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1.
Rev. bras. med. esporte ; 25(4): 333-337, July-Aug. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-1013661

RESUMO

ABSTRACT Introduction: L-Arginine supplementation increases plasma levels of nitric oxide (NO) metabolites, an important mediator of peripheral dilatation. Therefore, L-Arginine supplementation can improve the duration and magnitude of post-exercise hypotension. Objectives: This study investigated the effects of L-Arginine supplementation on post-exercise hypotension, femoral artery area and heart rate variability in elderly women. Methods: Twenty prehypertensive and hypertensive adult female participants were divided (in a random and balanced manner) into two groups (placebo and L-arginine). The participants ingested eight grams of inert substance (placebo group) or eight grams of L-Arginine (L-arginine group), dissolved in water, 90 min prior to the experimental session. The experimental session consisted of an isokinetic maximal strength test. Blood pressure was measured using an oscillometric device (Omron MX3 Plus, Bannockburn, US) every 10 minutes for 60 minutes after the experimental session. Femoral artery area (ultrasound) and heart rate variability were also analyzed. Data underwent repeated measures (ANOVA) analysis and respective assumptions. Results: L-Arginine supplementation associated with exercise produced a significant decrease in systolic blood pressure [placebo vs L-Arginine] (p <0.05) at the "half-life" time point (90 minutes after supplementation) (141±12 vs 130±11 mmHg) and 40 min. (146±13 vs 127±13 mmHg), 50 min. (145±20 vs 127±15 mmHg) and 60 min. (147±19 vs 129±14mmHg) post-exercise. No significant differences were identified in femoral artery area and heart rate variability. Conclusion: Acute L-Arginine supplementation can increase post-exercise hypotension effects in elderly women. Additionally, acute L-Arginine supplementation is not related to either femoral artery area or heart rate variability responses. Level of evidence I; Randomized clinical trial.


RESUMO Introdução: A suplementação de L-arginina aumenta os níveis plasmáticos dos metabólitos de óxido nítrico, um importante mediador da dilatação periférica. Dessa forma, é possível que a suplementação de L-arginina maximize a duração e a magnitude dos efeitos hipotensores pós-exercício. Objetivos: O presente estudo investigou os efeitos da suplementação de L-arginina na hipotensão pós-exercício, área da artéria femoral e variabilidade da frequência cardíaca em mulheres idosas. Métodos: Vinte participantes, adultas, pré-hipertensas e hipertensas foram divididas (de modo aleatório e equilibrado)em dois grupos (placebo e L-arginina). As participantes ingeriram oito gramas de substância inerte (grupo placebo) ou oito gramas de L-arginina (grupo L-arginina), dissolvido em água, 90 min antes da realização da sessão experimental. A sessão experimental consistia em um teste de força isocinética máxima. A pressão arterial foi aferida utilizando um dispositivo oscilométrico (Omron MX3 Plus, Bannockburn, EUA) a cada 10 minutos, durante 60 minutos, após o término da sessão experimental. Foram analisadas ainda a variabilidade da frequência cardíaca e a área da artéria femoral (ultrassom). Os dados foram submetidos à análise de variância para medidas repetidas (ANOVA) e seus respectivos pressupostos. Resultados: A suplementação de L-arginina associada ao exercício promoveu redução significativa da pressão arterial sistólica [placebo vs. L-arginina] (p<0,05) no intervalo de "meia-vida" (90 minutos após a suplementação) (141±12 vs. 130±11 mmHg) e aos 40 min. (146±13 vs. 127±13 mmHg), 50 min. (145±20 vs. 127±15 mmHg) e 60 min. (147±19 vs. 129±14 mmHg) pós-exercício. Não foram identificadas diferenças significativas na área da artéria femoral e na variabilidade da frequência cardíaca. Conclusão: A suplementação aguda de L-arginina pode potencializar os efeitos hipotensores pós-exercício em mulheres idosas. Além disso, a suplementação de L-arginina aguda não está associada às respostas de variabilidade da frequência cardíaca ou da área da artéria femoral. Nível de evidência I; Ensaio clínico randomizado.


RESUMEN Introducción: La suplementación de L-arginina aumenta los niveles plasmáticos de los metabolitos de óxido nítrico, un importante mediador de la dilatación periférica. De esa forma, es posible que la suplementación de L-arginina maximice la duración y la magnitud de los efectos hipotensores post ejercicio. Objetivos: El presente estudio investigó los efectos de la suplementación de L-arginina en la hipotensión post ejercicio, área de la arteria femoral y variabilidad de la frecuencia cardíaca en mujeres de la tercera edad. Métodos: Veinte participantes, adultas, pre hipertensas e hipertensas fueron divididas (de modo aleatorio y equilibrado) en dos grupos (placebo y L-arginina). Las participantes ingirieron ocho gramos de sustancia inerte (grupo placebo) u ocho gramos de L-arginina (grupo L-arginina), disuelta en agua, 90 minutos antes de la realización de la sesión experimental. La sesión experimental consistía en un test de fuerza isocinética máxima. La presión arterial fue medida utilizando un dispositivo oscilométrico (Omron MX3 Plus, Bannockburn, EE.UU.) a cada 10 minutos, durante 60 minutos, después del término de la sesión experimental. Fueron analizadas además la variabilidad de la frecuencia cardíaca y el área de la arteria femoral (ultrasonido). Los datos fueron sometidos a análisis de variancia para medidas repetidas (ANOVA) y sus respectivas premisas. Resultados: La suplementación de L-arginina asociada al ejercicio promovió reducción significativa de la presión arterial sistólica [placebo vs. L-arginina] (p<0,05) en el intervalo de "media vida" (90 minutos después de la suplementación) (141±12 vs. 130±11 mmHg) y a los 40 min. (146±13 vs. 127±13 mmHg), 50 min. (145±20 vs. 127±15 mmHg) y 60 min. (147±19 vs. 129±14 mmHg) post ejercicio. No fueron identificadas diferencias significativas en el área de la arteria femoral ni en la variabilidad de la frecuencia cardíaca. Conclusión: La suplementación aguda de L-arginina puede potencializar los efectos hipotensores post ejercicio en mujeres de la tercera edad. Además, la suplementación de L-arginina aguda no está asociada a las respuestas de variabilidad de la frecuencia cardíaca o del área de la arteria femoral. Nivel de evidencia I; Ensayo clínico aleatorizado.

2.
Arq Bras Cardiol ; 113(2): 218-228, 2019 Jul 10.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-31291417

RESUMO

BACKGROUND: Studies have persuasively demonstrated that citrulline has a key role in the arginine-nitric oxide system, increasing nitric oxide bioavailability, an important mediator of peripheral vasodilation. OBJECTIVE: To analyze the inter-individual post-exercise hypotension responsiveness following acute citrulline supplementation in hypertensives. METHODS: Forty hypertensives were randomly assigned to one of the four experimental groups (control-placebo, control-citrulline, exercise-placebo, and exercise-citrulline). They ingested placebo or citrulline malate [CM] (6 grams). During the exercise session, individuals performed 40 minutes of walking/running on a treadmill at 60-70% of HR reserve. For the control session, the individuals remained seated at rest for 40 minutes. Office blood pressure (BP) was taken every 10 minutes until completing 60 minutes after the experimental session. The ambulatory BP device was programmed to take the readings every 20 minutes (awake time) and every 30 minutes (sleep time) over the course of 24 hours of monitoring. Statistical significance was defined as p < 0.05. RESULTS: Unlike the other experimental groups, there were no "non-responders" in the exercise/citrulline (EC) for "awake" (systolic and diastolic BP) and "24 hours" (diastolic BP). The effect sizes were more consistent in the EC for systolic and diastolic ambulatorial BP response. The effects were "large" (> 0.8) for "awake", "asleep", and "24 hours" only in the EC for diastolic BP. CONCLUSION: CM supplementation can increase the post-exercise hypotensive effects in hypertensives. In addition, the prevalence of non-responders is lower when associated with aerobic exercise and CM supplementation.

3.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-661306

RESUMO

A resposta orgânica ao estresse gerado pelo trauma tem como finalidade a restauração da homeostase. Os pacientes apresentam maior risco de desnutrição, o que os torna susceptíveis a infecções, devido ao estado de hipermetabolismo e hipercatabolismo que se encontram como consequência às respostas metabólicas à lesão. O presente estudo teve como objetivo avaliar o estado nutricional e a sua relação com a terapia nutricional enteral oferecida a um paciente hospitalizado com sequelas de trauma raquimedular e trauma crânio-encefálico, sepse de foco pulmonar, úlceras de pressão e desnutrido, para propor uma dieta que pudesse auxiliar no seu quadro clínico. A pesquisa apresentada refere-se a um estudo de caso de um paciente internado em março de 2010, sem previsão de alta hospitalar, em um hospital público da cidade de Londrina-PR. Foi realizado o acompanhamento nutricional, através da avaliação antropométrica, análise dos exames laboratoriais e avaliação da terapia nutricional enteral ofertada ao paciente. Conforme os resultados encontrados, foi proposta uma dieta que tivesse efeitos benéficos para a recuperação do paciente. Infelizmente a dieta proposta não foi iniciada a tempo de continuar o acompanhamento nutricional para avaliar a evolução do paciente.


The organic response to stress caused by trauma aims to restore homeostasis. Patients present increased risk of malnutrition, which makes them susceptible to infections due to the state of hypermetabolism and hypercatabolism as a result of the metabolic responses to injury. This study aimed to assess the nutritional status and its relation to enteral nutrition therapy provided to a hospitalized patient with sequelae of spinal cord injury and traumatic brain injury, pulmonary sepsis, pressure ulcers and malnutrition to offer a diet that could assist in his condition. This research refers to a case study of a patient hospitalized in a public hospital in the city of Londrina-PR in March 2010, with no forecast of hospital discharge. Nutritional monitoring was conducted through anthropometric assessment, laboratory analysis and evaluation of enteral nutrition therapy offered to the patient. As a result, a diet that could offer beneficial effects on patient recovery was proposed. Unfortunately dieting proposal was not started in time to continue monitoring to assess the nutritional outcomes.

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