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1.
Psychoanal Q ; 89(1): 119-141, 2020.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35312450

RESUMO

The relationship between trauma and memory disorders is not an essential one; in fact, its origins can be traced back to the 1890s, to the works of Janet and Freud. In this article, we focus on two brief but fundamental periods in the works of both of these authors (1892-1895 and 1913-1914). Against most contemporary literature on the subject, we argue that Freud's works gave much more importance than Janet's to the relationship between trauma, memory, and pathology. Furthermore, we reconstruct two essential parts of their debate: the discussion about the relevance of hereditary and accidental factors and the one about the function of memory within the framework of treatment. As bibliographic sources, we use theoretical and clinical works-allowing for a better appreciation of the relationship between trauma and memory in both authors' theories and practices.

2.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 13(1): 320-376, jan.-abr. 2013.
Artigo em Espanhol | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-62988

RESUMO

Este trabalho ocupa-se, em detalhes, com a célebre crítica de Janet à psicanálise, de 1913. Em primeiro lugar, detém-se em seus antecedentes, particularmente no período 1893-1895, no que se produziram os primeiros intercâmbios entre Janet e Freud. Em segundo lugar, reconstrói-se o contexto dessa crítica: o Congresso Internacional de Medicina de Londres, tendo em conta o lugar que Janet e Freud ocupavam nesse momento no plano internacional. Em terceiro lugar, examina-se a crítica em si, questionando as interpretações estabelecidas sobre o tema. Finalmente, avalia-se o impacto dessa crítica no período 1913-1915, a partir de sua publicação em cidades tão distintas como Londres, Boston, Paris, Viena e La Plata. Por outra parte, no plano conceptual, este trabalho destaca a especificidade dos termos “análise psicológica” e “subconsciente”, que erroneamente costumam opor-se, de maneira simétrica, à psicanálise e ao inconsciente freudiano. (AU)


This paper deals with Janet’s famous critique of psychoanalysis, of 1913. In the first place, it looks into its background, particularly the period 1893- 895, in which the earliest exchanges between Janet and Freud took place. Secondly, it reconstructs the context of that critique: the International congress of Medicine held in London, trying to take into account the place that Janet and Freud occupied at the time in the international sphere. Furthermore, the critique itself is examined in detail, questioning established interpretations on the subject. Finally, an assessment of the impact of that critique is provided, paying attention to its publication, between 1913 and 1915, in cities as different as London, Boston, Paris, Vienna and La Plata. In addition, on a theoretical level, this paper points out the specificity of terms such us “psychological analysis” and “subconscious”, that have mistakenly been opposed, in a symmetrical manner, to psychoanalysis and Freudian unconscious. (AU)


Assuntos
Psicanálise , Inconsciente Psicológico , Psicologia/história
3.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 13(1): 320-376, jan.-abr.2013.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-756292

RESUMO

Este trabalho ocupa-se, em detalhes, com a célebre crítica de Janet à psicanálise, de 1913. Em primeiro lugar, detém-se em seus antecedentes,particularmente no período 1893-1895, no que se produziram os primeiros intercâmbios entre Janet e Freud. Em segundo lugar, reconstrói-se o contexto dessa crítica: o Congresso Internacional de Medicina de Londres, tendo em conta o lugar que Janet e Freud ocupavam nesse momento no plano internacional. Em terceiro lugar, examina-se a crítica em si, questionando as interpretações estabelecidas sobre o tema. Finalmente,avalia-se o impacto dessa crítica no período 1913-1915, a partir de suapublicação em cidades tão distintas como Londres, Boston, Paris, Viena e LaPlata. Por outra parte, no plano conceptual, este trabalho destaca aespecificidade dos termos “análise psicológica” e “subconsciente”, queerroneamente costumam opor-se, de maneira simétrica, à psicanálise e aoinconsciente freudiano...


This paper deals with Janet’s famous critique of psychoanalysis, of 1913. Inthe first place, it looks into its background, particularly the period 1893- 895, in which the earliest exchanges between Janet and Freud took place. Secondly, it reconstructs the context of that critique: the International congress of Medicine held in London, trying to take into account the place that Janet and Freud occupied at the time in the international sphere.Furthermore, the critique itself is examined in detail, questioning established interpretations on the subject. Finally, an assessment of the impact of that critique is provided, paying attention to its publication, between 1913 and 1915, in cities as different as London, Boston, Paris, Vienna and La Plata. In addition, on a theoretical level, this paper points out the specificity of terms such us “psychological analysis” and “subconscious”, that have mistakenlybeen opposed, in a symmetrical manner, to psychoanalysis and Freudianunconscious...


Assuntos
Psicanálise , Psicologia/história , Inconsciente Psicológico
4.
Psicol. estud ; 14(3): 433-438, jul.-set. 2009.
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-51849

RESUMO

Na Argentina, a renovação cultural ocorrida a partir de 1955 possibilitou à psicanálise deixar de ser uma prática privada reservada às elites da capital. A ampliação dessa clínica foi favorecida tanto pela abertura de novos espaços institucionais públicos como por transformações ocorridas nos já existentes, onde alguns passaram a adotar técnicas de "inspiração psicanalítica". É o caso, por exemplo, da psicoterapia de grupo. Ainda que derivada da psicanálise e exercida por médicos e psicólogos, constituiu-se como uma alternativa, ao mesmo tempo, de atendimento e formação, o que fez com que essa prática deixasse de ser patrimônio exclusivo dos membros da Associação Psicanalítica Argentina (APA). Assim, a instituição oficial perdia o monopólio do "uso legítimo" da psicanálise. Neste trabalho é analisado particularmente o caso do Serviço de Psicopatologia do Hospital Lanús, dirigido por Mauricio Goldenberg entre 1956 e 1972, já que exemplifica muito bem este fenômeno de expansão e transformação da psicanálise. Foi adotada uma metodologia clássica no campo da história, baseada na análise de textos e documentos da época.(AU)


After 1955, there was in Argentina a social and cultural renewal, in which psychoanalysis ceased to be a private practice, limited to the wealthy residents of Buenos Aires. Freudian ideas arrived to new institutional settings, where they suffered several transformations allowing them to enlarge its public. For example, the use that was made, in certain public institutions, of some techniques based on psychoanalysis, such as group psychotherapy, involved a remarkable multiplication of the number of patients that were treated. At the same time, this practice stemming from psychoanalysis was no longer an exclusive right of the members of the Argentine Psychoanalytic Association, for it could be carried out by physicians and psychologists beyond its ranks. Thus, an alternative space for analytic training and treatment was created, and the official association begun to lose its monopole over the "legitimate uses" of psychoanalysis. In this paper we focus in the case of the Psychopathology Service of Lanús Hospital, directed by Mauricio Goldenberg Between 1956 and 1972. It is a good example of this process of expansion and transformation of a "plebeian" psychoanalysis. The methodology that has been used is a classical one in the field of history, which is based on the analysis of texts and documents referring to the period of study.(AU)


Después de 1955 se produjo en Argentina una renovación socio-cultural en el seno de la cual el psicoanálisis dejó de ser una práctica privada reservada a las élites de la capital. Accedió entonces a nuevos espacios institucionales, en los que sufrió varias transformaciones que le permitieron ampliar su público. Por ejemplo, la utilización que se hizo en algunas instituciones públicas de técnicas "de inspiración analítica", como la psicoterapia de grupos, implicó una notable multiplicación de la cantidad de pacientes en tratamiento. Al mismo tiempo, esa práctica derivada del psicoanálisis ya no era patrimonio exclusivo de los miembros de la Asociación Psicoanalítica Argentina, al ser ejercida por médicos y psicólogos que no pertenecían a sus filas. Se creó así una alternativa de formación y de atención psicoanalítica más allá de la asociación oficial, que comenzó a perder el monopolio de los "usos legítimos" del psicoanálisis. En este trabajo se estudia particularmente el caso del servicio de psicopatología del Hospital Lanús, dirigido por Mauricio Goldenberg entre 1956 y 1972, ya que ilustra muy bien este proceso de expansión y transformación del psicoanálisis. Se ha utilizado una metodología clásica en el campo de la historia, basada en el análisis de textos y documentos referentes a la época estudiada.(AU)


Assuntos
Psicanálise , Saúde
5.
Psicol. estud ; 14(3): 433-438, jul.-set. 2009.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-536982

RESUMO

Na Argentina, a renovação cultural ocorrida a partir de 1955 possibilitou à psicanálise deixar de ser uma prática privada reservada às elites da capital. A ampliação dessa clínica foi favorecida tanto pela abertura de novos espaços institucionais públicos como por transformações ocorridas nos já existentes, onde alguns passaram a adotar técnicas de "inspiração psicanalítica". É o caso, por exemplo, da psicoterapia de grupo. Ainda que derivada da psicanálise e exercida por médicos e psicólogos, constituiu-se como uma alternativa, ao mesmo tempo, de atendimento e formação, o que fez com que essa prática deixasse de ser patrimônio exclusivo dos membros da Associação Psicanalítica Argentina (APA). Assim, a instituição oficial perdia o monopólio do "uso legítimo" da psicanálise. Neste trabalho é analisado particularmente o caso do Serviço de Psicopatologia do Hospital Lanús, dirigido por Mauricio Goldenberg entre 1956 e 1972, já que exemplifica muito bem este fenômeno de expansão e transformação da psicanálise. Foi adotada uma metodologia clássica no campo da história, baseada na análise de textos e documentos da época.


After 1955, there was in Argentina a social and cultural renewal, in which psychoanalysis ceased to be a private practice, limited to the wealthy residents of Buenos Aires. Freudian ideas arrived to new institutional settings, where they suffered several transformations allowing them to enlarge its public. For example, the use that was made, in certain public institutions, of some techniques based on psychoanalysis, such as group psychotherapy, involved a remarkable multiplication of the number of patients that were treated. At the same time, this practice stemming from psychoanalysis was no longer an exclusive right of the members of the Argentine Psychoanalytic Association, for it could be carried out by physicians and psychologists beyond its ranks. Thus, an alternative space for analytic training and treatment was created, and the official association begun to lose its monopole over the "legitimate uses" of psychoanalysis. In this paper we focus in the case of the Psychopathology Service of Lanús Hospital, directed by Mauricio Goldenberg Between 1956 and 1972. It is a good example of this process of expansion and transformation of a "plebeian" psychoanalysis. The methodology that has been used is a classical one in the field of history, which is based on the analysis of texts and documents referring to the period of study.


Después de 1955 se produjo en Argentina una renovación socio-cultural en el seno de la cual el psicoanálisis dejó de ser una práctica privada reservada a las élites de la capital. Accedió entonces a nuevos espacios institucionales, en los que sufrió varias transformaciones que le permitieron ampliar su público. Por ejemplo, la utilización que se hizo en algunas instituciones públicas de técnicas "de inspiración analítica", como la psicoterapia de grupos, implicó una notable multiplicación de la cantidad de pacientes en tratamiento. Al mismo tiempo, esa práctica derivada del psicoanálisis ya no era patrimonio exclusivo de los miembros de la Asociación Psicoanalítica Argentina, al ser ejercida por médicos y psicólogos que no pertenecían a sus filas. Se creó así una alternativa de formación y de atención psicoanalítica más allá de la asociación oficial, que comenzó a perder el monopolio de los "usos legítimos" del psicoanálisis. En este trabajo se estudia particularmente el caso del servicio de psicopatología del Hospital Lanús, dirigido por Mauricio Goldenberg entre 1956 y 1972, ya que ilustra muy bien este proceso de expansión y transformación del psicoanálisis. Se ha utilizado una metodología clásica en el campo de la historia, basada en el análisis de textos y documentos referentes a la época estudiada.


Assuntos
Saúde , Psicanálise
6.
Rev. univ. psicoanál ; 2: 139-169, Noviembre de 2000.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-727308

RESUMO

Este trabajo pretende realizar un análisis de la obra temprana de José Bleger y de su incidencia en la posterior construcción de una nueva psicología "de base psicoanalítica". A fines de los '50, el psicoanálisis , la fenomenología existencial y la reflexología ya se perfilaban como las tres corrientes teóricas que dominarían el espectro de la psicología argentina en los años '60. La historia individual y la sexualidad infantil, la experiencia vivida y el reflejo condicionado se constituirían en claves interpretativas no necesariamente excluyentes. Sin embargo, el componente ideológico aparecía como un organizador meta-teórico privilegiado. En tal sentido, nos detendremos aquí en el libro Psicoanálisis y dialéctica materialista, de 1958, en el cual Bleger trató de articular su afición por el psicoanálisis con su filiación marxista. En definitiva, examinaremos las circunstancias que posibilitaron que Bleger no llegara en 1959 a la Carrera de psicología de la UBA como un cuasi ignoto psiquiatra santafecino que daba clases en Rosario, sino como un miembro de la APA que acababa de adquirir relevancia y visibilidad, entre otras cosas, a través de una serie de polémicas de carácter público, que llegaron incluso a trascender más allá del Atlántico.


Assuntos
Humanos , Psicanálise/história , Psicologia/história , Argentina
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