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1.
RECIIS (Online) ; 16(4): 926-945, out.-dez. 2022.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1411161

ABSTRACT

O estudo proposto neste artigo buscou evidenciar como as informações geradas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) auxiliam os gestores nas suas decisões envolvendo as ações de controle da covid-19. A pesquisa ficou caracterizada como um estudo misto, pois apresentou dados quantitativos e qualitativos e adotou como método o estudo de caso, abrangendo as UBS do município de Fazenda Rio Grande, no estado do Paraná. Como recurso tecnológico foi utilizada a plataforma Google Forms®, para elaborar o questionário em formato eletrônico que foi posteriormente enviado por e-mail. Para análise estatística foram aplicados os softwares Excel® e SPSS® (Statistical Package for the Social Sciences); ao passo que na análise qualitativa foi utilizado o software Atlas.ti®, que propiciou a elaboração dos mapas de rede e a verificação das percepções dos respondentes. Esses procedimentos possibilitaram aos pesquisadores estabelecer parâmetros distintos que resultaram na conclusão do trabalho, ao identificarem que, mesmo havendo uma descentralização, ao estabelecerem vários pontos de atendimento à população identificados como UBS, as unidades atuaram de modo colaborativo, durante a pandemia. As unidades assumiram um papel relevante no contexto social ao mitigarem as diferenças sociais, estabelecendo um elo entre a sociedade e os órgãos de saúde pública.


The study proposed in this article sought to highlight how the information generated in a Basic Health Unit (BHU) assist managers in their decisions involving control actions of the covid-19. The research was characterized as a mixed study, presenting quantitative and qualitative data, adopting as method the case study, covering the BHU of Fazenda Rio Grande municipality, in the state of Paraná. As a technological resource, the Google Forms® platform was used to prepare the questionnaire in electronic format later sent via e-mail. For statistical analysis, Excel® and SPSS® (Statistical Package for the Social Sciences) software were applied, while for qualitative analysis, Atlas.ti® software was used, enabling the preparation of network maps and verification of respondents' perceptions. These procedures enabled the researchers to establish different parameters that resulted in the conclusion of the work, identifying that even though there was a decentralization by establishing several points of care to the population identified as BHU, it was clear that they acted in a collaborative way during the pandemic, assuming a relevant role in the social context by mitigating social differences establishing a link between society and public health agencies.


El estudio propuesto en este artículo buscó destacar cómo la información generada en una Unidad Básica de Salud (UBS) ayuda a los gestores en sus decisiones que implican acciones de control del covid-19. La in-vestigación se caracterizó como un estudio mixto al presentar datos cuantitativos y cualitativos, adoptando como método el estudio de caso, abarcando las UBS del municipio de Fazenda Rio Grande, en el estado de Paraná. Como recurso tecnológico, se utilizó la plataforma Google Forms® para la elaboración del cuestion-ario en formato electrónico y su posterior envío por correo electrónico. Para el análisis estadístico se aplic-aron los softwares Excel® y SPSS® (Statistical Package for the Social Sciences), mientras que en el análisis cualitativo se utilizó el software Atlas.ti®, que permitió elaborar mapas de redes y verificar las percepciones de los encuestados. Estos procedimientos permitieron a los investigadores establecer diferentes parámetros que dieron lugar a la conclusión del trabajo, identificando que incluso con una descentralización mediante el establecimiento de varios puntos de atención a la población identificada como UBS, quedó claro que actuaron de forma colaborativa durante la pandemia, asumiendo un papel relevante en el contexto social al mitigar las diferencias sociales, estableciendo un vínculo entre la sociedad y los organismos de salud pública.


Subject(s)
Male , Health Statistics , Health Management , COVID-19 , Public Health , Workplace , Evaluation Studies as Topic , Health Communication , Pandemics
2.
Washington, D.C.; OPAS; 2022-09-28. (OPAS/EIH/HA/22-0024).
in Portuguese | PAHO-IRIS | ID: phr-56473

ABSTRACT

A Região das Américas é uma das mais afetadas pela COVID-19, com mais de 175 770 000 casos da doença notificados desde o início da pandemia até 31 de agosto de 2022. Além disso, a pandemia colocou em evidência os desafios enfrentados pelos sistemas de saúde da Região para garantir o acesso universal à saúde e a cobertura universal de saúde, e freou o avanço para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e cumprir a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Entre outras consequências devastadoras, a expectativa de vida em 2021 caiu para níveis comparáveis aos de 2004; desde 2020, o número de vacinas administradas às crianças caiu drasticamente; a prevalência de depressão e ansiedade aumentou 27,6% e 25,7%, respectivamente, em relação aos níveis pré-pandêmicos; e as metas relativas à tuberculose, ao HIV e à malária sofreram um grande retrocesso no rumo para alcançar o ODS 3. A Região, como o resto do mundo, enfrenta uma crise não apenas de saúde pública mas também econômica e social, que atingiu em maior medida os grupos mais vulneráveis da população, tais como pessoas idosas, de baixa renda, minorias étnicas, migrantes e pessoas sem residência fixa. Nesta publicação, a Organização Pan-Americana da Saúde apresenta uma visão geral do impacto da COVID-19 na Região e oferece uma visão de futuro para a construção de sistemas de saúde resilientes e sustentáveis, bem como para garantir a saúde universal como uma ferramenta para enfrentar emergências de saúde pública atuais e futuras.


Subject(s)
Technical Cooperation , International Cooperation , Health Priorities , Socioeconomic Factors , Health Statistics , Indicators of Health Services , COVID-19 , Americas
3.
Washington, D.C.; PAHO; 2022-09-27. (PAHO/EIH/HA/22-0024).
in English | PAHO-IRIS | ID: phr-56472

ABSTRACT

The Region of the Americas is one of the most affected by COVID-19. More than 175 770 000 cases of the disease were recorded between the beginning of the pandemic and 31 August 2022. The pandemic has also highlighted the challenges faced by the Region's health systems in ensuring universal access to health and universal health coverage and has slowed progress towards achieving the Sustainable Development Goals (SDGs) and the 2030 Agenda for Sustainable Development. Among other devastating consequences, life expectancy in 2021 fell to levels comparable to those of 2004; since 2020, the number of vaccines administered to children has fallen dramatically; the prevalence of depression has increased by 27.6%, and anxiety by 25.7%, relative to pre-pandemic levels; and the targets for tuberculosis, HIV, and malaria have suffered major setbacks on the road to achieving SDG 3. The Region, like the rest of the world, is facing not only a public health crisis but also an economic and social crisis that has especially affected populations in conditions of vulnerability, such as older people, lower-income groups, ethnic groups, migrants, and homeless people. This publication by the Pan American Health Organization presents an overview of the impact of COVID-19 in the Region and offers a forward-looking vision to build resilient and sustainable health systems and ensure universal health as a tool to address current and future public health emergencies.


Subject(s)
Health Priorities , Health Policy, Planning and Management , Technical Cooperation , International Cooperation , Health Sector Stewardship and Governance , Socioeconomic Factors , Health Statistics , Indicators of Health Services , COVID-19 , Americas
4.
Washington, D.C.; OPS; 2022-09-27. (OPS/EIH/HA/22-0024).
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr-56471

ABSTRACT

La Región de las Américas es una de las más afectadas por la COVID-19; se registran más de 175 770 000 casos de la enfermedad desde el inicio de la pandemia hasta el 31 de agosto del 2022. Además, la pandemia ha puesto en evidencia los retos que enfrentan los sistemas de salud de la Región para garantizar el acceso universal a la salud y la cobertura universal de salud, y ha frenado el progreso hacia el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS) y la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible. Entre otras consecuencias devastadoras, la esperanza de vida del 2021 se redujo a unos niveles comparables a los del 2004; desde el 2020, el número de vacunas administradas a la población infantil ha caído de manera drástica; la prevalencia de la depresión y la ansiedad ha aumentado 27,6% y 25,7%, respectivamente, con relación a los niveles prepandémicos; y las metas relativas a la tuberculosis, el VIH y la malaria han sufrido un revés importante en el camino hacia el logro del ODS 3. La Región, como el resto del mundo, se enfrenta no solo a una crisis de salud pública, sino también a una crisis económica y social que ha afectado en mayor medida a los grupos de población en situación de vulnerabilidad, como las personas mayores, los grupos con menores ingresos, los grupos étnicos, las personas migrantes y las personas en situación de calle. En esta publicación, la Organización Panamericana de la Salud presenta un panorama del impacto de la COVID-19 en la Región, y ofrece una visión prospectiva para construir sistemas de salud resilientes y sostenibles y asegurar la salud universal como herramienta para hacer frente a las emergencias de salud pública actuales y futuras.


Subject(s)
Technical Cooperation , International Cooperation , Health Priorities , Health Policy, Planning and Management , Health Statistics , Socioeconomic Factors , Health Status Indicators , COVID-19 , Americas
5.
Washington, D.C.; PAHO; 2022-01-10. (PAHO/FPL/IM/21-0012).
in English | PAHO-IRIS | ID: phr-55560

ABSTRACT

The countries of the Americas, with support from the Pan American Health Organization (PAHO), have made remarkable progress in providing children with an umbrella of protection against basic vaccine-preventable diseases. Sustained high national immunization coverage levels, the eradication of polio, the interruption of endemic measles virus transmission, and the more recent efforts towards rubella and congenital rubella syndrome elimination are hemispheric benchmarks of this progress. Countries are now vaccinating age groups outside those usually targeted in the traditional childhood immunization program, thus showing the critical need for national immunization programs to transition from child to family immunization. In the current context of the COVID-19 pandemic, the countries of the Region have taken important actions to implement innovative strategies and to maintain the high commitment of health workers to national immunization programs. Although these strategies have improved access to supply services, the COVID-19 pandemic and containment policies in the countries of the Region have affected the demand for vaccination services. In support to countries, one of PAHO's roles is to disseminate information that can highlight progress and challenges faced in the Region. This brochure highlights some of the achievements and challenges in immunization and summarizes 2020 key regional data in the Region of the Americas.


Subject(s)
Immunization , Immunization Programs , Vaccination , Vaccine-Preventable Diseases , COVID-19 , COVID-19 Vaccines , Maternal Death , Poliomyelitis , Measles , Rubella , Child Health , Health Statistics
7.
Brazzaville; WHO Regional Office for Africa; 2022. 232 p. figures, tables.
Monography in English | AIM | ID: biblio-1401244

ABSTRACT

The population of the World Health Organization's (WHO) African Region was estimated to be 1 120 161 000 in 2020 and about 14.4% of the world's population of 7 758 157 000. It was 8 billion in 20211 . It is the third largest population among the WHO regions after South-East Asia and the Western Pacific. Between 2019 and 2020, the population differential was equivalent to that of a state of more than 28 million inhabitants. The five most populated countries account for more than 45% of the Region's population. Among these, Nigeria and the Democratic Republic of the Congo represent about 50% of the population of the West African and Central African subregions, respectively, and Ethiopia represents about 20% of the population of the East and Southern Africa subregions. The average annual population growth in Africa was 2.5% in 2020. If the heterogeneity of the population growth between the regions of the world and between countries in the same subregion is considered, countries from and East and Southern Africa subregions seem to have lower population growth rates than countries in other large subregions, which show significantly higher increases. The current population density of Africa is low, estimated to be 36 inhabitants per km2 for the whole continent. However, many areas are uninhabitable and some countries have relatively large populations. High population density is a concern that must be addressed through policies, because it could generate surges and high concentrations of populations in mega cities and urban slums, which can be an issue when it comes to accessing various qualitative services. Gross domestic product (GDP) reflects a country's resources and therefore its potential to provide access to services to its people, particularly health services. This dynamic creates a circle, with healthier people going to work and contributing to the production of wealth for the benefit of the country. The most vulnerable people live from agriculture in rural areas, or in conflict-affected states. Difficulties in accessing health services, low education and inequalities between men and women are additional obstacles to poverty reduction. The population of sub-Saharan Africa is expected to almost double over the next three decades, growing from 1.15 billion in 2022 to 2.09 billion in 2050. The world's population is expected to grow from 7.94 billion at present to 8.51 billion in 2030 and 9.68 billion in 2050. The demographic dividend2 for African countries will emanate from the acceleration of economic growth following a de crease in fertility with a change in the structure of the age pyramid where the active population, that is those aged 18­65 years, will be more important, reaching a certain optimum to make positive the ratio between the population able to finance health and education systems and the population that benefits from these systems. This is the human capital for development at a given moment. The demographic dividend appears to be an opportunity and an invitation to action, but it is also a real challenge, that of creating sustainable jobs to generate the development to activate the economic growth lever.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Health Statistics , Health Status Indicators , Atlas , Africa , Health Information Systems , Data Analysis , World Health Organization , Mortality , Statistics , Health Planning
8.
Brazzaville; World Health Organization. Regional office for Africa; 2022. xii, 31 p. figures, tables.
Monography in English | AIM | ID: biblio-1401336
10.
11.
Saúde Soc ; 31(2): e201008pt, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1377353

ABSTRACT

Resumo Esta revisão integrativa teve por objetivo identificar quais aspectos de saúde mental dos policiais têm sido mais investigados na literatura, considerando o período de 2012 a 2018. Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed, LILACS, SciELO e PePSIC. Foram analisados 84 artigos, quanto a 4 categorias: características dos estudos; saúde mental dos policiais; fatores de risco para problemas mentais; e fatores protetivos e para desenvolvimento da saúde. A análise dos artigos mostrou que Estados Unidos e Brasil produziram mais sobre o tema e que depressão, estresse e transtornos de ansiedade foram as patologias mais frequentes nos artigos analisados. Fatores individuais e do trabalho associaram-se ao adoecimento e fatores protetivos e intervenções foram pouco investigados. Estudos futuros poderão abordar essas lacunas.


Abstract This integrative review aimed to identify which aspects of the police officers' mental health have been more investigated in the literature, considering the period from 2012 to 2018. We searched the PubMed, LILACS, SciELO and PePSIC databases. A total of 84 articles were analyzed in four categories: characteristics of the studies; mental health of police officers; risk factors for mental problems; and protective and health development factors. The analysis of the articles showed that the United States and Brazil were the countries with most production on the subject, and that depression, stress, and anxiety disorders were the most frequent pathologies in the analyzed articles. Individual and work factors were associated with illness and protective factors and interventions were scarcely investigated. Future studies may address these shortcomings.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Health Statistics , Mental Health , Risk Factors , Occupational Health , Police , Anxiety Disorders , Depression , Occupational Stress
12.
Washington, D.C.; OPS; 2021-12-28. (OPS/FPL/IM/21-0010).
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr-55370

ABSTRACT

Los países de la Región de las Américas, con el apoyo de la Organización Panamericana de la Salud (OPS), han logrado avances notables en la protección general de los niños y las niñas contra las enfermedades prevenibles mediante vacunación básicas. Los niveles sostenidos de altas coberturas de vacunación a nivel nacional, la erradicación de la poliomielitis, la interrupción de transmisión endémica del virus del sarampión y las iniciativas más recientes en aras de la eliminación de la rubéola y del síndrome de rubéola congénita se cuentan entre los hitos continentales de este progreso. Asimismo, la vacunación abarca ahora a grupos de edad más amplios que los reflejados en los programas tradiciconales de inmunización infantil, lo que pone de manifiesto la necesidad fundamental de pasar de un modelo basado en los programas nacionales de inmunización infantil a un modelo centrado en los programas de inmunización de la familia. En el contexto actual de la pandemia de COVID-19, los países de la Región han puesto en marcha medidas de calado para aplicar estrategias innovadoras y para mantener el elevado compromiso de los trabajadores de salud en los programas naciconales de inmunización. Si bien estas estrategias han mejorado el acceso a los servicios, la pandemia y las políticas de confinamiento han mermado la demanda de servicios de vacunación. Una de las funciones de la OPS en su apoyo a países es difundir información que destaca el progreso y los desafíos enfrentados en la Región. Este folleto destaca algunos de los logros y retos en materia de inmunización y resume los datos regionales más relevantes de 2020 en la Región de las Américas.


Subject(s)
Immunization , Maternal Death , Immunization Programs , Vaccination , COVID-19 , COVID-19 Vaccines , Measles , Diphtheria , Health Statistics
13.
Washington, D.C.; OPS; 2021-12-13. (OPS/EGC/21-0007).
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr-55369

ABSTRACT

La reducción de las disparidades de género en los resultados de salud sigue siendo un desafío, en especial para los grupos cuyo empoderamiento económico y social es menor. Los Estados Miembros de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) aprobaron la Política de la OPS en materia de igualdad de género en el 2005 y el plan de acción para su aplicación en el 2009. El objetivo de la política es contribuir a aumentar el compromiso y la respuesta de los ministerios de salud y la Oficina Sanitaria Panamericana (la Oficina) a fin de lograr mejores resultados de salud para la diversidad de mujeres, hombres, niñas y niños de la Región de las Américas. En este folleto se presentan los aspectos destacados del Informe de progreso de la Política de la OPS en materia de igualdad de género, publicado en el 2020, y se describen los logros claros que se han alcanzado y las brechas en el progreso hacia la integración de la perspectiva de género en el sector de la salud. Representa un panorama útil e interesante de los logros y de los desafíos que deben superarse para lograr la igualdad de género en materia de salud en la Región de las Américas.


Subject(s)
Gender Equity , Health Status Disparities , Healthcare Disparities , Sex , Gender Inequality , Statistics , Health Statistics , Ethnicity , Gender-Based Violence
14.
Washington, D.C.; OPS; 2021-12-01.
Non-conventional in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr-55239

ABSTRACT

La alimentación es parte central del desarrollo de las personas a lo largo de su vida. El hambre y la pobreza impiden el goce de derechos esenciales de las personas. Durante los últimos años, distintos factores han desviado al mundo del camino para lograr la erradicación del hambre, la inseguridad alimentaria y todas las formas de malnutrición para el año 2030, y la pandemia de la COVID-19 ha exacerbado esta tendencia. Nuestra región no es la excepción. En esta edición del Panorama regional de la seguridad alimentaria y la nutrición 2021: Estadísticas y tendencias, observamos un escenario sombrío de cara al futuro. En 2020, 59,7 millones de personas en nuestra región padecieron hambre y, entre 2019 y 2020, la prevalencia de hambre en América Latina y el Caribe aumentó 2 puntos porcentuales. El aumento de la inseguridad alimentaria moderada o grave de 2019 a 2020 fue aún más pronunciado que el del hambre: 9 puntos porcentuales. El 41 por ciento de la población regional sufre inseguridad alimentaria moderada o grave: son 267 millones de personas que han visto impactado su derecho humano a la alimentación. En la región, 1 de cada 4 adultos vive con obesidad. El sobrepeso infantil ha ido en aumento en los últimos 20 años y se encuentra por encima del promedio mundial: afectó al 7,5% de los menores de 5 años en 2020. El sobrepeso y la obesidad tiene un gran impacto económico, social y sanitario para los países, debido a la reducción de la productividad y el aumento de la discapacidad, la mortalidad prematura y los costos de la atención y los tratamientos médicos. Si las cosas no cambian con rapidez y profundidad, los países de la región incumplirán su compromiso de alcanzar las metas del Objetivo de Desarrollo Sostenible (ODS) 2 “Poner fin al hambre, lograr la seguridad alimentaria y la mejora de la nutrición y promover la agricultura sostenible” y del ODS 3 “Garantizar una vida sana y promover el bienestar de toda la población a todas las edades”. Estas tendencias no se van a revertir si no avanzamos en la transformación de nuestros sistemas agroalimentarios para que sean más eficientes, resilientes, inclusivos y sostenibles, a fin de proporcionar dietas saludables para todos y todas, sin dejar a nadie atrás.


Subject(s)
Diet, Food, and Nutrition , Malnutrition , Hunger , Sustainable Development , Health Statistics , Food Security , Sustainable Development , Global Health Strategies , Sustainable Development , COVID-19
15.
Rev. habanera cienc. méd ; 20(5): e3579, 2021. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1352078

ABSTRACT

Introducción: La morbimortalidad por enfermedad renal crónica (ERC) ha presentado en las dos últimas décadas un incremento desconcertante. En Cuba, aunque la mortalidad por esta causa ha tenido un comportamiento estable, la incidencia y la prevalencia se mantienen elevadas. Objetivo: Caracterizar los pacientes fallecidos con ERC según variables demográficas, causas de muerte y otras variables seleccionadas. Material y Métodos: Estudio descriptivo, transversal. El universo de estudio estuvo constituido por todos los fallecidos del país en el período, en cuyos certificados de defunción se incluyó entre una de las causas, la ERC. La información fue obtenida de las bases de datos de mortalidad de la Dirección Nacional de Registros Médicos y Estadísticos de Salud del MINSAP. Procesamiento de forma automatizada (SPSS versión 22.0). Fueron calculadas las frecuencias absolutas y relativas. Resultados: La frecuencia global de pacientes fallecidos se incrementó de forma mantenida y resultó mayor en la provincia La Habana (23,6 por ciento). La media de la edad fue de 70 años. Prevaleció el sexo masculino, el color de piel blanco y el grupo de edad de 80 años y más. Los porcentajes más altos según la causa básica de muerte correspondieron a enfermedad renal hipertensiva y Diabetes Mellitus. Conclusiones: Los fallecidos con ERC son mayormente hombres, de piel blanca, y con edades avanzadas. Las principales causas de muerte son la enfermedad hipertensiva y la Diabetes Mellitus(AU)


Introduction: Chronic kidney disease (CKD) has increased at an alarming rate worldwide over the last two decades. Although mortality due to CKD has registered stable behavior in Cuba, its prevalence and incidence are showing higher rates. Objective: To describe the main demographic features of deceased patients with CKD in Cuba, the causes of death and other variables during the period 2011-2016. Material and Methods: A descriptive cross-sectional study was conducted. The study universe included all deceased patients in Cuba during the period mentioned. CKD was listed on their death certificates as one of the causes of death. The information used was obtained from the mortality database available on the National Directorate of Medical Records and Health Statistics of the Cuban Ministry of Public Health. Data was processed using SPSS version 22.0. Absolute and relative frequencies were calculated. Results: The global frequency of deceased patients showed a steady increase. Havana was the city that presented the highest percentage (23,6 percent). Nonetheless, the rest of the cities showed an increased frequency rate. The median age was 70 years. The male gender prevailed over the female one as well as white ethnicity and the 80 years and over age group. Regarding the cause of death, the highest percentages corresponded to hypertensive kidney disease and Diabetes Mellitus. Conclusions: Most of the deceased patients with CKD are male, white and at advanced ages. The main causes of death are hypertensive disease and Diabetes Mellitus(AU)


Subject(s)
Humans , Aged , Indicators of Morbidity and Mortality , Cause of Death/trends , Renal Insufficiency, Chronic/mortality , Kidney Diseases , Health Statistics , Epidemiology, Descriptive , Cross-Sectional Studies , Cuba , Diabetes Complications/mortality
16.
Rev. habanera cienc. méd ; 20(5): e4227, 2021. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1352077

ABSTRACT

Introducción: la COVID-19 se catalogó como pandemia mundial por lo que Cuba no estuvo ajena a la situación. Transmisión autóctona limitada, cuarentena de comunidades y rápido accionar del personal de salud caracterizaron este periodo. Objetivo: describir la incidencia de la COVID-19 en Cienfuegos del mes de marzo de 2020 a marzo de 2021. Material y métodos: se realizó un estudio observacional, descriptivo, de corte transversal de los casos confirmados de COVID-19 en Cienfuegos de marzo de 2020 a marzo de 2021. El universo estuvo conformado por 1076 casos. Variables empleadas: mes de confirmación, fuente de infección, procedencia del caso, sexo, grupo etario y sintomatología. Se utilizó estadística descriptiva. Resultados: la incidencia del periodo de estudio fue de 265,65 por 100 000 habitantes. Predominó el sexo femenino con una tasa de incidencia de 268,42 por 100 000 habitantes. El grupo etario 50-59 presentó 229 casos (21,28 por ciento). En marzo del 2021 se evidenció la mayor incidencia de casos (84,99 por 100 000 habitantes). El 86,93 por ciento fueron casos autóctonos (936 casos). El municipio de Cienfuegos destacó con una tasa de incidencia de 390,29 por 100 000 habitantes. Los pacientes asintomáticos representaron el 38,94 por ciento (419 pacientes). Conclusiones: el ascenso paulatino de los casos de COVID-19 en Cienfuegos responde al estrecho contacto entre los ciudadanos; incrementado a partir de la nueva normalidad y con amplio abanico de síntomas(AU)


Introduction: COVID-19 was classified as a global pandemic, so Cuba was not oblivious of the situation. This period was characterized by limited autochthonous transmission, quarantine of communities and rapid action of healthcare workers. Objective: To describe the incidence of COVID-19 in Cienfuegos from March 2020 to March 2021. Material and Methods: An observational, descriptive, cross-sectional study of confirmed COVID-19 cases was carried out in Cienfuegos from March 2020 to March 2021. The universe consisted of 1076 cases. The variables used included: month of confirmation, source of infection, origin of the case, sex, age group and symptoms. Descriptive statistics were used. Results: The incidence of the study period was 265,65 per 100 000 inhabitants. The female sex predominated with an incidence rate of 268,42 per 100 000 inhabitants. The age group of 50-59 presented 229 cases (21,28 percent). In March 2021, the highest incidence of cases was evidenced (84,99 per 100,000 inhabitants). Similarly, 86,93 percent were autochthonous cases (936 cases). Cienfuegos municipality highlights because of an incidence rate of 390,29 per 100,000 inhabitants. Asymptomatic patients represented 38,94 percent (419 patients). Conclusions: The gradual rise in COVID-19 cases in Cienfuegos is a consequence of the close contact between citizens which increased from the "new normality" with a wide range of symptoms.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pandemics/statistics & numerical data , COVID-19/epidemiology , Health Statistics , Epidemiology, Descriptive , Cross-Sectional Studies , Cuba
17.
Asunción; OPS; 2021-05-29.
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr2-54443

ABSTRACT

[Extracto]. En Paraguay al 29 de mayo Semana Epidemiológica (SE)21 fueron confirmados 350.613 casos y 8.987 defunciones acumuladas, con una tasa de incidencia de 536 x 100 mil habitantes, en los últimos 14 días. La SE21 reporta un aumento del 8,8% (51 casos) respecto a la SE20 (ver gráfico 1). En las últimas cuatro semanas, el promedio de defunciones por COVID-19 se mantiene en 627 fallecimientos semanales, pero es la segunda semana con más de 700 casos reportados, siendo las dos semanas de mayor notificación desde el inicio de la pandemia acumulando 1.453 fallecidos por COVID-19 en dos semanas. La tasa de mortalidad en los últimos 14 días aumento de 16,3 a 20,3 por 100.000 habitantes, con una letalidad que se mantiene en 3,7% en las SE20 y SE21. Al corte de la SE21 en Paraguay, el promedio diario de muertes por millón de habitantes subió a 15 casos, reportándose el mayor riesgo en lo que va de la pandemia.


Subject(s)
COVID-19 , Coronavirus , Epidemics , Pandemics , Health Statistics , Paraguay
18.
Asunción; OPS; 2021-05-15.
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr2-54442

ABSTRACT

[Extracto]. En Paraguay al 15 de mayo Semana Epidemiológica (SE)19 fueron confirmados 311.746 casos y 7.530 defunciones acumuladas, con una tasa de incidencia de 424 x 100 mil habitantes, en los últimos 14 días. La SE19 reporta aumento del 1% (157 casos) respecto a la SE18 (ver gráfico 1). En las últimas cuatro semanas, el promedio de defunciones por COVID-19 se mantiene en 570 fallecimientos semanales, pero es segunda semana con una disminución en el número de muertes por COVID-19, con una reducción del 15,6% (90 fallecidos) con relación a la anterior SE18. La tasa de mortalidad en los últimos 14 días disminuyó de 17,2 a 14,6 por 100.000 habitantes, con una letalidad que también disminuyó a 3,1% en la SE19, con relación a la SE18 (3,8%). Al corte de la SE19 en Paraguay, el promedio diario de muertes por millón de habitantes es de 9,6 casos reportándose un descenso significativo con respecto a las dos semanas previas.


Subject(s)
COVID-19 , Coronavirus , Epidemics , Pandemics , Health Statistics , Paraguay
19.
Asunción; OPS; 2021-05-01.
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr2-54441

ABSTRACT

[Extracto]. En Paraguay al 1 de mayo fueron confirmados 281.023 casos y 6.472 defunciones acumuladas, con una tasa de incidencia de 450 x 100 mil habitantes, en los últimos 14 días. La SE17 reporta una reducción del 7,1% (1.205 casos menos) respecto a la SE16. La SE17 presenta la segunda baja de casos desde la SE5 (ver gráfico 1). En las últimas cuatro semanas, el promedio de defunciones por COVID-19 subió a 555 fallecimientos semanales, siendo la SE17 la de mayor notificación de muertes con 674 fallecidos desde el inicio de la pandemia, un incremento de 18.2% con relación a la SE16, lo cual coincide con el aumento sostenido en las últimas 11 semanas (SE7-SE17). La mortalidad en los últimos 14 días ha sido de 16,9 por 100.000 habitantes, con una letalidad de 4,2% en la SE17. El promedio diario de muertes es de 14,8 por millón de habitantes. Se esperan 2.200 óbitos en los próximos 21 días, un promedio diario de 110 muertes.


Subject(s)
Coronavirus , Epidemics , Pandemics , Health Statistics , Vaccines , Paraguay , COVID-19
20.
Asunción; OPS; 2021-05-08.
in Spanish | PAHO-IRIS | ID: phr2-54143

ABSTRACT

[Extracto]. En Paraguay al 8 de mayo fueron confirmados 296.306 casos y 7.046 defunciones acumuladas, con una tasa de incidencia de 427 x 100 mil habitantes, en los últimos 14 días, notándose una disminución en la letalidad por primera vez desde la SE06. La SE18 reporta una reducción del 2,8% (444 casos menos) por segunda semana consecutiva respecto a la SE17 (ver gráfico 1). En las últimas cuatro semanas, el promedio de defunciones por COVID-19 escaló a 575 fallecimientos semanales, pero es la primera vez luego de 9 semanas consecutivas de ascenso, que existe una disminución en el número de muertes por COVID-19, con una reducción del 14,8% (100 fallecidos) con relación a la anterior SE17. La tasa de mortalidad en los últimos 14 días es de 17,2 por 100.000 habitantes, con una letalidad que disminuyó a 3,8% en la SE18, con relación a la SE17 (4,2%). Al corte de la SE18 en Paraguay, el promedio diario de muertes por millón de habitantes es de 11,38 casos reportándose un descenso significativo con respecto a la semana previa. El departamento con más casos nuevos en las últimas dos semanas por cien mil habitantes es Asunción (1248,5), seguido por Central (620,1), Itapúa (467,5), Guaira (389,5), Misiones (374,2), Pte. Hayes (373,5), Alto Paraguay (370,4), Ñeembucú (364,0), Paraguarí (324,3), Concepción (280,2), Caazapá (275,9), Cordillera (273,0), San Pedro (218,7), Caaguazú (217,2), Boquerón (179,3), Alto Paraná (176,6), Canindeyú (108,8), y Amambay (108.4).


Subject(s)
Coronavirus , Epidemics , Pandemics , Health Statistics , Vaccines , Paraguay , COVID-19
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