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3.
Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; maio 2020. ilus, tab.
No convencional en Portugués | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1095920

RESUMEN

No fim de 2019, o Novo Coronavírus foi nomeado como SARS-CoV-2. Este Novo Coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo agente causador de uma série de casos de pneumonia na cidade de Wuhan (China) [1]. Ainda não há informações plenas sobre a história natural, nem medidas de efetividade inquestionáveis para manejo clínico dos casos de infecção humana pelo SARS-CoV-2, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos [1]. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­entre 5% e 10% dos casos. Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária (Quadro 1) e condições clínicas associadas. Portanto, é necessário agir. Para esse fim, as melhores e mais recentes evidências foram utilizadas na redação deste documento. Pela dinâmica da epidemia e da produção de conhecimento associada a ela, as informações podem sofrer alterações conforme avance o conhecimento sobre a doença. Dessa forma, este protocolo específico para serviços de Atenção Primária à Saúde / Estratégia Saúde da Família (APS/ESF) nos cenários de transmissão comunitária vai ser atualizado sempre que necessário. A APS/ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Durante surtos e epidemias, a APS/ ESF tem papel fundamental na resposta global à doença em questão. A APS/ESF oferece atendimento resolutivo, além de manter a longitudinalidade e a coordenação do cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, com grande potencial de identificação precoce de casos graves que devem ser manejados em serviços especializados. O objetivo deste documento é definir o papel dos serviços de APS/ESF no manejo e controle da infecção COVID-19, bem como disponibilizar os instrumentos de orientação clínica para os profissionais que atuam na porta de entrada do SUS a partir da transmissão comunitária de COVID-19 no Brasil. Considerando a existência de fase de transmissão comunitária da COVID-19, é imprescindível que os serviços de APS/ESF trabalhem com abordagem sindrômica do problema, não exigindo mais a identificação do fator etiológico por meio de exame específico. Desta forma, este protocolo foca na abordagem clínica da Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do agente etiológico. Como é de conhecimento de todos, múltiplos agentes virais são responsáveis por essas duas síndromes, sendo o vírus da Influenza o de maior magnitude nos últimos anos. Entretanto, há evidências e dados internacionais indicando que a transcendência da COVID-19 pode superar a da Influenza. Portanto, a abordagem pragmática deste protocolo unifica as condutas referentes a esses dois grupos de vírus.


Asunto(s)
Humanos , Atención Primaria de Salud/normas , Protocolos Clínicos/normas , Infecciones por Coronavirus/diagnóstico , Infecciones por Coronavirus/terapia , Infecciones por Coronavirus/transmisión , Aislamiento de Pacientes/métodos , Brasil , Infecciones por Coronavirus/prevención & control
5.
J Zhejiang Univ Sci B ; 21(5): 388-393, 2020 May.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32425004

RESUMEN

Since the global outbreak of severe acute respiratory syndrome (SARS) in 2003, China has gradually built a robust prevention and control system for sudden infectious diseases. All large hospitals have a fever clinic that isolates patients with all kinds of acute communicable diseases as the first line of medical defense. The emergency department, as the second line of medical defense in hospitals, is constantly shouldering the heavy responsibility of screening communicable diseases while also treating all kinds of other non-communicable acute and critical diseases (Zhang et al., 2012; Zhu et al., 2015; Wang et al., 2017; Feng et al., 2018; Lu, 2018; Xu and Lu, 2019). An outbreak of pneumonia of unknown etiology that began in Wuhan city (China) has spread rapidly in China since December 2019 (Huang et al., 2020; WHO, 2020; Zhu et al., 2020). In February 2020, the National Health Commission of China named the disease a novel coronavirus pneumonia (NCP); then, it was formally named the coronavirus disease 2019 (COVID-19) by the World Health Organization (WHO) on Feb. 11, 2020. The Coronavirus Study Group of the International Committee on Taxonomy of Viruses designated this causative virus as SARS coronavirus 2 (SARS-CoV-2). SARS-CoV-2 belongs to the ß coronavirus genus, and its pathogenic mechanism has not been clarified, which requires further study. To better understand the clinical characteristics of COVID-19 and more effectively prevent and control this disease, we retrospectively analyzed four representative cases of COVID-19 that had recently been screened and diagnosed in our emergency department.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus/diagnóstico , Servicio de Urgencia en Hospital , Neumonía Viral/diagnóstico , Adulto , Betacoronavirus , China/epidemiología , Femenino , Humanos , Pulmón/diagnóstico por imagen , Masculino , Persona de Mediana Edad , Pandemias , Aislamiento de Pacientes , Tomografía Computarizada por Rayos X
7.
Recurso de Internet en Inglés, Español, Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-LISBR1.1-47240

RESUMEN

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, disse que as medidas de distanciamento social estão dando às sociedades a oportunidade de se preparar e responder a pandemia da COVID-19 e que qualquer tentativa posterior de fazer a transição para medidas mais flexíveis deve ser tomada com extrema cautela.


Asunto(s)
Aislamiento de Pacientes/métodos , Aislamiento de Pacientes/normas , Betacoronavirus , América Latina/epidemiología
9.
Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; abr. 2020. tab.
No convencional en Portugués | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1095396

RESUMEN

No fim de 2019, o Novo Coronavírus foi nomeado como SARS-CoV-2. Este Novo Coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo agente causador de uma série de casos de pneumonia na cidade de Wuhan (China) [1]. Ainda não há informações plenas sobre a história natural, nem medidas de efetividade inquestionáveis para manejo clínico dos casos de infecção humana pelo SARS-CoV-2, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos [1]. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­entre 5% e 10% dos casos. Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária (Quadro 1) e condições clínicas associadas. Portanto, é necessário agir. Para esse fim, as melhores e mais recentes evidências foram utilizadas na redação deste documento. Pela dinâmica da epidemia e da produção de conhecimento associada a ela, as informações podem sofrer alterações conforme avance o conhecimento sobre a doença. dessa forma, este protocolo específico para serviços de Atenção Primária à Saúde / Estratégia Saúde da Família (APS/ESF) nos cenários de transmissão comunitária vai ser atualizado sempre que necessário. A APS/ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Durante surtos e epidemias, a APS/ESF tem papel fundamental na resposta global à doença em questão a APS/ESF oferece atendimento resolutivo, além de manter a longitudinalidade e a coordenação do cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, com grande potencial de identificação precoce de casos graves que devem ser manejados em serviços especializados. O objetivo deste documento é definir o papel dos serviços de APS/ESF no manejo e controle da infecção COVID-19, bem como disponibilizar os instrumentos de orientação clínica para os profissionais que atuam na porta de entrada do SUS a partir da transmissão comunitária de CoVId-19 no Brasil. Considerando a existência de fase de transmissão comunitária da COVID-19, é imprescindível que os serviços de APS/ESF trabalhem com abordagem sindrômica do problema, não exigindo mais a identificação do fator etiológico por meio de exame específico. Desta forma, este protocolo foca na abordagem clínica da Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do agente etiológico. Como é de conhecimento de todos, múltiplos agentes virais são responsáveis por essas duas síndromes, sendo o vírus da Influenza o de maior magnitude nos últimos anos. Entretanto, há evidências e dados internacionais indicando que a transcendência da COVID-19 pode superar a da Influenza. Portanto, a abordagem pragmática deste protocolo unifica as condutas referentes a esses dois grupos de vírus.


Asunto(s)
Humanos , Atención Primaria de Salud/normas , Protocolos Clínicos/normas , Infecciones por Coronavirus/diagnóstico , Infecciones por Coronavirus/terapia , Infecciones por Coronavirus/transmisión , Aislamiento de Pacientes/métodos , Brasil , Infecciones por Coronavirus/prevención & control
10.
Brasília; Organização Pan-Americana da Saúde; abr. 6, 2020. 12 p.
No convencional en Español, Portugués | Coleciona SUS | ID: biblio-1096108

RESUMEN

A área de triagem possibilita uma avaliação clínica rápida dos pacientes com sintomas respiratórios, para detectar casos que preencham os critérios para internação ou encaminhamento para outro nível de atenção. Principais características: A área de triagem de pacientes com sintomas respiratórios fica localizada em uma unidade de saúde, ou próxima a uma unidade de saúde, e seu objetivo é garantir: (i) a identificação precoce de pacientes com sinais e sintomas de doença respiratória aguda grave; (ii) o isolamento da possível fonte, com a implantação de medidas de controle e prevenção de infecções; e (iii) redução do risco de transmissão hospitalar do agente infeccioso. A área de triagem pode ser instalada em estruturas móveis (tendas, contêineres) ou em estruturas dentro da unidade de saúde designadas e reorganizadas para este fim. As equipes de saúde de emergência podem utilizar as áreas de triagem em colaboração com as unidades de saúde. Essa área de triagem deve funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, e deve ter capacidade de expansão suficiente para atender a demanda por seus serviços. Considerações especiais: A triagem de pacientes com sintomas respiratórios é organizada de acordo com as necessidades e o contexto da unidade de saúde, considerando as ações necessárias para prevenir a transmissão da doença entre pacientes, familiares e profissionais da saúde. Um sistema de encaminhamento deve ser implantado para garantir que os pacientes sejam imediatamente encaminhados ao destino apropriado (internação hospitalar, tratamento ambulatorial, transferência ou domicílio), minimizando o risco de transmissão.


El área de detección permite una evaluación clínica rápida de pacientes con síntomas respiratorios, para detectar casos que cumplen con los criterios de hospitalización o derivación a otro nivel de atención. Características principales: El área de detección para pacientes con síntomas respiratorios se encuentra en una unidad de salud, o cerca de una unidad de salud, y su objetivo es asegurar: (i) la identificación temprana de pacientes con signos y síntomas de enfermedad respiratoria aguda serio (ii) el aislamiento de la posible fuente, con la implementación de medidas de prevención y control de infecciones; y (iii) reducir el riesgo de transmisión hospitalaria del agente infeccioso. El área de detección puede instalarse en estructuras móviles (carpas, contenedores) o en estructuras dentro de la unidad de salud designada y reorganizada para este propósito. Los equipos de salud de emergencia pueden usar las áreas de detección en colaboración con las unidades de salud. Esta área de clasificación debe operar las 24 horas del día, los siete días de la semana, y debe tener suficiente capacidad de expansión para satisfacer la demanda de sus servicios. Consideraciones especiales: la detección de pacientes con síntomas respiratorios se organiza de acuerdo con las necesidades y el contexto de la unidad de salud, considerando las acciones necesarias para prevenir la transmisión de la enfermedad entre pacientes, familiares y profesionales de la salud. Se debe establecer un sistema de derivación para garantizar que los pacientes sean remitidos de inmediato al destino apropiado (ingreso hospitalario, tratamiento ambulatorio, traslado u hogar), minimizando el riesgo de transmisión.


Asunto(s)
Humanos , Aislamiento de Pacientes/instrumentación , Aislamiento de Pacientes/organización & administración , Síndrome Respiratorio Agudo Grave/enfermería , Síndrome Respiratorio Agudo Grave/prevención & control , Signos y Síntomas Respiratorios , Triaje/organización & administración
12.
Acad Emerg Med ; 27(5): 379-387, 2020 05.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32281231

RESUMEN

OBJECTIVES: Patients with COVID-19 may present with respiratory syndromes indistinguishable from common viruses. This poses a challenge for early detection during triage in the emergency department (ED). Over a 3-month period, our ED aimed to minimize nosocomial transmission by using broader suspect case criteria for better detection and using appropriate personal protective equipment (PPE) for health care workers (HCWs). METHODS: All ED admissions with respiratory syndromes over a 3-month period were tested for COVID-19. The sensitivity and specificity of screening criteria in detecting COVID-19 were assessed. A risk-stratified approach was adopted for PPE usage in the ED, based on high-risk "fever areas" and lower-risk zones. When a case of COVID-19 was confirmed, surveillance was conducted for potentially exposed patients and HCWs. RESULTS: A total of 1,841 cases presenting with respiratory syndromes required admission over the study period. Among these, 70 cases of COVID-19 were subsequently confirmed. The majority (84.2%, 59/70) were detected at ED triage because they fulfilled suspect case criteria. Of these, 34 met the official screening criteria; an additional 25 were detected by the broader internal screening criteria. Over the 12-week period, the cumulative sensitivity of internal screening criteria was 84.3% (95% confidence interval [CI] = 73.6% to 91.9%), whereas the sensitivity of the official screening criteria was 48.6% (95% CI = 36.4% to 60.8%). Given the broadened internal criteria, the preexisting ED "fever area" was insufficient and had to be expanded. However, there were no cases of nosocomial transmission from intra-ED exposure, despite extensive surveillance. CONCLUSION: Frontline physicians need to be given leeway to decide on the disposition of cases based on clinical suspicion during an ongoing outbreak of COVID-19. If a broader criterion is used at ED triage, ED facilities and isolation facilities need to be readied to accommodate a surge of suspect cases. Usage of appropriate PPE is essential in minimizing nosocomial transmission.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus/diagnóstico , Servicio de Urgencia en Hospital , Aislamiento de Pacientes , Neumonía Viral/diagnóstico , Betacoronavirus , Infecciones por Coronavirus/epidemiología , Infecciones por Coronavirus/terapia , Brotes de Enfermedades/prevención & control , Femenino , Fiebre/epidemiología , Personal de Salud , Hospitalización , Humanos , Masculino , Tamizaje Masivo , Pandemias , Equipo de Protección Personal , Neumonía Viral/epidemiología , Neumonía Viral/terapia , Sensibilidad y Especificidad , Singapur/epidemiología , Triaje/métodos , Flujo de Trabajo
16.
Cochrane Database Syst Rev ; 4: CD013582, 2020 04 21.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32315451

RESUMEN

BACKGROUND: This review is one of a series of rapid reviews that Cochrane contributors have prepared to inform the 2020 COVID-19 pandemic. When new respiratory infectious diseases become widespread, such as during the COVID-19 pandemic, healthcare workers' adherence to infection prevention and control (IPC) guidelines becomes even more important. Strategies in these guidelines include the use of personal protective equipment (PPE) such as masks, face shields, gloves and gowns; the separation of patients with respiratory infections from others; and stricter cleaning routines. These strategies can be difficult and time-consuming to adhere to in practice. Authorities and healthcare facilities therefore need to consider how best to support healthcare workers to implement them. OBJECTIVES: To identify barriers and facilitators to healthcare workers' adherence to IPC guidelines for respiratory infectious diseases. SEARCH METHODS: We searched OVID MEDLINE on 26 March 2020. As we searched only one database due to time constraints, we also undertook a rigorous and comprehensive scoping exercise and search of the reference lists of key papers. We did not apply any date limit or language limits. SELECTION CRITERIA: We included qualitative and mixed-methods studies (with a distinct qualitative component) that focused on the experiences and perceptions of healthcare workers towards factors that impact on their ability to adhere to IPC guidelines for respiratory infectious diseases. We included studies of any type of healthcare worker with responsibility for patient care. We included studies that focused on IPC guidelines (local, national or international) for respiratory infectious diseases in any healthcare setting. These selection criteria were framed by an understanding of the needs of health workers during the COVID-19 pandemic. DATA COLLECTION AND ANALYSIS: Four review authors independently assessed the titles, abstracts and full texts identified by our search. We used a prespecified sampling frame to sample from the eligible studies, aiming to capture a range of respiratory infectious disease types, geographical spread and data-rich studies. We extracted data using a data extraction form designed for this synthesis. We assessed methodological limitations using an adapted version of the Critical Skills Appraisal Programme (CASP) tool. We used a 'best fit framework approach' to analyse and synthesise the evidence. This provided upfront analytical categories, with scope for further thematic analysis. We used the GRADE-CERQual (Confidence in the Evidence from Reviews of Qualitative research) approach to assess our confidence in each finding. We examined each review finding to identify factors that may influence intervention implementation and developed implications for practice. MAIN RESULTS: We found 36 relevant studies and sampled 20 of these studies for our analysis. Ten of these studies were from Asia, four from Africa, four from Central and North America and two from Australia. The studies explored the views and experiences of nurses, doctors and other healthcare workers when dealing with severe acute respiratory syndrome (SARS), H1N1, MERS (Middle East respiratory syndrome), tuberculosis (TB), or seasonal influenza. Most of these healthcare workers worked in hospitals; others worked in primary and community care settings. Our review points to several barriers and facilitators that influenced healthcare workers' ability to adhere to IPC guidelines. The following factors are based on findings assessed as of moderate to high confidence. Healthcare workers felt unsure as to how to adhere to local guidelines when they were long and ambiguous or did not reflect national or international guidelines. They could feel overwhelmed because local guidelines were constantly changing. They also described how IPC strategies led to increased workloads and fatigue, for instance because they had to use PPE and take on additional cleaning. Healthcare workers described how their responses to IPC guidelines were influenced by the level of support they felt that they received from their management team. Clear communication about IPC guidelines was seen as vital. But healthcare workers pointed to a lack of training about the infection itself and about how to use PPE. They also thought it was a problem when training was not mandatory. Sufficient space to isolate patients was also seen as vital. A lack of isolation rooms, anterooms and shower facilities was a problem. Other important practical measures described by healthcare workers included minimising overcrowding, fast-tracking infected patients, restricting visitors, and providing easy access to handwashing facilities. A lack of PPE, and equipment that was of poor quality, was a serious concern for healthcare workers and managers. They also pointed to the need to adjust the volume of supplies as infection outbreaks continued. Healthcare workers believed that they followed IPC guidance more closely when they saw the value of it. Some healthcare workers felt motivated to follow the guidance because of fear of infecting themselves or their families, or because they felt responsible for their patients. Some healthcare workers found it difficult to use masks and other equipment when it made patients feel isolated, frightened or stigmatised. Healthcare workers also found masks and other equipment uncomfortable to use. The workplace culture could also influence whether healthcare workers followed IPC guidelines or not. Across many of the findings, healthcare workers pointed to the importance of including all staff, including cleaning staff, porters, kitchen staff and other support staff when implementing IPC guidelines. AUTHORS' CONCLUSIONS: Healthcare workers point to several factors that influence their ability and willingness to follow IPC guidelines when managing respiratory infectious diseases. These include factors tied to the guideline itself and how it is communicated, support from managers, workplace culture, training, physical space, access to and trust in personal protective equipment, and a desire to deliver good patient care. The review also highlights the importance of including all facility staff, including support staff, when implementing IPC guidelines.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus , Infección Hospitalaria/prevención & control , Adhesión a Directriz , Personal de Salud , Control de Infecciones , Pandemias , Neumonía Viral , Infecciones por Coronavirus/prevención & control , Infecciones por Coronavirus/transmisión , Adhesión a Directriz/normas , Conocimientos, Actitudes y Práctica en Salud , Humanos , Pandemias/prevención & control , Aislamiento de Pacientes , Equipo de Protección Personal , Neumonía Viral/prevención & control , Neumonía Viral/transmisión , Guías de Práctica Clínica como Asunto , Precauciones Universales
17.
Lancet ; 395(10232): 1305-1314, 2020 04 18.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32247320

RESUMEN

Fangcang shelter hospitals are a novel public health concept. They were implemented for the first time in China in February, 2020, to tackle the coronavirus disease 2019 (COVID-19) outbreak. The Fangcang shelter hospitals in China were large-scale, temporary hospitals, rapidly built by converting existing public venues, such as stadiums and exhibition centres, into health-care facilities. They served to isolate patients with mild to moderate COVID-19 from their families and communities, while providing medical care, disease monitoring, food, shelter, and social activities. We document the development of Fangcang shelter hospitals during the COVID-19 outbreak in China and explain their three key characteristics (rapid construction, massive scale, and low cost) and five essential functions (isolation, triage, basic medical care, frequent monitoring and rapid referral, and essential living and social engagement). Fangcang shelter hospitals could be powerful components of national responses to the COVID-19 pandemic, as well as future epidemics and public health emergencies.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus , Urgencias Médicas , Arquitectura y Construcción de Instituciones de Salud , Hospitales Especializados , Unidades Móviles de Salud , Pandemias , Neumonía Viral , Betacoronavirus , China/epidemiología , Infecciones por Coronavirus/epidemiología , Infecciones por Coronavirus/terapia , Control de Costos , Brotes de Enfermedades , Hospitales Especializados/organización & administración , Hospitales Especializados/estadística & datos numéricos , Humanos , Control de Infecciones , Unidades Móviles de Salud/organización & administración , Unidades Móviles de Salud/estadística & datos numéricos , Aislamiento de Pacientes , Neumonía Viral/epidemiología , Neumonía Viral/terapia
19.
Acad Radiol ; 27(5): 614-617, 2020 May.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-32276755

RESUMEN

The COVID-19 epidemic, which is caused by the novel coronavirus SARS-CoV-2, has spread rapidly to become a world-wide pandemic. Chest radiography and chest CT are frequently used to support the diagnosis of COVID-19 infection. However, multiple cases of COVID-19 transmission in radiology department have been reported. Here we summarize the lessons we learned and provide suggestions to improve the infection control and prevention practices of healthcare workers in departments of radiology.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus/prevención & control , Transmisión de Enfermedad Infecciosa/prevención & control , Control de Infecciones/normas , Pandemias/prevención & control , Neumonía Viral/prevención & control , Servicio de Radiología en Hospital/normas , Radiología/normas , Infecciones por Coronavirus/clasificación , Infecciones por Coronavirus/epidemiología , Infecciones por Coronavirus/transmisión , Desinfección/normas , Humanos , Control de Infecciones/métodos , Pandemias/clasificación , Aislamiento de Pacientes , Neumonía Viral/clasificación , Neumonía Viral/epidemiología , Neumonía Viral/transmisión , Salud Pública/educación , Radiología/educación
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