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1.
Brasília; Ministério da Saúde; dez. 2016. 42 p. ilus, tab.
Monografia em Português | LILACS, PIE | ID: biblio-971877

RESUMO

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no mundo. No estado de São Paulo, a incidência de doença falciforme é de um para quatro mil (1:4.000) nascidos vivos. Uma mutação no gene que produz a hemoglobina A origina, por meio de herança recessiva, a hemoglobina S (HbS). Em situações de ausência ou diminuição da tensão de oxigênio, a HbS altera drasticamente a morfologia do eritrócito (forma de foice ou meia lua), causando vaso-oclusão e, consequentemente, isquemia, dor, necrose, disfunções, danos permanentes aos tecidos e órgãos, além de hemólise crônica. Devido às possíveis manifestações logo no primeiro ano de vida, é de suma importância o diagnóstico precoce na triagem neonatal.


Assuntos
Humanos , Adolescente , Anemia Falciforme/prevenção & controle , Anemia Falciforme/terapia , Traço Falciforme/terapia , Saúde do Adolescente , Serviços de Saúde do Adolescente , Medicina do Adolescente , Antidrepanocíticos/uso terapêutico , Assistência Integral à Saúde , Medicina Baseada em Evidências , Adesão à Medicação , Aceitação pelo Paciente de Cuidados de Saúde , Assistência ao Paciente , Planejamento de Assistência ao Paciente
4.
Brasília; Ministério da Saúde; jul. 2016. 51 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942957

RESUMO

A poluição atmosférica tem efeitos nocivos sobre a saúde da população ­ o adoecimento e as mortes precoces devidos, principalmente, às doenças cardiorrespiratórias. Observa-se, com profunda preocupação, que a poluição atmosférica está entre as principais causas evitáveis de doença e de morte no mundo, tornando-se uma grave ameaça e problema de saúde pública, presente como prioridade na agenda dos órgãos de saúde, como a Organização Mundial de Saúde (OMS). De olho nos efeitos da urbanização e mudança do clima sobre a saúde, a OMS vem analisando e desenvolvendo uma série de metodologias epidemiológicas que permitam aferir os riscos ambientais sobre a saúde. Em 2006, publicou o Guia de Poluição do Ar, marco para os países se organizarem, revisarem e promulgarem suas leis. Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), até 2050, mantendo-se as políticas atuais, os países em desenvolvimento, principalmente do grupo dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ­ serão os maiores emissores dos poluentes material particulado e ozônio no mundo, entre eles, os piores serão China e Índia. Os países desenvolvidos serão os que menos poluirão no futuro. Isso demonstra que desenvolvimento econômico pode se dar sem a emissão de poluentes. O Brasil tem o desafio de se desenvolver e percorrer um caminho de oportunidades, caso decida se colocar à frente de soluções no combate da poluição atmosférica.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Poluentes Atmosféricos , Poluição do Ar/efeitos adversos , Política Ambiental , Política Pública
10.
Brasília; Ministério da Saúde; 2016. 39 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942953

RESUMO

Diabetes mellitus é uma doença crônica não transmissível, classificada nos tipos 1 e 2, de acordo com seus diferentes mecanismos fisiopatológicos. A diabetes mellitus tipo 2 (DM2), foco desta síntese, é uma condição que ocorre de forma insidiosa, apesar da disponibilidade de insulina no organismo. No Brasil, estima-se uma prevalência de diabetes mellitus em torno de nove milhões na população de 18 anos ou mais, sendo a maioria dos casos de DM2 uma condição sensível à Atenção Primária. Estudos apontam que o bom manejo do cuidado ao paciente, por meio do incentivo à adoção de hábitos de vida saudáveis, automonitoramento glicêmico e tratamento medicamentoso, pode evitar hospitalizações e mortes por complicações. No município de Franco da Rocha, estado de São Paulo, verificou-se que tem aumentado o número de mortes precoces por diabetes nos últimos anos, e que a maior frequência está entre os homens. Assim, essa síntese busca levantar e analisar opções que podem contribuir para o controle da DM2 no município.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Diabetes Mellitus/prevenção & controle , Assistência ao Paciente , Políticas Públicas de Saúde
11.
Brasília; Ministério da Saúde; 2016. 44 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942954

RESUMO

O uso de evidências científicas nas políticas de saúde é apontado como fator de qualificação do processo de tomada de decisão, cuja dinâmica política articula elementos sociais, tais como valores e interesses, mas também aspectos ligados aos recursos e necessidades de saúde. Estratégias e ferramentas para levar aos gestores de saúde, bem como a outros setores sociais, os resultados das pesquisas científicas, conectando pesquisadores, sistemas de saúde e cidadãos, constituem uma necessidade em todos os contextos, especialmente onde há pouca disponibilidade de recursos. Piripiri é um município de 62 mil habitantes (Censo 2010), localizado no meio-norte do Piauí, Nordeste do Brasil, que à época do lançamento do Núcleo de Evidências em Saúde (NEv) registrava, produto interno bruto (PIB) per capita de US$1.872 e US$160 de gasto público em saúde. Apesar da carência de recursos, possuía um sistema de saúde abrangente e centrado na atenção primária. Neste contexto, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sob a influência da EVIPNet Brasil, implementou, em 2010, o NEv, uma unidade integrante da estrutura organizativa voltada para a promoção do uso de evidências científicas no enfretamento de problemas de saúde, mediante estratégias de tradução e disseminação do conhecimento junto à gestão, profissionais de saúde e sociedade em geral.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Dengue/prevenção & controle , Hipertensão/prevenção & controle , Atividade Motora , Atenção Primária à Saúde
14.
Brasília, DF; Ministério da Saúde; 2 ed; 2016. 34 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942979

RESUMO

Um dos principais desafios das políticas de saúde é promover o uso sistemático de evidências científicas na sua formulação e implementação. Esse desafio é ainda mais significativo em países como o Brasil, onde os resultados das políticas de saúde são condicionados também por fatores socioeconômicos e os recursos disponíveis são limitados. Nesse cenário, o uso das melhores evidências científicas disponíveis deve ser empregado com o objetivo de melhorar a aplicação de recursos, buscando mais efetividade na promoção, prevenção e atenção à saúde. A pouca utilização das evidências científicas se deve a diferentes fatores, desde dificuldades que tomadores de decisão têm para interpretar, adaptar e aplicar o conhecimento científico ao baixo nível de interação entre política e pesquisa. Melhorar o uso das evidências científicas na formulação e implementação de políticas de saúde inclui processos de tradução e disseminação do conhecimento, considerando sempre os contextos institucionais e sociais relacionados, além de aspectos de equidade.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Saúde Pública , Política Pública
15.
Brasília; Ministério da Saúde; 2016. 63 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942980

RESUMO

A primeira infância é uma etapa fundamental para o desenvolvimento, em termos cognitivos, socioemocionais e físicos. A importância do investimento no desenvolvimento infantil (DI) ou políticas de primeira infância fundamenta-se em vários argumentos. O principal é o direito de todas as crianças ao desenvolvimento pleno de seus potenciais, estabelecido pela Convenção dos Direitos da Criança e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além disso, os avanços da neurociência apontam que nos primeiros anos de vida o cérebro se desenvolve muito rapidamente e é muito sensível aos cuidados e estímulos. Outro argumento está relacionado ao fato de que as crianças estão sobrerrepresentadas na pobreza em relação a outras faixas etárias, ou em outras palavras, há uma situação de infantilização da pobreza. Acredita-se também, nessa fase de transição demográfica do país, que é importante investir na primeira infância para poder contar, no futuro, com uma população mais saudável. Da mesma forma, o investimento na primeira infância pode gerar efeitos positivos em matéria de gênero, ao promover a inserção ou reinserção laboral das mulheres, que continuam a ser as principais provedoras do cuidado. Por fim, do ponto de vista econômico, evidências mostram que o investimento feito em programas de qualidade para a primeira infância tem uma alta taxa de retorno para a sociedade (a cada US$1 investido o retorno é de até US$17) (AULICINO; LANGOU, 2015). Porém existem evidências de que, em países em desenvolvimento, crianças menores de cinco anos estão se desenvolvendo aquém do seu potencial, com graves consequências em relação à escolaridade e, no longo prazo, menor poder aquisitivo e cuidados inadequados com as crianças, contribuindo para transmissão intergeracional da pobreza (ENGLE et al., 2007).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Desenvolvimento Infantil , Política Pública
16.
Brasília; Ministério da Saúde; 3.ed; 2016. 43 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942981

RESUMO

O Brasil alcançará o Objetivo do Milênio número quatro, reduzir a mortalidade infantil, mas as taxas nacionais não revelam as persistentes desigualdades ainda existentes entre as regiões geográficas e grupos populacionais. As regiões e as populações com menores rendas sofrem maiores riscos de morte infantil. Além das disparidades decorrentes de fatores socioeconômicos e geográficos, as mortes infantis na primeira semana de vida (óbito neonatal precoce) não reduziram satisfatoriamente e agora representam o maior desafio ao avanço do enfrentamento da mortalidade infantil no país. Por outro lado, as mortes ocorridas a partir de 22 semanas de gestação até o nascimento (óbito fetal), são um componente da mortalidade infantil pouco conhecido e abordado, mas que apresenta um considerável potencial de redução em todo o país. O óbito neonatal precoce e o óbito fetal compõem a mortalidade perinatal, a qual poderia ser reduzida em até 70% pela atenção adequada à gestante, ao parto e neonato. Nesse contexto, a prematuridade tem se apresentado como a causa mais importante do óbito neonatal precoce, mas as intercorrências e afecções perinatais ainda são causas relevantes, em especial nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. O enfrentamento da mortalidade infantil no Brasil deve enfocar os óbitos perinatais, identificando opções informadas pelas melhores evidências científicas disponíveis para obter a redução contínua e sustentável, considerando aspectos de equidade e o contexto de implementação.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Mortalidade Infantil , Tocologia , Mortalidade Perinatal
17.
Brasília; Ministério da Saúde; 2; 2016. 38 p.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-942982

RESUMO

A taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 61,7% entre 1990 e 2010, mas o Brasil amarga o 90º lugar entre 187 países no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU), atrás de Cuba (5,25), Chile (6,48), Argentina (12,8), China (15,4) e México (16,5), com inaceitáveis 19,88 mortes por mil nascimentos vivos. Estratégias de combate a mortalidade materno-infantil falharam em reduzir significantemente a mortalidade neonatal, cujo componente neonatal precoce (de zero a seis dias) sofreu menor redução. Ademais, o óbito fetal compartilha causas com o óbito neonatal precoce, e apesar de pouco conhecido no Brasil, também se insere no contexto das ações para a redução da mortalidade materno-infantil. A mortalidade perinatal está vinculada a causas preveníveis como o desigual acesso e uso dos serviços de saúde, deficiente qualidade da assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido. Estima-se que 62% dos óbitos de nascidos vivos com peso superior a 1.500g ao nascer são evitáveis, sendo as afecções perinatais o principal grupo de causas básicas, correspondendo a cerca de 60% das mortes infantis e 80% das mortes neonatais, com destaque para a prematuridade e suas consequências, como desconforto respiratório do recém-nascido, doença da membrana hialina, enterocolite necrosante, infecções específicas do período perinatal e asfixia (LASNKY et al., 2009).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Protocolos Clínicos , Mortalidade Infantil , Mortalidade Perinatal , Política Pública
20.
Brasília; Ministério da Saúde; nov., 2014. 122 p. ilus.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-765273

RESUMO

O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS é uma iniciativa da Secretariade Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS),representada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit). Este prêmio tem porobjetivo reconhecer e premiar pesquisadores que desenvolvem projetos voltados paraa área de Ciência e Tecnologia em Saúde e potencial incorporação pelo Sistema Únicode Saúde. Bem como, estimular a produção científica direcionada às necessidades desaúde da população.As atividades do Decit tem o foco de promover e viabilizar a utilização de evidênciascientíficas nos processos de tomada de decisão em políticas de saúde, viabilizandoa prestação de serviços cada vez mais eficiente e efetiva. O Prêmio de Incentivo emCiência e Tecnologia para o SUS conduz atividades no sentido de implementar açõesdas Pesquisas Estratégicas para o Sistema de Saúde (PESS), Política Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS) e a Agenda Nacional de Prioridades dePesquisa em Saúde (ANPPS). Criado em 2002 e instituído oficialmente pela PortariaGAB/MS n° 1.419, de 24 de julho de 2003, o prêmio teve sua primeira edição em 2002.Desde então, foram inscritos 5.010 trabalhos e 322 pesquisadores foram premiados.Deste total, 55 receberam prêmio em dinheiro e 267 receberam menção honrosa,consolidando o compromisso do Ministério da Saúde de incentivar a produçãocientífica com potencial de utilização no Sistema Único de Saúde...


Assuntos
Humanos , Distinções e Prêmios , Dissertações Acadêmicas como Assunto , Avaliação da Pesquisa em Saúde , Publicações Científicas e Técnicas , Sistema Único de Saúde , /métodos , Atenção à Saúde , Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde) , Atividades Científicas e Tecnológicas , Comunicação e Divulgação Científica
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