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1.
Ter. man ; 38(8): 285-291, jul.-ago.2010. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-606216

RESUMO

Introdução: A confiabilidade é uma medida que diz se os resultados são consistentes, estáveis ao longo do tempo, reproduzíveis e seguros. Os estudos de confiabilidade permitem definir a utilidade de um instrumento para um ou vários examinadores, possibilitando maior aplicabilidade clínica. Objetivo: Verificar a confiabilidade intra e interexaminador durante uma simulação da mobilização póstero-anterior do Método Maitland. Método: Participaram 20 voluntários randomizados de ambos os gêneros, com idade entre 20 e 30 anos (média de 21,60±1,18 anos, e mediana de 21 anos) que realizaram o curso de mobilização articular do Método Maitland. A captação dos dados foi realizada por meio de um Relógio Comparador, sendo que cada voluntário realizou 3 séries de 10 mobilizações. Os sujeitos foram orientados a mobilizar em grau 2 conforme a classificação descrita por Maitland. Resultados: A análise dos dados foi realizada pelo cálculo do Coeficiente de Correlação Intra Classe (CCI). Os resultados demonstraram uma baixa confiabilidade intra examinadores para 90% da amostra avaliada (CCI < 0,50) e moderada para 10% da amostra (CCI entre 0,50 e 0,75). Em relação ao Vício, 50% dos voluntários obtiveram um Vício entre -0,5 e 0,5, se aproximando do "ponto alvo" enquanto que os outros 50% se distanciaram do parâmetro estabelecido, mantendo as suas oscilações de 0,5 à 1,5 e -0,5 à -1. A confiabilidade inter examinador também foi verificada com base no Coeficiente de CCI, após a análise das médias finais de cada série dos 20 voluntários, o CCI entre os examinadores encontrado foi de 0,62, sendo este, considerado moderado (0,50 a 0,75). Conclusão: Houve uma confiabilidade intra examinador baixa e inter examinador moderada. Diante do exposto, os resultados indicam que os indivíduos do estudo não possuem um precisão exata da Amplitude de Movimento indicada, no caso, o Grau 2 de mobilização articular proposto por Maitland.


Introduction: The reliability is a measure that says if the results are consistent, stable over time, reproducible and safe. The reliability studies to define the usefulness of an instrument to one or more examiners, allowing for greater clinical applicability Objective: The aim of this study was to verify intra and interexaminer reliability during a postero-anterior mobílization simulation of the Maitland method. Method: Twenty randomized volunteers of genera both articipated of this study, with age between 20 and 30 years old (average to 21,60±1,18 years old and median to 2: years old) that underwent articulate mobilization course of Maitland method. Data's capture was made by a comparctor dock, each volunteer performing 3 series of 10 mobilizations. The volunteers were targeted to mobilize in degree 2 of Maitland classification. Results: Data's analysis was performed by intraclass correlation coefficient (ICC), being considered low reliability when the ICC was minor or equal 0,50, moderate of 0,50 to 0,75 and high above to 0,75. lhe results had demonstrated a low intra examiner reliability for 90% of sample evaluated (ICC < 0,50) and modera" e for 10% of sample (ICC between 0,50 and 0,75). Regarding to the Vicio verification, 50% of volunteers had gotte a Vicio between -0,5 and 0,5, near to the "target" while that the others 50% stay far from established parameter, keeping their oscillations of 0,5 to 1,5 and -0,5 to -1. Reliability interexaminer was also verified based on the ICC, after the ends averages analyze about each series of the 20 volunteers, the ICC found between the examiners was 0,62, being considered moderate (0,50 to 0,75). Conclusions: Intra examiner reliability was low and interexaminer moderate. Front it, the results indicates that the study's individuals do not have a great precision of the movement amplitude tested, in this case the degree 2 to articulate mobilization by Maitland.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Movimento , Modalidades de Fisioterapia , Reprodutibilidade dos Testes
2.
Fisioter. mov ; 21(3): 83-91, jul.-set. 2008. graf, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-530579

RESUMO

Há muito tempo são conhecidos os benefícios da prática de exercícios físicos resistidos e a realização destes por portadores de Esclerose Múltipla não é contra indicado se orientado e supervisionado corretamente. Porém, a prática destes exercícios e de atividade física de modo geral provoca uma série de medos e inseguranças nesses pacientes. O objetivo desta pesquisa foi verificar o nível de depressão e o grau de ansiedade de pacientes com Esclerose Múltipla em relação à prática de exercícios resistidos; verificar o impacto da ansiedade para a realização do exercício resistido e graduar o fator de insegurança em relação à prática de exercícios reisitidos nos portadores de Esclerose Múltipla. Foram avaliados 30 pacientes com diagnóstico de Esclerose Múltipla, os quais responderam os seguintes questionários: Inventário de Depressão de Beck, Inventário de Ansiedade Traço-Estado e um Questionário adaptado para pesquisa. Os resultados obtidos por meio dos inventários demonstram que 66,6 por cento dos pacientes não apresentam nenhum tipo de depressão, 66 por cento um grau mediano de ansiedade tanto na A-traço quanto na A-estado. Sobre a prática de atividades físicas, observou-se que 86,6 por cento desses pacientes não praticam qualquer tipo de atividade e apenas 13,4 por cento as praticam. Grande parte dos pacientes que não praticam nenhuma atividade física (46,6 por cento) é desaconselhada por um profissional da saúde a não praticarem. Conclui-se que a maioria dos pacientes apresenta grau mediano de ansiedade , nenhum tipo de depressão e insegurança em praticar exercício, principlamente exercício resistido.


Assuntos
Ansiedade , Depressão , Exercício , Esclerose Múltipla , Modalidades de Fisioterapia
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