Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 4 de 4
Filtrar
Más filtros










Intervalo de año de publicación
1.
Cad Saude Publica ; 39(12): e00082923, 2024.
Artículo en Portugués | MEDLINE | ID: mdl-38198364

RESUMEN

The health sector is one of the major fields of economic, social, scientific, and technological development in Brazil, and has been the arena of dispute between capitalist interests that regard health as a commodity and advocates of universal access who regard health as an essential good. The Brazilian Federal Constitution of 1988 determined that health is a fundamental right and the State's responsibility, and since then the country has made progress with public policy, but has suffered setbacks and blockages due to its status as a peripheric country, historically subordinated to the interests of core countries, which see Brazil as a broad consumer market. These external interests associated with the internal bourgeoisie have been taking advantage of the Brazilian State since the 1960s, when the foundation of business groups expanded, dominating various health segments, especially since the neoliberal policies of the 1990s. These aspects are much explored in publications in Public Health, but this text seeks a new approach, using the Marxist Theory of Dependency as a reference to analyze, albeit in a preliminary way, the situation of political, economic, and technological dependence that has distanced health policy from the ideals of a public and universal system, defended in the Brazilian Health Reform.


O setor de saúde constitui um dos maiores campos de desenvolvimento econômico, social, científico e tecnológico do Brasil e tem sido arena de disputa entre os interesses capitalistas, que entendem a saúde como bem de mercado, e os defensores do acesso universal, que a entendem como bem essencial. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que a saúde é direito de todos e dever do Estado, e, desde então, o país avança com a política pública, mas sofre recuos e bloqueios pela condição de país de economia periférica, historicamente subordinado aos interesses dos países centrais, que o veem como um amplo mercado consumidor. Esses interesses externos, associados à burguesia interna, têm obtido vantagens do Estado brasileiro desde a década de 1960, quando a formação de grupos empresariais se expandiu, dominando diversos segmentos da saúde, sobretudo a partir de políticas neoliberais dos anos de 1990. Esses aspectos são muito explorados nas publicações do campo da Saúde Coletiva, mas este texto busca uma nova abordagem, utilizando a Teoria Marxista da Dependência como referência para analisar, ainda que de forma preliminar, a situação de dependência política, econômica e tecnológica que tem distanciado a política de saúde dos ideais de um sistema público e universal, defendido na Reforma Sanitária brasileira.


El sector de la salud es uno de los mayores campos de desarrollo económico, social, científico y tecnológico de Brasil y ha sido un escenario de disputa entre los intereses capitalistas, que entienden la salud como un bien de mercado, y los defensores del acceso universal, que entienden la salud como un bien esencial. En Brasil, la Constitución Federal de 1988 estableció que la salud es un derecho de todos y un deber del Estado, y desde entonces el país ha avanzado con políticas públicas, no exentas de retrocesos y bloqueos debido a la condición de país de periferia económica, históricamente subordinado a los intereses de los países centrales, que ven a Brasil como un amplio mercado consumidor. Estos intereses externos, asociados a la burguesía interna, han obtenido ventajas del Estado brasileño desde la década de 1960, cuando se expandió la formación de grupos empresariales, dominando varios segmentos de la salud, sobre todo a partir de políticas neoliberales de la década de 1990. Estos aspectos son ampliamente explorados en publicaciones del campo de la Salud Colectiva, pero este texto busca un nuevo enfoque, utilizando la Teoría Marxista de la Dependencia como referencia para analizar, aunque de forma preliminar, la situación de dependencia política, económica y tecnológica que ha alejado la política de salud de los ideales de un sistema público y universal, defendido en la Reforma Sanitaria brasileña.


Asunto(s)
Comercio , Reforma de la Atención de Salud , Humanos , Brasil , Política de Salud , Salud Pública
2.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 39(12): e00082923, 2023. tab, graf
Artículo en Portugués | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1528189

RESUMEN

Resumo: O setor de saúde constitui um dos maiores campos de desenvolvimento econômico, social, científico e tecnológico do Brasil e tem sido arena de disputa entre os interesses capitalistas, que entendem a saúde como bem de mercado, e os defensores do acesso universal, que a entendem como bem essencial. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que a saúde é direito de todos e dever do Estado, e, desde então, o país avança com a política pública, mas sofre recuos e bloqueios pela condição de país de economia periférica, historicamente subordinado aos interesses dos países centrais, que o veem como um amplo mercado consumidor. Esses interesses externos, associados à burguesia interna, têm obtido vantagens do Estado brasileiro desde a década de 1960, quando a formação de grupos empresariais se expandiu, dominando diversos segmentos da saúde, sobretudo a partir de políticas neoliberais dos anos de 1990. Esses aspectos são muito explorados nas publicações do campo da Saúde Coletiva, mas este texto busca uma nova abordagem, utilizando a Teoria Marxista da Dependência como referência para analisar, ainda que de forma preliminar, a situação de dependência política, econômica e tecnológica que tem distanciado a política de saúde dos ideais de um sistema público e universal, defendido na Reforma Sanitária brasileira.


Abstract: The health sector is one of the major fields of economic, social, scientific, and technological development in Brazil, and has been the arena of dispute between capitalist interests that regard health as a commodity and advocates of universal access who regard health as an essential good. The Brazilian Federal Constitution of 1988 determined that health is a fundamental right and the State's responsibility, and since then the country has made progress with public policy, but has suffered setbacks and blockages due to its status as a peripheric country, historically subordinated to the interests of core countries, which see Brazil as a broad consumer market. These external interests associated with the internal bourgeoisie have been taking advantage of the Brazilian State since the 1960s, when the foundation of business groups expanded, dominating various health segments, especially since the neoliberal policies of the 1990s. These aspects are much explored in publications in Public Health, but this text seeks a new approach, using the Marxist Theory of Dependency as a reference to analyze, albeit in a preliminary way, the situation of political, economic, and technological dependence that has distanced health policy from the ideals of a public and universal system, defended in the Brazilian Health Reform.


Resumen: El sector de la salud es uno de los mayores campos de desarrollo económico, social, científico y tecnológico de Brasil y ha sido un escenario de disputa entre los intereses capitalistas, que entienden la salud como un bien de mercado, y los defensores del acceso universal, que entienden la salud como un bien esencial. En Brasil, la Constitución Federal de 1988 estableció que la salud es un derecho de todos y un deber del Estado, y desde entonces el país ha avanzado con políticas públicas, no exentas de retrocesos y bloqueos debido a la condición de país de periferia económica, históricamente subordinado a los intereses de los países centrales, que ven a Brasil como un amplio mercado consumidor. Estos intereses externos, asociados a la burguesía interna, han obtenido ventajas del Estado brasileño desde la década de 1960, cuando se expandió la formación de grupos empresariales, dominando varios segmentos de la salud, sobre todo a partir de políticas neoliberales de la década de 1990. Estos aspectos son ampliamente explorados en publicaciones del campo de la Salud Colectiva, pero este texto busca un nuevo enfoque, utilizando la Teoría Marxista de la Dependencia como referencia para analizar, aunque de forma preliminar, la situación de dependencia política, económica y tecnológica que ha alejado la política de salud de los ideales de un sistema público y universal, defendido en la Reforma Sanitaria brasileña.

3.
Front Vet Sci ; 7: 545818, 2020.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-33062659

RESUMEN

Shiga toxin type 2e (Stx2e) Escherichia coli is the causative factor of diarrhea and edema in swine. The aims of this study were to determine the prevalence of Stx2e-producing E. coli isolates and to characterize isolates from clinical cases of pig colibacillosis and healthy swine. During the 11 years of the study (2006-2017), a total of 233 Stx2e-producing isolates were detected-230 out of 2,060 (11.16%) E. coli isolated from diseased pigs and 3 out of 171 (1.75%) from healthy swine. Stx2e-producing isolates were indeed more present in clinical colibacillosis cases than in healthy pigs (p = 0.0002). The predominant serogroup was O139 (79.82%) and the most common fimbrial factor present in these isolates was F18 (177 isolates), followed by F6 (5 isolates). The enterotoxins LTI, STa, and STb were detected in 10.43, 41.73, and 48.26% of the isolates, respectively. The predominant virotypes F18-Stx2e and -STa-STb-Stx2e were similarly present in weaners (33.33 and 35.52%) and finishers (38.30 and 25.53%). Among isolates from diseased pigs, O139 and F18 were the more frequently identified serogroup and virulence factor, respectively. Of the tested 230 Stx2e-producing isolates isolated from diseased pigs, 29 (12.60%) harbored genes encoding ESBL, particularly TEM (79.30%), CTX-M1 (17.20%), and CMY-2 (3.40%). Antimicrobial resistance to tetracycline was the most common characteristic (98.25%), followed by ampicillin (93.91%), cephalotin (90.43%) and trimethoprim/sulfamethoxazole (82.17%). Our results showed that Stx2e-producing E. coli were more frequently associated with clinical forms of colibacillosis, with minimal probability to isolate these isolates from healthy pigs.

4.
Ital J Food Saf ; 9(2): 8412, 2020 Aug 19.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32913720

RESUMEN

This study aimed to evaluate the molecular characteristics of methicillin resistant Staphylococcus aureus (MRSA) isolated in the swine chain in Northern Italy. A sample of 50 fattening units located in Lombardy was selected. Five cutaneous samples at slaughtering and three environmental samples at farm were collected from each unit giving a total of 250 and 150 samples, respectively. A total of 25 MRSA isolates were isolated from 400 samples, in 17 different fattening units. At farm, 12 out of 250 samples were positive for MRSA (4,8 %), and 13 out of 150 samples at slaughter were identified as MRSA (8,7 %), giving an overall incidence among samples of 6,25 % (n = 25). Molecular characterization was carried out using multi-locus sequence typing (MLST) and spa-typing. Outcomes showed that most of the isolates belonged to ST398, carrying spa-types t899, t011, t18498, t1939, t1200, and t304. Nonetheless, three isolates were identified as ST97 (t1730 and t4795), and one as ST30, showing spa-type t318. Furthermore, a novel ST was identified, namely 5422, showing spa-type t1730. Heterogeneity in genotypes within the same farm was also found in different fattening units, with concern for the possibility of the exchange of genetic determinants among different lineages. Genetic diversity among MRSA isolates in pig fattening units has been observed, highlighting the possibility that some isolates could be able to infect different hosts, including human.

SELECCIÓN DE REFERENCIAS
DETALLE DE LA BÚSQUEDA
...