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1.
Brasília; s.n; 18 jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1100430

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 12 artigos e 9 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Antivirais/uso terapêutico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Imunoglobulinas/uso terapêutico , Amantadina/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Omalizumab/uso terapêutico , Inibidores do Fator de Necrose Tumoral/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico , Imunossupressores/uso terapêutico
2.
Brasília; s.n; 23 jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1102291

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 7 artigos e 9 protocolos.


Assuntos
Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Antivirais/uso terapêutico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Imunoglobulinas/uso terapêutico , Vacinas/isolamento & purificação , Cloroquina/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
3.
Washington; Organización Panamericana de la Salud; mayo 22, 2020. 16 p.
Não convencional em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1096950

RESUMO

El 31 de diciembre de 2019, el municipio de Wuhan en la provincia de Hubei, República Popular de China, informó un grupo de casos de neumonía con etiología desconocida. El 9 de enero de 2020, el Centro Chino para el Control y la Prevención de Enfermedades (China CDC) informó sobre un nuevo coronavirus como agente causante de este brote. El 30 de enero de 2020, el Director General de la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaró el brote como una Emergencia de Salud Pública de Importancia Internacional (ESPII) siguiendo el consejo del Comité de Emergencia del Reglamento Internacional de Salud (2005). El 11 de febrero, la OMS nombró a la enfermedad COVID-19, abreviatura de "enfermedad por coronavirus 2019". El mismo día, el Comité Internacional de Taxonomía de Virus (ICTV, por sus siglas en inglés) anunció "coronavirus 2 del síndrome respiratorio agudo severo (SARS-CoV2)" como el nombre del nuevo virus que causa COVID-19. El 11 de marzo de 2020, COVID-19 fue declarado una pandemia por el Director General de la OMS. El 30 de abril de 2020, el Comité de Emergencia del Reglamento Sanitario Internacional (2005) volvió a reunirse y reafirmó la declaración del 30 de enero de 2020. El Director General sostuvo que COVID-19 sigue constituyendo un ESPII. El consejo del Comité fue aceptado y emitido a los Estados Parte como Recomendaciones Temporales bajo el Reglamento Sanitario Internaciona


Assuntos
Humanos , Antivirais/uso terapêutico , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Pandemias/prevenção & controle , Betacoronavirus , América/epidemiologia , China/epidemiologia , Vigilância Sanitária de Serviços de Saúde
4.
Brasília; s.n; 25 maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1097385

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 15 artigos e 10 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Antivirais/uso terapêutico , Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina/uso terapêutico , Heparina/uso terapêutico , Cloroquina/uso terapêutico , Corticosteroides/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Combinação de Medicamentos , Proteína Antagonista do Receptor de Interleucina 1/uso terapêutico , Bloqueadores do Receptor Tipo 2 de Angiotensina II/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico , Antibacterianos/uso terapêutico
5.
s.l; s.n; maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1096806

RESUMO

INTRODUÇÃO: O Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (abreviado para SARSCoV-2, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), anteriormente conhecido como novo coronavírus (2019-nCoV), é um agente zoonótico recémemergente que surgiu em dezembro de 2019, em Wuhan, China. O referido vírus causa manifestações respiratórias, digestivas e sistêmicas, que se articulam na doença denominada COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019) (1). Ainda não há informações robustas sobre a história natural da doença, tampouco sobre as medidas de efetividade para manejo clínico dos casos de infecção pelo COVID19, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­ entre 5% e 10% dos casos ­, requerendo tratamento especializado em unidades de terapia intensiva (UTI) (2). Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária. TECNOLOGIA: O remdesivir (RDV) é um medicamento de atividade antiviral de amplo espectro contra vírus de ácido ribonucleico (ribonucleic acid, RNA), desenvolvido em 2017 como uma opção de tratamento compassivo para a infecção pelo vírus Ebola, e posteriormente testado para síndrome respiratória do Oriente Médio (cujo agente causador é denominado MERS-CoV, do inglês Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus) e SARS-CoV (4). Seu mecanismo de ação parece interferir na síntese da RNA polimerase viral, causando atraso na terminação da cadeia e diminuição da produção de RNA viral. Cumpre ressaltar que, atualmente, o medicamento RDV ainda está em ensaios clínicos randomizados e foi aprovado para uso compassivo na Agência Europeia de Medicamentos (EMA, do inglês European Medicines Agency) e não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entretanto, tem sido descrito como a terapia mais promissora por ter uma potente atividade in vitro contra o SARSCoV-2. Nesse sentido, a Agência Norte-americana de Medicamentos e Alimentos (FDA, do inglês Food and Drug Administration) recomendou, por meio de uma carta, o uso emergencial do RDV, devido à publicação do Ensaio Clínico Randomizado (ECR) de Wang e col. (2020). OBJETIVO: O objetivo desta nota técnica é analisar as evidências científicas sobre a eficácia, efetividade e segurança do medicamento RDV para o tratamento de pacientes com COVID-19. METODOLOGIA: Foram realizadas buscas nas bases de dados Medline (via PubMed) e Embase, no banco de dados de publicações sobre COVID-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS) e no MedRxiv (base pre-print de artigos na área de saúde) (11), com acesso em 20 de abril de 2020 e renovação das buscas em 05 de maio de 2020. A seleção dos estudos foi realizada em duas etapas. Na primeira etapa, foram avaliados os títulos e resumos das publicações identificadas por meio da estratégia de busca e pré-selecionadas as publicações potencialmente elegíveis (fases 1 e 2). Na segunda etapa (fase 3), foi realizada a avaliação do texto na íntegra das publicações préselecionadas para a confirmação da elegibilidade. O processo de seleção foi realizado por meio da plataforma Rayyan. A busca nas plataformas MEDLINE (via PubMed), Embase, MedRxiv e no banco de dados sobre a Covid-19 da OMS resultou em 369 publicações (83 no PubMed, 101 no Embase, 92 no banco da OMS e 93 no MedRxiv), sendo que 71 eram duplicadas. Foram lidos os títulos e resumos das 137 publicações (fase 1 e 2), três estudos foram submetidos à leitura completa (fase 3): uma série de casos com 12 pacientes, um estudo de coorte com de uso compassivo do medicamento em pacientes com Covid-19 e uma revisão sistemática (RS) que comparou o RDV em comparação a placebo, outro medicamento ativo, RDV em outras doses ou esquemas, ou melhor tratamento de suporte. CONCLUSÕES: O primeiro ECR do RDV em comparação ao placebo foi publicado recentemente, porém, o estudo com pacientes adultos internados no hospital por COVID-19 grave não demostrou resultados estatisticamente significantes para nenhum desfecho avaliado. No entanto, a FDA autorizou o uso do RDV de forma emergencial nos EUA. Os resultados dos estudos devem ser interpretados com cautela, pois nenhum deles foi conclusivo para demonstrar a eficácia, efetividade e segurança do RDV, principalmente em razão da pequena quantidade de pacientes incluídos e da ausência de grupo comparador nos estudos observacionais. No dia 23 de março de 2020, o diretor geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou a realização de um grande estudo clínico para testar medicamentos com atividade antiviral contra o SARS-CoV-2 (21). Esse estudo já possui registro de protocolo (NCT04321616) e se propõe a avaliar os medicamentos remdesivir, lopinavir/ritonavir, cloroquina/hidroxicloroquina e interferon beta. Portanto, é necessário e prudente aguardar os resultados de estudos que serão divulgados em um horizonte temporal próximo para estimar o real benefício dessa tecnologia no tratamento de pacientes com a COVID-19.


Assuntos
Humanos , Antivirais/uso terapêutico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Medicina Baseada em Evidências , Avaliação da Tecnologia Biomédica/métodos , Análise Custo-Eficiência
6.
Medellín; Unidad de Evidencia y Deliberación para la Toma de Decisiones-UNED. Facultad de Medicina, Universidad de Antioquia; 20200000. 34 p.
Monografia em Espanhol | LILACS, PIE | ID: biblio-1087643

RESUMO

La enfermedad respiratoria aguda COVID-19 es la causante de la pandemia que actualmente amenaza la salud de los seres humanos. Al 5 de abril, se ha propagado la infección se ha propagado a 208 países, se han reportado 1'273.709 casos confirmados de la infección, 69.456 muertes y 262.486 pacientes recuperados. En Colombia, se reportan 1.485 casos confirmados, 35 muertes, 88 recuperados y 1.362 casos activos, de los cuales 50 se encuentran en condición crítica. Se incluyeron 19 nuevos estudios que cumplieron criterios de elegibilidad, cuatro revisiones sistemáticas, dos ensayos clínicos, y 13 estudios observacionales. En total, esta síntesis rápida incluye 36 estudios, dos guías de práctica clínica, seis revisiones sistemáticas, cinco ensayos clínicos, y 23 estudios observacionales. La evidencia disponible sobre tratamientos farmacológicos para el control de la infección COVID-19 es aún limitada y de baja calidad. Se identifican siete grupos de tratamientos usados en pacientes con infección COVID-19. Se detallan a continuación junto con la evidencia clínica disponible de su eficacia y seguridad: Antivirales, Interferón, Cloroquina e hidroxicloroquina, Corticosteroides, Oxigenoterapia, Reanimación con líquidos endovenosos y otros tratamientos.


Assuntos
Humanos , Doenças Respiratórias/tratamento farmacológico , Coronavirus/efeitos dos fármacos , Antivirais/uso terapêutico , Oxigenoterapia , Cloroquina/uso terapêutico , Interferons/uso terapêutico , Reanimação Cardiopulmonar , Corticosteroides/uso terapêutico
9.
Braz. J. Psychiatry (São Paulo, 1999, Impr.) ; 42(1): 72-76, Jan.-Feb. 2020. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1055367

RESUMO

Objective: Depression has been associated with hepatitis C, as well as with its treatment with proinflammatory cytokines (i.e., interferon). The new direct-acting antiviral agents (DAAs) have minimal adverse effects and high potency, with a direct inhibitory effect on non-structural viral proteins. We studied the incidence and associated factors of depression in a real-life prospective cohort of chronic hepatitis C patients treated with the new DAAs. Methods: The sample was recruited from a cohort of 91 patients with hepatitis C, of both sexes, with advanced level of fibrosis and no HIV coinfection, consecutively enrolled during a 6-month period for DAA treatment; those euthymic at baseline (n=54) were selected. All were evaluated through the depression module of the Patient Health Questionnaire (PHQ-9-DSM-IV), at three time points: baseline, 4 weeks, and end-of-treatment. Results: The cumulative incidence (95%CI) of major depression and any depressive disorder during DAA treatment was 13% (6.4-24.4) and 46.3% (33.7-59.4), respectively. No differences were observed between those patients with and without cirrhosis or ribavirin treatment (p > 0.05). Risk factors for incident major depression during DAA treatment included family depression (relative risk 9.1 [1.62-51.1]), substance use disorder (11.0 [1.7-73.5]), and baseline PHQ-9 score (2.1 [1.1-3.1]). Conclusions: The findings of this study highlight the importance of screening for new depression among patients receiving new DAAs, and identify potential associated risk factors.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Idoso , Antivirais/uso terapêutico , Hepatite C/psicologia , Hepatite C/tratamento farmacológico , Transtorno Depressivo/epidemiologia , Escalas de Graduação Psiquiátrica , Ribavirina/uso terapêutico , Espanha/epidemiologia , Fatores de Tempo , Modelos Logísticos , Incidência , Estudos Prospectivos , Fatores de Risco , Resultado do Tratamento , Hepatite C/epidemiologia , Pessoa de Meia-Idade
10.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1087716

RESUMO

The World Health Organization (WHO) was informed on December 2019 about a coronavirus pneumonia outbreak in Wuhan, Hubei province (China). Subsequently, on March 12, 2020, 125,048 cases and 4,614 deaths were reported. Coronavirus is an enveloped RNA virus, from the genus Betacoronavirus, that is distributed in birds, humans, and other mammals. WHO has named the novel coronavirus disease as COVID-19. More than 80 clinical trials have been launched to test coronavirus treatment, including some drug repurposing or repositioning for COVID-19. Hence, we performed a search in March 2020 of the clinicaltrials.gov database. The eligibility criteria for the retrieved studies were: contain a clinicaltrials.gov base identifier number; describe the number of participants and the period for the study; describe the participants' clinical conditions; and utilize interventions with medicines already studied or approved for any other disease in patients infected with the novel coronavirus SARS-CoV-2 (2019-nCoV). It is essential to emphasize that this article only captured trials listed in the clinicaltrials.gov database. We identified 24 clinical trials, involving more than 20 medicines, such as human immunoglobulin, interferons, chloroquine, hydroxychloroquine, arbidol, remdesivir, favipiravir, lopinavir, ritonavir, oseltamivir, methylprednisolone, bevacizumab, and traditional Chinese medicines (TCM). Although drug repurposing has some limitations, repositioning clinical trials may represent an attractive strategy because they facilitate the discovery of new classes of medicines; they have lower costs and take less time to reach the market; and there are existing pharmaceutical supply chains for formulation and distribution.(AU)


En diciembre de 2019 fue informado a la Organización Mundial de la Salud (OMS) un brote de neumonía por coronavirus en Wuhan, provincia de Hubei, China. Al 12 de marzo de 2020, se habían notificado 125 048 casos y 4 614 muertes. El coronavirus es un virus ARN envuelto del género Betacoronavirus distribuido en aves, seres humanos y otros mamíferos. La OMS ha denominado a la nueva enfermedad por coronavirus COVID19. Se han puesto en marcha más de 80 ensayos clínicos para evaluar un tratamiento para el coronavirus, que incluyen algunos ensayos de reposicionamiento de medicamentos para la COVID-19. En marzo de 2020 se llevó a cabo una búsqueda de los ensayos clínicos registrados en la base de datos clinicaltrials.gov. Los criterios de elegibilidad para los estudios recuperados fueron tener un número de identificación de la base de datos clinicaltrials.gov; describir el número de participantes y el período del estudio; describir las condiciones clínicas de los participantes; y emplear intervenciones con medicamentos ya estudiados o aprobados para cualquier otra enfermedad en pacientes infectados con el nuevo coronavirus SARS-CoV-2 (2019-nCoV). Es esencial destacar que este artículo solo recoge los ensayos que figuran en la base de datos clinicaltrials. gov. Se identificaron 24 ensayos clínicos relacionados con más de 20 medicamentos, como inmunoglobulina humana, interferones, cloroquina, hidroxicloroquina, arbidol, remdesivir, favipiravir, lopinavir, ritonavir, oseltamivir, metilprednisolona, bevacizumab y medicina tradicional china. Aunque el reposicionamiento de medicamentos tiene algunas limitaciones, el reposicionamiento de los ensayos clínicos puede representar una estrategia atractiva porque facilita el descubrimiento de nuevas clases de medicamentos; estos tienen costos más bajos y tardan menos en llegar al mercado; y existen cadenas de suministro farmacéutico que apoyan la formulación y la distribución. (AU)


A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada, em dezembro de 2019, sobre um surto de pneumonia por coronavírus em Wuhan, província de Hubei (China). Posteriormente, em 12 de março de 2020, 125 048 casos e 4 614 mortes haviam sido registrados. O coronavírus é um vírus RNA envelopado do gênero Betacoronavírus, distribuído em aves e em humanos e outros mamíferos. A OMS designou a nova doença por coronavírus como COVID-19. Mais de 80 ensaios clínicos foram iniciados para testar tratamentos para o coronavírus, incluindo alguns de reposicionamento de medicamentos para o COVID-19. Assim, em março de 2020 realizou-se uma busca na base de dados clinicaltrials.gov. Os critérios de elegibilidade para os estudos recuperados foram: conter o número identificador da base de dados clinicaltrials.gov; descrever o número de participantes e o período do estudo; descrever as condições clínicas dos participantes; e utilizar intervenções para tratamento de doentes infectados com o novo coronavírus SARS-CoV-2 (2019-nCoV) com medicamentos já estudados ou aprovados para qualquer outra doença. É essencial salientar que este artigo apenas capturou ensaios listados na base de dados clinicaltrials.gov. Foram identificados 24 ensaios clínicos envolvendo mais de 20 medicamentos, tais como imunoglobulina humana, interferons, cloroquina, hidroxicloroquina, arbidol, remdesivir, favipiravir, lopinavir, ritonavir, oseltamivir, metilprednisolona, bevacizumabe e medicamentos chineses tradicionais. Embora o reposicionamento de medicamentos tenha algumas limitações, os ensaios clínicos de reposicionamento podem representar uma estratégia atraente, porque facilitam a descoberta de novas classes de medicamentos, têm custos mais baixos, levam menos tempo para chegar ao mercado e se beneficiam de cadeias de fornecimento farmacêutico já existentes para formulação e distribuição.(AU)


Assuntos
Humanos , Antivirais , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Ensaios Clínicos como Assunto , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Reposicionamento de Medicamentos
11.
Mendoza; s.n; [2020].
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1096703

RESUMO

INTRODUCCION: El Síndrome de Agudo Respiratorio Severo por Coronavirus (SARS-CoV-2) es una enfermedad respiratoria aguda causada por un nuevo coronavirus (COVID-19 identificado por primera vez en diciembre de 2019 en Wuhan( Hubei, China) mundo. COVID-19, es un virus ARN, miembro de los coronavirus del género beta estrechamente relacionados con el SARS-CoV 2.Los signos comunes de COVID-19 incluyen fiebre, tos y dificultad para respirar. La definición de caso confirmado de la OMS establece que es la infección confirmada por laboratorio independientemente de los signos y síntomas clínicos. Al momento, no existe un tratamiento antiviral específico para COVID-19, pero la atención de apoyo puede ayudar a aliviar los síntomas y debe incluir el apoyo de las funciones vitales de los órganos en casos severos. El brote comenzó en diciembre de 2019 en Wuhan, provincia de Hubei, China, y se declaró una pandemia mundial el 11 de marzo de 2020.La distribución geográfica incluye a China, la mayor parte de Europa, Reino Unido e Irlanda, Corea del Sur. Existen 332 930 casos confirmados de enfermedad por coronavirus 2019 (COVID-19), incluidas 14 510 muertes en 151 países de todo el mundo informadas por la OMS al 23 de marzo de 2020. METODOLOGIA: Se realizó una búsqueda no sistemática en la bibliografía, consultando portales de la OMS; OPS, Medline ("(ncov[All Fields] AND "19 (Lond)"[Journal]) AND (Clinical Trial[ptyp] AND "loattrfull text"[sb])"), bases de datos de ETS (CDYork, EUnhta, HTAi, Brisa, Conitec, Cenetec) así como agencias reguladoras en salud(OSTEBA, PBAC, CADTH, NICE), con el término También se consultaron portales de Sociedades científicas, y registros de ensayos clínicos en curso ( Clinical Trials,) con el término " SARS-CoV 2 infection". Se realizaron consultas a informantes claves del Ministerio de Salud tales como neumonólogos, infectólogos y epidemiológos. VALORACION DE LAS EVIDENCIAS: a-Magnitud del problema: los brotes epidémicos generan un entorno de elevadísima incertidumbre para pacientes, equipos de salud, gestores y la sociedad en su conjunto. La pandemia de Covid-19 por sus epidemiología aún desconocida y por no contarse con tratamientos dirigidos para prevenirla (vacunas) ó mitigarla (medicamentos) ha supuesto un problema grave para los sistemas de salud, incluida nuestra región. b-Calidad de la Evidencia: Del conjunto de pautas clínicas analizadas puede establecerse que se trata de evidencias de baja calidad, la mayoría de ellas ensayos clínicos en curso y por lo tanto uso no autorizado de las tecnologías propuestas. El resto de recomendaciones son consensos de expertos que como es sabido, ocupan el nivel más bajo de calidad de la evidencia. Es probable que futuras investigaciones cambien la evidencia disponible y/o permitan valorar la magnitud del beneficio clínico. c-Impacto presupuestario y/o costo-efectividad: no valorado d- Impacto en la salud pública y en la equidad en salud:Desde la perspectiva del paciente deben considerarse que se trata de drogas sin autorización, por lo que requieren ser utilizadas bajo uso de Consentimiento informado. Desde la perspectiva del sistema de salud, son drogas con indicación para otras patologías y dada la baja calidad de la evidencia que sustenta su posible indicación en este caso y atento a las predicciones de casos en la provincia de Mendoza, podría representar además de un uso no seguro, afectando la equidad en salud. CONCLUSIONES: No existen al momento tecnologías específicas que apoyen un uso racional el tratamiento de pacientes con Síndrome agudo respiratorio por COVID-19 en unidades de cuidados críticos. Si bien existen razones plausibles para anticipar efectos entre las drogas antivirales, las mismas no han sido aún aprobadas para tal indicación. El uso de medicación sin licencia autorizada requiere resguardos éticos, tales como el consentimiento informado de los pacientes. Ofrecer a los pacientes la participación en futuros ensayos clínicos que se desarrollen en la provincia es una opción que deberá evaluarse por las autoridades y equipos de salud.


Assuntos
Humanos , Antivirais/uso terapêutico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Unidades de Terapia Intensiva/normas , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Análise Custo-Benefício
12.
J. bras. nefrol ; 41(4): 539-549, Out.-Dec. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1056608

RESUMO

Abstract According to data from the last census of the Brazilian Society of Nephrology (SBN), the prevalence of hepatitis C virus (HCV) in Brazilian hemodialysis units (HU) is 3.3%, about three times higher than what is reported for the Brazilian general population. Often, professionals working in HU are faced with clinical situations that require rapid HCV diagnosis in order to avoid horizontal transmission within the units. On the other hand, thanks to the development of new antiviral drugs, the cure of patients with HCV, both in the general population and in patients with chronic kidney disease and the disease eradication, appear to be very feasible objectives to be achieved in the near future . In this scenario, SBN and the Brazilian Society of Hepatology present in this review article a proposal to approach HCV within HUs.


Resumo De acordo com os dados do último censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a prevalência de portadores do vírus da hepatite C (HCV) nas unidades de hemodiálise (UH) no Brasil é de 3,3%, cerca de três vezes maior do que é observado na população geral brasileira. Muitas vezes, os profissionais que trabalham nas UH deparam-se com situações clínicas que demandam rápido diagnóstico do HCV, a fim de evitar uma transmissão horizontal dentro das unidades. Por outro lado, a cura dos pacientes portadores do HCV, tanto na população geral como na portadora de doença renal crônica e a erradicação da doença, em virtude do desenvolvimento de novas drogas antivirais, parecem ser objetivos bastante factíveis, a ser alcançados em futuro próximo. Nesse cenário, a SBN e a Sociedade Brasileira de Hepatologia apresentam neste artigo de revisão uma proposta de abordagem do HCV dentro das UH.


Assuntos
Humanos , Diálise Renal/estatística & dados numéricos , Hepatite C/epidemiologia , Transmissão de Doença Infecciosa/prevenção & controle , Insuficiência Renal Crônica/terapia , Antivirais/uso terapêutico , Vírus de RNA/genética , Brasil/epidemiologia , Infecção Hospitalar/transmissão , Prevalência , Hepatite C/diagnóstico , Hepatite C/tratamento farmacológico , Hepacivirus/efeitos dos fármacos , Hepacivirus/genética , Taxa de Filtração Glomerular/fisiologia , Nefrologia/organização & administração , Nefrologia/estatística & dados numéricos
13.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 32(3): 283-289, May-June 2019.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1002223

RESUMO

Chronic hepatitis C (CHC) has a high prevalence in the world. In addition to hepatic complications with cirrhosis in about 20% of patients and high risk for hepatocarcinoma, extrahepatic manifestations may also occur. Cardiac involvement in patients with CHC is associated with several factors, such as increased risk for coronary artery disease, primary cardiomyopathies, or hemodynamic and electrophysiological changes observed in liver cirrhosis. Furthermore, antiviral treatment may, in rare cases, causes cardiovascular adverse effects. Cardiac arrhythmias are the main form of clinical presentation, and, often, markers of poor prognosis in individuals with advanced liver disease. Although some mechanisms that justify these changes have already been reported, many questions remain unanswered, especially about the true involvement of the hepatitis C virus in the genesis of primary cardiac abnormalities, and the risk factors for cardiac-related complications of antiviral treatment


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Hepatite C Crônica , Cardiomiopatias/fisiopatologia , Antivirais/efeitos adversos , Antivirais/uso terapêutico , Arritmias Cardíacas , Ribavirina/efeitos adversos , Doença da Artéria Coronariana , Interferons/efeitos adversos , Interferons/uso terapêutico , Interações Medicamentosas , Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/terapia , Cirrose Hepática
14.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 32(3): 283-289, may.-june. 2019.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1006142

RESUMO

Chronic hepatitis C (CHC) has a high prevalence in the world. In addition to hepatic complications with cirrhosis in about 20% of patients and high risk for hepatocarcinoma, extrahepatic manifestations may also occur. Cardiac involvement in patients with CHC is associated with several factors, such as increased risk for coronary artery disease, primary cardiomyopathies, or hemodynamic and electrophysiological changes observed in liver cirrhosis. Furthermore, antiviral treatment may, in rare cases, causes cardiovascular adverse effects. Cardiac arrhythmias are the main form of clinical presentation, and, often, markers of poor prognosis in individuals with advanced liver disease. Although some mechanisms that justify these changes have already been reported, many questions remain unanswered, especially about the true involvement of the hepatitis C virus in the genesis of primary cardiac abnormalities, and the risk factors for cardiac-related complications of antiviral treatment


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Hepatite C Crônica , Cardiomiopatias/fisiopatologia , Antivirais/efeitos adversos , Antivirais/uso terapêutico , Arritmias Cardíacas , Ribavirina/efeitos adversos , Ribavirina/uso terapêutico , Doença da Artéria Coronariana , Interferons/efeitos adversos , Interferons/uso terapêutico , Interações Medicamentosas , Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/terapia , Fígado , Cirrose Hepática
15.
Neumol. pediátr. (En línea) ; 14(1): 52-54, abr. 2019. ilus
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-995744

RESUMO

Adenovirus (ADV) can cause serious, localized or disseminated, sometimes lethal disease. There is no specific treatment, only support management according to requirements and severity of disease. Extracorporeal membrane oxygenation (ECMO) has been used in severe ADV infection. Cidofovir has been reported as a therapeutic option. This case reports a lethal case of ADV respiratory infection despite the treatment with cidofovir an ECMO.


El adenovirus (ADV) puede causar infección respiratoria grave, localizada o diseminada y letal en pacientes susceptibles. No existe terapia específica, solo de soporte según requerimientos y gravedad. En este sentido el manejo con oxigenación por membrana extracorpórea (ECMO) ha sido utilizado en niños con infección grave por ADV. Si bien no existe terapia específica actual se ha reportado uso de cidofovir que ha ganado espacio como posibilidad terapéutica en caso de enfermedad grave. Se presenta el caso clínico de un paciente que cursó con infección letal por ADV a pesar del tratamiento de soporte con ECMO y el tratamiento con cidofovir.


Assuntos
Humanos , Masculino , Lactente , Antivirais/uso terapêutico , Oxigenação por Membrana Extracorpórea/métodos , Infecções por Adenovirus Humanos/terapia , /uso terapêutico , Antivirais/efeitos adversos , Infecções por Adenovirus Humanos/fisiopatologia , Evolução Fatal , Insuficiência Renal/induzido quimicamente , /efeitos adversos , Insuficiência de Múltiplos Órgãos
16.
Rev. Asoc. Méd. Argent ; 132(1): 28-32, Mar. 2019. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1010018

RESUMO

Introducción. La influenza A constituye uno de los principales problemas de salud que enfrenta la humanidad.El manejo clínico ambulatorio usando el protocolo de oseltamivir y saturomería permite realizar una práctica evaluación. Objetivo. Evaluar resultados usando protocolo de oseltamivir y saturometría en atención médica ambulatoria y emergencias en pacientes con influenza A. Métodos. Realizar un estudio clínico experimental aleatorio en pacientes con influenza A, usando protocolo con oseltamivir y saturometría y compararlo con tratamiento estándar. Conclusiones. La influenza A seguirá afectandónos por varios años más, debemos asumir una capacidad de respuesta, que incluya: la detección y confirmación de casos; así como su manejo clínico oportuno y eficaz. (AU)


Introduction. Influenza A is one of the main health problems facing humanity. Outpatient clinical management using the oseltamivir and saturomer protocol allows a practical evaluation. Objective. To evaluate results using oseltamivir protocol and saturometry in ambulatory medical care and emergencies in patients with influenza A. Methods. Perform a randomized experimental clinical study in patients with influenza A, using procolo with oseltamivir and saturometry and compare it with standard treatment. Conclusions. Influenza A will continue to affect us for several more years, we must assume a capacity to respond, that include: the detection and confirmation of cases; as well as its timely and effective clinical management. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Adulto Jovem , Oximetria , Influenza Humana/diagnóstico , Influenza Humana/terapia , Vírus da Influenza A Subtipo H1N1 , Oseltamivir/administração & dosagem , Oseltamivir/uso terapêutico , Antivirais/uso terapêutico , Vacinas contra Influenza , Diagnóstico Diferencial , Influenza Humana/prevenção & controle , Assistência Ambulatorial
17.
Braz. J. Pharm. Sci. (Online) ; 55: e18063, 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1039055

RESUMO

Cymbopogon citratus and C. nardus are noteworthy among the several existing plant species displaying medicinal properties, due to the potential pharmacological activity of these species, including antiviral, antibacterial, antifungal and anti-trypanosomal activities. The objective of this study was to carry out in vitro toxicity tests of plant extracts from both species and analyze potential antiviral activity against Human mastadenovirus serotype 5 (HAdV-5). Two cell lines (A549 and VERO) were used and mitochondrial and lysosomal viability were determined by the MTT and neutral red assay, respectively, after two exposure times (24 hours and six days). The aim of these assays was to counteract the behavior of the extracts against the different cell lines and determine their non-toxic concentration range, in order to evaluate possible antiviral activity against HAdV-5. Plaque reduction and inhibition index of viral titer assays were performed using the maximum non-cytotoxic concentrations (MNCC) of each extract. The results indicate MNCC at 625 µg/mL for all extracts, except for Cymbopogon nardus obtained with 80% ethanol (CN80), which showed toxicity at concentrations higher than 312.5 µg/mL. CN80 was the only extract that displayed potential activity against HAdV-5, at a concentration of 75 µg/mL, becoming a candidate for extract fraction purification and/or the isolation of substances related to the observed antiviral activity


Assuntos
Extratos Vegetais/análise , Mastadenovirus/isolamento & purificação , Cymbopogon/toxicidade , Antivirais/análise , Técnicas In Vitro , Sobrevivência Celular
18.
Rio de Janeiro; s.n; 2019. xviii, 97 p. ilus.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-1050339

RESUMO

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a gripe é uma doença que afeta com gravidade de 3 a 5 milhões de pessoas em todo o mundo promovendo, anualmente, de 290 a 650 mil mortes. A gravidade da doença pode ser ainda maior quando surgem cepas pandêmicas, para as quais a população tem pouca ou nenhuma imunidade. Portanto, os vírus influenza são considerados os principais agentes virais causadores de infecções respiratórias agudas e tem grande importância epidemiológica. Durante a infecção por influenza, o interferon liberado na resposta imune inata induz cascatas de sinalizações intracelulares, levando a expressão de diferentes genes. Muitos desses genes codificam proteínas nas células, incluindo os fatores de restrição (FRs). É largamente descrito na literatura que os FRs presentes nas células do hospedeiro são proteínas antivirais, que atuam sobre a replicação de diversos vírus, prejudicando o ciclo infeccioso desses patógenos. Nosso grupo já observou que uma proteína do HIV-1, gp120, é capaz de inibir a replicação do vírus influenza A(H1N1)pdm09. Sendo assim, visamos investigar se ligantes dos receptores CCR5 (R5) e CXCR4 (X4) poderiam modular fatores restritivos de forma a inibir a replicação do vírus influenza. Para isso, células A549 foram expostas aos ligantes endógenos dos receptores R5 e X4, CCL3, CCL4, CCL5, CXCL12 ou exógenos, gp120 R5-trópicos e gp120 X4-trópicos. Então, as células foram infectadas com o vírus A/H3N2 com MOI 2 por 1h. Após 24 h, o título viral foi avaliado por RT-PCR em tempo real. A monocamada celular foi exposta aos ligantes de R5 e lisada para avaliação dos níveis de RNAm de diferentes FRs, utilizando um painel. Em seguida, as células A549 foram expostas aos ligantes de R5 e lisadas para a quantificação do nível proteico do FR SAMHD1 por immunoblotting


Realizamos também um ensaio funcional no qual células A549 sofreram knockdown para SAMHD1 e foram infectadas com o A/H3N2. Adicionalmente, as células foram tratadas com guanosina para avaliar o papel regulatório de dNTPs por SAMHD1. Nossos resultados mostraram que a exposição aos ligantes endógenos e exogenos inibiram a replicação do vírus influenza em torno de 50%, em células A549. Através do painel de RNAm para FRs, observamos aumento de 4X dos transcritos para o FR SAMHD1. Observamos também que os ligantes de R5 aumentaram o conteúdo proteico de SAMHD1 em até 3X. Com o experimento funcional de knockdown, observamos que a diminuição dos níveis proteicos de SAMHD1 leva ao aumento da replicação viral, no modelo utilizado. O tratamento com guanosina em células expostas aos ligantes de R5 inibiu ainda mais a replicação do vírus influenza, sugerindo que o mecanismo inibitório possa ser mediado pela ativação da atividade de desoxinucleotídeo trifosfohidrolase de SAMHD1. Sendo assim, nossos dados mostram pela primeira vez uma relação direta de SAMHD1 com inibição da replicação do influenza, além disso, traz perspectivas para novos estudos sobre a modulação de sinalizações, através de receptores celulares, para induzir proteínas de grande importância no controle de infecções virais relevantes para a saúde pública. (AU)


Assuntos
Antivirais , Receptores CCR5 , Receptores CXCR4 , Influenza Humana
19.
Braz. j. microbiol ; 49(4): 785-789, Oct.-Dec. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-974292

RESUMO

ABSTRACT Bovine viral diarrhea virus can cause acute disease in livestock, leading to economic losses. We show that Prostaglandin A1 inhibits bovine viral diarrhea virus replication in Madin-Darby bovine kidney cells (94% inhibition using 5 µg/mL). Light and electron microscopy of infected cells shows that Prostaglandin A1 also prevents virus-induced vacuolization, but at higher concentrations (10 µg/mL).


Assuntos
Animais , Bovinos , Antivirais/farmacologia , Prostaglandinas A/farmacologia , Doença das Mucosas por Vírus da Diarreia Viral Bovina/virologia , Vírus da Diarreia Viral Bovina/efeitos dos fármacos , Antivirais/análise , Prostaglandinas A/análise , Replicação Viral/efeitos dos fármacos , Doença das Mucosas por Vírus da Diarreia Viral Bovina/tratamento farmacológico , Linhagem Celular , Vírus da Diarreia Viral Bovina/fisiologia , Vírus da Diarreia Viral Bovina/genética , Diarreia
20.
An. bras. dermatol ; 93(5): 686-695, Sept.-Oct. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-949961

RESUMO

Abstract: Background: There is a lack of evidence to support acyclovir administration in pityriasis rosea. Objective: To determine the efficacy of acyclovir in patients with typical pityriasis rosea. Methods: A systematic review and meta-analysis of experimental studies was performed in MEDLINE, SCOPUS, EMBASE and others, from January 1990 to October 2016 on acyclovir for pityriasis rosea. Random effect model was used to find the pooled Risk Ratio. Outcomes, evaluated between weeks 1 to 8, were regression of lesions, cessation of lesions, decrease of symptoms and duration of disease. Comparisons were acyclovir vs. placebo; acyclovir vs. symptomatic treatment; acyclovir vs. antibiotic; acyclovir vs. observation and combined therapy (acyclovir plus symptomatic treatment) vs. symptomatic treatment alone. Results: Seven papers were analyzed with 324 participants, of which 159 received acyclovir and 165 were controls. Acyclovir was superior to placebo for complete regression of lesions at week 1 (Risk Ratio 5.72, CI95% 2.36-13.88). However, combined therapy was not superior to symptomatic treatment at week 4 (Risk Ratio 1.46, CI95% 0.93-2.29). Individual studies showed the superiority of acyclovir for the control of symptoms and pruritus. Study limitations: We faced differences designs of trials and inconsistency between reports. Conclusion: Symptomatic treatment is a reasonable option for pityriasis rosea, and the addition of acyclovir is justified for the control of symptoms and pruritus.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Adulto , Antivirais/uso terapêutico , Aciclovir/uso terapêutico , Pitiríase Rósea/tratamento farmacológico , Antivirais/administração & dosagem , Placebos , Aciclovir/administração & dosagem , Seguimentos , Administração Tópica , Resultado do Tratamento
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