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Intervalo de ano de publicação
1.
Brasília; IPEA;Fórum Brasileiro de Segurança Pública; 2018. 35 p. graf, map.
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991841

RESUMO

Retrata as mortes violentas nos municípios brasileiros com população superior a 100 mil residentes, em 2016, com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). Para tanto, discute o papel da prevenção social dentro de uma abordagem de políticas efetivas de segurança pública. Neste ponto, elabora o que seja este último conceito e os sete elementos fundamentais geralmente presentes nas experiências nacionais e internacionais que lograram êxito na redução de crimes violentos, em período relativamente curto de tempo e apresenta alguns indicadores socioeconômicos selecionados (calculados com base em dados do Censo Demográfico de 2010), a fim de compor uma fotografia para cada um dos 309 municípios listados, trazendo um conjunto de gráficos que correlacionam essas medidas.


Assuntos
Causas Externas , Condições Sociais , Desenvolvimento Humano , Homicídio , Indicadores de Desenvolvimento , Mortalidade , Violência , Brasil
2.
Rio de Janeiro; IPEA; 2017. 30 p. graf, map.(Texto para Discussão / IPEA).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991855

RESUMO

Neste texto, analisou-se a evolução das notificações de estupro no país, entre 2011 e 2014, com base nos dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde (MS), caracterizando-se o fenômeno segundo esses registros administrativos. Especificamente descreveram-se o perfil de vítimas e autores, os vínculos entre eles, além de outros elementos situacionais. Verificou-se uma estabilidade estatística preocupante ao longo do período analisado: 69,9% das vítimas eram crianças e adolescentes; e mais de 10,0% das pessoas agredidas sofriam de alguma deficiência física e/ou mental. Observou-se, ao mesmo tempo, o aumento da proporção de casos de estupro coletivo, que, em 2014, responderam por 15,8% do total de casos, sendo esta proporção correspondente a 25,6% quando os autores eram desconhecidos da vítima. Outro dado estarrecedor mostrou que cerca de 40,0% dos estupradores das crianças pertenciam ao círculo familiar próximo, incluindo pai, padrasto, tio, irmão e avô. Os dados chamam a atenção para a gravidade do problema de violência de gênero no país e para a necessidade de se produzirem informações mais acuradas, de modo a possibilitar a elaboração de políticas públicas mitigadoras que envolvam as muitas agências do Estado, sobretudo no campo educacional.


Assuntos
Delitos Sexuais , Estupro , Notificação de Abuso , Problemas Sociais , Violência contra a Mulher , Brasil
3.
Brasília; IPEA; 2017. 37 p. ilus, graf.(Texto para Discussão / IPEA).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991881

RESUMO

No Brasil, considerando proporcionalmente as subpopulações por raça/cor, de cada 7 indivíduos assassinados, 5 são afrodescendentes. Neste trabalho investigamos as razões desse viés de letalidade. Verificamos que, para além da posição econômica, a cor da pele influencia diretamente a probabilidade de um indivíduo sofrer homicídio. A partir de uma amostra com características socioeconômicas de residentes e de pessoas que morreram no Rio de Janeiro em 2010, construída a partir dos microdados do Censo Demográfico de 2010 e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Datasus, encontramos evidências que os indivíduos negros possuem 23,5% a mais de chances de sofrer agressão letal e respondem por 78,9% das pessoas que estão no decil superior da distribuição de probabilidade de sofrer homicídio.


Assuntos
Grupo com Ancestrais do Continente Africano , Homicídio , Mortalidade , Racismo , Brasil
4.
Brasília; IPEA; 2016. 24 p. map.(Texto para Discussão / IPEA).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991888

RESUMO

Existe praticamente um consenso de que a proporção de suicídios cometidos com armas de fogo em relação ao suicídio total é a melhor maneira de medir indiretamente a prevalência dessas armas. No entanto, essa proxy não é precisa para localidades com baixa densidade populacional, tendo em conta que os suicídios são eventos raros. Para contornar esse problema, exploramos as características socioeconômicas das vítimas de suicídio, de modo a propor uma nova proxy para prevalência de arma de fogo. Avaliamos o nosso indicador com microdados de suicídio do Ministério da Saúde (MS), entre 2000 e 2010.


Assuntos
Armas , Armas de Fogo , Causas Externas , Mortalidade , Suicídio , Violência , Análise Estatística
5.
Rio de Janeiro; IPEA; 2015. 25 p. graf.(Nota Técnica / IPEA. Diest).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991874

RESUMO

Esta Nota Técnica enfoca a a relação entre a diminuição da idade de imputabilidade penal, a educação e a criminalidade violenta. Para tanto, discute a relação entre juventude e criminalidade, segundo a literatura criminológica. Aborda os marcos teóricos, bem como as evidências empíricas, que identificam como a abordagem judicial e a abordagem clássica de bem-estar afetam a taxa de crimes violentos. Apresenta alguns dados sobre o caso brasileiro, quando será discutido o que é mais efetivo no caminho da segurança pública no Brasil: mais oportunidades educacionais ou mais punição para os jovens?


Assuntos
Adolescente , Causas Externas , Homicídio , Imputabilidade , Mortalidade , Violência , Brasil
6.
Brasília; IPEA; 2014. 30 p. (Nota Técnica / IPEA. Diest).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991880

RESUMO

Esta nota técnica analisa, por meio de modelos de regressão logística, os condicionantes associados à probabilidade de a vítima: 1) sofrer estupros repetidos; 2) contrair DST; 3) passar por tratamento profilático contra DST; 4) fazer aborto legal; e 5) ser encaminhada pela unidade de saúde a outros órgãos públicos.


Assuntos
Delitos Sexuais , Estupro , Ferimentos e Lesões , Serviços de Saúde , Sistema Único de Saúde , Violência contra a Mulher , Brasil
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