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3.
Brasília; Ministério da Saúde; dez. 2016. 42 p. ilus, tab.
Monografia em Português | LILACS | ID: biblio-971877

RESUMO

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no mundo. No estado de São Paulo, a incidência de doença falciforme é de um para quatro mil (1:4.000) nascidos vivos. Uma mutação no gene que produz a hemoglobina A origina, por meio de herança recessiva, a hemoglobina S (HbS). Em situações de ausência ou diminuição da tensão de oxigênio, a HbS altera drasticamente a morfologia do eritrócito (forma de foice ou meia lua), causando vaso-oclusão e, consequentemente, isquemia, dor, necrose, disfunções, danos permanentes aos tecidos e órgãos, além de hemólise crônica. Devido às possíveis manifestações logo no primeiro ano de vida, é de suma importância o diagnóstico precoce na triagem neonatal.


Assuntos
Humanos , Adolescente , Anemia Falciforme/prevenção & controle , Anemia Falciforme/terapia , Traço Falciforme/terapia , Saúde do Adolescente , Serviços de Saúde do Adolescente , Medicina do Adolescente , Antidrepanocíticos/uso terapêutico , Assistência Integral à Saúde , Medicina Baseada em Evidências , Adesão à Medicação , Aceitação pelo Paciente de Cuidados de Saúde , Assistência ao Paciente , Planejamento de Assistência ao Paciente
7.
Brasília; Ministério da Saúde; 2016. 44 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942954

RESUMO

O uso de evidências científicas nas políticas de saúde é apontado como fator de qualificação do processo de tomada de decisão, cuja dinâmica política articula elementos sociais, tais como valores e interesses, mas também aspectos ligados aos recursos e necessidades de saúde. Estratégias e ferramentas para levar aos gestores de saúde, bem como a outros setores sociais, os resultados das pesquisas científicas, conectando pesquisadores, sistemas de saúde e cidadãos, constituem uma necessidade em todos os contextos, especialmente onde há pouca disponibilidade de recursos. Piripiri é um município de 62 mil habitantes (Censo 2010), localizado no meio-norte do Piauí, Nordeste do Brasil, que à época do lançamento do Núcleo de Evidências em Saúde (NEv) registrava, produto interno bruto (PIB) per capita de US$1.872 e US$160 de gasto público em saúde. Apesar da carência de recursos, possuía um sistema de saúde abrangente e centrado na atenção primária. Neste contexto, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sob a influência da EVIPNet Brasil, implementou, em 2010, o NEv, uma unidade integrante da estrutura organizativa voltada para a promoção do uso de evidências científicas no enfretamento de problemas de saúde, mediante estratégias de tradução e disseminação do conhecimento junto à gestão, profissionais de saúde e sociedade em geral.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Dengue/prevenção & controle , Hipertensão/prevenção & controle , Atividade Motora , Atenção Primária à Saúde
9.
Brasília, DF; Ministério da Saúde; 2 ed; 2016. 34 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942979

RESUMO

Um dos principais desafios das políticas de saúde é promover o uso sistemático de evidências científicas na sua formulação e implementação. Esse desafio é ainda mais significativo em países como o Brasil, onde os resultados das políticas de saúde são condicionados também por fatores socioeconômicos e os recursos disponíveis são limitados. Nesse cenário, o uso das melhores evidências científicas disponíveis deve ser empregado com o objetivo de melhorar a aplicação de recursos, buscando mais efetividade na promoção, prevenção e atenção à saúde. A pouca utilização das evidências científicas se deve a diferentes fatores, desde dificuldades que tomadores de decisão têm para interpretar, adaptar e aplicar o conhecimento científico ao baixo nível de interação entre política e pesquisa. Melhorar o uso das evidências científicas na formulação e implementação de políticas de saúde inclui processos de tradução e disseminação do conhecimento, considerando sempre os contextos institucionais e sociais relacionados, além de aspectos de equidade.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Saúde Pública , Política Pública
10.
Brasília; Ministério da Saúde; 2016. 63 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942980

RESUMO

A primeira infância é uma etapa fundamental para o desenvolvimento, em termos cognitivos, socioemocionais e físicos. A importância do investimento no desenvolvimento infantil (DI) ou políticas de primeira infância fundamenta-se em vários argumentos. O principal é o direito de todas as crianças ao desenvolvimento pleno de seus potenciais, estabelecido pela Convenção dos Direitos da Criança e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além disso, os avanços da neurociência apontam que nos primeiros anos de vida o cérebro se desenvolve muito rapidamente e é muito sensível aos cuidados e estímulos. Outro argumento está relacionado ao fato de que as crianças estão sobrerrepresentadas na pobreza em relação a outras faixas etárias, ou em outras palavras, há uma situação de infantilização da pobreza. Acredita-se também, nessa fase de transição demográfica do país, que é importante investir na primeira infância para poder contar, no futuro, com uma população mais saudável. Da mesma forma, o investimento na primeira infância pode gerar efeitos positivos em matéria de gênero, ao promover a inserção ou reinserção laboral das mulheres, que continuam a ser as principais provedoras do cuidado. Por fim, do ponto de vista econômico, evidências mostram que o investimento feito em programas de qualidade para a primeira infância tem uma alta taxa de retorno para a sociedade (a cada US$1 investido o retorno é de até US$17) (AULICINO; LANGOU, 2015). Porém existem evidências de que, em países em desenvolvimento, crianças menores de cinco anos estão se desenvolvendo aquém do seu potencial, com graves consequências em relação à escolaridade e, no longo prazo, menor poder aquisitivo e cuidados inadequados com as crianças, contribuindo para transmissão intergeracional da pobreza (ENGLE et al., 2007).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Desenvolvimento Infantil , Política Pública
11.
Brasília; Ministério da Saúde; 3.ed; 2016. 43 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942981

RESUMO

O Brasil alcançará o Objetivo do Milênio número quatro, reduzir a mortalidade infantil, mas as taxas nacionais não revelam as persistentes desigualdades ainda existentes entre as regiões geográficas e grupos populacionais. As regiões e as populações com menores rendas sofrem maiores riscos de morte infantil. Além das disparidades decorrentes de fatores socioeconômicos e geográficos, as mortes infantis na primeira semana de vida (óbito neonatal precoce) não reduziram satisfatoriamente e agora representam o maior desafio ao avanço do enfrentamento da mortalidade infantil no país. Por outro lado, as mortes ocorridas a partir de 22 semanas de gestação até o nascimento (óbito fetal), são um componente da mortalidade infantil pouco conhecido e abordado, mas que apresenta um considerável potencial de redução em todo o país. O óbito neonatal precoce e o óbito fetal compõem a mortalidade perinatal, a qual poderia ser reduzida em até 70% pela atenção adequada à gestante, ao parto e neonato. Nesse contexto, a prematuridade tem se apresentado como a causa mais importante do óbito neonatal precoce, mas as intercorrências e afecções perinatais ainda são causas relevantes, em especial nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. O enfrentamento da mortalidade infantil no Brasil deve enfocar os óbitos perinatais, identificando opções informadas pelas melhores evidências científicas disponíveis para obter a redução contínua e sustentável, considerando aspectos de equidade e o contexto de implementação.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Mortalidade Infantil , Tocologia , Mortalidade Perinatal
12.
Brasília; Ministério da Saúde; 2; 2016. 38 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942982

RESUMO

A taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 61,7% entre 1990 e 2010, mas o Brasil amarga o 90º lugar entre 187 países no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU), atrás de Cuba (5,25), Chile (6,48), Argentina (12,8), China (15,4) e México (16,5), com inaceitáveis 19,88 mortes por mil nascimentos vivos. Estratégias de combate a mortalidade materno-infantil falharam em reduzir significantemente a mortalidade neonatal, cujo componente neonatal precoce (de zero a seis dias) sofreu menor redução. Ademais, o óbito fetal compartilha causas com o óbito neonatal precoce, e apesar de pouco conhecido no Brasil, também se insere no contexto das ações para a redução da mortalidade materno-infantil. A mortalidade perinatal está vinculada a causas preveníveis como o desigual acesso e uso dos serviços de saúde, deficiente qualidade da assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido. Estima-se que 62% dos óbitos de nascidos vivos com peso superior a 1.500g ao nascer são evitáveis, sendo as afecções perinatais o principal grupo de causas básicas, correspondendo a cerca de 60% das mortes infantis e 80% das mortes neonatais, com destaque para a prematuridade e suas consequências, como desconforto respiratório do recém-nascido, doença da membrana hialina, enterocolite necrosante, infecções específicas do período perinatal e asfixia (LASNKY et al., 2009).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Protocolos Clínicos , Mortalidade Infantil , Mortalidade Perinatal , Política Pública
17.
Brasília; Ministério da Saúde; nov., 2014. 122 p. ilus.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-765273

RESUMO

O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS é uma iniciativa da Secretariade Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS),representada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit). Este prêmio tem porobjetivo reconhecer e premiar pesquisadores que desenvolvem projetos voltados paraa área de Ciência e Tecnologia em Saúde e potencial incorporação pelo Sistema Únicode Saúde. Bem como, estimular a produção científica direcionada às necessidades desaúde da população.As atividades do Decit tem o foco de promover e viabilizar a utilização de evidênciascientíficas nos processos de tomada de decisão em políticas de saúde, viabilizandoa prestação de serviços cada vez mais eficiente e efetiva. O Prêmio de Incentivo emCiência e Tecnologia para o SUS conduz atividades no sentido de implementar açõesdas Pesquisas Estratégicas para o Sistema de Saúde (PESS), Política Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS) e a Agenda Nacional de Prioridades dePesquisa em Saúde (ANPPS). Criado em 2002 e instituído oficialmente pela PortariaGAB/MS n° 1.419, de 24 de julho de 2003, o prêmio teve sua primeira edição em 2002.Desde então, foram inscritos 5.010 trabalhos e 322 pesquisadores foram premiados.Deste total, 55 receberam prêmio em dinheiro e 267 receberam menção honrosa,consolidando o compromisso do Ministério da Saúde de incentivar a produçãocientífica com potencial de utilização no Sistema Único de Saúde...


Assuntos
Humanos , Distinções e Prêmios , Dissertações Acadêmicas como Assunto , Avaliação da Pesquisa em Saúde , Publicações Científicas e Técnicas , Sistema Único de Saúde , /métodos , Atenção à Saúde , Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde) , Atividades Científicas e Tecnológicas , Comunicação e Divulgação Científica
18.
Brasília; Ministério da Saúde; 2 ed; nov., 2014. 131 p. Livro, tab, graf.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-766726

RESUMO

As avaliações econômicas em saúde são definidas como técnicas analíticas formaispara comparar diferentes alternativas de ação propostas, levando em consideraçãocustos e consequências para a saúde, positivas e negativas5. Essas análises comparativasponderam os custos dos recursos aplicados e das consequências obtidas em termosde saúde, ajudando nas decisões sobre a priorização de intervenções e a alocação derecursos. Os estudos de avaliação econômica envolvem, frequentemente, estudos desíntese da informação (como revisão sistemática e metanálise) para a obtenção dasmelhores estimativas dos desfechos em saúde. Além disso, requerem conhecimentosmultidisciplinares, podendo envolver profissionais de disciplinas como epidemiologia,estatística, pesquisa clínica, administração em saúde e economia.As avaliações econômicas baseiam-se no conceito de custo de oportunidade, quesignifica que a aplicação de recursos em determinados programas e tecnologiasimplica a não provisão de outros programas ou tecnologias. Em verdade, o custo realde uma atividade (por exemplo, de serviços hospitalares) não corresponde somenteaos recursos diretamente despendidos na sua oferta, mas também no valor de todas asoutras atividades que podem deixar de ser fornecidas, na medida em que se aumentao montante alocado ao setor saúde6. Desse modo, em uma alocação eficiente derecursos, os custos de oportunidade são minimizados, obtendo-se um emprego ótimodos recursos disponíveis7...


Assuntos
Humanos , Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/economia , Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/métodos , Avaliação da Tecnologia Biomédica/economia , Guias como Assunto , Tecnologia Biomédica/economia , Avaliação em Saúde/economia , Avaliação em Saúde/normas , Pesquisa
19.
Brasília; Ministério da Saúde; 4 ed; nov., 2014. 79 p. Livro, ilus, tab.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-766727

RESUMO

Problemas na utilização das tecnologias em saúde vêm sendo observados, tanto porestudos que não identificaram evidências científicas para procedimentos largamenteutilizados, quanto por aqueles que evidenciaram substancial variação no uso detecnologias sem melhorias nos resultados em saúde (OTA, 1994; GARBER, 2001). Emoutros casos, demonstrou-se que tecnologias comprovadamente sem efeito, ou comefeitos deletérios, continuam sendo amplamente utilizadas, ao passo que as eficazesapresentam baixa aplicabilidade. Outra questão frequente mostra o emprego detecnologias fora das condições e indicações para as quais produzem resultados eficazes...


Assuntos
Humanos , Prova Pericial , Guias como Assunto/normas , Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde , Metodologia , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Tecnologia Biomédica , Gestão da Qualidade
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