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1.
Rev. psicol. organ. trab ; 19(1): 532-540, jun. 2019. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-985801

RESUMO

O objetivo deste estudo foi testar a moderação de estratégias de regulação emocional ascendente e descendente nas relações entre estresse percebido e bem-estar no trabalho. Participaram 480 trabalhadores da indústria que responderam à escala de estresse no trabalho, à medida de regulação emocional adaptada para o contexto de trabalho e à escala de bem-estar no trabalho. Os resultados apontaram correlações entre estresse, regulação emocional e bem-estar. O estresse foi preditor negativo de bem-estar no trabalho (BET), e as estratégias adaptativas (regulação ascendente) e funcionais (regulação descendente) foram preditoras positivas de BET. Os resultados ainda sugerem que a percepção de estresse elevada está associada a maior uso de estratégias de regulação desadaptativas e disfuncionais. Uma das conclusões é que o controle do nível de estresse no ambiente laboral pode ajudar o trabalhador a preservar o bem-estar no trabalho fazendo melhor uso de seus processos regulatórios.


The objective of this study was to test the moderation of up and down emotion regulation strategies in the relationships between perceived stress and well-being at work. Participants included 480 industry workers who completed the work stress scale, the emotion regulation measure adapted to the work context, and the well-being at work scale. The results showed correlations between stress, emotional regulation, and well-being. Stress was a negative predictor, and adaptive (up regulation) and functional (down regulation) strategies were positive predictors of well-being at work. The results also suggest that the perception of high stress is associated with greater use of maladaptive and dysfunctional regulation strategies. One of the conclusions is that controlling the level of stress in the work environment can help the worker preserve well-being, making better use of regulation processes.


El objetivo de este estudio fue probar la moderación de estrategias de regulación emocional ascendente y descendente en las relaciones entre estrés percibido y bienestar en el trabajo. Participaron 480 trabajadores de la industria, quienes respondieron a la escala de estrés en el trabajo, a la medida de regulación emocional adaptada al contexto de trabajo y a la escala de bienestar en el trabajo. Los resultados apuntaron correlaciones entre estrés, regulación emocional y bienestar. El estrés fue predictor negativo de bienestar en el trabajo (BET), y las estrategias adaptativas (regulación ascendente) y funcionales (regulación descendente) fueron pronosticadoras positivas de BET. Los resultados sugieren, además, que la percepción de estrés elevada está asociada con un mayor uso de estrategias de regulación no adaptativas y disfuncionales. Una de las conclusiones es que el control del nivel de estrés en el ambiente laboral puede ayudar al trabajador a preservar el bienestar en el trabajo haciendo mejor uso de sus procesos regulatorios.

2.
Educ. revEduc. rev ; 34: e178191, 2018. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-891292

RESUMO

Resumo: O estudo analisou as relações entre a percepção de aprendizagem de competências e de desempenho de docentes de nível superior. Além disso, testou o papel moderador do suporte organizacional na relação entre a aprendizagem individual e desempenho docente. Participaram do estudo 275 docentes de uma universidade pública federal, que responderam ao inventário de percepção de aprendizagem de competências, suporte à transferência e desempenho docente (ASOD). Foram realizadas análises confirmatórias e testados os modelos de predição e moderação. Uma das conclusões do estudo foi que a aprendizagem docente nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão predizem a percepção de desempenho em cada uma das atividades respectivamente. Não foram encontradas evidências de que o suporte modera as relações entre as aprendizagens e a percepção de desempenho docente.


ABSTRACT: This article analyzes university teachers' perception about competences' learning processes and their perceived performance, as well as the moderating role exercised by organizational support in the relationship between individual learning and perceived teaching performance. To explore the relationship among competency learning, support and job performance, a survey was carried out with 275 teachers from a federal university in the northeast of Brazil, that replied to the perception inventory of competency learning, transference support and teacher performance (ASOD). By analyzing the replies, it was confirmed that teacher learning in teaching, research, extension and management activities is the best predictor of performance perception. No evidence was found that the support moderates the relationship between teacher learning and perceived performance in the four activities.

3.
Psicol. reflex. crit ; 28(4): 659-667, out.-dez. 2015. tab, graf
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: lil-763122

RESUMO

ResumoEste artigo apresenta o Emotion Regulation Profile(ERP) como um instrumento para medir diferenças individuais na regulação de emoções. O ERP é constituído por 15 cenários que apresentam situações características de eventos da vida cotidiana desprazerosos (nove cenários) ou prazerosos (seis cenários). Cada cenário avalia a quantidade de respostas adaptativas/funcionais e desadaptativas/disfuncionais dos participantes. O instrumento foi aplicado a uma amostra de 686 pessoas entre 18 e 51 anos de idade. A amostra foi sudividida em dois grupos de 343 participantes para procedimentos de análises fatoriais exploratórias e confirmatórias. Os resultados da análise de componentes principais (primeira amostra) corroborou a estrutura bifatorial identificada no estudo original da medida, isto é, um fator de regulação das emoções negativas (down regulation) e um fator de regulação das emoções positivas (up regulation). Além disso, um conjunto de análises fatoriais confirmatórias (segunda amostra) mostrou que a estrutura bifatorial proposta teve um bom ajustamento aos dados. Por fim, foi possível propor uma versão reduzida do ERP com seis cenários (três que descrevem situações desprazerosas e três prazerosas) para avaliar adequadamente as diferentes estratégias usadas pelas pessoas na regulação de suas emoções.


AbstractThis article presents the Emotion Regulation Profile (ERP) as an instrument for measuring individual differences in the regulation of emotions. The ERP consists of 15 vignettes that portray everyday life situations describing pleasant (nine vignettes) and unpleasant (six vignettes) events. Each vignette assesses the number of adaptive/functional and maladaptive/dysfunctional responses chosen by the participants. The instrument was administered to a sample of 686 people between the ages of 18 and 51. The sample was divided into two groups of 343 participants each so that exploratory and confirmatory factor analysis could be conducted. Results from the principal component analysis (first sample) corroborated the bifactorial structure identified in the original study of the measure, that is, a regulation of negative emotion factor (down regulation) and a regulation of positive emotion factor (up regulation). Furthermore, a set of confirmatory factor analysis (second sample) revealed that the proposed bifactorial structure showed good fit indices. Finally, it was possible to propose a reduced version of the ERP with six vignettes (three describing pleasant events and three describing unpleasant events) to adequately assess the different strategies people use when regulating their emotions.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Inquéritos e Questionários , Reprodutibilidade dos Testes , Emoções , Individualidade , Psicometria , Brasil , Análise Fatorial
4.
Psicol. teor. pesqui ; 30(4): 385-391, out.-dez. 2014. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-732720

RESUMO

O estudo analisou as diferenças no desempenho de indivíduos e grupos em uma tarefa de memorização e reprodução de texto em ambiente virtual. Participaram 50 estudantes de nível superior, distribuídos em duas condições experimentais: grupal (n=26) e individual (n=24). Utilizaram-se os seguintes instrumentos: crenças e percepção de conflitos sobre o trabalho em equipe, auto e heteroatribuição de estados afetivos e estratégias de solução de problemas. O desempenho grupal na tarefa foi superior ao individual. Participantes na condição individual relataram maior uso de estratégias de solução de problemas que aqueles da condição grupal. Não foram evidenciadas diferenças entre as condições individual e grupal no tocante às crenças e à percepção de conflitos sobre o trabalho em equipe, bem como à atribuição de estados afetivos...


This study examined differences in the performance of individuals and groups on a task of text memorization and reproduction in a virtual environment. Fifty college students were - assigned to one of two experimental conditions: group (n= 26) and individual (n= 24). The instruments applied were: teamwork beliefs and conflict perception, self and hetero-attribution of affective states and problem-solving strategies. Group performance was better than individual performance. Participants in the individual condition reported greater use of problem-solving strategies than those in the group condition There were no differences between individuals and groups concerning teamwork beliefs and conflict perception as well as attribution of affective states...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto Jovem , Resolução de Problemas , Análise e Desempenho de Tarefas , Aprendizagem Baseada em Problemas , Interface Usuário-Computador
5.
Psicol. teor. pesqui ; 30(4): 385-391, out.-dez. 2014. ilus, tab
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-62309

RESUMO

O estudo analisou as diferenças no desempenho de indivíduos e grupos em uma tarefa de memorização e reprodução de texto em ambiente virtual. Participaram 50 estudantes de nível superior, distribuídos em duas condições experimentais: grupal (n=26) e individual (n=24). Utilizaram-se os seguintes instrumentos: crenças e percepção de conflitos sobre o trabalho em equipe, auto e heteroatribuição de estados afetivos e estratégias de solução de problemas. O desempenho grupal na tarefa foi superior ao individual. Participantes na condição individual relataram maior uso de estratégias de solução de problemas que aqueles da condição grupal. Não foram evidenciadas diferenças entre as condições individual e grupal no tocante às crenças e à percepção de conflitos sobre o trabalho em equipe, bem como à atribuição de estados afetivos.(AU)


This study examined differences in the performance of individuals and groups on a task of text memorization and reproduction in a virtual environment. Fifty college students were - assigned to one of two experimental conditions: group (n= 26) and individual (n= 24). The instruments applied were: teamwork beliefs and conflict perception, self and hetero-attribution of affective states and problem-solving strategies. Group performance was better than individual performance. Participants in the individual condition reported greater use of problem-solving strategies than those in the group condition There were no differences between individuals and groups concerning teamwork beliefs and conflict perception as well as attribution of affective states.(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto Jovem , Resolução de Problemas , Análise e Desempenho de Tarefas , Aprendizagem Baseada em Problemas , Interface Usuário-Computador
6.
Interaçao psicol ; 18(2): 179-187, maio.-ago. 2014.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-790906

RESUMO

O estudo comparou trabalhadores brasileiros e angolanos em relação à inteligência emocional e ao contágio de emoções, considerando função gerencial, sexo e nível educacional. Participaram 431 trabalhadores, sendo 300 do Brasil e 131 de Angola, 71,5% com ensino superior, 37,8% exercendo função gerencial e idade média de 30 anos. Utilizou-se um survey eletrônico. Os resultados indicaram diferenças entreos países quanto à inteligência, mas não ao contágio. No Brasil, mulheres e gestores obtiveram médias mais elevadas de inteligência emocional, e em Angola, mulheres com ensino superior apresentaram maiores médias de inteligência emocional. Em relação ao contágio de emoções positivas, mulheres gestoras com ensino superior se contagiam menos que homens na mesma posição. Encontraram-se correlações positivas entre inteligência emocional e contágio


This study compared Brazilian and Angolan workers in emotional intelligence and contagion, considering their managerial position, sex, and educational level. Participants were 431 workers, 300 from Brazil and 131 from Angola, 71.5% with a higher education, 37.8% in a management position, and a mean age of 30 years. They answered an electronic questionnaire. Results indicate there are differences in emotional intelligence, but no differences were found for contagion. In Brazil women and managers had higher average of emotional intelligence mean while in Angola women with a higher education had higher average of emotional intelligence. For the contagion of positive emotions, women managers with a higher education were less contagioned than men managers. The results showed positive correlations between emotional intelligence and contagion


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Emigrantes e Imigrantes/psicologia , Emoções , Inteligência , Trabalhadores/psicologia
7.
Interação psicol ; 18(2): 179-187, maio/ago. 2014.
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-65964

RESUMO

O estudo comparou trabalhadores brasileiros e angolanos em relação à inteligência emocional e ao contágio de emoções, considerando função gerencial, sexo e nível educacional. Participaram 431 trabalhadores, sendo 300 do Brasil e 131 de Angola, 71,5% com ensino superior, 37,8% exercendo função gerencial e idade média de 30 anos. Utilizou-se um surveyeletrônico. Os resultados indicaram diferenças entreos países quanto à inteligência, mas não ao contágio. No Brasil, mulheres e gestores obtiveram médias mais elevadas de inteligência emocional, e em Angola, mulheres com ensino superior apresentaram maiores médias de inteligência emocional. Em relação ao contágio de emoções positivas, mulheres gestoras com ensino superior se contagiam menos que homens na mesma posição. Encontraram-se correlações positivas entre inteligência emocional e contágio(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Inteligência , Trabalhadores/psicologia , Emigrantes e Imigrantes/psicologia , Emoções
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