.000 UI/mL), sem que esses apresentassem positividade aos testes cutâneos ou aumento de IgE específica ao A. fumigatus. Em nenhum paciente foi isolado A. fumigatus no swab de orofaringe e/ou na cultura de escarro. Conclusões: Concluímos que, entre os exames para avaliar a sensibilização ao A. fumigatus na fibrose cística, são necessários os teste cutâneos de hipersensibilidade imediata e a dosagem de IgE sérica específica ao A. fumigatus. A eosinofilia sérica e a cultura de secreções respiratórias não foram essenciais neste estudo.


ABSTRACT Objective: To evaluate the results of the tests used to identify the IgE mediated sensitization to Aspergillus fumigatus in patients with cystic fibrosis. Methods: This is a cross-sectional descriptive study with a convenience sample of 86 patients diagnosed with cystic fibrosis in the Reference Service in Cystic Fibrosis at a tertiary teaching hospital. The following tests were performed to assess the sensitization to A. fumigatus in patients with cystic fibrosis: Total serum IgE, eosinophil count, fungus detection through oropharyngeal swab or sputum culture, serum-specific IgE, and immediate-type hypersensitivity (IgE) skin tests. We compared the results of the different tests performed. Results: In 33 (38.4%) patients with cystic fibrosis, with ages ranging from 1 to 33 years (median of 8 years), the IgE-mediated A. fumigatus sensitization test results were: in 16 patients, there was an increase in serum-specific IgE (>0.35 kU/L); in 23, skin tests were positive; and six had sensitization in both tests. We observed two patients with eosinophilia (>1,000 eosinophils/mm3) and seven with increasing total serum IgE (>1,000 IU/mL), all of whom obtained negative results in skin tests and had no IgE increase specific to A. fumigatus. A. fumigatus was not detected in oropharyngeal swabs and/or sputum culture of any patients. Conclusions: We conclude that, among the tests used to assess sensitization to A. fumigatus in cystic fibrosis patients, both serum-specific IgE and immediate-type hypersensitivity (IgE) skin tests are required. Serum eosinophilia and respiratory secretion culture were not essential in this study.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Aspergillus fumigatus/imunologia , Imunoglobulina E , Fibrose Cística/imunologia , Hipersensibilidade Imediata/diagnóstico , Estudos Transversais
10.
Rev. bras. hematol. hemoter ; 39(3): 202-209, July-Sept. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-898927

RESUMO

Abstract Background l-Asparaginase is essential in the treatment of childhood acute lymphoblastic leukemia. If immunoglobulin G anti-l-asparaginase antibodies develop, they can lead to faster plasma clearance and reduced efficiency as well as to hypersensitivity reactions, in which immunoglobulin E can also participate. This study investigated the presence of immunoglobulin G and immunoglobulin E anti-l-asparaginase antibodies and their clinical associations. Methods Under 16-year-old patients at diagnosis of B-cell acute lymphoblastic leukemia confirmed by flow cytometry and treated with a uniform l-asparaginase and chemotherapy protocol were studied. Immunoglobulin G anti-l-asparaginase antibodies were measured using an enzyme-linked immunosorbent assay. Intradermal and prick skin testing was performed to establish the presence of specific immunoglobulin E anti-l-asparaginase antibodies in vivo. Statistical analysis was used to investigate associations of these antibodies with relevant clinical events and outcomes. Results Fifty-one children were studied with 42 (82.35%) having anti-l-asparaginase antibodies. In this group immunoglobulin G antibodies alone were documented in 10 (23.8%) compared to immunoglobulin E alone in 18 (42.8%) patients. Immunoglobulin G together with immunoglobulin E were simultaneously present in 14 patients. Children who produced exclusively immunoglobulin G or no antibodies had a lower event-free survival (p-value = 0.024). Eighteen children (35.3%) relapsed with five of nine of this group who had negative skin tests suffering additional relapses (range: 2-4), compared to none of the nine children who relapsed who had positive skin tests (p-value < 0.001). Conclusion Children with acute lymphoblastic leukemia and isolated immunoglobulin G anti-l-asparaginase antibodies had a higher relapse rate, whereas no additional relapses developed in children with immunoglobulin E anti-l-asparaginase antibodies after the first relapse.


Assuntos
Asparaginase , Imunoglobulina E , Imunoglobulina G , Escherichia coli , Leucemia-Linfoma Linfoblástico de Células Precursoras , Anticorpos Neutralizantes , Hipersensibilidade
11.
Arch. argent. pediatr ; 115(4): 331-335, ago. 2017. graf, tab
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-887343

RESUMO

Introducción. La alergia a la proteína de la leche de vaca es la alergia alimentaria más frecuente en pediatría. El subtipo de las mediadas por inmunoglobulina E (IgE) presenta mayor riesgo de vida y peor pronóstico. Objetivos. Describir la evolución de la alergia a la proteína de la leche de vaca mediada por IgE y los factores de riesgo asociados a la persistencia de la enfermedad. Pacientes y método. Estudio descriptivo, retrospectivo en pacientes que consultaron a la sección de Alergia Pediátrica del Hospital Italiano entre junio de 2006 y junio de 2012 con diagnóstico de alergia a la leche de vaca mediada por IgE. Resultados: Se hallaron 72 pacientes con alergia a la leche de vaca mediada por IgE, 39 (54%) de sexo masculino. La edad promedio al momento del diagnóstico fue de 5,19 ± 3,7 meses; los síntomas de presentación más frecuentes fueron urticaria y vómitos. La rinitis y el asma fueron las enfermedades atópicas concomitantes más frecuentemente observadas. En el período de estudio, el 54,5% adquirieron tolerancia a la edad promedio de 32 meses. La presencia de pápulas mayores de 8mm en el prick test y de sensibilización a la caseína se asoció con la persistencia de la enfermedad. Conclusión. El 54,5% de los pacientes desarrolló tolerancia a los 32 meses de vida. Se encontró una asociación significativa entre el tamaño de la pápula al momento del diagnóstico y la sensibilización a la caseína con la persistencia de la enfermedad.


Introduction. Cow's milk protein allergy is the most common allergy in pediatrics. Immunoglobulin E (IgE)-mediated cow's milk allergy poses a higher risk for life and a worse prognosis. Objectives. To describe the course of IgE-mediated cow's milk protein allergy and risk factors associated with disease persistence. Patients and methods. This was a descriptive, retrospective study conducted in patients seen at the Division of Pediatric Allergy of Hospital Italiano between June 2006 and June 2012 who had been diagnosed with IgE-mediated cow's milk allergy. Results. Out of the 72 patients with IgE-mediated cow's milk allergy, 39 (54%) were boys. Patients' average age at the time of diagnosis was 5.19 ± 3.7 months old; the most common symptoms were urticaria and vomiting. Rhinitis and asthma were the most commonly observed concomitant atopic diseases. In the study period, 54.5% of patients developed tolerance at an average age of 32 months old. An 8-mm papule in the skin prick test and casein sensitization were associated with disease persistence. Conclusion. Overall, 54.5% of patients developed tolerance at 32 months old. A significant association was observed between papule size at the time of diagnosis and casein sensitization and disease persistence.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Imunoglobulina E/imunologia , Hipersensibilidade a Leite/imunologia , Argentina , Estudos Retrospectivos , Fatores de Risco , Tolerância Imunológica
12.
An. bras. dermatol ; 92(4): 534-536, July-Aug. 2017. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-887014

RESUMO

Abstract: We report a 12-year-old girl who presented with recurrent angioedema on the face, trunk, and extremities, and concomitant marked weight gain for 5 years. During the episode, her white blood cell count increased to 47.7×109/L with 89.9% eosinophils, followed by elevated serum level of IL-5, IgE, IgM, and LDH. Histopathology showed perivascular eosinophilic infiltration and diffuse eosinophilic infiltration throughout the dermis. Possible causes of hypereosinophilia and eosinophilic infiltration of vital organs were ruled out. We also tested the FIP1L1/PDGFRa and ETV6/PDGFRb fusion gene to exclude the possibility of myeloid and lymphatic vessel neoplasms. The patient was treated with methylprednisolone and discharged with an oral prednisolone taper, which resulted in complete remission of the edema and normalization of peripheral blood eosinophil count, serum IL-5 level, IgE, IgM, and LDH.


Assuntos
Humanos , Feminino , Criança , Eosinofilia/complicações , Angioedema/complicações , Angioedema/patologia , Recidiva , Imunoglobulina E/sangue , Imunoglobulina M/sangue , Ganho de Peso , Interleucinas/sangue , Eosinofilia/patologia
13.
Rev. cuba. pediatr ; 89(2): 145-152, abr.-jun. 2017. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-845090

RESUMO

Introducción: las alergias se encuentran con frecuencia en pacientes autistas y asimismo el autismo muestra una gran presencia entre los pacientes alérgicos. Objetivo: demostrar que las alergias y el autismo comparten algunos patrones inmunológicos similares. Métodos: la prueba dermatológica con autosuero se utilizó para demostrar la presencia de anti-IgE y/o de anticuerpos de receptores de Ig/E (FcεRIα). Resultados: la prueba ASST confirmó la frecuencia similar de positivos/positivos y de negativos/negativos en pacientes alérgicos y en pacientes autistas. Estas similitudes no existieron cuando se realizó la comparación con el grupo control. Se había hallado una correlación positiva con los resultados obtenidos en pacientes autistas y sus madres. Conclusiones: los pacientes autistas y los pacientes alérgicos comparten ciertas similitudes inmunológicas. Ambos se diferencian del grupo de controles sin estas condiciones. Resulta frecuente encontrar pacientes autistas con síntomas alérgicos y pacientes alérgicos con signos de autismo. Es motivo de análisis si los hallazgos inmunológicos representan un puente clínico entre ambos procesos. Asimismo se mostró una posible correlación genética entre los pacientes con autismo y sus madres(AU)


Introduction: allergies are frequently found among patients with autism and autism shows an increased frequency among the allergic patients. Objective: to demonstrate that allergies and autism share some similar immunological patterns. Methods: the autoserum skin test (ASST) was used to demonstrate the presence of anti-IgE and/or anti-IgE receptor antibodies (FcεRIα). Results: the ASST demonstrated similar frequency, positives/positives and negatives/negatives, considering allergic and autistic patients. These similarities didn't exist when comparing with the control group. A positive correlation had been found with the results of autistic patients and their mothers. Conclusions: autistic and allergic patients share some immunological similarities. Both differ from normal controls. It is not uncommon autistics with allergic symptoms and allergic patients with autism. If the immunological findings represent a clinical bridge between both processes, it is under discussion. Also it was demonstrated a possible genetic correlation between the patients with autism and their mothers(AU)


Assuntos
Humanos , Transtorno Autístico/imunologia , Hipersensibilidade/genética , Soros Imunes/imunologia , Imunoglobulina E/uso terapêutico
14.
An. bras. dermatol ; 92(5,supl.1): 34-36, 2017. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-887060

RESUMO

Abstract: Bullous pemphigoid is a blistering autoimmune disease characterized by two hemidesmosomal proteins (anti-BP180 and 230). Pemphigus, by contrast, is characterized by two autoantibodies (anti-desmoglein 1 and 3). Coexistence of autoantibodies of bullous pemphigoid and pemphigus in a patient is rare. A 25-year-old male patient was admitted to our hospital, reporting a 3-month history of multiple papules, vesicles, and erosions over an extensive erythema on the entire body. Laboratory tests showed high levels of serum IgE, anti-BP180 antibodies, and anti-desmoglein 1 and 3. Histopathologic and immunopathologic features were characterized by bullous pemphigoid. No improvement was seen with systemic corticosteroid therapy, however, pulse corticosteriod therapy combined with methylprednisolone, immunosuppressants, immunomodulators, and plasmapheresis led to the recovery of his condition with numerous milia.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Imunoglobulina E/sangue , Penfigoide Bolhoso/imunologia , Penfigoide Bolhoso/patologia , Desmogleínas/imunologia , Ceratose/imunologia , Ceratose/patologia , Pele/patologia , Autoanticorpos/sangue , Autoantígenos/sangue , Biópsia , Metilprednisolona/uso terapêutico , Penfigoide Bolhoso/tratamento farmacológico , Colágenos não Fibrilares/sangue , Lesão por Pressão/patologia , Glucocorticoides/uso terapêutico , Ceratose/tratamento farmacológico
15.
An. bras. dermatol ; 91(6): 760-763, Nov.-Dec. 2016. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-837968

RESUMO

Abstract BACKGROUND: Chronic urticaria is characterized by transient, pruritic lesions of varying sizes, with central pallor and well-defined edges, with disease duration longer than six weeks. Its cellular infiltrate consists of neutrophils, lymphocytes and eosinophils. There is a subgroup of patients with eosinophilic or neutrophilic urticaria, resistant to the treatment with antihistamines, but that respond to a combination of antihistamine with other drugs. OBJECTIVE: To evaluate the present infiltration in chronic urticaria biopsies and correlate it with the clinical disease activity and response to treatment. METHODS: Forty-one patients with chronic urticaria were classified according to the score of severity of the disease, response to treatment and type of perivascular infiltrate. Inflammatory infiltrates were divided in eosinophilic (46.30%), neutrophilic and mixed. RESULTS: An association was found between the eosinophilic infiltrate and clinical scores of greater severity (p = 0.002). CONCLUSION: This association shows that the eosinophilic inflammatory infiltrates denote high clinical activity, which means more severe and exuberant clinical pictures of the disease.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Urticária/fisiopatologia , Urticária/patologia , Infiltração de Neutrófilos/fisiologia , Eosinófilos/patologia , Valores de Referência , Urticária/terapia , Biópsia , Índice de Gravidade de Doença , Proteína C-Reativa/análise , Imunoglobulina E/análise , Doença Crônica , Estudos Transversais , Resultado do Tratamento , Estatísticas não Paramétricas
16.
J. bras. pneumol ; 42(5): 356-361, Sept.-Oct. 2016. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-797949

RESUMO

ABSTRACT Objective: To determine the presence of staphylococcal superantigen-specific IgE antibodies and degree of IgE-mediated sensitization, as well as whether or not those are associated with the severity of asthma in adult patients. Methods: This was a cross-sectional study involving outpatients with asthma under treatment at a tertiary care university hospital in the city of Rio de Janeiro, Brazil. Consecutive patients were divided into two groups according to the severity of asthma based on the Global Initiative for Asthma criteria: mild asthma (MA), comprising patients with mild intermittent or persistent asthma; and moderate or severe asthma (MSA). We determined the serum levels of staphylococcal toxin-specific IgE antibodies, comparing the results and performing a statistical analysis. Results: The study included 142 patients: 72 in the MA group (median age = 46 years; 59 females) and 70 in the MSA group (median age = 56 years; 60 females). In the sample as a whole, 62 patients (43.7%) presented positive results for staphylococcal toxin-specific IgE antibodies: staphylococcal enterotoxin A (SEA), in 29 (20.4%); SEB, in 35 (24.6%); SEC, in 33 (23.2%); and toxic shock syndrome toxin (TSST), in 45 (31.7%). The mean serum levels of IgE antibodies to SEA, SEB, SEC, and TSST were 0.96 U/L, 1.09 U/L, 1.21 U/L, and 1.18 U/L, respectively. There were no statistically significant differences between the two groups in terms of the qualitative or quantitative results. Conclusions: Serum IgE antibodies to SEA, SEB, SEC, and TSST were detected in 43.7% of the patients in our sample. However, neither the qualitative nor quantitative results showed a statistically significant association with the clinical severity of asthma.


RESUMO Objetivo: Determinar a presença de anticorpos IgE específicos para superantígenos estafilocócicos e o grau de sensibilização mediada por esses, assim como se esses estão associados à gravidade da asma em pacientes adultos. Métodos: Estudo transversal incluindo asmáticos adultos em acompanhamento ambulatorial em um hospital universitário terciário no Rio de Janeiro (RJ). Os pacientes foram alocados consecutivamente em dois grupos de gravidade da asma segundo critérios da Global Initiative for Asthma: asma leve (AL), com asmáticos leves intermitentes ou persistentes, e asma moderada ou grave (AMG). Foram determinados os níveis séricos de anticorpos IgE antitoxinas estafilocócicas, e os resultados foram comparados por análise estatística. Resultados: Foram incluídos 142 pacientes no estudo: 72 no grupo AL (mediana de idade = 46 anos; 59 do sexo feminino) e 70 do grupo AMG (mediana de idade = 56 anos; 60 do sexo feminino). Na amostra geral, 62 pacientes (43,7%) apresentaram resultados positivos para dosagens de anticorpos IgE antitoxinas estafilocócicas: enterotoxina (TX) A, em 29 (20,4%); TXB, em 35 (24,6%); TXC, em 33 (23,2%); e toxic shock syndrome toxin (TSST), em 45 (31,7%). As médias das dosagens séricas de anticorpos IgE específicos anti-TXA, TXB, TXC e TSST foram, respectivamente, de 0,96 U/l, 1,09 U/l, 1,21 U/l, e 1,18 U/l. Não houve diferença estatisticamente significativa dos resultados qualitativos ou quantitativos entre os grupos. Conclusões: A presença de anticorpos IgE séricos anti-TXA, TXB, TXC e TSST, foi detectada em 43,7% nessa amostra de pacientes, mas não houve associação estatisticamente significativa entre seus resultados qualitativos ou quantitativos e gravidade clínica da asma.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Asma/imunologia , Imunoglobulina E/análise , Índice de Gravidade de Doença , Staphylococcus aureus/imunologia , Superantígenos/imunologia , Estudos Transversais , Imunoglobulina E/imunologia , Pico do Fluxo Expiratório/imunologia
17.
Lima; s.n; jul. 2016.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-848000

RESUMO

INTRODUCCION: Antecedentes: El presente informe expone la evaluación de la fórmula nutricional a base a aminoácidos libres respecto a su uso en pacientes con alergia alimentaria severa mediada o no mediada por IgE que han fracasado a la formula con proteína extensamente hidrolizada. Aspectos generales: La alergia alimentaria es una respuesta inmune que puede ser específica (mediada por IgE), mediada por mecanismos celulares (no mediada por IgE) o mixta (mediada por IgE y mecanismos celulares) y que afecta a niños y adultos, siendo más común en la etapa de lactantes. Los síntomas de la alergia alimentaria pueden variar de leves a severos (4), según el nivel de hipersensibilidad de cada individuo. Entre los principales causantes de alergia alimentaria se encuentran el consumo de maní, huevo, pescado, mariscos, soya, trigo y leche de vaca, siendo el último la causa más común en niños. Existen varias posibilidades de tratamiento para la alergia alimentaria severa. Entre ellas, se encuentran la dieta de eliminación, caracterizada por la eliminación de los alérgenos de la dieta de la madre, que es la intervención clave para el manejo de la alergia alimentaria, ya que generalmente resulta en la resolución de los signos y síntomas. En la mayoría de los casos, el uso de dietas de eliminación incluye la ingesta de fórmulas hipoalergénicas como tratamiento de la alergia alimentaria en infantes alimentados con leche materna y/o fórmulas infantiles que hayan desarrollado una alergia a las mismas. Tecnología Sanitaria de Interés: Las fórmulas nutricionales a base de aminoácidos libres (FAA), conocidas también como fórmulas elementales, son fórmulas hipoalergénicas diseñadas para el consumo en infantes y niños con síntomas relacionados a alergia alimentaria o con alto riesgo de padecerlas (8). Para ser considerada como una fórmula hipoalergénica y poder ingresar al mercado, las FAA deben ser toleradas por el 90% de los pacientes con alergia a la proteína de leche de vaca (APLV). Las FAA son producidas sintéticamente en el laboratorio. Las proteínas completas (cadenas grandes de aminoácidos) se desintegran en sus elementos más esenciales y pequeños (aminoácidos). Así, las proteínas de cadena larga que actúan como antígenos y ocasionan las reacciones de hipersensibilidad, son degradadas en aminoácidos, que son compuestos con menor antigenicidad. Por ello, las FAA rara vez provocan reacciones alérgicas al ser ingeridas, además de ser digeridas rápidamente y disminuyen el volumen fecal. Las FAA son toleradas por la mayoría de los pacientes con APLV o alergia alimentaria múltiple, y pueden ser utilizadas como sustitutos de la leche materna u otras fórmulas infantiles. Las desventajas de las FAA incluyen un costo elevado y un sabor desagradable al ser ingeridas. METODOLOGÍA: Estrategia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de la literatura científica respecto al uso de fórmulas nutricionales en base a aminoácidos libres (FAA) para el tratamiento de alergia alimentaria severa. Se dio preferencia a guías de práctica clínica, revisiones sistemáticas con o sin meta-análisis y ensayos clínicos aleatorizados. Asimismo, se consideró extraer información con una estrategia de "bola de nieve" mediante la revisión de listas de referencias de las guías de práctica clínica, revisiones sistemáticas, estudios primarios y revisiones narrativas seleccionadas. RESULTADOS: Tras la búsqueda realizada, se encontró evidencia científica acerca del uso de las fórmulas nutricionales en base a aminoácidos libres (FAA) para pacientes con alergia alimentaria severa. Luego de revisar un total de 705 referencias resultados de la búsqueda bibliográfica, logramos filtrar 34 estudios relevantes para nuestra pregunta PICO de interés. Luego, 12 referencias fueron finalmente seleccionadas para ser analizadas. Sinopsis de la Evidencia: Se sintetiza toda la evidencia considerada para el presente dictamen que sustenta el uso de fórmulas nutricionales en base a aminoácidos libres (FAA) en pacientes con alergia alimentaria severa. Guías de práctica clínica, Revisiones sistemáticas, Ensayos clínicos, Ensayos Clínicos no publicados. CONCLUSIONES: En la presente evaluación de tecnología sanitaria se presenta la evidencia recabada sobre el beneficio de las fórmulas nutricionales a base de aminoácidos libres (FAA) en pacientes con alergia alimentaria severa que han fracasado al tratamiento con fórmulas nutricionales a base de proteína extensamente hidrolizada (FEH). A pesar que la evidencia es muy escasa, los expertos en pediatría han observado en su experiencia clínica, que la ingesta de las FAA podría contrarrestar el impacto a largo plazo en cuanto a problemas cognitivos y psicomotores en los infantes con alergia alimentaria severa sin manejo adecuado. Debido a ello, los expertos tienen la opinión que las FAA constituirían una alternativa terapéutica en los pacientes cuyos síntomas clínicos de alergia alimentaria severa persistan a pesar del uso de las FEH. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación ­ IETSI, aprueba el uso de la fórmula nutricional a base de aminoácidos en pacientes con diagnóstico de alergia alimentaria severa mediada o no mediada por IgE cuya sintomatología severa persiste a pesar del uso de FEH según Anexo 01. El presente Dictamen Preliminar tiene una vigencia de dos años a partir de la fecha de publicación.


Assuntos
Humanos , Criança , Aminoácidos/administração & dosagem , Hipersensibilidade Alimentar/dietoterapia , Alimentos Formulados , Imunoglobulina E , Hidrolisados de Proteína/efeitos adversos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Resultado do Tratamento
18.
Lima; s.n; mayo 2016. tab.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-848002

RESUMO

INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente informe expone la evaluación del producto farmacéutico Fórmula Nutricional Extensamente Hidrolizada (FEH) respecto a su uso en pacientes con Sindrome de alergia alimentaria severa. Aspectos Generales: La alergia alimentaria es un problema de salud que afecta a niños y adultos, siendo más común en la etapa de lactancia y primera infancia. Para que una condición sea considerada alergia alimentaria debe cumplir con los siguientes criterios: a) una respuesta inmune adversa que se produce de forma reproducible debido a la exposición a un determinado alimento y b) se diferencia de otra respuesta adversa hacia los alimentos, como la intolerancia alimentaria, reacciones farmacológicas, o reacciones mediadas por toxinas. Tecnología Sanitaria de Interés: Fórmula Nutricional Extensamente Hidrolizada: La fórmulas en base a proteínas extensamente hidrolizadas (FEH) son fórmulas hipoalergénicas diseñadas para el consumo en infantes con síntomas de alergia a proteínas alimentarias o con alto riesgo de alergia alimentaria. Estas fórmulas pueden constituir el 100% de la ingesta diaria de nutrientes en niños menores de 6 meses, y el 50% en niños mayores de 6 meses con esta patologia. METODOLOGIA: Estratégia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de literatura científica en relación al uso de fórmulas en base a proteínas extensamente hidrolizadas (FEH) para el tratamiento de alergia alimentaria severa. Se dio preferencia a guías de práctica clínica, revisiones sistemáticas con o sin meta-análisis y ensayos clínicos aleatorizados. RESULTADOS: Tras la búsqueda realizada, se encontró evidencia científica acerca del uso de FEH para pacientes con alergia alimentaria severa. Luego de revisar un total de 2508 referencias como resultado de la búsqueda bibliográfica, logramos filtrar 57 estudios relevantes. Sinopsis de la Evidencias: Se detalla la evidencia científica que sustenta el uso de fórmulas en base a proteínas extensamente hidrolizadas (FEH) en pacientes con alergia alimentaria severa en las Guías de Práctica Clínica, Revisiones Sistemáticas, Ensayos Clínicos no publicados, Revisiones Narrativas. Conclusiones: En la presente evaluación de tecnología sanitaria se presenta la evidencia recabada sobre el beneficio de las FEH en pacientes con alergia alimentaria severa. Se ha identificado evidencia proveniente de cinco guías de práctica clinica (GPC) de baja calidad metodológica en las que se recomendó en base a consensos y opinión de expertos, el uso de FEH frente a otras fórmulas infantiles en la población de pacientes de nuestra pregunta PICO de interés. Las GPC recomiendan el uso de FEH en infantes alimentados con fórmulas infantiles con APLV, como parte de la dieta libre de proteína de leche de vaca. Estas recomendaciones se realizaron en consenso en base a opiniones de expertos y criterio clínico, más no se halló sustento alguno en estudios primarios referenciados. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación-IETSI, aprueba el uso de la fórmula nutricional extensamente hidrolizada en pacientes con diagnóstico de alergia alimentaria sevra mediada o no mediada por IgE. El presente Dictamen Preliminar tiene una vigencia de dos años a partir de la fecha de publciación.


Assuntos
Humanos , Hipersensibilidade Alimentar/dietoterapia , Alimentos Formulados , Hidrolisados de Proteína/administração & dosagem , Imunoglobulina E , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Resultado do Tratamento
19.
Arch. argent. pediatr ; 114(1): 30-35, feb. 2016. tab
Artigo em Inglês, Espanhol | LILACS, BINACIS | ID: biblio-838162

RESUMO

Introducción: La alergia al látex se encuentra dentro de las primeras causas de anafilaxia en el quirófano. La prevalencia de esta enfermedad es más elevada en pacientes con mielomenigocele. Existen escasos datos epidemiológicos en pacientes argentinos. Objetivo: Estimar la prevalencia de la sensibilidad y de la alergia al látex en una población de pacientes con mielomeningocele y describir los factores de riesgo asociados. Pacientes y métodos: Estudio descriptivo, transversal, observacional. Se analizaron los antecedentes familiares y personales de alergia, el número de procedimientos quirúrgicos, la historia de síntomas ante el contacto con látex o alimentos con reactividad cruzada, el recuento de eosinófilos, la inmunoglobulina E total y la inmunoglobulina E específica mediante pruebas serológicas y cutáneas para el látex, los aeroalérgenos y las frutas con reactividad cruzada. Resultados: Se evaluaron 82 pacientes con diagnóstico de mielomeningocele, 41 del sexo masculino (50%), con edad promedio de 15,3 ± 7,66 años. Del total de los pacientes, 2 no realizaron las pruebas cutáneas y serológicas. De los 80 restantes, 16 (19,51%) presentaban alergia al látex, 46 (57,5%) no eran alérgicos y 18 (22%) fueron sensibles pero no alérgicos. Se observó que haber tenido más de 5 cirugías representaba un factor de riesgo asociado a alergia al látex (p= 0,035). No se encontró una asociación significativa con el resto de las variables evaluadas. Conclusión: El estudio estima que la prevalencia de alergia al látex en esta población de pacientes es de 19,51% y que el factor de riesgo más importante para el desarrollo de esta patología es el antecedente de haber sido sometido a más de 5 intervenciones.


Introduction: Latex allergy is one of the main reasons of anaphylaxis in the operating room. The prevalence of this condition is higher among patients with myelomeningocele. Epidemiological data obtained from Argentine patients is scarce. Objective: To estimate the prevalence of latex sensitivity and latex allergy in a population of patients with myelomeningocele and to describe associated risk factors. Population and Methods: Descriptive, crosssectional, observational study. Family and personal history of allergy, number of surgeries, history of symptoms caused by having been in contact withlatex or cross-reactive foods, eosinophil count, measurement of total immunoglobulin E and specific immunoglobulin E levels by means of skin and serologic testing for latex, aeroallergens and cross-reactive fruit. Results: Eighty-two patients diagnosed with myelomeningocele were assessed: 41 were males and their average age was 15.3 ? 7.66 years old. Out of all patients, two did not complete skin and serologic testing. Among the remaining 80 patients, 16 (19.51%) had latex allergy, 46 (57.5%) were not allergic, and 18 (22%) showed sensitivity but not allergy. Having undergone more than five surgeries was a risk factor associated with latex allergy (p= 0.035). No significant association was observed with the remaining outcome measures. Conclusion: According to this study, the prevalence of latex allergy in this population of patients is 19.51% and the most important risk factor for this condition is a history of having undergone more than five surgeries.


Assuntos
Humanos , Criança , Adolescente , Imunoglobulina E/sangue , Testes Cutâneos , Prevalência , Estudos Transversais , Meningomielocele/complicações , Hipersensibilidade ao Látex/diagnóstico , Hipersensibilidade ao Látex/epidemiologia , Látex/efeitos adversos
20.
An. bras. dermatol ; 91(1): 34-39, Jan.-Feb. 2016. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-776418

RESUMO

Abstract BACKGROUND: The role played by vitamin D in atopic dermatitis is controversial and has been the focus of many studies. The ultraviolet index has not been considered in this type of research. OBJECTIVES: The objectives of the study were to assess 25-hydroxy vitamin D [25(OH)D] serum level in atopic dermatitis patients and control group, to investigate the association between atopic dermatitis clinical severity (using the SCORing Atopic Dermatitis index - SCORAD) and 25(OH)D serum levels, and to evaluate the independent predictors, including Ultraviolet index, SCORAD and 25(OH)D. METHODS: We conducted a cross-sectional study of 106 atopic dermatitis patients. A control group was matched with a subsample of 54 participants with atopic dermatitis. SCORAD index, laboratory tests, and local Ultraviolet index were assessed. RESULTS: The atopic dermatitis patients had serum 25(OH)D levels and mean UVI significantly higher than the control group. Immunoglobulin E and Ultraviolet index were associated with the SCORAD index. Skin type, age and Ultraviolet index were independent predictors of 25(OH)D. CONCLUSIONS: Although statistically significant, the different levels of 25(OH)D between the paired groups may be attributed to the higher mean Ultraviolet index in atopic dermatitis patients. Since Ultraviolet index is an independent predictor of SCORAD index and of 25(OH)D level, it may work as a confounding factor in studies involving atopic dermatitis and 25(OH)D and must be considered in this kind of research.


Assuntos
Adolescente , Criança , Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Masculino , Dermatite Atópica/sangue , Raios Ultravioleta , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Vitamina D/análogos & derivados , Brasil/epidemiologia , Estudos de Casos e Controles , Estudos Transversais , Dermatite Atópica/etiologia , Dermatite Atópica/patologia , Imunoglobulina E/sangue , Valores de Referência , Fatores de Risco , Estações do Ano , Índice de Gravidade de Doença , Estatísticas não Paramétricas , Luz Solar/efeitos adversos , Fatores de Tempo , Raios Ultravioleta/efeitos adversos , Deficiência de Vitamina D/complicações , Vitamina D/sangue
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