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1.
Brasília; Fiocruz Brasília; 07 jul. 2022. 95 p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1396886

RESUMO

Pergunta: Quais são os riscos do consumo de edulcorantes para a saúde humana? Métodos: Após realização de protocolo de pesquisa, quatro bases da literatura eletrônica foram buscadas em maio de 2022, para identificar estudos que abordassem possíveis riscos do consumo de edulcorantes para a saúde humana. Utilizando atalhos de revisão rápida, foram realizadas seleção de revisões sistemáticas (RS), extração de dados e avaliação da qualidade metodológica com a ferramenta AMSTAR 2. Resultados: De 707 registros identificados nas bases de dados, 29 RS foram incluídas após processo de triagem e elegibilidade. As RS foram consideradas de confiança criticamente baixa (93,1%) e baixa (6,9%). Os desfechos analisados nos estudos se referem a eventos cardiovasculares (11 RS), peso corporal e outras medidas antropométricas (7 RS), neoplasias (7 RS), diabetes mellitus tipo 2 (5 RS), período gestacional (3 RS), doença renal (3 RS), mortalidade (2 RS), depressão ou alterações cognitivas (1 RS), doença hepática (1 RS), eventos gastrointestinais (1 RS), infertilidade masculina (1 RS). Uma RS também apresentou informações sobre eventos adversos. A maioria dos resultados indica que o consumo de edulcorantes e bebidas adoçadas artificialmente aumentou o risco de hipertensão arterial, diabetes, eventos cardiovasculares, como acidente vascular cerebral; mostrou-se associado a ganho de peso, aumento de outras medidas antropométricas e obesidade. O consumo de bebidas adoçadas artificialmente durante a gestação apresentou associação com parto prematuro, ganho de peso da gestante e do recém-nascido, além de possível risco para desenvolvimento de asma em crianças. A maioria dos resultados relacionados aos adoçantes artificiais e bebidas adoçadas artificialmente e bebidas dietéticas contendo adoçantes artificiais mostraram não haver uma associação com risco de cânceres. Observou-se associação com alguns tipos de câncer, porém se referem a poucos estudos de coorte ou caso-controle. Poucos estudos também apontam possível risco do consumo de bebidas adoçadas artificialmente para doença renal crônica e mortalidade por todas as causas, depressão e alterações hormonais e da microbiota intestinal com adoçantes artificiais. Não se constatou associação com infertilidade masculina e o consumo de ciclamato. Considerações finais: Em síntese, os resultados mais consistentes quanto ao risco do consumo de edulcorantes referem-se a eventos cardiovasculares, diabetes e parto prematuro, condições para as quais os estudos apontam inclusive uma relação dose-resposta. Além das lacunas do conhecimento, é importante considerar as falhas metodológicas da maioria das RS.


Question: What are the risks of consuming sweeteners to human health? Methods: After carrying out a research protocol, four databases from the electronic literature were searched in May 2022, to identify studies that addressed possible risks of the consumption of sweeteners to human health. Using rapid review shortcuts, selection of systematic reviews (SR), data extraction and methodological quality assessment were performed with the AMSTAR 2 tool. Results: Of 707 records identified in the databases, 29 RS were included after the screening and eligibility process. The SRs were considered critically low (93.1%) and low (6.9%) confidence. The outcomes analyzed in the studies refer to cardiovascular events (11 RS), body weight and other anthropometric measures (7 RS), neoplasms (7 RS), type 2 diabetes mellitus (5 RS), gestational period (3 RS), kidney disease (3 RS), mortality (2 RS), depression or cognitive impairment (1 RS), liver disease (1 RS), gastrointestinal events (1 RS), male infertility (1 RS). An SR also presented information on adverse events. Most of the results indicate that consumption of sweeteners and artificially sweetened beverages increased the risk of high blood pressure, diabetes, cardiovascular events such as stroke; was associated with weight gain, increase in other anthropometric measurements and obesity. The consumption of artificially sweetened beverages during pregnancy was associated with preterm birth, weight gain of the pregnant woman and the newborn, in addition to a possible risk for the development of asthma in children. Most of the results related to artificial sweeteners and artificially sweetened beverages and diet drinks containing artificial sweeteners showed no association with cancer risk. There was an association with some types of cancer, but they refer to few cohort or case-control studies. Few studies also point to a possible risk of consumption of artificially sweetened beverages for chronic kidney disease and all-cause mortality, depression and hormonal and intestinal microbiota changes with artificial sweeteners. There was no association with male infertility and consumption of cyclamate. Final considerations: In summary, the most consistent results regarding the risk of sweetener consumption refer to cardiovascular events, diabetes and premature birth, conditions for which studies even point to a dose-response relationship. In addition to knowledge gaps, it is important to consider the methodological flaws of most SRs.


Assuntos
Edulcorantes , Fatores de Risco , Revisão , Promoção da Saúde
2.
Brasília; Fiocruz Brasília; 01 set. 2022. 56 p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1392100

RESUMO

Contexto: A atividade física é um comportamento que traz benefícios para o desenvolvimento humano em todas as fases da vida e pode ser praticada de diversas maneiras e em diferentes momentos, como ao se deslocar de um lugar para outro, durante o trabalho ou estudo, ao realizar tarefas domésticas ou durante o tempo livre. Atualmente, uma das formas de abordagem da atividade física utilizada pelos serviços de saúde inclui as tecnologias que viabilizam o cuidado à distância, fornecendo intervenção e educação em saúde. Pergunta: A abordagem da atividade física por meio de tecnologias em saúde é efetiva para os usuários dos serviços de saúde? Método: Realizou-se uma revisão rápida com base em protocolo de pesquisa previamente definido. Três bases da literatura eletrônica foram buscadas em junho de 2022, para identificar revisões sistemáticas (RS) que apresentassem abordagens de atividade física por meio de tecnologias em saúde. A qualidade metodológica das RS foi avaliada com a ferramenta AMSTAR 2. Resultados: De 563 registros recuperados nas bases, 13 RS foram incluídas. Três RS foram classificadas como de confiança baixa e dez de confiança criticamente baixa. As intervenções para promoção da atividade física, apresentadas nessas revisões, utilizaram seis tipos de tecnologias: aplicativos; ligação telefônica, mensagem de texto e/ou e-mail; internet (site, plataforma, e-mails, redes sociais); tecnologias vestíveis; telessaúde ou teleconsulta; tecnologias combinadas. Duas RS também apresentaram resultados de eventos adversos. A maioria dos resultados apresentados se refere a estudos primários únicos (ensaio clínico randomizado, ensaio quase experimental, estudo piloto), mostrando efeito positivo sobre a prática de atividade física para pacientes com diversas condições de saúde - cânceres, esclerose múltipla, insuficiência cardíaca, artrite reumatoide, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes tipo 2. Considerações finais: Constata-se uma escassez de estudos sobre efeitos do uso de tecnologias na promoção da atividade física. Além da heterogeneidade das intervenções e das populações estudadas, é preciso considerar as falhas metodológicas das RS incluídas, bem como o fato de a maioria dos estudos ter sido conduzida em países de alta renda.


Context: Physical activity is a behavior that brings benefits to human development at all stages of life and can be practiced in different ways and at different times, such as when moving from one place to another, during work or study, when do household chores or during free time. Currently, one of the ways of approaching physical activity used by health services includes technologies that enable remote care, providing intervention and health education. Question: Is the approach to physical activity through health technologies effective for users of health services? Method: A rapid review was performed based on a previously defined research protocol. Three electronic literature bases were searched in June 2022 to identify systematic reviews (SR) that presented physical activity approaches through health technologies. The methodological quality of the SRs was evaluated using the AMSTAR 2 tool. Results: Of 563 records retrieved from the databases, 13 RS were included. Three RS were classified as low confidence and ten as critically low confidence. Interventions to promote physical activity, presented in these reviews, used six types of technologies: applications; phone call, text message and/or email; internet (website, platform, emails, social networks); wearable technologies; telehealth or teleconsultation; combined technologies. Two SRs also had adverse event results. Most of the results presented refer to single primary studies (randomized clinical trial, quasi-experimental trial, pilot study) showing a positive effect on physical activity for patients with various health conditions - cancers, multiple sclerosis, heart failure, arthritis rheumatoid, chronic obstructive pulmonary disease, type 2 diabetes. Final considerations: There is a scarcity of studies on the effects of the use of technologies in the promotion of physical activity. In addition to the heterogeneity of the interventions and populations studied, it is necessary to consider the methodological flaws of the SRs included, as well as the fact that most studies were conducted in high-income countries.


Assuntos
Exercício Físico , Revisão , Tecnologia da Informação , Promoção da Saúde
3.
Cien Saude Colet ; 27(10): 3835-3848, 2022 Oct.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-36134790

RESUMO

The National Policy of Comprehensive Health of Lesbians, Gays, Bisexuals, Transvestites and Transsexuals (LGBT) was an important step in the search for equity. The lack of specific research can be an obstacle for the design of strategies that address LGBT health needs. The objective of this study is to map and characterize the Brazilian scientific production on the LGBT population health. We used the rapid scoping review methodology to perform a thematic and bibliometric analysis. We included Brazilian researchers' studies published in scientific journals. Searches were carried out in four databases, with inclusion of 381 articles in the analysis. The results indicate that Brazilian production about the health of LGBT has increased over time, particularly from 2016, but there are some gaps in specific needs and vulnerabilities within the subgroups of people covered by the acronyms LGBTQIA+. Despite the advances launched from the National Policy of Health Integral LGBT, there are still many gaps in Brazilian scientific production, which could be included in the agenda of priorities for promoting research.


A Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) foi um importante passo na busca de equidade. A falta de pesquisas específicas pode ser um entrave na elaboração de estratégias que abarquem as necessidades de saúde dessa população. O objetivo deste estudo foi mapear e caracterizar a produção científica brasileira sobre a saúde da população LGBT. Utilizamos a metodologia de revisão de escopo rápida para realizar uma análise temática e bibliométrica. Incluímos estudos de pesquisadores(as) brasileiros(as) publicados em periódicos científicos. As buscas foram realizadas em quatro bases de dados, sendo incluídos 381 artigos. Os resultados indicam que a produção científica brasileira sobre a saúde de LGBT aumentou ao longo do tempo, particularmente a partir de 2016, porém observam-se lacunas em necessidades e vulnerabilidades específicas dentro dos subgrupos abarcados pela sigla LGBTQIA+. Apesar dos avanços promovidos a partir da Política Nacional de Saúde Integral LGBT, há ainda muitas lacunas na produção científica brasileira, que poderiam ser incluídas na agenda de prioridades para fomento à pesquisa.


Assuntos
Homossexualidade Feminina , Minorias Sexuais e de Gênero , Bibliometria , Brasil , Feminino , Humanos , Masculino
4.
Cien Saude Colet ; 27(10): 3849-3860, 2022 Oct.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-36134791

RESUMO

The article presents a perspective on the Brazilian scientific production on the health of the black population (SPN) published in scientific journals. We performed a rapid scoping review combined with thematic and bibliometric analysis. Our search included four indexed databases. We retrieved 519 studies in line with the thematic axes and strategic underlying themes of the Agenda of Research Priorities of the Ministry of Health and the guidelines of the National Policy for the Comprehensive Health of the Black Population. The data mainly returned quantitative studies published from 1969 to 2022. Sixty-five of the selected studies were explicitly about the black population and 54 about the quilombola population. The analysis of the most recurrent terms in the titles of the selected studies evidenced that epidemiological aspects and health and disease conditions prevailed. We observed limitations in the currently available indexing descriptors, which do not cover the most conceptually appropriate terminology. This paper consolidates knowledge about the SPN-related scientific production. It supports the discussion on a propositional priority research agenda to improve health policies for this population, overcome racism, and denounce rights violations.


O artigo apresenta uma prospecção da produção científica brasileira sobre a saúde da população negra (SPN) publicada em periódicos científicos. Trata-se de uma revisão de escopo rápida, combinada com análise temática e bibliométrica. As buscas foram realizadas em quatro bases indexadas. Foram selecionados 519 trabalhos em consonância com os eixos temáticos e subtemas estratégicos da Agenda de Prioridades de Pesquisa do Ministério da Saúde e das diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Os dados mostraram estudos publicados entre 1969 e 2022, a maioria deles com abordagem quantitativa. Entre os selecionados, 65 foram especificamente sobre a população negra e 54 sobre a população quilombola. A análise dos termos mais recorrentes nos títulos dos trabalhos selecionados mostrou que prevaleceram aspectos epidemiológicos e condições de saúde e doença. Observou-se limitações nos descritores de indexação hoje disponíveis, que não abrangem a terminologia mais adequada conceitualmente. O artigo contribui para consolidar o conhecimento sobre a produção científica relacionada com a SPN, subsidiando também a discussão em torno de uma agenda prioritária propositiva para pesquisas com vistas a aprimorar as políticas de saúde para essa população, superar o racismo e denunciar as violações de direitos.


Assuntos
Indexação e Redação de Resumos , Bibliometria , Brasil , Bases de Dados Factuais , Humanos
5.
Brasília; Fiocruz Brasília; 31 ago. 2022. 56 p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1392102

RESUMO

Contexto: De acordo com a Política Nacional de Promoção da Saúde, ações intersetoriais envolvendo o intercâmbio entre diferentes setores podem produzir soluções que melhorem a qualidade de vida. Em saúde, essa articulação pressupõe uma agenda que considera múltiplos aspectos envolvidos no processo saúde-doença e a participação de outros setores na avaliação de parâmetros sanitários importantes para a construção de políticas públicas. Pergunta: Quais são as principais estruturas ou quadros de referência (frameworks) sobre colaboração intersetorial em promoção da saúde? Método: Com base no protocolo de pesquisa, esta revisão rápida teve como objetivo identificar estruturas sobre colaboração intersetorial na promoção da saúde. A busca de evidências foi realizada em julho de 2022, por meio do Web App da plataforma Dimensions. A seleção dos estudos foi feita por dois revisores, de forma independente. Não foi realizada avaliação da qualidade metodológica dos estudos. Resultados: De 1.412 registros identificados na base de dados, doze foram incluídos nesta revisão rápida. Uma síntese narrativa apresenta as estruturas citadas nos estudos para a implementação ou análise de experiências de colaboração intersetorial na promoção da saúde. As estruturas foram agrupadas em três categorias. (1) Estrutura Saúde em Todas as Políticas (Health in all policies - HiAP): Quatro estudos sobre a estrutura HiAP abordaram os princípios que sustentam seus mecanismos, analisaram processos de implementação de colaboração intersetorial nos EUA, e os mecanismos sociais para a implementação sustentável. (2) Estruturas para promoção da saúde no contexto escolar: Quatro estudos analisaram a estrutura formatada para ação escolar, componentes e mecanismos para implementação de escolas promotoras de saúde, elementos e mecanismos na implementação de ações intersetoriais, e uma ferramenta para monitoramento de processos colaborativos. (3) Estruturas para implementação de processos de colaboração intersetorial: Quatro estudos discutiram as funções essenciais de saúde pública para as Américas, processos que facilitam a colaboração intersetorial, colaboração intersetorial para mudança social, e abordagens de planejamento para a prática de promoção da saúde. Considerações finais: Os estudos mostram que processos colaborativos intersetoriais para a promoção da saúde são complexos e exigem a utilização de diversas estratégias desde a fase de planejamento de um programa ou política. As estruturas ou quadros de referência, como ilustrado nesses estudos a partir de exemplos de implementação, podem auxiliar no planejamento e compreensão das ações necessárias para o aprimoramento da colaboração intersetorial.


Context: According to the National Health Promotion Policy, intersectoral actions involving exchanges between different sectors can produce solutions that improve quality of life. In health, this articulation presupposes an agenda that considers multiple aspects involved in the health-disease process and the participation of other sectors in the evaluation of important health parameters for the construction of public policies. Question: What are the main frameworks for intersectoral collaboration in health promotion? Method: Based on the research protocol, this rapid review aimed to identify frameworks on intersectoral collaboration in health promotion. The search for evidence was carried out in July 2022, through the Dimensions platform's Web App. The selection of studies was carried out by two reviewers, independently. Assessment of the methodological quality of the studies was not performed. Results: Of the 1,412 records identified in the database, twelve were included in this rapid review. A narrative synthesis presents the structures cited in the studies for the implementation or analysis of experiences of intersectoral collaboration in health promotion. Frameworks were grouped into three categories. (1) Health in All Policies (HiAP) Framework: Four studies on the HiAP framework addressed the principles that underpin its mechanisms, analyzed processes for implementing intersectoral collaboration in the US, and the social mechanisms for sustainable implementation . (2) Frameworks for health promotion in the school context: Four studies analyzed the formatted structure for school action, components and mechanisms for implementing health promoting schools, elements and mechanisms in the implementation of intersectoral actions, and a tool for monitoring collaborative processes . (3) Frameworks for Implementing Intersectoral Collaboration Processes: Four studies discussed essential public health functions for the Americas, processes that facilitate intersectoral collaboration, intersectoral collaboration for social change, and planning approaches to health promotion practice. Final considerations: Studies show that intersectoral collaborative processes for health promotion are complex and require the use of different strategies from the planning stage of a program or policy. Frameworks, as illustrated in these studies from implementation examples, can assist in planning and understanding the actions needed to improve intersectoral collaboration.


Assuntos
Revisão , Colaboração Intersetorial , Promoção da Saúde
6.
Syst Rev ; 11(1): 164, 2022 08 10.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35948934

RESUMO

BACKGROUND: The judicialization of health care can be understood as a societal response to pressing healthcare needs, which probably are not being adequately addressed by the current healthcare system. This phenomenon increases the strain on service resources, both in the health sector and in the judiciary system as well, demanding an institutional reorganization to manage judicial actions. It is believed that each institution has developed strategies for coping with the problem in isolation and with little public disclosure. The purpose of this review will be to identify institutional strategies implemented and to investigate their effects in approaching the judicialization of health care. METHODS: Electronic searches will be conducted up to December 2021 on 11 databases, supplemented with gray literature and references lists of secondary studies. The descriptor "judicialization of health" will be the basis for conducting the main research. Studies describing any strategy implemented by public institutions to approach the judicialization of health care will be included. Results related to the quality of services provided by the implemented strategy reported in the studies and those that report accessibility, usability, and potential adverse effects or harms caused by the implemented strategy will be investigated. In addition, it will be explored if there have been changes related to the value or characteristics of health litigation. Two reviewers will independently screen all citations, abstract data, and full-text papers. The risk of bias in each study will be appraised using a tool suggested by Cochrane Effective Practice and Care Organization Group (EPOC). Subsequently, the reviewers will also extract the data of interest and classify the findings of these studies according to their performance at the institutional level. The results obtained will be described as a narrative synthesis. DISCUSSION: This review may provide evidence on the effects of the strategies implemented to approach the judicialization of health care. It will potentially benefit health care and legal professionals, decision-makers, and researchers by identifying the types and characteristics of strategies that have the potential to improve service delivery in the future. SYSTEMATIC REVIEW REGISTRATION: PROSPERO CRD42020160608.


Assuntos
Atenção à Saúde , Setor Público , Instalações de Saúde , Humanos , Revisões Sistemáticas como Assunto
7.
Front Public Health ; 10: 894958, 2022.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35979464

RESUMO

Objectives: To identify evidence-based strategies to improve adherence to the preventive measures against the coronavirus disease (COVID-19) at the community level. Method: This is an evidence brief for policy, combining research evidence specific to contextual knowledge from stakeholders. A systematic search was performed in 18 electronic databases, gray literature, and a handle search, including only secondary and tertiary studies that focused on the adherence of the general population to COVID-19 preventive measures in the community. Two reviewers, independently, performed the study selection, data extraction, and assessment of the quality of the studies. Relevant evidence has been synthesized to draft evidence-based strategies to improve adherence. These strategies were circulated for external endorsement by stakeholders and final refinement. Endorsement rates >80%, 60-80% and <60% were considered high, moderate, and low respectively. Results: Eleven studies, with varying methodological qualities were included: high (n = 3), moderate (n = 3), low (n = 1), and critically low (n = 4). Three evidence based strategies were identified: i. Risk communication; ii. Health education to the general public, and iii. Financial support and access to essential supplies and services. The rates of endorsement were: 83% for risk communication, 83% for health education, and 92% for financial support and access to essential supplies and services. The evidence showed that an increase in knowledge, transparent communication, and public awareness about the risks of COVID-19 and the benefits of adopting preventive measures results in changes in people's attitudes and behavior, which can increase adherence. In addition, the guarantee of support and assistance provides conditions for people to adopt and sustain such measures. Conclusions: These strategies can guide future actions and the formulation of public policies to improve adherence to preventive measures in the community during the current COVID-19 pandemic and other epidemics.


Assuntos
COVID-19 , Pandemias , COVID-19/epidemiologia , COVID-19/prevenção & controle , Comunicação , Humanos , Políticas
8.
Ann Transl Med ; 10(13): 738, 2022 Jul.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35957709

RESUMO

Background: The literature reports long time lags between the several processes involved in the translation of drug research and development into clinical application. To expedite these processes, translational research has emerged as a process that can be applied to reduce the lag between scientific discoveries and their practical application. Thus, the objective of this study was to estimate the time lag in translational research of biological drugs for the treatment of rheumatoid arthritis included in the Brazilian Unified Health System [Sistema Único de Saúde (SUS)]. Methods: A descriptive retrospective study was conducted based on secondary data loaded by SUS users in public sources and systems to estimate the time lag between the publication of phase I clinical trial results to drug use in clinical settings. The dates of translational research activities were identified from markers and steps. Structured searches were conducted in the literature and reports from the National Commission for the Incorporation of Technologies in the SUS (Conitec) as well as from health authorities, and analyzed. Results: Between 2012 and 2019, SUS included five biological agents for the treatment of rheumatoid arthritis. The mean time lag from clinical development to use of these agents was 11.13 years (range, 8.57 to 12.90 years). The mean time lag for the stages of translational research were 5.30 (T1-basic research to clinical research), 5.08 (T2-clinical research to research synthesis), and 0.75 (T3-research synthesis to evidence-based practice) years. A shorter time lag was observed in the Brazilian case when it was possible to compare with other studies. Conclusions: The estimated time lag of biological drugs used in the treatment of rheumatoid arthritis was determined based on the translational research steps model adapted to the Brazilian context. Brazil has instituted legal frameworks that set deadlines for sanitary registration, health technology assessment (HTA), and the availability of drugs in the SUS, thus, allowing for a reduced stage T2 time lag. Nevertheless, improvements are still required in stages T1 and T2, especially in publishing the results of clinical trials.

9.
Brasília; Fiocruz Brasília;Instituto de Saúde de São Paulo; 25 jul. 2022. 57 p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE | ID: biblio-1390967

RESUMO

Contexto: A respiração é regulada por um complexo processo fisiológico que pode ser afetado em algumas patologias. No Brasil, a mortalidade por doenças respiratórias em relação ao total de mortes foi de 6%, no ano de 2016. Dados do período de 1995 a 2005 indicam que as doenças do aparelho respiratório estiveram entre as principais causas de internação do Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as regiões brasileiras. A atividade física (AF) pode beneficiar a saúde de indivíduos com diagnóstico de problemas respiratórios, já que a prática regular permite a manutenção dos volumes e das capacidades respiratórias, diminuindo a restrição do movimento pela rigidez da caixa torácica e da coluna vertebral, além de manter a capacidade funcional e promover o bem-estar geral. Pergunta de pesquisa: A prática de atividade física é efetiva para a melhoria da capacidade respiratória e do desempenho das atividades de vida diária de usuários de serviços de saúde com diagnóstico de patologias respiratórias? Método: As buscas foram realizadas em quatro bases de literatura científica para identificar revisões sistemáticas (RS) sobre os efeitos da prática de AF na saúde de pessoas com doenças respiratórias. A qualidade metodológica das RS foi avaliada com a ferramenta AMSTAR 2. Resultados: De 1.045 registros recuperados nas bases, 21 revisões sistemáticas foram selecionadas para esta revisão rápida. Com relação à qualidade metodológica, três RS foram classificadas como de confiança alta, uma de confiança moderada, cinco de confiança baixa e doze de confiança criticamente baixa. Os dados extraídos das RS são apresentados conforme a condição da doença respiratória avaliada. Efeito de AF em pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC): Onze RS analisaram AF em pessoas com DPOC ou obstrução crônica das vias aéreas. Oito indicaram que a maioria dos desfechos avaliados não apresentaram diferenças significativas ou foram incertos entre os grupos com AF combinando exercícios aeróbicos e anaeróbicos e o comparador. Três RS analisando apenas exercícios aeróbicos apontaram maioria de efeitos positivos dessa modalidade de AF em alguns desfechos de saúde dessas pessoas. Efeito de AF em pessoas com hipertensão pulmonar: Três RS utilizando exercícios combinados indicaram efeitos benéficos. Uma RS apresentou resultados incertos em relação à qualidade de vida. Efeito de AF em pessoas com fibrose pulmonar: Duas RS combinaram exercícios aeróbicos e anaeróbicos indicaram efeito positivo ou incerto para qualidade de vida. Houve efeitos positivos nos desfechos de distância de caminhada (DTC6), capacidade de exercício e dispneia, e efeitos incertos no pico de volume de oxigênio (pico de VO2) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo e nenhuma diferença na participação em AF. Efeito de AF em pessoas com bronquiectasia: Uma RS apontou efeitos positivos de exercícios combinados para DTC6, qualidade de vida, distância incremental da caminhada, exacerbação de bronquiectasia, dispneia e fadiga. Indicou que não houve diferença de efeito entre os grupos para tosse. Efeito de AF em pessoas com câncer de pulmão de células não pequenas: Três RS apontaram que os efeitos foram em sua maioria positivos para pico de VO2 e DTC6. Houve efeitos inconclusivos para a melhora na qualidade de vida. Efeito de AF em pessoas com sarcoidose pulmonar: Uma RS indicou efeitos positivos para fadiga, força muscular e DTC6 de programas de tratamentos de reabilitação para pessoas com sarcoidose pulmonar. Segurança de AF para pessoas com doenças respiratórias: Cinco RS apresentaram resultados de eventos adversos. De modo geral, elas indicaram que as intervenções de AF foram seguras para pessoas com patologias respiratórias. Considerações finais: A atividade física mostrou relação com a melhoria da capacidade respiratória e física de pessoas com doenças respiratórias. Deve-se considerar, no entanto, as limitações metodológicas da maioria das RS incluídas, a heterogeneidade de intervenções e comparadores, além da escassez de estudos para algumas das condições de saúde.


Context: Breathing is regulated by a complex physiological process that can be affected in some pathologies. In Brazil, mortality from respiratory diseases in relation to total deaths was 6% in 2016. Data from 1995 to 2005 indicate that respiratory diseases were among the main causes of hospitalization in the Unified Health System (SUS) in all Brazilian regions. Physical activity (PA) can benefit the health of individuals diagnosed with respiratory problems, since regular practice allows for the maintenance of respiratory volumes and capacities, reducing movement restriction due to the rigidity of the rib cage and spine, in addition to maintain functional capacity and promote general well-being. Research question: Is the practice of physical activity effective for improving respiratory capacity and the performance of activities of daily living of users of health services diagnosed with respiratory pathologies? Method: Searches were carried out in four scientific literature databases to identify systematic reviews (SR) on the effects of PA practice on the health of people with respiratory diseases. The methodological quality of the SRs was evaluated using the AMSTAR 2 tool. Results: Of 1045 records retrieved from the databases, 21 systematic reviews were selected for this rapid review. Regarding methodological quality, three RS were classified as high confidence, one as moderate confidence, five as low confidence and twelve as critically low confidence. The data extracted from the RS are presented according to the condition of the respiratory disease evaluated. Effect of PA in people with chronic obstructive pulmonary disease (COPD): Eleven RS analyzed PA in people with COPD or chronic airway obstruction. Eight indicated that most of the outcomes evaluated did not show significant differences or were uncertain between the groups with PA combining aerobic and anaerobic exercises and the comparator. Three SRs analyzing only aerobic exercises showed the majority of positive effects of this PA modality on some health outcomes of these people. Effect of PA in people with pulmonary hypertension: Three RS using combined exercises indicated beneficial effects. One SR presented uncertain results in relation to quality of life. Effect of PA in people with pulmonary fibrosis: Two RS combined aerobic and anaerobic exercise indicated a positive or uncertain effect for quality of life. There were positive effects on outcomes of walking distance (6MWD), exercise capacity and dyspnea, and uncertain effects on peak oxygen volume (peak VO2) and forced expiratory volume in one second and no difference in PA participation. Effect of PA in people with bronchiectasis: An RS showed positive effects of combined exercise for 6MWD, quality of life, incremental walking distance, exacerbation of bronchiectasis, dyspnea and fatigue. It indicated that there was no difference in effect between the cough groups. Effect of AF in people with non-small cell lung cancer: Three RS showed that the effects were mostly positive for peak VO2 and 6MWD. There were inconclusive effects for improvement in quality of life. Effect of AF in people with pulmonary sarcoidosis: An RS indicated positive effects for fatigue, muscle strength and 6MWD of rehabilitation treatment programs for people with pulmonary sarcoidosis. Safety of PA for people with respiratory diseases: Five RS showed adverse event results. Overall, they indicated that PA interventions were safe for people with respiratory conditions. Final considerations: Physical activity showed a relationship with the improvement of respiratory and physical capacity of people with respiratory diseases. However, one should consider the methodological limitations of most of the SRs included, the heterogeneity of interventions and comparators, in addition to the scarcity of studies for some of the health conditions.


Assuntos
Humanos , Qualidade de Vida , Doenças Respiratórias/prevenção & controle , Exercício Físico , Doenças Respiratórias/terapia
10.
PLoS Med ; 19(7): e1004033, 2022 07.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35797409

RESUMO

BACKGROUND: Pay-for-performance (P4P) programmes to incentivise health providers to improve quality of care have been widely implemented globally. Despite intuitive appeal, evidence on the effectiveness of P4P is mixed, potentially due to differences in how schemes are designed. We exploited municipality variation in the design features of Brazil's National Programme for Improving Primary Care Access and Quality (PMAQ) to examine whether performance bonuses given to family health team workers were associated with changes in the quality of care and whether the size of bonus mattered. METHODS AND FINDINGS: For this quasi-experimental study, we used a difference-in-differences approach combined with matching. We compared changes over time in the quality of care delivered by family health teams between (bonus) municipalities that chose to use some or all of the PMAQ money to provide performance-related bonuses to team workers with (nonbonus) municipalities that invested the funds using traditional input-based budgets. The primary outcome was the PMAQ score, a quality of care index on a scale of 0 to 100, based on several hundred indicators (ranging from 598 to 660) of health care delivery. We did one-to-one matching of bonus municipalities to nonbonus municipalities based on baseline demographic and economic characteristics. On the matched sample, we used ordinary least squares regression to estimate the association of any bonus and size of bonus with the prepost change over time (between November 2011 and October 2015) in the PMAQ score. We performed subgroup analyses with respect to the local area income of the family health team. The matched analytical sample comprised 2,346 municipalities (1,173 nonbonus municipalities; 1,173 bonus municipalities), containing 10,275 family health teams that participated in PMAQ from the outset. Bonus municipalities were associated with a 4.6 (95% CI: 2.7 to 6.4; p < 0.001) percentage point increase in the PMAQ score compared with nonbonus municipalities. The association with quality of care increased with the size of bonus: the largest bonus group saw an improvement of 8.2 percentage points (95% CI: 6.2 to 10.2; p < 0.001) compared with the control. The subgroup analysis showed that the observed improvement in performance was most pronounced in the poorest two-fifths of localities. The limitations of the study include the potential for bias from unmeasured time-varying confounding and the fact that the PMAQ score has not been validated as a measure of quality of care. CONCLUSIONS: Performance bonuses to family health team workers compared with traditional input-based budgets were associated with an improvement in the quality of care.


Assuntos
Saúde da Família , Reembolso de Incentivo , Brasil , Humanos , Atenção Primária à Saúde , Qualidade da Assistência à Saúde
12.
Cien Saude Colet ; 27(7): 2879-2894, 2022 Jul.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-35730854

RESUMO

The scope of this article is to translate and adapt the tool "Is research working for you? A self-assessment tool and discussion guide for health services management and policy organization," which self-assesses the institutional capacity of Health organizations to Acquire, Evaluate, Adapt and Apply scientific evidence in policy decision-making. It is a methodological, analytical study with a quantitative and qualitative approach. A sample of managers was used (n=99), representing 24 Brazilian health organizations, between October 2018 and November 2020. Proposed adaptations were made in a consensual way after adjustments of the disagreements of the expert committee - Kappa coefficient [0.41; 0.43 and 0.74]. Tool 4A, Brazilian version, had semantic, idiomatic, experimental, and conceptual equivalence with the original. The value of Cronbach's Alpha was 0.961; the value of the Intraclass Correlation Coefficient was 0.960. Tool 4A is valid and reliable in Brazil in terms of internal consistency and content. Its application is a catalyst for actions to structure institutional capacities to make the use of scientific evidence systematic in the decision-making processes of health organizations.


O objetivo deste artigo é traduzir e adaptar para a cultura brasileira a ferramenta "Is research working for you? A self-assessment tool and discussion guide for health services management and policy organization", que auto-avalia a capacidade institucional das organizações de Saúde em Adquirir, Avaliar, Adaptar e Aplicar evidências ciêntificas na tomada de decisão de políticas. Estudo metodológico, analítico, com abordagem quanti-qualitativa. Utilizou-se uma amostra de gestores (n=99), representando 24 organizações em saúde brasileiras, entre outubro de 2018 e novembro de 2020. Adaptações propostas foram realizadas de forma consensual após ajustes das discordâncias do comitê de especialistas - Coeficiente de Kappa [0,41; 0,43 e 0,74]. A Ferramenta 4A, versão brasileira, teve equivalência semântica, idiomática, experimental e conceitual com a original. O valor do Alpha de Cronbach foi de 0,961; o do Coeficiente de Correlação Intraclasse, de 0,960. A Ferramenta 4A é válida e confiável no Brasil quanto à consistência interna e conteúdo. Sua aplicação é catalisadora de ações para estruturar capacidades institucionais de tornar o uso de evidências cientificas sistemático na tomada de decisão das organizações em saúde.


Assuntos
Comparação Transcultural , Traduções , Brasil , Humanos , Psicometria , Reprodutibilidade dos Testes , Autoavaliação (Psicologia) , Inquéritos e Questionários
13.
Brasília; Fiocruz Brasília;Instituto de Saúde de São Paulo; 19 de maio de 2022. 62 p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, PIE, ODS | ID: biblio-1370193

RESUMO

Contexto: Na década de 1970, o Relatório Lalonde apresentou-se como uma nova perspectiva de saúde e um ponto de partida para o conceito de Cidades Saudáveis. Ele expôs um conceito ampliado de saúde ao afirmar que as melhorias das condições de saúde da população podem ser resultado de mudanças no ambiente físico-social e no estilo de vida. Pergunta: Quais são os critérios adotados em diferentes partes do mundo para caracterizar cidades/municípios saudáveis? Método: As buscas foram realizadas em PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde e Social Systems Evidence, em 8 e 10 de março de 2022, com o propósito de identificar estudos primários e secundários que abordassem critérios para caracterização de Cidades Saudáveis. Utilizando atalhos de revisão rápida para simplificar o processo, apenas o processo de seleção por títulos e resumos foi realizado em duplicidade e de forma independente. Foram incluídos estudos publicados em inglês, espanhol e português, e não houve limitação para inclusão quanto ao delineamento ou data de publicação. Os estudos incluídos foram avaliados quanto à qualidade metodológica com instrumentos específicos para cada delineamento. Resultados: As publicações recuperadas nas fontes de dados foram 2.723, das quais 24 foram incluídas após o processo de seleção. Os domínios das Cidades Saudáveis propostos pela OMS foram utilizados para agregar os estudos incluídos, conforme apresentado a seguir. Domínio 1: Melhorar a governança da cidade para a saúde e bem-estar. Seis artigos foram indicados neste domínio, que trata sobre parcerias locais para promover a saúde; responsabilização e prestação de contas; utilização de um perfil de saúde na cidade em conjunto com um plano de desenvolvimento de saúde; promoção da saúde nas políticas públicas; e diplomacia na cidade. Domínio 2: Reduzir/minimizar as desigualdades em saúde. Cinco artigos foram incluídos neste domínio, que aborda o significado e as formas de medir os problemas de desigualdade social e impacto sobre a sociedade; e desenvolver um plano de ação para resolver os conflitos. Domínio 3: Promover a abordagem de saúde em todas as políticas. Sete artigos são apresentados neste domínio, que se refere a mecanismos de formulação de políticas locais com coerência para benefício da saúde e para aumentar a capacidade de avaliação dos impactos na saúde. Domínio 4: Promover o desenvolvimento e o empoderamento da comunidade e criar ambientes sociais que apoiem a saúde. Cinco artigos foram associados a este domínio, que abarca temas de promoção do letramento e resiliência da comunidade; promoção da inclusão social e projetos comunitários; garantia de acesso à assistência social; incentivo à prática de atividade física em todas as idades; criação de ambientes físicos e sociais livres de fumo; incentivo à alimentação saudável e limitação do acesso a alimentos ricos em açúcares; e abordagem de problemas de saúde mental e bem-estar social. Domínio 5: Criar ambientes físicos e construídos que apoiem a saúde e as escolhas saudáveis. Onze estudos foram arrolados neste domínio, que aborda temas como criar bairros seguros e limpos; promover e investir em deslocamento saudável (a pé ou de bicicleta); enfrentar os problemas de saneamento básico, poluição sonora e do ar, mudanças climáticas, diminuição da emissão de carbono, higiene e habitação; incentivar a receptividade de crianças e idosos; garantir acesso a áreas verdes para convívio social e investir em planejamento urbano saudável. Domínio 6: Melhorar a qualidade e o acesso aos serviços locais de saúde e sociais. Um estudo foi associado a este domínio, que é caracterizado por assegurar a cobertura universal na saúde e remover barreiras; melhorar a qualidade de serviços para a comunidade e a articulação entre os serviços de atenção primária à saúde e outros serviços públicos de saúde. Domínio 7: Considerar todas as pessoas no planejamento da cidade e priorizar os mais vulneráveis. Quatro artigos foram relacionados neste domínio, que se refere à prática saudável para crianças no início da vida, garantir acesso à educação para todos, garantir o envelhecimento saudável e identificar nas cidades as necessidades das pessoas mais vulneráveis. Domínio 8: Fortalecer os serviços locais de saúde pública e a capacidade de lidar com emergências relacionadas à saúde. Um artigo foi citado neste domínio, que trata de temáticas de investimento em programas de promoção da saúde e prevenção de doenças com base na população e comunidade; cuidar do problema de obesidade em jovens e adultos; e lidar com emergências relacionadas às mudanças climáticas e fenômenos como epidemias e desastres naturais. Domínio 9: Manter um plano de preparação, prontidão e resposta urbana em emergências de saúde pública. Nenhum estudo foi associado a este domínio, que é caracterizado pelo desenvolvimento de práticas de vigilância inclusivas; promoção de informações e práticas com base em evidências; entendimento e ação sobre as vulnerabilidades; trabalho em fortalecimento e respostas comunitárias; e planejamento de medidas de emergências. Outras propostas: Dois estudos abordam proposições que não foram associadas diretamente aos domínios recomendados pela OMS, mas que podem contribuir para aprimorar os critérios de Cidades Saudáveis. Um deles discute o conceito de cidades inteligentes, que utilizam tecnologias de informação e comunicação para melhorar a produtividade e organizar uma governança mais aberta. O outro estudo tem como foco o ecofeminismo, trabalho reprodutivo e de cuidado, planejamento urbano feminista e o incentivo para integração da saúde humana e ambiental. Considerações finais: Os estudos incluídos apresentam informações relevantes sobre a caracterização de Cidades Saudáveis, principalmente os diferentes conceitos abordados acerca do que considerar na avaliação e implementação de cidades e comunidades saudáveis. Os resultados mostram que ainda são escassos os relatos sobre experiências de implementação da proposta de Cidades Saudáveis. As ações de promoção da saúde, como a criação de ambientes físicos e construídos que apoiem a saúde e as escolhas saudáveis, o planejamento urbano voltado à abordagem de uma grande diversidade de problemas e soluções, a promoção da abordagem de saúde em políticas de outros setores e a melhora da governança na cidade para saúde e bem-estar, fazem parte do rol de critérios de Cidades Saudáveis, e têm sido postas em prática em muitos municípios, inclusive no Brasil. No entanto, as estratégias de busca desta revisão rápida não conseguiram recuperar tais experiências nacionais. O fato de não terem sido recuperadas nas buscas pode ser um indicativo de que o termo "cidade saudável" não tem sido considerado por muitos pesquisadores em suas publicações.


Context: In the 1970s, the Lalonde Report presented itself as a new perspective on health and a starting point for the concept of Healthy Cities. He exposed an expanded concept of health by stating that improvements in the population's health conditions can be the result of changes in the physical-social environment and in lifestyle. Question: What are the criteria adopted in different parts of the world to characterize healthy cities/municipalities? Method: The searches were carried out in PubMed, Virtual Health Library and Social Systems Evidence, on March 8 and 10, 2022, with the purpose of identifying primary and secondary studies that addressed criteria for the characterization of Healthy Cities. Using rapid review shortcuts to simplify the process, only the title and abstract selection process was performed in duplicate and independently. Studies published in English, Spanish and Portuguese were included, and there was no limitation for inclusion in terms of design or publication date. The included studies were evaluated for methodological quality with specific instruments for each design. Results: The publications retrieved from the data sources were 2,723, of which 24 were included after the selection process. The Healthy Cities domains proposed by WHO were used to aggregate the included studies, as shown below. Domain 1: Improve city governance for health and well-being. Six articles were indicated in this domain, which deals with local partnerships to promote health; accountability and accountability; use of a health profile in the city in conjunction with a health development plan; health promotion in public policies; and diplomacy in the city. Domain 2: Reduce/minimize health inequalities. Five articles were included in this domain, which addresses the meaning and ways of measuring problems of social inequality and impact on society; and develop an action plan to resolve conflicts. Domain 3: Promoting the health approach in all policies. Seven articles are presented in this domain, which refers to mechanisms for formulating local policies with coherence for the benefit of health and to increase the capacity to assess health impacts. Domain 4: Promote community development and empowerment and create social environments that support health. Five articles were associated with this domain, which covers topics of literacy promotion and community resilience; promoting social inclusion and community projects; guarantee of access to social assistance; encouraging the practice of physical activity at all ages; creating smoke-free physical and social environments; encouraging healthy eating and limiting access to foods rich in sugars; and addressing mental health and social well-being issues. Domain 5: Create physical and built environments that support health and healthy choices. Eleven studies were enrolled in this domain, which addresses topics such as creating safe and clean neighborhoods; promote and invest in healthy commuting (on foot or by bicycle); face the problems of basic sanitation, noise and air pollution, climate change, reduction of carbon emissions, hygiene and housing; encourage the receptivity of children and the elderly; ensure access to green areas for social interaction and invest in healthy urban planning. Domain 6: Improve the quality of and access to local health and social services. One study was associated with this domain, which is characterized by ensuring universal health coverage and removing barriers; improve the quality of services for the community and the articulation between primary health care services and other public health services. Domain 7: Consider all people in city planning and prioritize the most vulnerable. Four articles were listed in this domain, which refers to healthy practice for children early in life, ensuring access to education for all, ensuring healthy aging and identifying the needs of the most vulnerable people in cities. Domain 8: Strengthen local public health services and capacity to deal with health-related emergencies. An article was cited in this domain, which deals with investment themes in population and community-based health promotion and disease prevention programs; to take care of the problem of obesity in young people and adults; and dealing with emergencies related to climate change and phenomena such as epidemics and natural disasters. Domain 9: Maintain an urban preparedness, preparedness, and response plan for public health emergencies. No studies were associated with this domain, which is characterized by the development of inclusive surveillance practices; promotion of evidence-based information and practices; understanding and acting on vulnerabilities; work in community strengthening and responses; and planning of emergency measures. Other proposals: Two studies address propositions that were not directly associated with the domains recommended by the WHO, but that may contribute to improving the Healthy Cities criteria. One of them discusses the concept of smart cities, which use information and communication technologies to improve productivity and organize more open governance. The other study focuses on ecofeminism, reproductive and care work, feminist urban planning, and encouraging the integration of human and environmental health. Final considerations: The studies included present relevant information about the characterization of Healthy Cities, mainly the different concepts approached about what to consider in the evaluation and implementation of healthy cities and communities. The results show that there are still few reports on experiences of implementing the Healthy Cities proposal. Health promotion actions, such as creating physical and built environments that support health and healthy choices, urban planning aimed at addressing a wide range of problems and solutions, promoting a health approach in policies in other sectors and the improvement of governance in the city for health and well-being, are part of the list of Healthy Cities criteria, and have been put into practice in many municipalities, including Brazil. However, the search strategies of this rapid review failed to retrieve such national experiences. The fact that they were not retrieved in searches may be an indication that the term "healthy city" has not been considered by many researchers in their publications.


Assuntos
Humanos , Qualidade de Vida , Planejamento de Cidades , Cidade Saudável , Direção e Governança do Setor de Saúde , Promoção da Saúde , Saneamento em Desastres , Populações Vulneráveis , Pegada de Carbono
14.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 27(4): 1389-1401, abr. 2022. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1374943

RESUMO

Resumo O objetivo deste artigo é analisar a situação da Área Metropolitana de Brasília (AMB) antes do início da pandemia de COVID-19 com foco na disponibilidade e acessibilidade de recursos críticos para o tratamento da crise aguda respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2. Mapeamento geográfico da população e geolocalização dos estabelecimentos e recursos de saúde, construção de rede de relacionamentos entre a demanda potencial ao sistema de saúde público e a oferta de recursos existente em dez/2019. Análise baseada na teoria de redes complexas cruzando dados socioeconômicos disponíveis no CENSO, dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e o micro relacionamento dos setores censitários e suas populações com o estoque e disponibilidade de recursos do tipo Leito de UTI Adulto Tipo II/III e Respiradores Mecânicos. Estabelecimentos do Distrito Federal (DF) concentram mais de 75% dos relacionamentos de acesso potencial aos recursos críticos para o tratamento de COVID-19. Embora as regiões do entorno do DF, pertencentes ao Goiás, apresentem a maior vulnerabilidade relativa no território estudado, são também as mais carentes de acessibilidade e disponibilidade de recursos, evidenciando um desequilíbrio assistencial dentro da região da AMB.


Abstract The objective was to analyze the situation of the Metropolitan Area of Brasília (AMB) before the onset of the COVID-19 pandemic, focusing on the availability and geographical accessibility of critical resources for the treatment of acute respiratory crises caused by the SARS-CoV-2 virus. Geographic mapping of the population within the territory and geolocation of health facilities and resources, construction of a relationship network between the potential demand simulated to the public health system and the supply of resources available in December 2019. The relationship analysis is based on the theory of complex networks crossing socioeconomic data available in the CENSUS and information from the National Registry of Health Establishments (CNES) and analyzing the micro relationship of census tracts with the stock and availability of health resources concerning Adult ICU Bed Type II/III and Respirators/Ventilators. The Federal District (DF) health facilities concentrate more than 75% of the relationships of potential access to critical resources for the treatment of COVID-19. Although the regions surrounding the DF, belonging to Goiás state, have the greatest relative vulnerability in the studied territory, they are also the most lacking in spatial accessibility and availability of resources, evidencing a care imbalance within the AMB region.

15.
Cien Saude Colet ; 27(4): 1389-1401, 2022 Apr.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35475820

RESUMO

The objective was to analyze the situation of the Metropolitan Area of Brasília (AMB) before the onset of the COVID-19 pandemic, focusing on the availability and geographical accessibility of critical resources for the treatment of acute respiratory crises caused by the SARS-CoV-2 virus. Geographic mapping of the population within the territory and geolocation of health facilities and resources, construction of a relationship network between the potential demand simulated to the public health system and the supply of resources available in December 2019. The relationship analysis is based on the theory of complex networks crossing socioeconomic data available in the CENSUS and information from the National Registry of Health Establishments (CNES) and analyzing the micro relationship of census tracts with the stock and availability of health resources concerning Adult ICU Bed Type II/III and Respirators/Ventilators. The Federal District (DF) health facilities concentrate more than 75% of the relationships of potential access to critical resources for the treatment of COVID-19. Although the regions surrounding the DF, belonging to Goiás state, have the greatest relative vulnerability in the studied territory, they are also the most lacking in spatial accessibility and availability of resources, evidencing a care imbalance within the AMB region.


O objetivo deste artigo é analisar a situação da Área Metropolitana de Brasília (AMB) antes do início da pandemia de COVID-19 com foco na disponibilidade e acessibilidade de recursos críticos para o tratamento da crise aguda respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2. Mapeamento geográfico da população e geolocalização dos estabelecimentos e recursos de saúde, construção de rede de relacionamentos entre a demanda potencial ao sistema de saúde público e a oferta de recursos existente em dez/2019. Análise baseada na teoria de redes complexas cruzando dados socioeconômicos disponíveis no CENSO, dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e o micro relacionamento dos setores censitários e suas populações com o estoque e disponibilidade de recursos do tipo Leito de UTI Adulto Tipo II/III e Respiradores Mecânicos. Estabelecimentos do Distrito Federal (DF) concentram mais de 75% dos relacionamentos de acesso potencial aos recursos críticos para o tratamento de COVID-19. Embora as regiões do entorno do DF, pertencentes ao Goiás, apresentem a maior vulnerabilidade relativa no território estudado, são também as mais carentes de acessibilidade e disponibilidade de recursos, evidenciando um desequilíbrio assistencial dentro da região da AMB.


Assuntos
COVID-19 , Adulto , COVID-19/tratamento farmacológico , COVID-19/terapia , Acesso aos Serviços de Saúde , Humanos , Pandemias , SARS-CoV-2
16.
Rev Saude Publica ; 56: 5, 2022.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-35262613

RESUMO

OBJETIVE: Analyze the implementation of the strategy e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB - e-SUS Primary Care) in Brazil between the first years of the system, from 2013 to 2019. METHODS: This is a quantitative, descriptive, and exploratory study. We considered official data from the Ministry of Health, submitted by Brazilian municipalities, in the period from April 2013 to December 2019. We categorized the municipalities as 'not implemented', 'initial implementation', 'partial implementation' and 'implemented' according to the criteria defined in this study. We also verified whether the type of municipality, according to the IBGE classification, influenced the degree of implementation of the e-SUS AB strategy. We performed descriptive analyses and investigated the association between the degrees of implementation of e-SUS AB and the typology of the IBGE classification and characterization of rural and urban spaces. RESULTS: The implementation increased in the analyzed period. The implementation status of the e-SUS AB strategy in 2019 was 'implemented' in 20.2% (1,117) of the municipalities, 'partial implementation' in 32.9% (1,819), 'initial implementation' in 39.1% (2,159) and 'not implemented' in 7.8% (432). The South and Southeast regions presented the best implementation situation in all years, and the states of Rio Grande do Sul, São Paulo and Santa Catarina reached a higher percentage of municipalities with 'implemented' status in 2019. CONCLUSIONS: We confirmed the progress in the implementation of the e-SUS AB strategy over the years. Most of the municipalities are between the status 'initial implementation' and 'partial implementation'. Therefore, we conclude that investments in technological resources, training of professionals, and support are necessary to qualify the implementation and use of information systems in the country, especially for the e-SUS AB strategy.


Assuntos
Atenção Primária à Saúde , Brasil , Cidades , Humanos
17.
Health Res Policy Syst ; 20(1): 27, 2022 Mar 04.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35246139

RESUMO

BACKGROUND: While calls for institutionalization of evidence-informed policy-making (EIP) have become stronger in recent years, there is a paucity of methods that governments and organizational knowledge brokers can use to sustain and integrate EIP as part of mainstream health policy-making. The objective of this paper was to conduct a knowledge synthesis of the published and grey literatures to develop a theoretical framework with the key features of EIP institutionalization. METHODS: We applied a critical interpretive synthesis (CIS) that allowed for a systematic, yet iterative and dynamic analysis of heterogeneous bodies of literature to develop an explanatory framework for EIP institutionalization. We used a "compass" question to create a detailed search strategy and conducted electronic searches to identify papers based on their potential relevance to EIP institutionalization. Papers were screened and extracted independently and in duplicate. A constant comparative method was applied to develop a framework on EIP institutionalization. The CIS was triangulated with the findings of stakeholder dialogues that involved civil servants, policy-makers and researchers. RESULTS: We identified 3001 references, of which 88 papers met our eligibility criteria. This CIS resulted in a definition of EIP institutionalization as the "process and outcome of (re-)creating, maintaining and reinforcing norms, regulations, and standard practices that, based on collective meaning and values, actions as well as endowment of resources, allow evidence to become-over time-a legitimate and taken-for-granted part of health policy-making". The resulting theoretical framework comprised six key domains of EIP institutionalization that capture both structure and agency: (1) governance; (2) standards and routinized processes; (3) partnership, collective action and support; (4) leadership and commitment; (5) resources; and (6) culture. Furthermore, EIP institutionalization is being achieved through five overlapping stages: (i) precipitating events; (ii) de-institutionalization; (iii) semi-institutionalization (comprising theorization and diffusion); (iv) (re)-institutionalization; and (v) renewed de-institutionalization processes. CONCLUSIONS: This CIS advances the theoretical and conceptual discussions on EIP institutionalization, and provides new insights into an evidence-informed framework for initiating, strengthening and/or assessing efforts to institutionalize EIP.


Assuntos
Atenção à Saúde , Formulação de Políticas , Política de Saúde , Humanos , Conhecimento , Organizações
18.
Ann Intern Med ; 175(5): 710-719, 2022 05.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35286143

RESUMO

BACKGROUND: Adaptation of existing guidelines can be an efficient way to develop contextualized recommendations. Transparent reporting of the adaptation approach can support the transparency and usability of the adapted guidelines. OBJECTIVE: To develop an extension of the RIGHT (Reporting Items for practice Guidelines in HealThcare) statement for the reporting of adapted guidelines (including recommendations that have been adopted, adapted, or developed de novo), the RIGHT-Ad@pt checklist. DESIGN: A multistep process was followed to develop the checklist: establishing a working group, generating an initial checklist, optimizing the checklist (through an initial assessment of adapted guidelines, semistructured interviews, a Delphi consensus survey, an external review, and a final assessment of adapted guidelines), and approval of the final checklist by the working group. SETTING: International collaboration. PARTICIPANTS: A total of 119 professionals participated in the development process. MEASUREMENTS: Participants' consensus on items in the checklist. RESULTS: The RIGHT-Ad@pt checklist contains 34 items grouped in 7 sections: basic information (7 items); scope (6 items); rigor of development (10 items); recommendations (4 items); external review and quality assurance (2 items); funding, declaration, and management of interest (2 items); and other information (3 items). A user guide with explanations and real-world examples for each item was developed to provide a better user experience. LIMITATION: The RIGHT-Ad@pt checklist requires further validation in real-life use. CONCLUSION: The RIGHT-Ad@pt checklist has been developed to improve the reporting of adapted guidelines, focusing on the standardization, rigor, and transparency of the process and the clarity and explicitness of adapted recommendations. PRIMARY FUNDING SOURCE: None.


Assuntos
Lista de Checagem , Atenção à Saúde , Humanos
19.
Vigil. sanit. debate ; 10(1): 25-33, fev. 2022.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1359822

RESUMO

Introdução: A Lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014, renovou o conceito de farmácia, impulsionando ações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a atualização da RDC n° 44, de 17 de agosto de 2009, como a realização de uma consulta dirigida ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária sobre a resolução. Objetivo: Identificar ações de vigilância sanitária relacionadas aos serviços de saúde em farmácias comunitárias. Método: Trata-se de um estudo transversal descritivo realizado com dados secundários da consulta dirigida às Vigilâncias Sanitárias (Visa) municipais promovida em 2019 pela Anvisa. As respostas das 349 respondentes foram organizadas nos blocos "Considerações Gerais", "Estrutura", "Processo e Monitoramento" e categorizados conforme o formato de pergunta (aberta ou fechada) e o conteúdo, utilizando-se parâmetros de avaliação em saúde. Resultados: O compartilhamento do local da dispensação com outras atividades de saúde refletiu um risco sanitário quanto a estrutura. O gerenciamento dos resíduos foi o processo mais citado, superando aqueles relacionados à assistência farmacêutica. Quanto ao monitoramento, a Declaração de Serviços Farmacêuticos mostrou-se um bom instrumento para o registro das atividades realizadas, enquanto notificações de eventos adversos e queixas técnicas não apareceram como rotineiros. A descentralização nas ações de Visa está bem estabelecida, mas evoluiu de forma desigual para produtos regulados e atividades de saúde, de forma que a RDC n° 44 de 2009 mostrou-se útil, mas desatualizada nos aspectos impactantes aos serviços de saúde. Conclusões: A delimitação de atividades de saúde em farmácias é um desafio para a vigilância sanitária, seja pelo ajuste do regulamento sanitário, seja pelas tecnologias de produtos e serviços que são atualizadas mais rapidamente do que a análise dos riscos envolvidos na sua exposição à população.


Introduction: Law No. 13.021, August 8, 2014, renewed the concept of pharmacy, driving actions of the Brazilian Health Regulatory Agency (Anvisa) to update RDC No. 44, August 17, 2009, such as conducting a consultation directed to the National Health Surveillance System on the resolution. Objective: To identify health surveillance actions related to health services in community pharmacies. Methods: This is a descriptive cross-sectional study carried out with secondary data from the consultation addressed to municipal Health Surveys (Visa) promoted in 2019 by Anvisa. The responses of the 349 respondents were organized in the blocks 'General Considerations', 'Structure', 'Process and Monitoring' and categorized according to the question format (open or closed) and content, using health assessment parameters. Results: The sharing of the dispensing location with other healthcare activities reflected a health risk regarding structure. Waste management was the most cited process, surpassing those related to pharmaceutical assistance. As for monitoring, the document named Statement on Pharmaceutical Care proved to be a good instrument for recording the activities performed, while notifcations of adverse events and technical complaints did not appear as a routine. The decentralization in Visa actions is well established, but has evolved unevenly for regulated products and health activities, so that the RDC No. 44 of 2009 proved to be useful, but outdated in the impacting aspects to health services. Conclusions: The delimitation of health activities in pharmacies is a challenge for health surveillance, either by the adjustment of sanitary regulation, either by the technologies of products and services that are updated faster than the analysis of the risks involved in the its exposure to the population.

20.
BMJ Open ; 12(2): e057094, 2022 02 24.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35210346

RESUMO

INTRODUCTION: Antiretroviral therapy (ART) for HIV/AIDS is associated with adverse events (AEs). However, little is known about the differences in the risk of AEs between women and men living with HIV/AIDS. This study aims to determine (1) whether there are sex differences in the risk of AEs in people with HIV/AIDS treated with ART and (2) the prevalence of AEs to the reproductive system and bone mineral density in women. METHODS AND ANALYSIS: This systematic review (SR) will include randomised trials evaluating ART in people living with HIV/AIDS with at least 12 weeks of duration follow-up. Searches will be conducted in Medline, Embase, Cochrane Library, Epistemonikos, Lilacs, trial registries and grey literature databases, without restriction on publication status, year of publication and language. The primary outcome will be the risk of ART discontinuation or drop-outs/withdrawals of ART due to AEs and the number of any treatment-emergent AE. The secondary outcomes are the incidence of serious clinic or laboratory (grade 3 and/or 4) treatment-emergent AEs, hospitalisation, death and AEs specific to the reproductive system and bone mineral density (osteoporosis, osteopenia and fractures) of women. Selection, data extraction and quality assessment will be performed by pairs of reviewers. Cochrane collaboration tools will be used to assess the risk of bias. If appropriate, a meta-analysis will be conducted to synthesise results. The overall quality of the evidence for each outcome will be determined by the Grades of Recommendation, Assessment, Development and Evaluation. ETHICS AND DISSEMINATION: The results of this SR will assist the formulation of public policies aimed at the management and monitoring of AEs of ART in people living with HIV/AIDS. A deliberative dialogue will be scheduled with the Department of Chronic Conditions and Sexually Transmitted Infections of Brazil's Ministry of Health to align the project with policymakers' interests. PROSPERO REGISTRATION NUMBER: CRD42021251051.


Assuntos
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Infecções por HIV , Antirretrovirais/efeitos adversos , Viés , Feminino , Infecções por HIV/tratamento farmacológico , Humanos , Masculino , Metanálise como Assunto , Caracteres Sexuais , Revisões Sistemáticas como Assunto
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA
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