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1.
J. Bras. Patol. Med. Lab. (Online) ; 54(6): 353-358, Nov.-Dec. 2018. tab, graf
Artículo en Inglés | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-975864

RESUMEN

ABSTRACT The study presents the main nonconformities related to the sanitary regulations found in clinical laboratory analysis (CLA) attached to a public hospital in the city of Rio de Janeiro (RJ) from November 2016 to November 2017. The evaluation of the nonconformities related to sanitary conditions is fundamental to ensure the goals in improving quality control, increasing the reliability of the results generated and reducing health risks. Through the evaluation of 20 federal and municipal public health laboratories, it was possible to analyze the main sanitary nonconformities in the different laboratories phases (pre-analytical, analytical and post-analytical), evaluating, through Fisher's exact test, the frequency and trend distribution of reported nonconformities. One hundred percent (100%) of the clinical analysis laboratories presented at least, one nonconformity. Among those with the highest frequencies of nonconformity related to sanitary conditions are those related to the lack of standard operating procedures (SOPs), presenting 45.5% in clinical analysis laboratories of federal hospitals and 66.7% in clinical analysis laboratories of municipal hospitals. Moreover flaws in the cleaning, disinfection and sterilization processes, in equipments and in the presence of the technical manager (TM) throughout the working hours. Sanitary surveillance actions seek to provide health services to the population that comply with established quality standards, even though the identification of nonconformities subsidizes the adoption of corrective actions by the health establishment.


RESUMO Este estudo apresenta as principais não conformidades às normas sanitárias encontradas em laboratórios de análises clínicas (LAC) intra-hospitalares públicos localizados no município do Rio de Janeiro (RJ) no período de novembro de 2016 a novembro de 2017. A avaliação de não conformidades sanitárias é fundamental para garantir metas na melhoria do controle da qualidade, aumento da confiabilidade dos resultados gerados e diminuição de riscos em saúde. Por meio da avaliação de 20 laboratórios públicos, federais e municipais, foi possível analisar as principais não conformidades sanitárias nas diferentes fases laboratoriais (pré-analítica, analítica e pós-analítica), avaliando a frequência e a tendência da distribuição através do teste exato de Fisher. Os resultados evidenciaram que 100% dos LAC analisados apresentaram ao menos uma não conformidade; entre aquelas com maiores frequências de não conformidades sanitárias estão as relacionadas com inexistência de procedimentos operacionais padrão (POPs), apresentando 45,5% em LAC de hospitais federais e 66,7% em LAC de hospitais municipais, além de falhas nos processos de limpeza, desinfecção e esterilização, nos equipamentos e na presença do responsável técnico (TM) durante todo o horário de trabalho. As ações de fiscalização sanitária buscam a prestação de serviços em saúde à população que esteja de acordo com padrões de qualidade estabelecidos, ainda que a identificação de não conformidades subsidie a adoção de ações corretivas pelo estabelecimento de saúde.

2.
In. Silva, Marileide do Nascimento; Flauzino, Regina Fernandes; Gondim, Grácia Maria de Miranda. Rede de Frio: fundamentos para a compreensão do trabalho. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2017. p.21-50, il.
Monografía en Portugués | HISA - História de la Salud | ID: his-38689

RESUMEN

Trata das concepções sobre saúde-doença ao longo da história, concepções como a místico-religiosas dos povos primitivos (xamãs, sacerdotes e curandeiros) e a dos povos antigos e o pensamento racional greco-romano (ares, águas e lugares). Contextualiza o referido processo durante o período das trevas, a Idade Média, sob a ótica das religiões, pestes e bárbaros, durante o século das luzes onde o conhecimento sobre a natureza e saúde foi ampliado, durante a modernidade, com suas descobertas (cidades, fábricas, medicina social). Aborda ainda a descoberta da bacteriológica com a prevenção de doenças e a saúde pública e as teorias que sustentaram as concepções de saúde e doença (teorias unicausal e multicausal).


Asunto(s)
Proceso Salud-Enfermedad , Religión y Medicina , Prevención de Enfermedades
3.
In. Silva, Marileide do Nascimento; Flauzino, Regina Fernandes; Gondim, Grácia Maria de Miranda. Rede de Frio: fundamentos para a compreensão do trabalho. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2017. p.[51]-77.
Monografía en Portugués | HISA - História de la Salud | ID: his-38690

RESUMEN

Neste capítulo, estão organizados temas e conteúdos que possibilitarão compreender as políticas públicas de saúde e os modelos assistenciais que culminaram com a construção do Sistema Único de Saúde (SUS), seus princípios, diretrizes; as normas que orientam sua operacionalização e organização de diferentes redes par atender a população - atenção, vigilância e de promoção da saúde; bem como o movimento que consolidou como uma saída à crise do sistema nacional de saúde nos anos 1970-1980. (AU)


Asunto(s)
Prestación de Atención de Salud , Políticas Públicas de Salud , Reforma de la Atención de Salud
4.
In. Silva, Marileide do Nascimento; Flauzino, Regina Fernandes; Gondim, Grácia Maria de Miranda. Rede de Frio: fundamentos para a compreensão do trabalho. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2017. p.[83]-115.
Monografía en Portugués | HISA - História de la Salud | ID: his-38691

RESUMEN

O conceito de vigilância segue e acompanha as ideais gerais de cada época e vai se estruturando ao longo da história pra dar respostas às variadas concepções de mundo e de saúde-doença vigentes, a fim de impedir a disseminação das doenças. Assim, este capítulo aborta o conceito de vigilância e sua institucionalização no Brasil, a proposta da vigilância em saúde numa abordagem em saúde pública. Trata das práticas sanitárias enquanto ações do setor saúde, de outros setores e da população, trata das estruturas operacionais de vigilância sobre doenças, doentes, produtos, bens, ambientes, trabalho. Finaliza trazendo os conceitos de risco e vulnerabilidade, considerando os determinantes sociais da saúde.


Asunto(s)
Vigilancia , Vulnerabilidad en Salud , Condiciones Sociales , Diagnóstico de la Situación de Salud
5.
Mem. Inst. Oswaldo Cruz ; 109(3): 335-339, 06/2014. tab
Artículo en Inglés | LILACS | ID: lil-711723

RESUMEN

A non-controlled longitudinal study was conducted to evaluate the combined vaccine against measles, mumps and rubella (MMR) immunogenicity in 150 children vaccinated in the routine of three health units in the city of Rio de Janeiro, Brazil, 2008-2009, without other vaccines administered during the period from 30 days before to 30 days after vaccination. A previous study conducted in Brazil in 2007, in 1,769 children ranging from 12-15 months of age vaccinated against yellow fever and MMR simultaneously or at intervals of 30 days or more between doses, had shown low seroconversion for mumps regardless of the interval between administration of the two vaccines. The current study showed 89.5% (95% confidence interval: 83.3; 94.0) seroconversion rate for mumps. All children seroconverted for measles and rubella. After revaccination, high antibody titres and seroconversion rates were achieved against mumps. The results of this study and others suggest that two MMR doses confer optimal immunoresponses for all three antigens and the possible need for additional doses should be studied taking into account not only serological, but also epidemiological data, as there is no serological correlate of protection for mumps.


Asunto(s)
Femenino , Humanos , Lactante , Masculino , Anticuerpos Antivirales/inmunología , Vacuna contra el Sarampión-Parotiditis-Rubéola/inmunología , Paperas/inmunología , Seroconversión , Anticuerpos Antivirales/sangre , Brasil , Esquemas de Inmunización , Estudios Longitudinales , Vacuna contra el Sarampión-Parotiditis-Rubéola/administración & dosificación , Sarampión/inmunología , Paperas/prevención & control , Rubéola (Sarampión Alemán)/inmunología
7.
Rev. panam. salud pública ; 19(6): 371-378, jun. 2006. tab, graf
Artículo en Inglés | LILACS | ID: lil-433456

RESUMEN

OBJETIVOS: Analizar el estado serológico de mujeres embarazadas tras haber recibido inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, en el estado de Rio de Janeiro, Brasil. MÉTODOS: Se realizó un estudio transversal de mujeres embarazadas de 15 a 29 años de edad que fueron vacunadas contra la rubéola y el sarampión entre noviembre de 2001 y marzo de 2002 y que no sabían que estaban embarazadas en ese momento o que concibieron en el transcurso de los siguientes 30 días. Se les aplicaron las pruebas detectoras de inmunoglobulina M (IgM) e inmunoglobulina G (IgG) contra el virus de la rubéola y se les clasificó de inmunes si se obtenían resultados negativos a IgM y positivos a IgG al aplicar las pruebas en un lapso no mayor de 30 días después de la vacunación; de susceptibles si se obtenía un resultado positivo a IgM después de la vacunación, o indefinido si se obtenían resultados negativos a IgM y positivos a IgG tras un intervalo mayor de 30 días entre la vacunación y la aplicación de las pruebas serológicas. RESULTADOS: De 2 292 mujeres, 288 (12,6%) se mostraron susceptibles; 316 (13,8%) se mostraron inmunes; 1 576 (68,8%) tuvieron resultados indefinidos; 8 (0,3%) tuvieron resultados ilegibles y 104 (4,5%) no tuvieron seguimiento. La seropositividad a IgM, según el intervalo transcurrido entre la vacunación y la aplicación de las pruebas serológicas, fue de 16,1% (< 30 días), 15,4% (31–60 días), y 14,2% (61–90 días). En lo respectivo a la edad de las personas a las que se dirigió la campaña, se encontró que el grupo de 20 a 24 años tenía la mayor proporción de personas susceptibles a la rubéola (14,8%) y representaba a 42,4% (122/288) de todas las mujeres susceptibles. En 75% de las embarazadas susceptibles, la edad gestacional fue de 5 semanas o menos en el momento de la vacunación. CONCLUSIONES: Se justificó la vacunación poblacional de todas las mujeres en edad fecunda sobre la base de datos epidemiológicos y serológicos. Durante el seguimiento de las embarazadas no se observó ningún caso de síndrome de rubéola congénita ocasionado por la vacuna antirrubeólica. No obstante, el porcentaje de infección congénita observado refuerza la recomendación de que se evite vacunar a mujeres embarazadas y de que estas procuren no concebir durante un mes como mínimo después de la vacunación antirrubeólica.


Asunto(s)
Adolescente , Adulto , Femenino , Humanos , Embarazo , Inmunoglobulina G/sangre , Inmunoglobulina M/sangre , Vacuna contra la Rubéola/inmunología , Virus de la Rubéola/inmunología , Brasil , Estudios Transversales , Estudios Seroepidemiológicos
9.
Rio de Janeiro; s.n; 1998. xx,166 p. ilus, mapas, tab, graf.
Tesis en Portugués | LILACS | ID: lil-225423

RESUMEN

Determinar as principais características associadas à infecçäo pelos vírus A, B e C das hepatites e identificar fatores preditivos dessas infecçöes no Município do Rio de Janeiro. A coleta de dados foi realizada a partir das fichas de investigaçäo epidemiológica dos casos de hepatites virais notificados à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, no ano de 1995. A metodologia empregada foi a do estudo tipo caso-controle, comparando-se, inicialmente, os casos de hepatite A com os casos de hepatites B e C agrupados. Em uma segunda etapa, os casos de hepatite B foram comparados aos casos de hepatite C. Na análise multivariada, utilizando-se a regressäo logística, foi possível a obtençäo de um modelo final que melhor classifica os casos de hepatites B/C em relaçäo à hepatite A, composto das seguintes variáveis: faixa etária de 20 anos e mais (O.R.=22,37; IC95 por cento=16,11-35,81), história de tratamento cirúrgico (O.R.=3,24; IC95 por cento=1, 64-6,75) e história de tratamento odontológico (O.R.=2,24; IC95 por cento=1,38-3,78). O modelo simples foi composto das variáveis sexo (O.R.=1,59; IC95 por cento=1,24-2,08) e faixa etária (O.R.=1,27; IC95 por cento=1,25-1,32). No estudo de hepatite B com hepatite C, o modelo final evidenciou apenas a transfusäo de sangue (O.R.=2,28; IC95 por cento= 1,72-3,14) como fator preditivo para a hepatite C. Os resultados sugerem a necessidade de treinamento dos profissionais de saúde no adequado preenchimento das fichas de investiçäo epidemiológica, a utilizaçäo de uma ficha com um menor número de variáveis a serem pesquisadas, a melhoria do sistema de vigilância, principalmente das hepatites B e C e a compatibilizaçäo das bases de dados.


Asunto(s)
Hepatitis Viral Humana/epidemiología , Factores de Riesgo
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