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1.
Cien Saude Colet ; 24(5): 1709-1722, 2019 May 30.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31166506

RESUMO

Given the financial impact of the adoption of new health technologies in health systems, choosing what technology should be introduced and when poses a major challenge for health managers. The health technology assessment (HTA) process should therefore be underpinned by transparent and objective criteria. The objective of this study was to analyze HTA processes in Brazil, overseen by the National Commission for the Incorporation of Health Technology (CONITEC), and to compare these processes with those in countries considered to be at the forefront of this field: Australia, Canada, and the United Kingdom. The following categories were used for the comparative analysis: program structure, definition and selection of topics, evidence review, use of HTA in decision making, program products and dissemination, and transparency. The findings show that there are more similarities than differences between these countries' processes and the CONITEC processes. The main differences identified were: composition of committees, entitlement to appeal, program evaluation, and timeframes for the implementation of recommendations/decisions. Despite making major strides in recent years, Brazil should continue to promote continuous improvement of its HTA process.

2.
Ciênc. Saúde Colet ; 24(5): 1709-1722, Mai. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-1001803

RESUMO

Resumo Dado o impacto financeiro da incorporação de novas tecnologias em saúde, é um desafio para os gestores escolher qual delas deve ser incorporada e quando isto deve ocorrer. Assim, é necessário contar com um processo de avaliação e de incorporação de tecnologias baseado em critérios transparentes e objetivos. Neste trabalho objetivou-se analisar o processo nacional da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde do Ministério da Saúde (Conitec) e compará-lo com o de agências de países de referência: Austrália, Canadá e Reino Unido. Utilizaram-se as seguintes categorias para a comparação: estrutura, indicação e seleção de temas, condução da revisão de evidências, uso de Avaliação Tecnológica em Saúde (ATS) na tomada de decisão, produtos do programa de ATS, divulgação e transparência. O processo da Conitec legalmente previsto apresentou mais similaridades do que distinções em comparação com os das agências estudadas. As principais diferenças foram em relação a: composição dos comitês, apresentação de recursos, avaliação do programa, seleção e prazos para oferta da tecnologia incorporada. Apesar dos avanços, a incorporação de tecnologias em saúde no Brasil deve buscar a melhoria contínua.


Abstract Given the financial impact of the adoption of new health technologies in health systems, choosing what technology should be introduced and when poses a major challenge for health managers. The health technology assessment (HTA) process should therefore be underpinned by transparent and objective criteria. The objective of this study was to analyze HTA processes in Brazil, overseen by the National Commission for the Incorporation of Health Technology (CONITEC), and to compare these processes with those in countries considered to be at the forefront of this field: Australia, Canada, and the United Kingdom. The following categories were used for the comparative analysis: program structure, definition and selection of topics, evidence review, use of HTA in decision making, program products and dissemination, and transparency. The findings show that there are more similarities than differences between these countries' processes and the CONITEC processes. The main differences identified were: composition of committees, entitlement to appeal, program evaluation, and timeframes for the implementation of recommendations/decisions. Despite making major strides in recent years, Brazil should continue to promote continuous improvement of its HTA process.

3.
Rev Panam Salud Publica ; 39(6),jun. 2016
Artigo em Inglês | PAHO-IRIS | ID: phr-28542

RESUMO

Objectives. To better understand the role that health care plays in breast cancer survival by investigating the effects that hormone therapy adherence and other select health care variables, adjusted for clinical and sociodemographic factors, had among a population of women in Rio de Janeiro, Brazil. Methods. This was a longitudinal study based on secondary data of 5 861 women treated with hormone therapy (tamoxifen or aromatase inhibitors) at the National Cancer Institute of Brazil (INCA), from 1 January 2004 – 29 October 2010. Four different sources of data were integrated for analysis: INCA Pharmacy Sector Dispensation System; Hospital-based Cancer Registry; Integrated Hospital System and INCA Absolute System; and Mortality Information System. Analyses explored the effects of adherence to hormone therapy, disease care aspects, and sociodemographic, behavioral, and clinical variables, on the time of survival, using Kaplan- Meier and Cox proportional hazards models. Results. The general survival rate was 94% in the first year after initiation of hormone therapy, and 71% in the fifth year. The Cox model indicated a higher hazard of death among women smokers, with more hospitalizations, more exams, and, among those who used, who used only aromatase inhibitors, as hormone therapy modality. The hazard was lower among women with a partner (stable relationship), a high school or college education a family history of cancer, and those who were treated by a mastologist, oncologist, and/or psychotherapist, who underwent surgery, and who adhered to hormone therapy. Conclusions. The study indicated more vulnerable sub-groups and the aspects of care that provide best results, bringing new knowledge to improve assistance to this group of women.


Objetivo. Conocer mejor la función que desempeña la atención de salud en la supervivencia del cáncer de mama, investigando los efectos que tienen el cumplimiento de la hormonoterapia y otras variables relativas a la atención de salud, ajustados según los factores clínicos y sociodemográficos, en una población de mujeres de la ciudad brasileña de Río de Janeiro. Métodos. Estudio longitudinal realizado a partir de los datos secundarios de 5 861 mujeres tratadas con hormonoterapia (tamoxifeno o inhibidores de la aromatasa) en el Instituto Nacional del Cáncer del Brasil (INCA), desde el 1 de enero del 2004 hasta el 29 de octubre del 2010. Se combinaron para el análisis cuatro fuentes de datos: el sistema de dispensación al sector farmacéutico del INCA; el registro oncológico hospitalario; el sistema integrado hospitalario y el sistema absoluto del INCA; y el sistema de información sobre mortalidad. Los análisis exploraron los efectos del cumplimiento terapéutico de la hormonoterapia, de determinados aspectos de la atención a la enfermedad y de las variables sociodemográficas, conductuales y clínicas sobre el tiempo de supervivencia, con la metodología de Kaplan-Meier y los modelos de riesgos instantáneos proporcionales de Cox. Resultados. La tasa de supervivencia general fue del 94% al año de iniciar la hormonoterapia y del 71% a los cinco años. El modelo de Cox indica que el riesgo de muerte es mayor para las mujeres fumadoras, para las que fueron hospitalizadas más veces, para las que se sometieron a más exploraciones y para las que solo toman un inhibidor de la aromatasa como hormonoterapia. El riesgo es menor para las mujeres con pareja (relación estable), con estudios secundarios o universitarios y con antecedentes familiares de cáncer, así como para las atendidas por un mastólogo, oncólogo o psicoterapeuta, para las intervenidas quirúrgicamente y para las que cumplieron la hormonoterapia. Conclusiones. El estudio señala los subgrupos más vulnerables y los aspectos de la atención de salud que se corresponden con resultados más favorables, aportando datos nuevos para mejorar la asistencia dispensada a este grupo de mujeres.


Assuntos
Neoplasias da Mama , Análise de Sobrevida , Cooperação do Paciente , Hormônios , Usos Terapêuticos , Qualidade da Assistência à Saúde , Saúde da Mulher , Brasil , Neoplasias da Mama , Análise de Sobrevida , Cooperação do Paciente , Antineoplásicos Hormonais , Usos Terapêuticos , Qualidade da Assistência à Saúde , Saúde da Mulher
4.
Rio de Janeiro; s.n; 2011. xviii,149 p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-616665

RESUMO

O objetivo desse estudo foi identificar as variáveis que favorecem a interrupção do tratamento de hormonioterapia para o câncer de mama e avaliar o seu efeito na sobrevida por câncer de mama. Trata-se de um estudo longitudinal retrospectivo, com abordagem quantitativa, a partir de dados secundários. Procedeu-se a integração e análise de um conjunto de informações de uma coorte de 5861 mulheres com câncer de mama dispostas em diferentes bancos de dados do INCA e do SUS. Utilizou-se a técnica de regressão logística para o cálculo de adesão e a análise de sobrevivência para estimar a persistência e a sobrevida por câncer de mama com base no controle de dispensação de hormonioterapia do Setor de Farmácia do HC III/INCA. A freqüência acumulada da adesão foi de 76,3 por cento e a persistência geral foi de 79 por cento ao primeiro ano e 31 por cento aos 5 anos de tratamento. Foram mais favoráveis a aderir e a persistir, com significância estatística (...), ao tratamento hormonal às mulheres com segundo grau completo ou nível superior, com companheiro, com história familiar câncer, não alcoolista, não tabagista, com estadiamento curável, tratadas apenas com tamoxifeno, submetidas à cirurgia, não tratadas com quimioterapia, não tratadas com radioterapia, que tiveram de 5 a 13 consultas de mastologia, sem consulta de oncologia clínica, com mais consulta de psicoterapia e de apoio terapêutico multiprofissional. A sobrevida geral das mulheres tratadas com hormonioterapia para o câncer de mama no HCIII/INCA foi de 94 por cento em 1 ano e 71 por cento em 5 anos de tratamento. A adesão e vários fatores clínicos, sócio-demográficos e assistenciais mostraram-se associadas à sobrevida por câncer de mama. Nesta coorte, (...) dos pacientes não aderem e somente 31 por cento completam o tratamento hormonal de cinco anos, aumentando o risco de resposta terapêutica inadequada e pior resultados desse grupo de mulheres.


Assuntos
Humanos , Política de Saúde , Neoplasias da Mama/tratamento farmacológico , Tamoxifeno/uso terapêutico , Terapia de Reposição Hormonal/tendências , Fatores de Risco , Análise de Sobrevida
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