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3.
Arq Bras Cardiol ; 112(3): 281-289, 2019 Mar.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-30916191

RESUMO

BACKGROUND: Hypertrophic cardiomyopathy (HCM) is associated with sudden death (SD). Myocardial fibrosis is reportedly correlated with SD. OBJECTIVE: We performed a systematic review with meta-analysis, updating the risk markers (RMs) in HCM emphasizing myocardial fibrosis. METHODS: We reviewed HCM studies that addressed severe arrhythmic outcomes and the certain RMs: SD family history, severe ventricular hypertrophy, unexplained syncope, non-sustained ventricular tachycardia (NSVT) on 24-hour Holter monitoring, abnormal blood pressure response to exercise (ABPRE), myocardial fibrosis and left ventricular outflow tract obstruction (LVOTO) in the MEDLINE, LILACS, and SciELO databases. We used relative risks (RRs) as an effect measure and random models for the analysis. The level of significance was set at p < 0.05. RESULTS: Twenty-one studies were selected (14,901 patients aged 45 ± 16 years; men, 62.8%). Myocardial fibrosis was the major RISK MARKER (RR, 3.43; 95% CI, 1.95-6.03). The other RMs, except for LVOTO, were also predictors: SD family history (RR, 1.75; 95% CI, 1.39-2.20), severe ventricular hypertrophy (RR, 1.86; 95% CI, 1.26-2.74), unexplained syncope (RR, 2.27; 95% CI, 1.69-3.07), NSVT (RR, 2.79; 95% CI, 2.29-3.41), and ABPRE (RR, 1.53; 95% CI, 1.12-2.08). CONCLUSIONS: We confirmed the association of myocardial fibrosis and other RMs with severe arrhythmic outcomes in HCM and emphasize the need for new prediction models in managing these patients.

4.
Arq. bras. cardiol ; 112(3): 281-289, Mar. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-989326

RESUMO

Abstract Background: Hypertrophic cardiomyopathy (HCM) is associated with sudden death (SD). Myocardial fibrosis is reportedly correlated with SD. Objective: We performed a systematic review with meta-analysis, updating the risk markers (RMs) in HCM emphasizing myocardial fibrosis. Methods: We reviewed HCM studies that addressed severe arrhythmic outcomes and the certain RMs: SD family history, severe ventricular hypertrophy, unexplained syncope, non-sustained ventricular tachycardia (NSVT) on 24-hour Holter monitoring, abnormal blood pressure response to exercise (ABPRE), myocardial fibrosis and left ventricular outflow tract obstruction (LVOTO) in the MEDLINE, LILACS, and SciELO databases. We used relative risks (RRs) as an effect measure and random models for the analysis. The level of significance was set at p < 0.05. Results: Twenty-one studies were selected (14,901 patients aged 45 ± 16 years; men, 62.8%). Myocardial fibrosis was the major RISK MARKER (RR, 3.43; 95% CI, 1.95-6.03). The other RMs, except for LVOTO, were also predictors: SD family history (RR, 1.75; 95% CI, 1.39-2.20), severe ventricular hypertrophy (RR, 1.86; 95% CI, 1.26-2.74), unexplained syncope (RR, 2.27; 95% CI, 1.69-3.07), NSVT (RR, 2.79; 95% CI, 2.29-3.41), and ABPRE (RR, 1.53; 95% CI, 1.12-2.08). Conclusions: We confirmed the association of myocardial fibrosis and other RMs with severe arrhythmic outcomes in HCM and emphasize the need for new prediction models in managing these patients.


Resumo Fundamento: A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) está associada à morte súbita (MS). A fibrose miocárdica está supostamente correlacionada à MS. Objetivo: Realizamos uma revisão sistemática com metanálise, atualizando os marcadores de risco (MR) em CMH enfatizando a fibrose miocárdica. Métodos: Revisamos estudos de CMH que abordaram desfechos arrítmicos graves e certos MR: história familiar de MS, hipertrofia ventricular grave, síncope inexplicada, taquicardia ventricular não sustentada (TVNS) na monitorização com Holter de 24 horas, resposta anormal da pressão arterial ao exercício (ABPRE), fibrose miocárdica e obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) nas bases de dados MEDLINE, LILACS e SciELO. Utilizamos os riscos relativos (RRs) como uma medida de efeito e modelos aleatórios para a análise. O nível de significância foi estabelecido em p < 0,05. Resultados: Vinte e um estudos foram selecionados (14.901 pacientes com idade de 45 ± 16 anos; homens, 62,8%). A fibrose miocárdica foi o principal MARCADOR DE RISCO (RR, 3,43; IC95%, 1,95-6,03). Os outros MR, exceto obstrução da VSVE, também foram preditores: história familiar de MS (RR, 1,75; IC95%, 1,39-2,20), hipertrofia ventricular grave (RR, 1,86; IC95%, 1,26-2,74), síncope inexplicada (RR, 2,27; IC95%, 1,69-3,07), TVNS (RR, 2,79; IC95%, 2,29-3,41) e ABPRE (RR, 1,53; IC95%, 1,12-2,08). Conclusões: Confirmamos a associação de fibrose miocárdica e outros MR com desfechos arrítmicos graves na CMH e enfatizamos a necessidade de novos modelos de previsão no manejo desses pacientes.

5.
Arq Bras Cardiol ; 111(3): 436-539, 2018 Sep.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-30379264
6.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 29(6): 504-511, nov.-dez.2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-832441

RESUMO

A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença genética do músculo cardíaco, autossômica dominante, caracterizada por hipertrofia ventricular na ausência de qualquer outra condição clínica que leve à sobrecarga do coração. Estima-se prevalência de 1:500, sendo importante causa de morte súbita, especialmente em jovens, com incidência anual em torno de 1%. Entre os marcadores de risco para a ocorrência de arritmias ventriculares malignas e morte súbita neste cenário, enfatizam-se, além de um evento fatal já ocorrido e abortado, história familiar de morte súbita; espessura de parede maior ou igual a 30mm; síncope inexplicada; presença de taquicardia ventricular não sustentada ao Holter; resposta pressórica anormal no teste ergométrico; e presença de realce tardio na ressonância magnética do coração. A presença ou ausência destes marcadores pode definir a necessidade ou não do implante de cardiodesfibrilador implantável como forma de prevenir a morte súbita nestes pacientes. Entretanto, ainda existe muita controvérsia sobre a forma pela qual estes pacientes devam ser estratificados. Sabe-se que estes marcadores não têm o mesmo peso em predizer quem tem mais chance de sofrer um evento fatal. Este fato torna-se particularmente importante quando se constata que o procedimento de implante de cardiodesfibrilador implantável não é isento de complicações, além do impacto econômico, em termos do custo para o sistema de saúde. A proposta deste artigo é a realização de uma revisão sobre os principais aspectos envolvidos na morte súbita destes pacientes, desde a fisiopatologia, a avaliação de risco, a prevenção e as perspectivas futuras.


Assuntos
Humanos , Cardiomiopatia Hipertrófica Familiar/mortalidade , Cardiomiopatia Hipertrófica Familiar/fisiopatologia , Morte Súbita Cardíaca/patologia , Ecocardiografia , Imagem por Ressonância Magnética
7.
Arq. bras. cardiol ; 102(1): 70-79, 1/2014. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-704048

RESUMO

Fundamento: O papel dos polimorfismos genéticos da enzima de conversão da angiotensina na insuficiência cardíaca, como preditor de desfechos ecocardiográficos, ainda não está estabelecido. é necessário identificar o perfil local para observar o impacto desses genótipos na população brasileira, sendo inédito o estudo da insuficiência cardíaca de etiologia exclusivamente não isquêmica em seguimento mais longo que 5 anos. Objetivo: Determinar a distribuição das variantes do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina e sua relação com a evolução ecocardiográfica de pacientes com insuficiência cardíaca de etiologia não isquêmica. Métodos: Análise secundária de prontuários de 111 pacientes e identificação das variantes do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina, classificadas como DD (Deleção/Deleção), DI (Deleção/Inserção) ou II (Inserção/Inserção). Resultados: As médias da coorte foram: seguimento de 64,9 meses, idade de 59,5 anos, 60,4% eram homens, 51,4% eram brancos, 98,2% faziam uso de betabloqueadores e 89,2% de inibidores da enzima de conversão da angiotensina ou de bloqueador do receptor da angiotensina. A distribuição do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina foi: 51,4% de DD; 44,1% de DI; e 4,5% de II. Não se observou nenhuma diferença das características clínicas ou de tratamento entre os grupos. O diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo final foi a única variável ecocardiográfica isolada significativamente diferente entre os polimorfismos genéticos da enzima de conversão da angiotensina: 59,2 ± 1,8 para DD versus ...


Background: The role of angiotensin-converting enzyme genetic polymorphisms as a predictor of echocardiographic outcomes on heart failure is yet to be established. The local profile should be identified so that the impact of those genotypes on the Brazilian population could be identified. This is the first study on exclusively non-ischemic heart failure over a follow-up longer than 5 years. Objective: To determine the distribution of angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism variants and their relation with echocardiographic outcome of patients with non-ischemic heart failure. Methods: Secondary analysis of the medical records of 111 patients and identification of the angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism variants, classified as DD (Deletion/Deletion), DI (Deletion/Insertion) or II (Insertion/Insertion). Results: The cohort means were as follows: follow-up, 64.9 months; age, 59.5 years; male sex, 60.4%; white skin color, 51.4%; use of beta-blockers, 98.2%; and use of angiotensin-converting-enzyme inhibitors or angiotensin receptor blocker, 89.2%. The angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism distribution was as follows: DD, 51.4%; DI, 44.1%; and II, 4.5%. No difference regarding the clinical characteristics or treatment was observed between the groups. The final left ventricular systolic diameter was the only isolated echocardiographic variable that significantly differed between the angiotensin-converting enzyme genetic polymorphisms: 59.2 ± 1.8 for DD versus 52.3 ± 1.9 for DI versus 59.2 ± 5.2 for II (p = 0.029). Considering the evolutionary behavior, all echocardiographic variables (difference between the left ventricular ejection fraction at the last and first consultation; difference between the left ventricular systolic diameter at the last and first consultation; and difference between the left ventricular diastolic diameter at the last and first consultation) differed ...


Assuntos
Adulto , Idoso de 80 Anos ou mais , Feminino , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Insuficiência Cardíaca/genética , Peptidil Dipeptidase A/genética , Polimorfismo Genético/genética , Remodelação Ventricular/genética , Análise de Variância , Distribuição de Qui-Quadrado , Estudos de Coortes , Seguimentos , Deleção de Genes , Genótipo , Insuficiência Cardíaca , Volume Sistólico/genética , Fatores de Tempo
8.
Arq Bras Cardiol ; 102(1): 70-9, 2014 Jan.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-24270863

RESUMO

BACKGROUND: The role of angiotensin-converting enzyme genetic polymorphisms as a predictor of echocardiographic outcomes on heart failure is yet to be established. The local profile should be identified so that the impact of those genotypes on the Brazilian population could be identified. This is the first study on exclusively non-ischemic heart failure over a follow-up longer than 5 years. OBJECTIVE: To determine the distribution of angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism variants and their relation with echocardiographic outcome of patients with non-ischemic heart failure. METHODS: Secondary analysis of the medical records of 111 patients and identification of the angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism variants, classified as DD (Deletion/Deletion), DI (Deletion/Insertion) or II (Insertion/Insertion). RESULTS: The cohort means were as follows: follow-up, 64.9 months; age, 59.5 years; male sex, 60.4%; white skin color, 51.4%; use of beta-blockers, 98.2%; and use of angiotensin-converting-enzyme inhibitors or angiotensin receptor blocker, 89.2%. The angiotensin-converting enzyme genetic polymorphism distribution was as follows: DD, 51.4%; DI, 44.1%; and II, 4.5%. No difference regarding the clinical characteristics or treatment was observed between the groups. The final left ventricular systolic diameter was the only isolated echocardiographic variable that significantly differed between the angiotensin-converting enzyme genetic polymorphisms: 59.2 ± 1.8 for DD versus 52.3 ± 1.9 for DI versus 59.2 ± 5.2 for II (p = 0.029). Considering the evolutionary behavior, all echocardiographic variables (difference between the left ventricular ejection fraction at the last and first consultation; difference between the left ventricular systolic diameter at the last and first consultation; and difference between the left ventricular diastolic diameter at the last and first consultation) differed between the genotypes (p = 0.024; p = 0.002; and p = 0.021, respectively). CONCLUSION: The distribution of the angiotensin-converting enzyme genetic polymorphisms differed from that of other studies with a very small number of II. The DD genotype was independently associated with worse echocardiographic outcome, while the DI genotype, with the best echocardiographic profile (increased left ventricular ejection fraction and decreased left ventricular diameters).


Assuntos
Insuficiência Cardíaca/genética , Peptidil Dipeptidase A/genética , Polimorfismo Genético/genética , Remodelação Ventricular/genética , Adulto , Idoso de 80 Anos ou mais , Análise de Variância , Distribuição de Qui-Quadrado , Estudos de Coortes , Feminino , Seguimentos , Deleção de Genes , Genótipo , Insuficiência Cardíaca/diagnóstico por imagem , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Volume Sistólico/genética , Fatores de Tempo , Ultrassonografia
10.
Arq Bras Cardiol ; 98(5): 375-83, 2012 May.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-22858653

RESUMO

In the past two years we observed several changes in the diagnostic and therapeutic approach of patients with acute heart failure (acute HF), which led us to the need of performing a summary update of the II Brazilian Guidelines on Acute Heart Failure 2009. In the diagnostic evaluation, the diagnostic flowchart was simplified and the role of clinical assessment and echocardiography was enhanced. In the clinical-hemodynamic evaluation on admission, the hemodynamic echocardiography gained prominence as an aid to define this condition in patients with acute HF in the emergency room. In the prognostic evaluation, the role of biomarkers was better established and the criteria and prognostic value of the cardiorenal syndrome was better defined. The therapeutic approach flowcharts were revised, and are now simpler and more objective. Among the advances in drug therapy, the safety and importance of the maintenance or introduction of beta-blockers in the admission treatment are highlighted. Anticoagulation, according to new evidence, gained a wider range of indications. The presentation hemodynamic models of acute pulmonary edema were well established, with their different therapeutic approaches, as well as new levels of indication and evidence. In the surgical treatment of acute HF, CABG, the approach to mechanical lesions and heart transplantation were reviewed and updated. This update strengthens the II Brazilian Guidelines on Acute Heart Failure to keep it updated and refreshed. All clinical cardiologists who deal with patients with acute HF will find, in the guidelines and its summary, important tools to help them with the clinical practice for better diagnosis and treatment of their patients.


Assuntos
Insuficiência Cardíaca/diagnóstico , Insuficiência Cardíaca/terapia , Doença Aguda , Brasil , Insuficiência Cardíaca/mortalidade , Humanos
11.
Rev. bras. cardiol. (Impr.) ; 23(1): 17-24, jan.-fev. 2010. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-558413

RESUMO

A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença genética autossômica dominante relativamente comum (prevalência =0,2 por cento), caracterizada por hipertrofia ventricular na ausência de outras doenças que possam levar a essa alteração. Pode ser manifestar desde a forma assintomática até as apresentações graves e refratárias ao tratamento clínico. Recentemente a literatura vem consolidando métodos mais acurados para o diagnóstico (ressonância magnética), demonstrando os resultados seguros de formas invasivas de tratamento (como a alcoolização septal) para casos graves, e discutindo novos fatores de risco para morte súbita. Nesta revisão serão abordados esses avanços, além de se revisarem os aspectos clássicos da doença, buscando trazer informações que sejam relevantes para a sua abordagem prática.


Assuntos
Humanos , Cardiomiopatia Hipertrófica/congênito , Morte Súbita , Eletrocardiografia Ambulatorial/métodos , Eletrocardiografia Ambulatorial , Eletrocardiografia/métodos , Eletrocardiografia , Espectroscopia de Ressonância Magnética/métodos , Fatores de Risco
13.
Rev. SOCERJ ; 19(6): 482-486, nov.-dez. 2006. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-459013

RESUMO

Objetivo: Correlacionar a distância percorrida no teste de 6 minutos (TC6M) com as variáveis do testeergométrico (TE). Métodos: Foram estudados 21 pacientes, sendo 66%brancos, 62% homens, com média de idade de 60±11 anos, 38% diabéticos e com dislipidemia e 57% com hipertensãoarterial, com insuficiência cardíaca isquêmica (33%) e nãoisquêmica(67%), nas classes funcionais II (90%) e III (10%) da NYHA, com fração de ejeção = 0,35±0,058, utilizandoseo teste de caminhada de 6 minutos (TC6M) e o teste ergométrico (Bruce modificado). Foram excluídos ospacientes não otimizados com terapêutica medicamentosa,problemas ortopédicos, doença vascular periférica ou quaisquer limitações para esforço. Analisou-se no TC6Ma distância total percorrida, sendo o paciente submetido a 3 testes com intervalos de 20 minutos. Foi comparado o valor de distância média alcançada no TC6M com a distância percorrida no teste ergométrico; o consumo deoxigênio máximo (VO2) e o equivalente metabólico máximo (MET) do TE. Para a análise estatística foram utilizados: o teste do qui-quadrado, de Mann-Whitney e a correlação de Pearson. Resultados: Houve significativas correlações positivas entre a distância percorrida no TC6M e a distância percorrida no teste de esforço (p=0,0001; r=0,76); e entreo VO2 máximo (p=0,001; r=0,68) e o MET máximo (p=0,001; r=0,68) neste grupo de pacientes. Conclusão: O TC6M é um teste reprodutível, de fácil realização e de baixo custo que pode ser utilizado para a avaliação de pacientes com IC, podendo fornecer informações valiosas que normalmente são obtidassomente com o TE. O aumento da amostra poderá determinar o verdadeiro valor dessas informações.


Objective: To correlate the distance on Six-minute walk test (6-MWT) with parameters obtained during exercise stress testing (EST) with a Bruce-modified protocol. Methods: We studied 21 patients, of whom 66% were white, 62% male, age 60±11 years, 38% diabetic and with dyslipidemia and 57% with arterial hypertension, 33% with with ischemic and 67% with nonischemicHF, NYHA class II (90%) and III (10%), with ejection fraction= 0.35±0.058. We excluded patients with suboptimal therapy, orthopedic disability, peripheral vascular disease or unable to exercise. Patients weresubmitted to 6-MWT for three times, with a 20-minute interval, and mean distance value was considered forcomparisons with distance, maximal oxygen uptake (maxVO2) and maximal metabolic equivalent (MET) during EST. Chi-square, Mann-Whitney and Pearson’scorrelation tests were used. Results: We observed significant positive correlationsbetween mean distance on 6-MWT and EST distance (p=0.0001; r=0.76), EST maxVO2 (p=0.001; r=0.68) and EST MET (p=0.001; r=0.68). Conclusion: On heart failure patients, 6-MWT is a reproducible, low-cost and easily obtainable test that can provide valuable information, usually only available on EST. Future studies with larger samplesizes will validate the present study results.


Assuntos
Humanos , Masculino , Exercício/fisiologia , Insuficiência Cardíaca/complicações , Insuficiência Cardíaca/mortalidade
14.
Rev. SOCERJ ; 19(3): 247-255, maio-jun. 2006. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-437134

RESUMO

O tratamento farmacológico clássico da insuficiência cardíaca (IC) baseava-se somente no uso de digitálicos, diuréticos e vasodilatadores; entretanto, apesar da melhora sintomática inicial, a IC progredia independente do estado hemodinâmico do paciente. Com a descoberta da ativação do sistema neuro-hormonal na fisiopatologia da IC, iniciou-se uma nova era terapêutica com o uso dos inibidores da enzima conversora da angiotensina, bloqueadores dos receptores da angiotensina, betabloquedores e a espironolactona, tornando-se responsáveis pela redução de morbidade e mortalidade na IC e modificando a sua evolução. O papel dos medicamentos mais antigos, como digitálicos e os diuréticos, tornou-se cada vez menos certo na modificação da história natural da IC e, com isso, o digitálico passou a ser progressivamente menos prescrita pelos médicos. Neste artigo será feita uma análise da literatura sobre o uso dos digitálicos na IC, revisando os principais estudos, suas indicações e limitações no manuseio dessa síndrome, e destacando a importância de se rever a necessidade de voltar a prescrevê-los mais em pacientes com IC.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Digoxina/análise , Digoxina/efeitos adversos , Insuficiência Cardíaca/complicações , Insuficiência Cardíaca/diagnóstico
15.
Rev. SOCERJ ; 19(3): 256-262, maio-jun. 2006. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-437135

RESUMO

Objetivo: Demonstrar o impacto do uso combinado de betabloqueadores e levosimendan em pacientes com IC avançada. Métodos: foram selecionados prospectivamente 10 pacientes com IC descompensada em classe funcional IV da NYHA para receberem levosimendan (dose de ataque seguida de infusão por 24 horas): 4 mulheres e 6 homens, com média de idade de 50 maior ou menor que 9 anos; seis afro americanos; sete com etiologia não-isquêmica e com FE menor que 40 por cento; todos os pacientes estavam em uso prévio de inibidores da ECA e diuréticos, sendo que quatro indivíduos utilizavam betabloqueador previamente. Eles foram acompanhados após a alta hospitalar na Clínica de IC do HUPE/UERJ, sendo observada a sobrevida entre 03/2002 e 03/2004. Foram utilizados os testes de Mann Whitney e o exato de Fisher e a análise de sobrevida através da curva de Kaplan-Meier. Resultados: Seis pacientes evoluíram para o óbito (um paciente tratado com betabloqueador e cinco sem betabloqueador) durante o tempo de acompanhamento, com uma sobrevida média de 14 meses para toda a população. A sobrevida nos pacientes não tratados previamente com betabloqueador diminuiu para 10 meses. A análise estatística demonstra diferença significativa na curva de sobrevida entre o grupo que usou betabloqueador e aquele que não usou (p igual a 0,03). Conclusão: O uso combinado de betabloqueadores com levosimendan na população estudada aumentou significativamente a sobrevida desses pacientes. Estudos futuros em pacientes com IC avançada em uso de betabloqueadores podem determinar o real impacto desse novo medicamento no tratamento da disfunção ventricular grave.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Insuficiência Cardíaca/complicações , Insuficiência Cardíaca/diagnóstico , Insuficiência Cardíaca/mortalidade , Antagonistas Adrenérgicos beta/administração & dosagem , Antagonistas Adrenérgicos beta/uso terapêutico , Dopamina/administração & dosagem , Dopamina/efeitos adversos
16.
Arq. bras. cardiol ; 85(6): 388-396, dez. 2005. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-419797

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a função autonômica na cardiomiopatia hipertrófica (CMH) através da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) e correlacioná-la com dados ecocardiográficos. MÉTODOS: Foram estudados 2 grupos pareados por sexo, idade e freqüência cardíaca: A) 10 pacientes com CMH septal (70 por cento não obstrutiva); B) 10 voluntários saudáveis. A VFC foi analisada durante quatro estágios sucessivos: repouso, respiração controlada, teste de inclinação e respiração controlada associada ao teste de inclinação. Compararam-se as médias das variáveis entre os grupos, intragrupos durante os estágios, e no grupo A, correlacionando com as medidas ecocardiográficas (septo interventricular e diâmetro atrial esquerdo). RESULTADOS: Não observamos diferença na VFC entre os grupos nos 3 primeiros estágios. No 4° estágio, constatamos que medidas de atividade vagal apresentaram valores maiores no grupo A [logaritmo da raiz média quadrática das diferenças entre intervalos RR (LogRMSSD) - 1,35±0,14 vs 1,17±0,16; p=0,019; logaritmo do componente alta freqüência (LogAF)-4,89±0,22 vs 4,62±0,26; p=0,032]. Durante os estágios, também verificamos que medidas vagais [proporção de pares de intervalos RR consecutivos cuja diferença > 50ms (pNN50) e LogAF] apresentaram menor redução durante o 3° estágio no grupo A, e o LogAF, um aumento no último estágio (p=0,027), indicando marcante atividade parassimpática neste grupo. A análise da VFC do grupo A não revelou diferença entre pacientes com maior hipertrofia ou diâmetro atrial. CONCLUSÃO: 1) ocorreu predomínio parassimpático durante estimulação autonômica nos pacientes com CMH; 2) não encontramos correlação entre VFC e as medidas ecocardiográficas analisadas.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Cardiomiopatia Hipertrófica/fisiopatologia , Frequência Cardíaca/fisiologia , Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia , Algoritmos , Estudos de Casos e Controles , Ecocardiografia Doppler , Eletrocardiografia Ambulatorial , Estatísticas não Paramétricas , Sistema Nervoso Parassimpático/fisiopatologia , Sistema Nervoso Simpático/fisiopatologia
17.
Arq Bras Cardiol ; 85(6): 388-96, 2005 Dec.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-16429199

RESUMO

OBJECTIVE: Assess the autonomic function in hypertrophic cardiomyopathy (HCM) through heart rate variability (HRV) and to correlate it to echocardiographic data. METHODS: Two groups were studied, and compared for gender, age and HR: A) Ten (10) patients reporting septal HCM (70% non-obstructive); B) Ten (10) healthy volunteers. HRV was analyzed along four successive stages: at rest, under controlled breathing, while bending, and controlled breathing associated to bending. Variables means were compared between groups and intra-groups in the different stages; in Group A, variables means were correlated to echocardiographic measurements (interventricular septum and left atrial diameter). RESULTS: No HRV difference was reported among groups in the first 3 stages. In the fourth stage vagal activity was shown to be higher in Group A [quadratic mean log between RR intervals (RMSSD) - 1.35+/-0.14 vs 1.17+/-0.16; p=0.019; high frequency component logarithm (LogHF)- 4.89+/-0.22 vs 4.62+/-0.26; p=0.032]. Along the stages, vagal measurements [rate of pairs of consecutive RR intervals whose difference is > or =50 ms (pNN50) and LogHF] also showed lower reduction in the third stage in Group A, while LogHF showed some increase in last stage (p=0.027), thus indicating marked parasympathetic activity in that group. Group A HRV analysis showed no difference among patients reporting larger hypertrophy or atrial diameter. CONCLUSION: 1) Parasympathetic prevalence was shown during autonomic stimulation in HCM patients; 2) No correlation was found between HRV and echocardiographic measurements under analysis.


Assuntos
Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia , Cardiomiopatia Hipertrófica/fisiopatologia , Frequência Cardíaca/fisiologia , Adulto , Algoritmos , Estudos de Casos e Controles , Ecocardiografia Doppler , Eletrocardiografia Ambulatorial , Feminino , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Sistema Nervoso Parassimpático/fisiopatologia , Estatísticas não Paramétricas , Sistema Nervoso Simpático/fisiopatologia
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