Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 1 de 1
Filtrar
Mais filtros










Intervalo de ano de publicação
1.
Hansen. int ; 41(1/2): 14-24, 2016. ilus
Artigo em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ILSLPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ILSLACERVO, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-972892

RESUMO

O objetivo deste artigo é analisar o conhecimento teórico sobre hanseníase por estudantes universitários da área da saúde em município do Nordeste brasileiro. Os dados foram coletados por meio de questionários validados, aplicados por entrevistadores treinados. A população foi constituída por universitários do último período teórico dos cursos da área da saúde. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e inferencial. Fixou-se erro tipo I em 5% (p<0,05) como estatisticamente significativo. No que se refere ao contato de alunos com pessoas que tem ou tiveram hanseníase hanseníase, o curso de medicina teve o maior percentual, com 18 discentes (90%); nos cursos de nutrição, odontologia e farmácia, os estudantes que nunca tiveram contato representaram 8 (100%), 15 (83,33%) e 19 (90,48%), respectivamente. Quando questionados quanto à cura da hanseníase, 18 alunos de enfermagem (94,74%) e 19 de medicina (95%) afirmaram ser possível. Contudo, no curso de enfermagem, 1 5,26%), odontologia, 3 (16,67%), farmácia, 3 (14,29%) e nutrição, 4 (50%) alunos afirmaram não saber. Apresentou-se diferença estatisticamente significativa (p-valor<0,036), mostrando que a frequência esperada é equivalente à observada. Quanto ao conhecimento do período de incubação do agente etiológico, revelou-se que 12 (63,16%) alunos de enfermagem, 8 (100%) de nutrição, 16 (88,89%) de odontologia e 15 (71,43%) de farmácia não sabiam o período de incubação do bacilo. O p-valor = 0,010 apresentou significância, mostrando que nenhum dos entrevistados do curso de nutrição assinalou a resposta correta. O estudo mostra que os alunos dos cursos de nutrição, farmácia e odontologia apresentam conhecimento não satisfatório sobre a hanseníase.


This paper’s goal is analyzing the knowledge about leprosy by health undergraduate students at the public university in county Brazilian northeast. The population was constituted of undergraduate health students on the last term. The data were analyzed by means of the descriptive and inferential statistics. A type I error was fixated at 5% (p<0,05) as statistically significant. In what refers to the contact of students with carriers and ex-carriers of leprosy, the Medical School had the bigger percentage of contact, 18(90%); in the schools of nutrition, odontology and pharmacy the students that never got in contact represented 8 (100%), 15 (83,33%) and 19 (90,48%), respectively. When questioned on how to cure the leprosy, 18 nursing undergrads (94,74%) and 19 of the Medical School (95%) affirmed that it was possible. However, in the nursing course, 1(5,26%), odontology, 3 (16,67%), pharmacy, 3 (16,67%) and nutrition, 4 (50%) students affirmed not knowing how. A statistically significant difference was presented (p-value<0,036), showing that the expected frequency is equivalent to the observed one. About the knowledge of the incubation period of the etiologic agent, it was revealed that 12 (63,16%) nursing students, 8 (100%) nutrition, 16 (88,89%) odontology and 15 (71,43%) pharmacy students did not know the bacillus’ incubation period. The p-value = 0,010 showed significance, showing that none of the interviewed nutrition students signed the correct answer. The study shows that the undergraduate students of nutrition, pharmacy and odontology present unsatisfactory knowledge on leprosy.


Assuntos
Hanseníase/diagnóstico , Hanseníase/prevenção & controle , Estudantes de Ciências da Saúde , Brasil , Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA