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Braz. dent. sci ; 15(1): 19-26, 2012. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, BBO - Odontologia | ID: lil-728071

RESUMO

The study aimed to evaluate, through surface roughness and microhardness tests, the amount of damage caused by hydrochloric acid to restorative materials. Five different materials were used: direct composite resin (Z 350), indirect composite resin (Resilab Master), conventional glass-ionomer cement (GIC) (Vidrion R), resin modified GIC (Vitremer) and ceramic (Empress II). Twenty one specimens of each material were constructed and had their initial roughness and microhardness evaluated. Sixteen specimens of each material were immersed in a gastric fluid without enzymes simulating acid episodes. Other 5 specimens of each material were immersed in artificial saliva (control groups). After 7 days of immersion, the specimens had their surfaces evaluated again. Then, after another 21 days of immersion the specimens were submitted to a third mensuration. One specimen at each stage of the research was subjected to analysis in scanning electronic microscopy. The samples demonstrated changes in roughness and microhardness after the immersion of the restorative materials in the acid solution. The roughness results showed that for both glass ionomer cements, there was a significant difference between the first and last reading, with an increase in their roughness. In ceramic and direct resin materials, no significant difference among the periods was observed. Concerning to microhardness, the behavior of the materials showed a tendency towards decreasing hardness. The results showed the degradation of the restorative materials when exposed to acid episodes


O estudo teve como objetivo avaliar por meio dos testes de rugosidade superficial e microdureza os danos causados pelo ácido clorídrico em materiais restauradores. Utilizaram-se 5 materiais: resina composta direta (Z 350), resina composta indireta (Resilab Master), cimento de ionômero de vidro (CIV) convencional (Vidrion R), CIV modificado por resina (Vitremer) e uma cerâmica (Empress II). Vinte e um corpos de prova (cdp) de cada material foram confeccionados e tiveram suas superfícies iniciais avaliadas em um rugosímetro e um microdurômetro. Em seguida 16 cdp de cada material foram imersos em um suco gástrico sem enzimas simulando episódios ácidos. Outros 5 cdp de cada material serviram como grupo controle e ficaram imersos em saliva artificial. Após 7 dias de imersão os cdp tiveram suas superfícies novamente avaliadas. Após a segunda leitura, foi realizada imersão por mais 21 dias, completando um mês de experimento, e os cdp foram submetidos à terceira leitura de suas superfícies. Além disso, 1 cdp em cada fase da pesquisa foi submetido a uma análise em microscopia eletrônica de varredura (MEV) apenas como efeito ilustrativo. Amostras demonstraram alterações de rugosidade e microdureza diante da imersão de materiais restauradores em ácido. Os resultados de rugosidade mostraram que tanto para o ionômero convencional quanto para o modificado por resina houve uma diferença significante entre a primeira e a última leitura, havendo um aumento na rugosidade. Já para a cerâmica e a resina direta, não houve alteração significativa entre os períodos. O comportamento dos materiais mostrou uma tendência de diminuição da microdureza. Conclui-se que existe uma deterioração dos materiais restauradores frente a episódios ácidos


Assuntos
Materiais Dentários , Ácido Clorídrico
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