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1.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(1): 89-93, Jan.-Mar. 2020. ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1090838

RESUMO

Abstract Here we describe an infrequent case of gastrointestinal stromal tumor of the rectum in a 57 year-old man with spindle cell neoplasm probably gastrointestinal stromal tumor and CT scan showed tumor from the anterior rectal wall and offered abdominoperineal resection for the same. The patient was started on imatinib and had a significant reduction in symptoms. The patient was reassessed with the CT scan, which showed a reduction in tumor size and Transanal minimally invasive surgery was planned for the patient. Use of imatinib prior to surgical resection to attain the reduced size of the tumor within the limit of resection is an attractive approach. Since tumor development can happen rapidly again after substantial tumor shrinkage, the best time to operate depending on resectability and the maximum therapeutic outcome remains divisive.


Resumo No presente estudo, os autores descrevem um caso raro de tumor estromal gastrointestinal no reto em um homem de 57 anos que se apresentou com neoplasia de células fusiformes, com provável tumor estromal gastrointestinal. A tomografia computadorizada demonstrou tumor na parede anterior do reto e foi sugerida sua ressecção abdominoperineal. O paciente iniciou tratamento com imatinibe e apresentou uma redução significativa nos sintomas. O paciente foi reavaliado por tomografia computadorizada, que evidenciou redução do tamanho do tumor; portanto, foi indicada cirurgia transanal minimamente invasiva. O tumor era ressecável e foi necessário um extenso acompanhamento para romper o órgão, de forma a alcançar a ressecção máxima; caso contrário, o tumor estromal gastrointestinal também seria irressecável. O uso de imatinibe antes da ressecção cirúrgica para reduzir o tamanho do tumor dentro do limite de ressecção é uma abordagem interessante. Como o tumor pode se crescer rapidamente após ser substancialmente reduzido, a literatura ainda apresenta controvérsias quanto ao melhor momento para operar e quanto ao melhor desfecho terapêutico.


Assuntos
Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Tumores do Estroma Gastrointestinal , Mesilato de Imatinib/uso terapêutico , Cirurgia Endoscópica Transanal , Neoplasias Gastrointestinais , Neoplasias Retais , Tumores do Estroma Gastrointestinal/cirurgia , Tumores do Estroma Gastrointestinal/tratamento farmacológico , Mesilato de Imatinib , Protectomia
2.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(1): 50-55, Jan.-Mar. 2020. tab, ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1090839

RESUMO

Abstract Background: Transanal total mesorectal excision is a surgical technique for minimally invasive resection of the rectum and perirectal tissues. It is indicated for patients with medial and distal rectum cancer confined to the mesorectal envelope. This study describes a series of patients undergoing transanal total mesorectal excision. Methods: Ten patients were selected to undergo transanal total mesorectal excision using the SILS-Port® platform. All patients included here had middle or low rectal cancer. Abdominal access for proximal colon mobilization was performed by laparoscopy in all cases. As a rule, in 9 of the 10 cases, the surgical specimen was removed transanally. Result:s During a 41-month period, 10 patients underwent transanal total mesorectal excision based on curative intent. The first indication for transanal total mesorectum excision was medial and distal rectal cancer, locally invasive and confined to the mesortal envelope. The median age of patients with rectal cancer at the time of surgery was 61 years (mean 59.4 years, range 22-78 years), with 80% (8) female and 20% (2) male. The median surgical time was 305' (mean 314', range 260-420'). The median postoperative length of stay was five days (average of 7.3 days, interval of 3-23 days). There was no postoperative mortality. Surgical complications included postoperative ileus (n = 1), bladder paresis (n = 1), and ileostomy stenosis (n = 1). All patients had negative surgical margins for neoplasia and more than 12 resected lymph nodes. The tumors were between 1 and 9 cm from the anal margin. Conclusion: Total transanal mesorectal excision has been shown to be a viable method for oncologic resection of locally advanced rectal cancer with curative intent.


Resumo Contexto: A excisão total do mesorreto por via transanal é uma aborgadem crânio-caudal para a realização de ressecção minimamente invasiva do reto e tecidos perirretais em monobloco. É adequada para pacientes com câncer de reto médio e distal confinados ao envelope mesorretal. Aqui relatamos uma série de pacientes submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal. Métodos: Dez pacientes foram selecionados para serem submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal utilizando a plataforma SILS-Port®. Todos os pacientes eram portadores de câncer retal de localização extraperitoneal. O acesso abdominal para mobilização do cólon proximal, em todos os casos, foi realizado por laparoscopia. Como regra, a retirada do espécime cirúrgico, em nove casos, ocorreu por via transanal. Resultados: Durante um período de 41 meses, 10 pacientes foram submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal com intenção curativa. A indicação primária para excisão total do mesorreto transanal foi o câncer de reto médio e distal, localmente invasor, mas confinado ao envelope mesorretal. A mediana de idade dos pacientes com câncer de reto no momento da cirurgia foi de 61 anos (média de 59,4 anos, faixa de 22-78 anos), sendo 80% (8) do sexo feminino e 20% (2) do sexo masculino. A mediana do tempo cirúrgico foi de 305' (média de 314', intervalo de 260-420'). A mediana do tempo de permanência pós-operatória foi de cinco dias (média de 7,3 dias, intervalo de 3-23 dias). Não houve mortalidade pós-operatória. As complicações cirúrgicas incluíram íleo paralítico (n = 1), paresia vesical (n = 1) e estenose de ileostomia (n = 1). Todos os pacientes tiveram margens cirúrgicas negativas para neoplasia e mais de 12 linfonodos ressecados. Os tumores distavam de 1 a 9 cm da margem anal. Conclusão: A excisão total do mesorreto transanal demonstrou-se um método viável para a ressecção oncológica de câncer de reto localmente avançado com intenção curativa.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Neoplasias Retais , Neoplasias Retais/cirurgia , Cirurgia Endoscópica Transanal , Protectomia
3.
Rev. argent. coloproctología ; 31(1): 21-27, mar. 2020. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1102171

RESUMO

Introducción: El tratamiento del carcinoma anal escamoso (CAE) en los pacientes HIV positivos resulta controvertido. Si bien las guías actuales recomiendan realizar en los pacientes con buen estado inmunológico la quimiorradioterapia (QRT) concurrente estándar, algunos autores consideran que estos pacientes presentan mayor toxicidad y peores resultados a largo plazo, por lo que requerirían un abordaje diferente. El objetivo de este trabajo es comparar los resultados del tratamiento del CAE en los pacientes VIH positivos y negativos. Diseño: Estudio retrospectivo comparativo. Pacientes y métodos: Se revisaron retrospectivamente las historias clínicas de los pacientes tratados en el Sector Coloproctología, Hospital Fernández, entre 01/2007 y 10/2018. Los del conducto anal se dividieron en: Grupo I: VIH negativos y Grupo II: VIH positivos. Se compararon variables demográficas, factores de riesgo específicos, estadificación, QRT (drogas, toxicidad y respuesta), tratamiento quirúrgico curativo/paliativo, persistencia/recurrencia y supervivencia específica y global. Resultados: Se incluyeron 28 pacientes (18 mujeres); margen: 2, conducto: 26 (Grupo I: 15. Grupo II: 11). Los VIH positivos eran en su mayoría hombres que tienen sexo con hombres vs. 100% de mujeres VIH negativas (p<0,01), más jóvenes (45,2±0,9 vs. 63,6±8; p<0,01) y tabaquistas (82% vs. 27%; p=0,005). No hubo diferencia significativa en la estadificación, aunque el Grupo II tuvo tumores con complicaciones más severas. Pudieron completar el tratamiento: Grupo I: 93%, Grupo II: 64% (p<0,05). Tuvieron respuesta completa a la QRT 13/14 (93%) pacientes del Grupo I y 3/7 (43%) del Grupo II (p<0,01). Hubo 3 recurrencias, 2 locorregionales y 1 a distancia (p=NS). Los VIH positivos requirieron más cirugías (82% vs. 27%; p<0,01). A 5 pacientes (4 del Grupo II) se les realizó una resección abdominoperineal (RAP). Tuvieron colostomía definitiva, con o sin RAP, el 46% de los pacientes, la mayoría VIH positivos (82% vs. 27%; p=0,002). En los VIH positivos el RR de mortalidad por cáncer fue 4 (IC95%: 1,01-16,5; p=0,02) y el RR de mortalidad global fue 5,45 (IC95%: 1,42-20,8; p=0,002). Tuvieron menor supervivencia, tanto global (p=0,001) como libre de enfermedad (p=0,01). Mediana de seguimiento: 27 meses (4-216).Conclusiones: Los pacientes VIH positivos con CAE se diferenciaron de los VIH negativos en una menor tasa de respuesta completa a la QRT y una mayor necesidad de tratamiento quirúrgico. Además, tuvieron una supervivencia global y libre de enfermedad significativamente menor que los VIH negativos. (AU)


INTRODUCTION: The treatment of anal squamous cell carcinoma (SCC) in HIV-positive patients is controversial. Although current guidelines recommend performing standard concurrent chemoradiotherapy (CRT) in patients with good immune status, some authors believe that these patients have greater toxicity and worse long-term results, so they would require a different approach. The purpose of this study was to compare the results of SCC treatment in HIV-positive and HIV-negative patients.DESIGN: Comparative retrospective study.PATIENTS AND METHODS: The records of patients treated in the Coloproctology Section, Hospital Fernández, between 01/2007 and 10/2018 were retrospectively reviewed. Those of the anal canal were divided into: Group I: HIV-negative and Group II: HIV-positive. Demographic variables, specific risk factors, staging, CRT (drugs, toxicity, and response), curative/palliative surgical treatment, persistence/recurrence, and cancer-specific and global survival were compared.RESULTS: 28 patients (18 women), margin: 2, conduit: 26 (Group I: 15. Group II: 11). The HIV-positive were mostly men who have sex with men (vs. 100% HIV-negative women; p<0.01), younger (45.2 ± 0.9 vs. 63.6 ± 8; p<0.01) and smokers (82% vs. 27%; p=0.005). There was no significant difference in staging, although Group II had tumors with more severe complications. Completed the treatment: Group I: 93%, Group II: 64% of patients (p<0,05). Thirteen out of 14 (93%) patients in Group I, and 3/7 (43%) patients in Group II had a complete response to CRT (p<0.01). There were 3 recurrences, 2 loco-regional and 1 distance (p=NS). HIV-positive required more surgery (82% vs. 27%; p<0.01). 5 patients (4 of Group II) underwent an abdominal-perineal resection (APR). Forty six percent of patients had permanent colostomy, with or without APR, most of them were HIV-positive (82% vs. 27%; p=0.002). In HIV-positive patients, the RR of cancer mortality was 4 (95% CI: 1.01-16.5; p=0.02) and the RR of overall mortality was 5.45 (95% CI: 1.42-20, 8; p=0.002). They also had lower overall (p=0.001) and disease-free survival (p=0.01). Median follow-up: 27 months (4 - 216).CONCLUSION: HIV-positive patients with anal SCC were different from HIV-negative patients in that they had a lower complete response rate to CRT, and a greater need for surgical treatment. They had a significantly lower overall and disease-free survival than HIV-negative patients. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Adulto Jovem , Neoplasias do Ânus/terapia , Colostomia , Carcinoma de Células Escamosas/terapia , Infecções por HIV , Quimiorradioterapia , Neoplasias do Ânus/cirurgia , Neoplasias do Ânus/complicações , Neoplasias do Ânus/mortalidade , Argentina , Carcinoma de Células Escamosas/cirurgia , Carcinoma de Células Escamosas/complicações , Carcinoma de Células Escamosas/mortalidade , Análise Estatística , Estudos Retrospectivos , Resultado do Tratamento , Sobreviventes/estatística & dados numéricos , Assistência ao Convalescente , Protectomia , Recidiva Local de Neoplasia , Estadiamento de Neoplasias
4.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 365-372, Oct.-Dec. 2019.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1056638

RESUMO

Abstract Introduction Colorectal cancer is amongst the most prevailing malignancies in the world and it is associated with a relatively high mortality rate. Rectal cancer occurs in 20-30% of all colorectal cancer cases, and 25% of this present synchronous metastatic disease. This study aims to review the current treatment approaches for rectal cancer patients with synchronous liver metastases, as there are no specific guidelines for the management of this group of patients. Methods A systematic literature search was performed on Pubmed database with a 10 year timeline limitation from 2008 to 2018. Results Currently, the only potentially curative approach remains to be the surgical resection. Conventionally, the classical strategy of these patients involves resection of rectal tumor, followed by liver resection, with chemotherapy sessions between the two procedures. However, recent studies have reported no inferiority, in safety and survival outcomes, when compared with other approaches (liver-first resection or simultaneous resection), except when symptoms of primary tumor are present. Hence, treatment strategy should be individualized based on the assessment of metastatic extent, primary tumor symptoms and the patient's overall clinical status. Chemotherapy and targeted agents have substantially contributed to overall survival improvements, allowing enhanced tumor down staging. Conclusion Complete resection of liver metastases is considered the major condition for a potential survival outcome in these patients. Management of these patients should include a multidisciplinary team with consideration of each individual specificities. Prospective randomized trials are needed to elucidate the optimal treatment strategy.


Introdução: O câncer colorretal está entre as neoplasias mais prevalentes no mundo, apresentando a uma taxa de mortalidade relativamente alta. Ele corresponde a 20% a 30% de todos os casos de câncer colorretal; 25% dos casos apresentam doença metastática síncrona. Este estudo teve como objetivo revisar as abordagens atuais de tratamento para pacientes com câncer retal com metástases hepáticas síncronas, uma vez que não existem diretrizes específicas para o manejo deste grupo de pacientes. Métodos: Uma busca sistemática da literatura foi realizada no banco de dados PubMed com uma limitação temporal de 10 anos (2008 a 2018). Resultados: Atualmente, a ressecção cirúrgica ainda é a única abordagem potencialmente curativa. Tradicionalmente, a estratégia clássica para o tratamento desses pacientes envolve a ressecção do tumor retal, seguida de ressecção hepática, com sessões de quimioterapia entre os dois procedimentos. No entanto, ao comparar a abordagem tradicional com outras técnicas (ressecção em primeiro plano do fígado ou ressecção simultânea), estudos recentes não relataram inferioridade nos desfechos de segurança e sobrevida, exceto quando sintomas de tumor primário estão presentes. Portanto, a estratégia de tratamento deve ser individualizada com base na avaliação da extensão metastática, nos sintomas primários do tumor e no estado clínico geral do paciente. A quimioterapia e os agentes dirigidos contribuíram substancialmente para as melhorias gerais na sobrevida, permitindo uma maior redução do estadiamento tumoral. Conclusão: A ressecção completa de metástases hepáticas é considerado o principal requisito para um possível resultado de sobrevida nesses pacientes. O manejo desses pacientes deve incluir uma equipe multidisciplinar e considerar as características específicas de cada paciente. Estudos prospectivos randomizados são necessários para elucidar a estratégia de tratamento ideal.


Assuntos
Humanos , Neoplasias Retais/cirurgia , Neoplasias Hepáticas/cirurgia , Neoplasias Primárias Múltiplas/cirurgia , Neoplasias Retais/patologia , Neoplasias Retais/tratamento farmacológico , Terapia Neoadjuvante , Protectomia , Neoplasias Hepáticas/tratamento farmacológico , Neoplasias Hepáticas/secundário , Neoplasias Primárias Múltiplas/tratamento farmacológico
5.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 351-356, Oct.-Dec. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1056649

RESUMO

Abstract The treatment of rectal cancer is complex and responsible for sequelae due to the various therapeutic modalities, especially the surgical resection. The advent of minimally invasive surgery provided a faster postoperative recovery and a lower complication rate when compared to conventional surgery. The implementation of laparoscopic approach in rectal cancer was responsible for these better results, but the limitations of this method added to the development of robotics, raised the question of which minimally invasive method would be more advantageous in the approach of rectal cancer. The present review will address the most recent data regarding the comparison between the laparoscopic and robotic approach in rectal cancer.


Resumo O tratamento do câncer de reto é complexo e responsável por sequelas causadas pelas diversas modalidades terapêuticas, principalmente a ressecção cirúrgica. O advento da cirurgia minimamente invasiva está associado a uma recuperação pós-operatória mais rápida e uma menor taxa de intercorrências do que as observadas na cirurgia convencional. A implementação da abordagem laparoscópica no câncer de reto foi responsável por esses melhores resultados, mas as limitações do método, bem como o desenvolvimento da cirurgia robótica, levantaram a questão de qual método minimamente invasivo seria mais vantajoso na abordagem desse tipo de câncer. A presente revisão apresenta os dados mais recentes na comparação entre a abordagem laparoscópica e robótica no câncer retal.


Assuntos
Neoplasias Retais , Laparoscopia , Procedimentos Cirúrgicos Minimamente Invasivos , Procedimentos Cirúrgicos Robóticos , Neoplasias Retais/cirurgia , Protectomia
6.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 303-308, Oct.-Dec. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1056645

RESUMO

Abstract Background: Surveillance colonoscopy 1 year after resection of colorectal cancer is recommended by all major societies, including National Comprehensive Cancer Network and United States Multi Society Task Force. Study objectives: Our study assesses adherence to post colorectal cancer resection surveillance colonoscopy guidelines at a large tertiary care center and aims to identify reasons for non-adherence. Methods: A retrospective study was conducted for patients who underwent curative resection for colorectal cancer between January 2016 and June 2017. Adherence to surveillance colonoscopy for non-obstructed or partially obstructed colon and rectal cancers was defined as performance of colonoscopy 11-14 months and 11-15 months after surgery, respectively. Results: A total of 80 patients were identified. Mean age was 66 ± 13 years and 58% (n = 46) were males. 60% (n = 48) had colon cancer and 40% (n = 32) had rectal cancer. 69% (n = 24) of patients with colon cancer and 42% (n = 8) of patients with rectal cancer adhered to surveillance colonoscopy guidelines and the mean time to colonoscopy was 315 ± 44 days and 369 ± 103 days, respectively. The most commonly identified reasons for non-adherence to surveillance colonoscopy included metastases (10.9%) and patients' refusal to undergo surveillance (6.5%). Conclusion: Overall, post colorectal cancer resection to follow up surveillance is inadequate. There is a need to identify barriers to surveillance post colorectal cancer resection and address them.


Resumo Introdução: A colonoscopia de rastreamento um ano após a ressecção do câncer colorretal é recomendada por todas as principais sociedades, incluindo a National Comprehensive Cancer Network e a Multi Society Task Force dos Estados Unidos. Objetivos do estudo: Avaliar a adesão às diretrizes de colonoscopia de rastreamento após ressecção de câncer colorretal em um grande centro de atendimento terciário e identificar razões para a não adesão. Métodos: Um estudo retrospectivo foi realizado em pacientes submetidos a ressecção curativa de câncer colorretal entre janeiro de 2016 a junho de 2017. Adesão à colonoscopia de rastreamento em cânceres de cólon e reto não obstruídos ou parcialmente obstruídos foi definida como a realização do procedimento entre 11 a 14 meses e 11 a 15 meses após a cirurgia, respectivamente. Resultados: Um total de 80 pacientes foram identificados. A média de idade foi de 66 ± 13 anos; 58% (n = 46) eram do sexo masculino, 60% (n = 48) tinham câncer de cólon e 40% (n = 32) tinham câncer de reto. Aderência às diretrizes de colonoscopia de rastreamento foi observada em 69% (n = 24) dos pacientes com câncer de cólon e 42% (n = 8) dos pacientes com câncer retal; o tempo médio até a realização da colonoscopia foi de 315 ± 44 dias e 369 ± 103 dias, respectivamente. Os motivos mais frequentemente identificados para a não adesão à colonoscopia de rastreamento incluíram metástases (10,9%) e recusa dos pacientes (6,5%). Conclusão: De forma geral, o rastreamento após a resecção de câncer colorretal é inadequado. É necessário identificar barreiras ao rastreamento após a ressecção do câncer colorretal e abordá-las.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Neoplasias Colorretais , Neoplasias Colorretais/diagnóstico , Colonoscopia , Centros de Atenção Terciária , Procedimentos Cirúrgicos Operatórios , Atenção Terciária à Saúde , Neoplasias Colorretais/cirurgia , Protectomia
14.
Rev. cuba. cir ; 58(2): e802, mar.-jun. 2019. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1093162

RESUMO

RESUMEN Introducción: La resección anterior del recto ultrabaja laparoscópica con anastomosis coloanal evita la realización una colostomía definitiva. Objetivo: Determinar las indicaciones, describir la técnica quirúrgica y mostrar los resultados a largo plazo obtenidos en la realización de este proceder en el tratamiento del cáncer del recto bajo. Método: Se realizó un estudio observacional descriptivo y prospectivo de 53 pacientes con cáncer del recto bajo en el período comprendido entre octubre 2007 y noviembre 2018 en el Centro Nacional de Cirugía de Mínimo Acceso. Todas las resecciones fueron llevadas a cabo por un grupo dedicado a la cirugía colorrectal, en todos los casos se realizó la excisión total del mesorrecto. Resultados: Se operaron mediante esta técnica 53 pacientes, 30 masculinos y 23 femeninos con un promedio de edad de 57 años (rango 23-81) y de ellos 42 (79,2 por ciento) después de terapia neoadyuvante. El promedio de tiempo quirúrgico fue de 195 min (rango 90-360) y las pérdidas hemáticas estimadas, de 72 mL. La incidencia de morbilidad mayor fue de 16,9 por ciento (9/53) y la media de estadía hospitalaria de 6,3 días. La media del periodo de seguimiento fue de 40 meses (rango 1-132) con una recidiva local de 9,4 por ciento (5/53) y una supervivencia global a los 5 años de 80,3 por ciento. Conclusiones: La resección anterior del recto ultrabaja laparoscópica con anastomosis coloanal es una técnica segura con excelentes resultados en cuanto a recidiva local y supervivencia global(AU)


ABSTRACT Introduction: Laparoscopic ultralow anterior rectal resection with coloanal anastomosis prevents the performance of a definitive colostomy. Objective: To determine the indications, describe the surgical technique and show the long-term outcome of performing this procedure in the treatment of cancer of the lower rectum. Method: A descriptive and prospective observational study of 53 patients with low rectal cancer was carried out in the period between October 2007 and November 2018, at the National Center for Minimum Access Surgery. All resections were carried out by a group dedicated to colorectal surgery. In all cases, the total mesorectal excision was performed. Results: 53 patients (30 males and 23 females), with an average age of 57 years (range 23-81) and 42 (79.2 percent) after neoadjuvant therapy were operated using this technique. The average surgical time was 195 min (range 90-360) and the estimated blood loss was 72 mL. The incidence of major morbidity was 16.9 percent (9/53) and the average hospital stay was 6.3 days. The mean follow-up period was 40 months (range 1-132), with a local relapse of 9.4 percent (5/53) and a 5-year overall survival of 80.3 percent. Conclusions: Laparoscopic ultralow anterior resection of the rectum with coloanal anastomosis is a safe technique with excellent outcomes in terms of local relapse and overall survival(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Neoplasias Retais/epidemiologia , Anastomose Cirúrgica/métodos , Laparoscopia/métodos , Protectomia/métodos , Epidemiologia Descritiva , Estudos Prospectivos , Estudo Observacional
15.
Rev. Col. Bras. Cir ; 46(4): e20192171, 2019. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1041126

RESUMO

RESUMO Objetivo: avaliar a influência da mobilização da flexura esplênica nos principais resultados cirúrgicos de pacientes submetidos à ressecção de câncer do cólon sigmoide ou reto. Métodos: os bancos de dados MEDLINE, Cochrane Central Register de Ensaios Controlados e LILACS foram pesquisados usando os termos "mobilização da flexura esplênica", "cirurgia colorretal", "câncer retal", "ressecção anterior", "câncer de cólon sigmoide", "ressecção de sigmoide". O desfecho principal foi a deiscência da anastomose. Outros desfechos analisados foram mortalidade, sangramento, infecção e complicações gerais. Os tamanhos dos efeitos foram estimados por meio do agrupamento dos dados de seis estudos de caso-controle (1.433 pacientes) publicados até janeiro de 2018. Resultados: nossa meta-análise revelou que pacientes submetidos à mobilização completa da flexura esplênica tinham um risco maior de deiscência anastomótica (RR=2,27, IC95%: 1,22-4,23) em comparação àqueles não submetidos a esse procedimento. Nenhuma diferença pôde ser demonstrada entre os grupos em termos de mortalidade, sangramento, infecção e complicações gerais. Conclusão: a mobilização da flexura esplênica está associada a um maior risco de deiscência anastomótica nas ressecções de câncer de reto ou cólon sigmoide. Esta manobra cirúrgica deve ser utilizada com cautela no manejo cirúrgico dos tumores colorretais.


ABSTRACT Objective: to evaluate the influence of the splenic flexure mobilization for the main surgical outcomes of patients submitted to resection of sigmoid and rectal cancer. Methods: we searched the MEDLINE, Cochrane Central Register of Controlled Trials and LILACS, using the terms "splenic flexure mobilization", "colorectal surgery", "rectal cancer", "anterior resection", "sigmoid colon cancer", and "sigmoid resection". The main outcome was anastomotic dehiscence. Other outcomes analyzed were mortality, bleeding, infection and general complications. We estimated the effect sizes by grouping data from six case-control studies (1,433 patients) published until January 2018. Results: our meta-analysis showed that patients undergoing complete mobilization of the splenic flexure had a higher risk of anastomotic dehiscence (RR=2.27, 95%CI: 1.22-4.23) compared with those not submitted to this procedure. There was no difference between the groups in terms of mortality, bleeding, infection and general complications. Conclusion: splenic flexure mobilization is associated with a higher risk of anastomotic dehiscence in resections of sigmoid and rectal cancer. This surgical maneuver should be used with caution in the surgical management of sigmoid or rectal cancers.


Assuntos
Humanos , Neoplasias Retais/cirurgia , Neoplasias do Colo Sigmoide/cirurgia , Colectomia/métodos , Protectomia/métodos , Complicações Pós-Operatórias , Resultado do Tratamento , Colectomia/efeitos adversos , Protectomia/efeitos adversos
16.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 38(4): 267-274, Oct.-Dec. 2018. tab, graf, ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-975966

RESUMO

ABSTRACT Purpose: To outline the preliminary experience of the da Vinci® robotic system used in a Moscow tertiary colorectal referral center for an unselected range of benign and malignant rectal conditions. Methods: Prospective non-randomized single-center study which analyzed results of 26 robotic rectal resections performed between january 2014 and december 2016. Results: The cohort included 10 females and 16 males (mean total age 61.6 years). Three patients underwent surgery for benign rectal villous adenomas. The median overall ASA score was 4 (ranged from 2 to 5). Of the surgeries, there were 19 total mesorectal excisions with 6 patients undergoing a multivisceral resection. The mean operating time was 358 minutes with a mean blood loss of 203 mL. All total mesorectal excision specimens were adjudged according Philip Quirke classification as mesorectal plane - Grade 3 with a mean of 18.5 lymph nodes identified (from 12 to 35). Of these there were 10 patients (38.5%) with lymph node metastases. After surgery the average pain score was 2.1 out of 10 on the "Visual-Analogue Pain Intensity Scale" and 1.5 score out of 10 on the "Brief Pain Inventory with Quality of Life". Anal continency after rectal resection with total mesorectal excisions estimated according Wexner Scale: 10 days after surgery average score was -3.1 and a 6 month after surgery -1.6 score. The median length of hospital stay was 11 days (from 10 to 15). Conclusion: Our initial experience with a totally robotic rectal resection has shown the technique to be safe and feasible, particularly in patients where conventional laparoscopic rectal resection would be anticipated to be challenging.


RESUMO Objetivo: Delinear a experiência preliminar do sistema robótico da Vinci® usado em um centro de referência colorretal terciário de Moscou para uma gama não selecionada de problemas retais benignos e malignos. Métodos: Estudo unicêntrico prospectivo não randomizado que analisou os resultados de 26 ressecções retais robóticas realizadas entre janeiro de 2014 e dezembro de 2016. Resultados: A coorte incluiu 10 mulheres e 16 homens (idade total média de 61,6 anos). Três pacientes foram submetidos à cirurgia para adenomas vilosos retais benignos. O escore global mediano da ASA foi de 4 (variou de 2 a 5). Das cirurgias, houve 19 excisões mesorretais totais com 6 pacientes submetidos à ressecção multivisceral. O tempo médio de cirurgia foi de 358 minutos, com perda sanguínea média de 203 mL. Todas as amostras de excisão total do mesorreto foram classificadas de acordo com a classificação de Philip Quirke como plano mesorretal - Grau 3 com uma média de 18,5 linfonodos identificados (de 12 a 35). Destes, havia 10 pacientes (38,5%) com metástases linfonodais. Após a cirurgia, o escore médio de dor foi de 2,1 de 10 na Escala de Intensidade da Dor Visual-Analógica e de 1,5 de 10 no "Inventário Breve de Dor com Qualidade de Vida". Continência anal após ressecção retal com excisões totais mesorretais estimadas de acordo com a Escala de Wexner: 10 dias após a cirurgia o escore médio foi -3,1 e um escore de -1,6 após 6 meses da cirurgia. A mediana do tempo de internação foi de 11 dias (de 10 a 15). Conclusão: Nossa experiência inicial com uma ressecção retal totalmente robótica mostrou que a técnica é segura e viável, particularmente em pacientes nos quais a ressecção retal laparoscópica convencional seria prevista como um desafio.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Procedimentos Cirúrgicos Robóticos , Protectomia/métodos , Neoplasias Renais/cirurgia , Cirurgia Colorretal , Moscou
17.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 38(2): 124-131, Apr.-June 2018. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-954585

RESUMO

ABSTRACT Introduction: In recent years, a standardized surgical approach for low rectal cancer was proposed and adopted in many centres. The extralevator abdominoperineal excision introduce an extensive resection of the pelvic floor and demonstrated superiority if the procedure is done in the prone jack-knife position, especially regarding intraoperative perforation and circumferential resections margins. The aim of this study is to evaluate the surgical and oncological short-term outcomes of prone extralevator abdominoperineal excision. Methods: All patients registered in our institution from January 2003 to January 2015 who underwent abdominoperineal resection or prone extralevator abdominoperineal excision for low rectal cancer after preoperative chemoradiation were retrospectively included from prospective maintained data base and were compared regarding surgical and oncological outcomes. Results: Eighty-nine patients underwent curative intent resections. Abdominoperineal resection was performed in 67 patients and prone extralevator abdominoperineal excision in 22 patients. There were no statistical significant differences between groups regarding pathological stage, median number of harvested lymph node, intraoperative perforation, circumferential resections margins involvement and recurrence rates. Surgical outcomes were statistically different between groups. Twenty-six patients (29%) developed perineal complications, 21% of the abdominoperineal resection patients and 55% of the prone extralevator abdominoperineal excision (p < 0.001). Most of these complications were due to delayed perineal wound healing (12.4%), and wound abscesses (4.5%). However, the readmission rate and median length of hospital stay was higher in the abdominoperineal resection group (p < 0.001). Conclusion: Prone extralevator abdominoperineal excision is comparable to standard abdominoperineal resection. It was associated to a decrease in length of hospital stay and readmission rate, although more perineal complications occurred. We cannot recommend it as a standard technique for all low rectal cancer. Notwithstanding, prone extralevator abdominoperineal excision can be considered a more radical approach when there is sphincter complex or levators muscles invasion.


RESUMO Introdução: Nos últimos anos, foi proposta e adotada em muitos centros uma abordagem cirúrgica padronizada para o câncer retal baixo (CRB). A excisão abdominoperineal extra-levantador (ELAPE) introduz uma ampla ressecção do assoalho pélvico, tendo demonstrado superioridade, se ELAPE for realizada na posição de canivete (carpado) em pronação, especialmente no que tange à perfuração intraoperatória (PIO) e às margens das ressecções circunferenciais (MRCs). O objetivo desse estudo é avaliar os resultados cirúrgicos e oncológicos no curto prazo da excisão abdominoperineal extra-levantador em pronação (pELAPE). Métodos: Todos os pacientes registrados em nossa instituição desde janeiro de 2003 até janeiro de 2015 e tratados com ressecção abdominoperineal (RAP) ou com pELAPE para CRB em seguida à quimiorradiação pré-operatória foram retrospectivamente incluídos a partir da base de dados prospectiva mantida, tendo sido comparados com relação aos resultados cirúrgicos e oncológicos. Resultados: Oitenta e nove pacientes foram tratados com ressecção com intenção curativa. Sessenta e sete pacientes foram tratados com RAP e 22 com pELAPE. Não foi observada diferença estatística significativa entre grupos com relação ao estágio patológico, número mediano de linfonodos coletados, PIO, envolvimento das MRCs e percentuais de recorrência. Os resultados cirúrgicos foram estatisticamente diferentes entre os grupos. Vinte e seis pacientes (29%) evoluíram para complicações perineais: 21% dos pacientes tratados com RAP e 55% dos tratados com pELAPE (p < 0,001). Quase todas essas complicações foram decorrentes do retardo na cicatrização da ferida perineal (12,4%) e de abscessos na ferida (4,5%). Mas o percentual de reinternação e a duração mediana do tempo de internação hospitalar (TIH) foram maiores no grupo tratado com RAP (p < 0,001). Conclusão: pELAPE é comparável à RAP de rotina. O procedimento foi associado à redução no TIH e no percentual de reinternação, embora tenha ocorrido maior número de complicações perineais. Não recomendamos pELAPE como técnica padrão para todos os casos de CRB. Apesar disso, pELAPE pode ser considerada uma abordagem mais radical, como nos casos em que esteja presente uma complexa invasão esfinctérica, ou dos músculos levantadores.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Complicações Pós-Operatórias , Neoplasias Retais/cirurgia , Protectomia , Avaliação de Resultados em Cuidados de Saúde , Oncologia Cirúrgica
18.
Rev. Col. Bras. Cir ; 45(6): e1998, 2018. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-976941

RESUMO

RESUMO Objetivo: avaliar os fatores associados ao não fechamento de ileostomia protetora após ressecção anterior do reto com excisão total do mesorreto por câncer retal, a morbidade associada ao fechamento destas ileostomias e a taxa de estomia permanente em pacientes com adenocarcinoma retal. Métodos: estudo retrospectivo de 174 pacientes consecutivos com diagnóstico de tumores retais, dos quais 92 foram submetidos à ressecção anterior do reto com intenção curativa, anastomose coloanal ou colorretal e ileostomia de proteção. Foi realizada análise multivariada visando a determinar os fatores associados à permanência definitiva da estomia, assim como o estudo da morbidade nos que se submeteram à reconstrução do trânsito. Resultados: no período de seguimento de 84 meses, 54 dos 92 pacientes avaliados (58,7%) tiveram a ileostomia fechada e 38 (41,3%) permaneceram com a estomia. Entre os 62 pacientes que tiveram a ileostomia fechada, 11 (17,7%) apresentaram algum tipo de complicação pós-operatória: três com deiscência de anastomose ileal, cinco com obstrução intestinal, dois com infecção de ferida operatória e um com pneumonia. Oito destes pacientes necessitaram de um novo estoma. Conclusão: de acordo com a análise multivariada, os fatores associados à permanência da estomia foram fístula de anastomose, presença de metástases e fechamento da ileostomia durante quimioterapia.


ABSTRACT Objective: to evaluate the factors associated with non-closure of protective ileostomy after anterior resection of the rectum with total mesorectum excision for rectal cancer, the morbidity associated with the closure of ileostomies and the rate of permanent ileostomy in patients with rectal adenocarcinoma. Methods: we conducted a retrospective study with 174 consecutive patients diagnosed with rectal tumors, of whom 92 underwent anterior resection of the rectum with coloanal or colorectal anastomosis and protective ileostomy, with curative intent. We carried out a multivariate analysis to determine the factors associated with definite permanence of the stoma, as well as studied the morbidity of patients who underwent bowel continuity restoration. Results: In the 84-month follow-up period, 54 of the 92 patients evaluated (58.7%) had the ileostomy closed and 38 (41.3%) remained with the stoma. Among the 62 patients who had the ileostomy closed, 11 (17.7%) presented some type of postoperative complication: three had ileal anastomosis dehiscence, five had intestinal obstruction, two had surgical wound infection, and one, pneumonia. Eight of these patients required a new stoma. Conclusion: according to the multivariate analysis, the factors associated with stoma permanence were anastomotic fistula, presence of metastases and closure of the ileostomy during chemotherapy.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Idoso , Neoplasias Retais/cirurgia , Trânsito Gastrointestinal , Ileostomia/métodos , Adenocarcinoma/cirurgia , Protectomia/métodos , Complicações Pós-Operatórias , Neoplasias Retais/tratamento farmacológico , Neoplasias Retais/reabilitação , Fatores de Tempo , Anastomose Cirúrgica/métodos , Ileostomia/efeitos adversos , Ileostomia/reabilitação , Adenocarcinoma/tratamento farmacológico , Adenocarcinoma/reabilitação , Análise Multivariada , Estudos Retrospectivos , Fatores de Risco , Fístula Retal/complicações , Resultado do Tratamento , Estomas Cirúrgicos/efeitos adversos , Protectomia/efeitos adversos , Protectomia/reabilitação , Pessoa de Meia-Idade
19.
Rev. bras. cir. plást ; 31(4): 586-590, 2016. ilus
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-827473

RESUMO

Perineal and gluteal regions may be affected by a wide spectrum of diseases, and the treatment may require extensive surgery and cause functional, aesthetic, and psychosocial damages at various levels. Wounds in the extensive perineal and gluteal regions after surgical treatment of neoplasia may represent a challenge in local reconstruction. Size, location, and availability of tissue around the lesion may hinder wound primary closure, requiring the use of one or more flaps. This article reports a case of reconstruction of the perineal and gluteal regions after oncological resection at the plastic surgery service of the Hospital das Clínicas at the Federal University of Minas Gerais. The muscle and fasciocutaneous flaps of the gluteus maximus and myocutaneous of the semimembranosus were used.


As regiões glútea e perineal podem ser afetadas por um variado espectro de doenças, cujo tratamento pode demandar extensas mutilações e acarretar em prejuízo funcional, estético e psicossocial em variados graus. Feridas extensas da região perineal e glútea após o tratamento cirúrgico de neoplasias podem representar um desafio para a reconstrução local. Tamanho, localização e disponibilidade de tecido em torno da lesão são fatores que podem impedir o seu fechamento primário, tornando necessário o uso de um ou mais retalhos. Este artigo relata um caso de reconstrução de períneo e região glútea após ressecção oncológica, no serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foram utilizados os retalhos muscular e fasciocutâneo de glúteo máximo e miocutâneo de semimembranoso.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , História do Século XXI , Períneo , Retalhos Cirúrgicos , Nádegas , Carcinoma de Células Escamosas , Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos , Protectomia , Períneo/anatomia & histologia , Períneo/cirurgia , Retalhos Cirúrgicos/cirurgia , Nádegas/anatomia & histologia , Carcinoma de Células Escamosas/cirurgia , Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos/métodos , Protectomia/métodos
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