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1.
ROBRAC ; 27(83): 257-261, out./dez. 2018. ilus
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-997279

RESUMO

Objetivo: Relatar um caso de ameloblastoma na mandíbula, do tipo histológico plexiforme, com remoção completa da lesão e reconstrução com enxerto livre da fíbula. Materiais e métodos: Paciente do sexo feminino, 19 anos de idade, ASA I, atendida na Clínica Odontológica da Faculdade de Estudos Administrativos (FEAD), em Belo Horizonte, queixando-se de inchaço e incômodo na mandíbula do lado direito. O diagnóstico foi dado por exames clínicos e radiográficos e confirmado pelo exame anatomopatológico, que indicou ameloblastoma do tipo histológico plexiforme. O tratamento foi a hemimandibulectomia por meio do acesso submandibular do lado direito e reconstrução da área removida com enxerto livre da fíbula da paciente. Resultados: Remoção total da lesão com margem de segurança, reconstrução mandibular com placa óssea removida da fíbula. No pós-operatório foi realizada a laserterapia para melhor cicatrização e encaminhamento para tratamento fonoaudiólogico para ajudar na fonética e recuperação da função muscular, devido à excisão do nervo alveolar inferior, que teve como consequência uma parestesia definitiva comprometendo a fonética e a função. A paciente encontra-se há 2 anos sem sinais de reaparecimento do tumor e ausência de alterações funcionais. Conclusão: O tratamento adequado para este tipo de lesão neoplásica é controverso e sua indicação deve ser individualizada. A ressecção marginal é o tratamento mais seguro por remover completamente a lesão, determinar a cura por longo prazo e favorecer menor taxa de recorrência. A reconstrução mandibular com fíbula é considerada padrão-ouro por apresentar benefícios trans e pós-operatórios, levando-se em consideração riscos, benefícios e impacto na qualidade de vida do paciente.


Objective: to present a case of mandible ameloblastoma, plexiform histologic type, with complete removal of the lesion and reconstruction with free fibula graft. Materials and Methods: A 19-year-old female patient, ASA I, attended at the Dental Clinic of FEAD, in Belo Horizonte, complaining of swelling and discomfort in the right side of the jaw. The diagnosis was given by clinical and radiographic exams and confirmed by anatomopathological examination, which indicated ameloblastoma of plexiform histologic type. The treatment was hemimandibulectomy through right submandibular access and reconstruction of the area removed with free graft of the patient's fibula. Results: Total removal of the lesion with safety margin, mandibular reconstruction with bone plate removed from the fibula. No postoperative was performed to laser therapy for better healing and referral for speech therapy, to aid in the recovery of muscle function due to excision of the inferior alveolar nerve, which resulted in a definite paraesthesia compromising a phonetics and a function. The patient has been found for 1 year and 7 months with no signs of tumor recurrence and no employee. Conclusion: The adequate treatment for this type of neoplastic lesion is controversial and its indication must be individualized. Marginal resection is the safest treatment by completely removing the lesion, determining the long-term cure, and preferring lower recurrence rates. The mandibular reconstruction with fibula is standard gold-gold for presenting trans and postoperative benefits, leading to risks, impacts and impact on the quality of life of the patient.

2.
Bauru; s.n; 2006. xviii,89 p. ilus, tab.
Tese em Português | BBO - Odontologia | ID: biblio-863957

RESUMO

A Síndrome de Van der Woude (VWS) se caracteriza pela presença de fossetas congênitas no lábio inferior, associadas ou não à presença de fissura de lábio e/ou palato. Esta entidade é a forma sindrômica mais comum nos pacientes portadores de fissura labiopalatal, mesmo assim, ela é subdiagnosticada. Após o seqüenciamento do DNA, no ano de 2001, houve um aumento no interesse e no desenvolvimento de pesquisas na área de Genética Molecular Humana. Em 2002, pesquisadores identificaram no cromossomo 1, o gene IRF6 como sendo o responsável pela VWS. Neste trabalho, foram utilizados e analisados os prontuários de pacientes cadastrados e portadores da VWS do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - HRAC - USP, juntamente com seus familiares em primeiro-grau portadores de fissura de lábio e/ou palato, com ou sem fossetas, totalizando 22 pacientes. Foram realizados exames clínicos e radiográficos, medidas antropométricas, sialometria e heredograma de todos os pacientes. Os resultados obtidos foram confrontados com os dados resultantes do estudo genético e molecular realizado por LIMA (2005), em sua tese de Doutorado. Observamos que os achados bucais são bastante comuns no fenótipo da VWS, já que em nossa amostra tivemos 68,20% dos pacientes com alguma anomalia dentária do desenvolvimento e 45,45% dos portadores da síndrome apresentavam pelo menos ausência de um dente. Sendo assim, o cirurgião-dentista tem importância chave tanto no diagnóstico e na avaliação bucal, quanto no tratamento dos pacientes portadores da VWS


Assuntos
Anodontia , Fenda Labial , Fissura Palatina , Mutação , Síndrome
3.
Rev. cir. traumatol. buco-maxilo-fac ; 6(2): 35-40, abr.-jun. 2006. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-461802

RESUMO

A Leucemia Linfóide Aguda (LLA) compromete a produção das células-tronco hematopoiéticas e promove uma proliferação de células malignas, incompetentes na defesa orgânica. A LLA ocorre, principalmente, em crianças e jovens e, se não tratada, tem prognóstico bastante sombrio. Os novos tratamentos utilizados têm índice de cura em torno de 80 por cento. A mucosite é uma inflamação da mucosa bucal, que ocorre como efeito colateral do tratamento quimioterápico realizado para controle da LLA. O presente trabalho tem como objetivo relatar um quadro severo de mucosite bucal em paciente portadora de Leucemia Linfóide Aguda na fase de manutenção do protocolo quimioterápico GBTI-93 bem como uma abordagem terapêutica eficaz.


Assuntos
Leucemia Linfoide/tratamento farmacológico , Mucosa Bucal/patologia
4.
Rev. cir. traumatol. buco-maxilo-fac ; 6(2): 35-40, abr.-jun. 2006. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-872917

RESUMO

A Leucemia Linfóide Aguda (LLA) compromete a produção das células-tronco hematopoiéticas e promove uma proliferação de células malignas, incompetentes na defesa orgânica. A LLA ocorre, principalmente, em crianças e jovens e, se não tratada, tem prognóstico bastante sombrio. Os novos tratamentos utilizados têm índice de cura em torno de 80 por cento. A mucosite é uma inflamação da mucosa bucal, que ocorre como efeito colateral do tratamento quimioterápico realizado para controle da LLA. O presente trabalho tem como objetivo relatar um quadro severo de mucosite bucal em paciente portadora de Leucemia Linfóide Aguda na fase de manutenção do protocolo quimioterápico GBTI-93 bem como uma abordagem terapêutica eficaz.


Assuntos
Leucemia Linfoide/tratamento farmacológico , Mucosa Bucal/patologia
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