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1.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 242-242, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1021270

RESUMO

INTRODUÇÃO: As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de mortalidade global e, dentre elas, destaca-se a doença arterial coronariana (DAC), cujos diagnóstico precoce e prevenção ainda continuam sendo a melhor forma de tratamento. O conhecimento do perfil clínico e angiográfico dos pacientes portadores de DAC é extremamente importante para a avaliação de risco, a partir da quantificação da extensão e gravidade da doença, assim como para o planejamento terapêutico e sucesso do tratamento. O nosso objetivo foi avaliar o perfil clínico e angiográfico dos pacientes submetidos a exame diagnóstico de cineangiocoronariografia em centro clínico de alto volume. MÉTODOS: Foi realizado um estudo retrospectivo e descritivo do perfil clínicoangiográfico dos pacientes maiores de 18 anos submetidos à cineangiocoronariografia diagnóstica em serviço terciário de janeiro de 2011 a dezembro de 2018, excluindo os pacientes com cirurgia de revascularização prévia e doença valvar associada. Os dados foram obtidos por meio de um banco de dados institucional. Resultados: Um total de 25649 pacientes foram incluídos, sendo 59,4% do sexo masculino, com média das idades de 66,1 anos. Os fatores de risco cardiovascular mais encontrados foram: hipertensão arterial sistêmica (80,5%), dislipidemia (60,5%), diabetes mellitus (32,3%), tabagismo (40,9%) e doença renal crônica (21,5%). O quadro clínico era de angina estável em 32,5%, síndrome coronariana aguda (SCA) sem supra de ST em 20,4% incluindo SCA com supra de ST em 6,1%, e isquemia silenciosa/assintomáticos em 37,5%. A doença arterial coronariana obstrutiva significativa (>50%) foi uni-, bi- ou triarterial em, respectivamente, 25,7%, 17,5% e 12,22%, além do tronco da a. coronária esquerda em 1,4%. A partir do exame diagnóstico, a intervenção coronária percutânea (ICP) foi realizada em 14,7% dos pacientes, predominantemente naqueles com apresentação clínica de SCA. Os vasos coronários mais tratados foram a. descendente anterior em 40,9%, a. coronária direita em 29,5% e a. circunflexa em 23,2%. O sucesso angiográfico foi evidenciado em 99,2% dos casos. Em relação aos desfechos clínicos na fase intra-hospitalar, foi reportada a ocorrência de óbito em 0,3% dos pacientes. CONCLUSÃO: A população estudada apresentou elevada prevalência de fatores de risco cardiovascular e de doença coronariana obstrutiva significativa. Os pacientes submetidos a ICP subsequente apresentaram elevadas taxas de sucesso no procedimento. (AU)


Assuntos
Humanos , Doenças Cardiovasculares , Cineangiografia , Risco
2.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 63-63, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1017051

RESUMO

Trombólise IV é o tratamento de escolha para pacientes com AVCI agudo. O NNT para evitar incapacidade funcional varia de 3 a 14, dependendo do tempo entre o início dos sintomas e a infusão do trombolítico. Entretanto, a janela de oportunidade para tratamento é de apenas 4 horas e 30 minutos. Nosso objetivo é apresentar a estratégia adotada em um centro cardiológico terciário que levou à otimização da reperfusao cerebral com trombolítico IV realizada por cardiologistas. A ação principal tomada foi o desenvolvimento do protocolo de sequência rápida da reperfusao cerebral. Os pontos chaves do protocolo foram: triagem imediata e encaminhamento direto para tomografia com infusão do trombolítico com o paciente na mesa de exame, treinamentos no manejo da fase aguda e na interpretação rápida da tomografia, suporte neurológico à distância nos casos com dúvidas na interpretação da imagem ou contraindicações, ampliação do horário da tomografia para 24x7 e disponibilização do trombolítico na farmácia satélite do pronto socorro. Com essas ações o número de pacientes trombolisados saltou de 4 em 2017 para 15 em 2018, um aumento de 375%. A taxa de trombólise foi de 3,2% em 2017 e 16,3% em 2018 (aumento de 5 vezes) Dos pacientes trombolisados, 60% apresentavam melhora clínica com base no critério "respondedor". A união de forças entre cardiologistas e neurologistas, na fase aguda do AVCI ampliou o percentual de pacientes beneficiados com tratamento trombolítico em nosso hospital. Essa experiência pode ser replicada através das Sociedades de Cardiologia. (AU)


Assuntos
Cardiologia , Acidente Vascular Cerebral , Neurologia , Reperfusão
3.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 137-137, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1017353

RESUMO

INTRODUÇÃO: A doença cardiovascular e, em particular, a doença arterial coronariana, são as principais causas de morbidade e mortalidade em pessoas muito idosas (> 80 anos) em todo o mundo. Esses pacientes representam uma coorte em rápido crescimento para intervenção coronária percutânea (ICP). Os pacientes, geralmente, apresentam doença coronariana complexa, avançada, com extensa calcificação, anatomia vascular tortuosa, múltiplas comorbidades e maior taxa de mortalidade que levam a uma menor indicação do procedimento neste subgrupo. OBJETIVO: Avaliar o perfil e principais indicações dos pacientes muito idosos submetidos a intervenção coronária percutânea em um hospital terciário de Cardiologia. METODOLOGIA: Estudo retrospectivo, descritivo e observacional, realizado de janeiro de 2013 a abril de 2017. Variáveis quantitativas foram analisadas por média e desvio padrão, e variáveis qualitativas em valores absolutos e/ou percentuais. RESULTADOS: De 166 octogenários, idade média de 82 anos, 58% do sexo masculino e 42% do sexo feminino com prevalência de disfunção de renal (Clearance de Creatinina < 45 ml/min) de 34%, disfunção ventricular (Fração de Ejeção < 50%) de 25% e lesão grave de Tronco de Coronária esquerda (TCE > 50%) de 42%. Entre as indicações: Angina Estável: 33%, Infarto sem Supra de ST: 31%, Angina Instável: 13%, Infarto com Supra de ST (IAMSST): 13% e eletivos: 10%. Foi evidenciado mortalidade intra-hospitalar de 5%, dentre elas de causas cardíacas: 3%, sendo choque cardiogênico o mais prevalente. CONCLUSÃO: Observou-se uma predominância na indicação de ICP por IAMSST com alta prevalência de Lesão grave de TCE em octogenários e baixa mortalidade intra-hospitalar de causa cardíaca, estando de acordo com os dados da literatura atual. (AU)


Assuntos
Humanos , Doença da Artéria Coronariana , Intervenção Coronária Percutânea
4.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009597

RESUMO

Non-adherence has been well recognized for years to be a common issue that significantly impacts clinical outcomes and health care costs. Medication adherence is remarkably low even in the controlled environment of clinical trials where it has potentially complex major implications. Collection of non-adherence data diverge markedly among cardiovascular randomized trials and, even where collected, is rarely incorporated in the statistical analysis to test the consistency of the primary endpoint(s). The imprecision introduced by the inconsistent assessment of non-adherence in clinical trials might confound the estimate of the calculated efficacy of the study drug. Hence, clinical trials may not accurately answer the scientific question posed by regulators, who seek an accurate estimate of the true efficacy and safety of treatment, or the question posed by payers, who want a reliable estimate of the effectiveness of treatment in the marketplace after approval. The Non-adherence Academic Research Consortium is a collaboration among leading academic research organizations, representatives from the U.S. Food and Drug Administration and physician-scientists from the USA and Europe. One in-person meeting was held in Madrid, Spain, culminating in a document describing consensus recommendations for reporting, collecting, and analysing adherence endpoints across clinical trials. The adoption of these recommendations will afford robustness and consistency in the comparative safety and effectiveness evaluation of investigational drugs from early development to post-marketing approval studies. These principles may be useful for regulatory assessment, as well as for monitoring local and regional outcomes to guide quality improvement initiatives.(AU)


Assuntos
Adesão à Medicação
5.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 11-11, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1008850

RESUMO

INTRODUÇÃO: Cerca de 20% das intervenções percutâneas envolvem bifurcação, sendo um assunto de interesse devido a menor taxa de sucesso do procedimento (< 90%) e taxas relativamente elevadas de recorrências no seguimento tardio. A compreensão dos mecanismos de falência são fundamentais para o aprimoramento da intervenção coronária percutânea (ICP). Os métodos de imagem invasivos como ultrassom intracoronário (USIC) e tomografia de coerência ótica (TCO) são utilizados para avaliar a eficácia e segurança tardia de dispositivos coronários. O nosso objetivo foi avaliar a correlação destes métodos à angiografia coronária quantitativa (ACQ) em lesões de bifurcação coronária tratadas com stents dedicados a bifurcação. MÉTODOS: Estudo prospectivo, não-randomizado, de braço único, envolvendo um centro clinico que avaliou a correlação entre diferentes métodos de avaliação de imagem (ACQ, USIC e TCO) na avaliação tardia (9 meses) de pacientes com lesões de bifurcação tratados com o stent farmacológico liberador de sirolimus dedicado BiOSS. Foram incluídos 35 pacientes (36 lesões) tratadas entre Jan/16 a Fev/17. RESULTADOS: A maior parte das lesões (69%) envolveram bifurcação na artéria descendente anterior. Em relação ao envolvimento dos segmentos da bifurcação, 42.2% foram classificadas como lesões verdadeiras (Medina 111 11.1%, 011 22.8%, e 101 8.3%). Em relação a técnica de tratamento, a estratégia provisional foi planejada na totalidade dos casos, sendo necessário o implante de stent no ramo lateral em 25% dos casos. No reestudo protocolar aos 9 meses, realizado em 100% dos casos, a perda tardia do lumen (PTL) no vaso principal e no ramo lateral foram, respectivamente, 0,29 mm e 0,18 mm. Considerando os subsegmentos intra-stent proximal, carina e intra-stent distal no vaso principal, a PTL foi 0,23 mm, 0,29 mm e 0,33 mm, respectivamente; ja a área mínima do lúmen (AML) pelo TCO e USIC foram, respectivamente, 8,60 mm2 e 5,68 mm2, 8,18 mm2 e 5,32 mm2, e 6,29 mm2 e 3,99 mm2. Pelo método de Pearson, a TCO e o USIC demonstraram elevada correlação para as medidas de AML (r = 0,75; p < 0,05) no segmento intra-stent e área mínima do stent (r = 0,79). Já a ACQ não demonstrou correlação significativa com os métodos invasivos. CONCLUSÕES: Nesta investigação, os métodos de imagem invasivos (TCO e USIC) demonstraram alta correlação em termos de AML e área mínima do stent em lesões de bifurcação tratadas com stent farmacológico dedicado. (AU)


Assuntos
Humanos , Stents , Angioplastia
6.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 15-15, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1008857

RESUMO

INTRODUÇÃO: Intervenção coronária percutânea (ICP) guiada por ultrassom intracoronário (USIC) associou-se com menor ocorrência de eventos adversos em comparação com ICP guiada por angiografia. A tomografia de coerência óptica (TCO) possui resolução 10 vezes maior que a do USIC. No entanto, seu papel como guia de ICP foi pouco estudado. Nosso objetivo primário é avaliar a não inferioridade da ICP guiada por TCO em comparação com a guia por USIC quanto ao desfecho primário de expansão dos stents ao final do procedimento de ICP. MÉTODOS: Pacientes com ≥ 1 lesão em coronárias nativas com 2,25-4,0 mm de diâmetro, foram randomizados (1:1:1), em blocos de 9, para ICP guiada por angiografia, USIC, e TCO. Com um α unicaudal de 0,05 e margem de não inferioridade de 6,85% para expansão dos stents, 150 pacientes (50 em cada grupo) fornece poder de 80% para investigar a não inferioridade da ICP guiada por TCO em comparação com guia por USIC. Caso a não inferioridade fosse alcançada para o desfecho primário, testamos, de forma hierárquica, a superioridade da ICP guiada por TCO vs. ICP guiada por USIC e angiografia, e ICP guiada por USIC vs. ICP guiada por angiografia. RESULTADOS: 151 pacientes foram randomizados para ICP guiada por TCO (n=51), USIC (n=51) e angiografia (n=49). A área mínima do stent pós-ICP foi semelhante entre os grupos (TCO: 7,18 ± 2,66 mm vs. USIC: 6,97 ± 2,09 mm vs. angiografia: 7,26 ± 2,48 mm, p=0.820). A expansão dos stents foi 98,01 ± 16,14% nas ICP guiadas por TCO, 91,69 ± 15,75% nas guiadas por USIC e 90,53 ± 14,84% nas guiadas por angiografia (p=0.035). Expansões obtidas sob guia da TCO foram não inferiores às obtidas com USIC (diferença TCO-USIC: 7,00; IC 95%: -0,39 a 14,39, p<0,001). Na análise hierárquica, expansão por TCO foi superior à angiografia (p=0,041), mas não superior ao USIC (p=0,067). ICP guiada por USIC não foi superior à guiada por angiografia (p=0.923). O porcentual de hastes dos stents mal apostas foi menor em ICP guiadas por TCO (TCO: 1.74 ± 1.49% vs. USIC: 3.35 ± 4.03% vs. angiografia: 4.20 ± 6.85%, p=0.035). Não houve diferença significativa quanto à ocorrência de dissecção de bordas (TCO: 15,7% vs. USIC: 15,7% vs. angiografia: 22,6%, p=0,610), e complicações dos procedimentos. CONCLUSÕES: ICP guiada por TCO gerou expansão dos stents não inferiores às obtidas com USIC, e superiores às obtidas por angiografia, com melhor aposição das hastes e sem aumento de complicações. Estes resultados indicam que TCO pode ser utilizada com segurança para guiar ICP. Seu impacto clínico deve ser futuramente investigado. (AU)


Assuntos
Humanos , Tomografia de Coerência Óptica , Intervenção Coronária Percutânea
7.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 121-121, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009295

RESUMO

INTRODUÇÃO: A estenose aórtica (EAo) constitui uma das principais valvopatias encontradas, estando associada a grande morbimortalidade ao iniciarem os seus sintomas. O implante de bioprótese aórtica transcateter (do inglês transcatheter aortic valve implantation ­ TAVI) constitui em modalidade mais recente no tratamento intervencionista da estenose aórtica, revolucionando a propedêutica de muitos pacientes antes considerados inoperáveis. Grande preocupação é dada as complicações de sangramento submetidos pós-TAVI. Objetiva-se avaliar a incidência e fatores clínicos associados ao sangramento tardio (≥ 30 dias) em pacientes submetidos a TAVI e analisar o impacto do sangramento tardio nesses indivíduos. Além disso, buscou-se correlacionar a ocorrência de sangramento com escores de risco já estabelecidos em outros cenários clínicos. MÉTODOS: Trata-se de pesquisa observacional e retrospectiva através de análise de banco de dados de um único centro composto de pacientes consecutivos submetidos a TAVI. A definição de sangramentos tardios foram baseados nos critérios definidos pelo Valve Academic Research Consortium 2 (VARC-2). O nível de significância adotado foi para valores de p < 0,05. RESULTADOS: De uma população de 371 pacientes, há um predomínio do sexo feminino (54%), com idade média de 67 anos, obtendo-se taxa de sangramentos tardios de 10%, valores semelhantes aos encontrados na literatura. Dentre os fatores associados, a presença de doença carotídea >50% (p=0,021), hipertensão pulmonar (p=0,023), refluxo aórtico (p=0,014), HAS-BLED (p<0,001), uso de anticoagulação oral (p<0,001), ácido acetilsalicílico (p=0,001), disfunção diastólica (p=0,032) e a ocorrência de fibrilação atrial/flutter seja de maneira paroxística (p<0,01) ou permanente (p<0,001) estiveram associados a maior ocorrência de sangramento tardio. De maneira semelhante a outros estudos na literatura, fatores como a terapia antitrombótica e até mesmo refluxo aórtico tiveram grande influência na ocorrência dos eventos de sangramento. CONCLUSÃO: A TAVI é um procedimento inovador e cada vez importante no tratamento da estenose aórtica. O conhecimento dos fatores relacionados ao sangramento tardio são de grande importância na redução de efeitos adversos em pacientes submetidos a TAVI, uma vez que estão associados a grande impacto na morbimortalidade desses doentes. (AU)


Assuntos
Humanos , Estenose da Valva Aórtica , Implante de Prótese de Valva Cardíaca , Hemorragia
8.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 122-122, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009299

RESUMO

INTRODUÇÃO: A reserva de fluxo fracionada é um índice fisiológico invasivo extensamente validado, que demonstrou custo-efetividade e melhora de desfechos clínicos quanto utilizada para indicar a necessidade de revascularização em pacientes com doença arterial coronária. No entanto, sua utilização na prática clínica ainda é bastante restrita. Um novo índice, que possibilita estimar o significado funcional de estenoses coronárias, sem a necessidade de manipulação do vaso coronário e sem custo adicional à angiografia diagnóstica, tem potencial de ampliar a aplicação de índices funcionais às tomadas de decisão clínica. Com isso, o objetivo do presente trabalho é avaliar o desempenho diagnóstico de um novo índice fisiológico invasivo ­ o QFR (do inglês, quantitative flow ratio) ­ que estima o significado funcional de estenoses coronárias a partir de modelos de dinâmica de fluido computacional aplicadas em modelos geométricos tridimensionais das artérias coronárias obtidas durante a cinecoronariografia. MÉTODOS: O QFR foi derivado de 2 modelos de fluxo: (1) com velocidade hiperêmica de fluxo fixa (fQFR) e (2) com velocidade de fluxo hiperêmico ajustada de acordo com o tempo de trânsito do meio de contraste ao longo do segmento estenótico (cQFR). A FFR foi mensurada com guia de pressão específico sob hiperemia máxima induzida com adenosina (140 µg/Kg/min) e foi considerada o método de referência. As análises de QFR foram feitas de forma cega aos valores de FFR. RESULTADOS: QFR foi computado em 37 segmentos vasculares com estenoses coronárias epicárdicas de grau intermediário (diâmetro de estenose do diâmetro entre 40% e 70%) de 31 pacientes diabéticos submetidos à avaliação fisiológica invasiva com mensuração da FFR. A maioria (54,8%) dos pacientes apresentou-se com angina estável. O vaso mais frequentemente investigado foi a artéria descendente anterior (43,3%). A média dos valores de FFR foi 0,84 ± 0,08, com 29,7% das estenoses apresentando um FFR < 0,80. A média do fQFR foi 0,82 ± 0,08, com elevada correlação (r=0,86, p<0,0001) e concordância com os valores de FFR (diferença média: 0,022 ± 0,043, p=0,236). O cQFR apresentou correlação (r=0,94, p<0,0001) e concordância (diferença média: 0,010 ± 0,027, p=0,559) ainda maiores com a FFR. A acurácia diagnóstica do fQFR foi de 86,5%, com sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e negativo de 81,8%, 88,5%, 75,0%, e 92,0%, respectivamente. CONCLUSÕES: O QFR apresentou elevada acurácia diagnóstica em comparação com o método invasivo de referência FFR em uma população complexa de pacientes diabéticos. (AU)


Assuntos
Humanos , Pacientes , Diabetes Mellitus , Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdico
9.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 122-122, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009304

RESUMO

INTRODUÇÃO: enxertos de veia safena (VS), comumente utilizados em cirurgias de revascularização miocárdica, habitualmente cursam com aterosclerose e degeneração aceleradas. Apesar dos avanços técnicos e farmacologia adjunta, a intervenção coronária percutânea (ICP) de tais enxertos permanece um desafio, com altas taxas de complicações agudas (infarto peri-procedimento) e tardias (reestenose). No presente estudo, visamos avaliar o papel do pré-tratamento com heparina de baixo peso molecular (HBPM) no grau de degeneração do enxerto de VS antes da ICP. METODOLOGIA: Estudo unicêntrico e retrospectivo em que registros médicos e angiografias de todos os pacientes submetidos à ICP de enxertos de VS entre julho de 2008 e julho de 2018 foram revisados. Dados de pacientes submetidos à pré-tratamento com HBPM após a cinecoronariografia diagnóstica foram inseridos em banco de dados dedicado. As angiografias dos enxertos de VS antes e após o pré-tratamento com HBPM foram analisadas por operador experiente, cego ao momento em que a angiografia foi realizada, em programa validado de angiografia coronária quantitativa. Escore de degeneração, computando todas as áreas de ectasias, estenoses e trombos foi computado em cada período de avaliação. RESULTADOS: Dentre as 554 ICP em VS realizadas no período do estudo, 90 (16.2%) pacientes receberam pré-tratamento com HBPM. Destes, 67 pacientes, com 72 enxertos tratados, possuíam angiografias adequadas para análise. A maioria (75%) dos pacientes era masculina, 54% diabéticos e 57% tiveram síndrome coronariana aguda como apresentação inicial. O vaso-alvo de implante do enxerto mais comum foi a coronária direita (36,1%), e 80% das lesões localizavam-se no corpo dos enxertos. O tempo de pré-tratamento com HBPM foi de 5,6 dias. O comprimento médio analisado dos enxertos mediu 84,09 mm. Não houve diferença na presença de ectasias (12,48 vs 11,53mm) ou estenoses (21,73 vs 22,98mm), nem no escore de degeneração (1,22 vs 1,02) dos enxertos antes e depois do uso de HBPM. Trombo intraluminal foi visto inicialmente em 38 enxertos (52,7%). Pré-tratamento com HBPM reduziu significativamente a carga trombótica (12,56 mm vs. 6,07 mm, p<0,05), com redução em 21 (55.2%) enxertos e remissão completa em 7 (18.4%). Melhora do fluxo TIMI foi observada em 13 enxertos (fluxo TIMI pré: 2,7 vs. Pós: 2,86). (AU)


Assuntos
Humanos , Heparina de Baixo Peso Molecular , Intervenção Coronária Percutânea
10.
Clin. j. am. soc. nephrol. ; 14(6): 810-822, Jun 2019. tabela, grafico
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1022675

RESUMO

Background and objectives Whether prolonged dual antiplatelet therapy (DAPT) is more protective in patients with CKD and drug elutings tents compared with shorter DAPT isuncertain.The purposeofthismeta-analysis was to examine whether shorter DAPT in patients with drug-eluting stents and CKD is associated with lower mortality or major adverse cardiovascular event rates compared with longer DAPT. Design, setting, participants, & measurements A Medline literature research was conducted to identify randomized trials in patients with drug-eluting stents comparing different DAPT duration strategies.Inclusionof patients with CKD was alsorequired. The primary outcome was acomposite of all-cause mortality, myocardial infarction,stroke,orstent thrombosis (definiteorprobable).Major bleeding was the secondary outcome.Therisk ratio (RR) was estimated using a random-effects model. Results Five randomized trials were included (1902 patient swith CKD).Short DAPT (#6months) was associated with a similar incidence of the primary outcome, compared with 12-month DAPT among patients with CKD (48 versus 50 events; RR, 0.93; 95% confidence interval [95% CI], 0.64 to 1.36; P=0.72). Twelve-month DAPT was also associated with a similar incidence of the primary outcome compared with extended DAPT ($30 months) in the CKD subgroup (35 versus 35 events; RR, 1.04; 95% CI, 0.67 to 1.62; P=0.87). Numerically lower major bleeding eventrates were detected with shorter versus 12-monthDAPT(9versus13events;RR,0.69;95%CI,0.30 to1.60;P=0.39)and12-month versus extended DAPT( 9 versus 12 events;RR,0.83;95%CI,0.35to1.93;P=0.66)in patients with CKD.Conclusions Short DAPT does not appear to be inferior to longer DAPT in patients with CKD and drug-eluting stents.Because of imprecisioninestimates (feweventsandwide confidence intervals),nodefinite conclusion scan be drawn with respect to stent thrombosis. (AU)


Assuntos
Humanos , Distúrbio Mineral e Ósseo na Doença Renal Crônica , Inibidores da Agregação de Plaquetas , Stents Farmacológicos
11.
Clin J Am Soc Nephrol ; 14(6): 810-822, 2019 Jun 07.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31010936

RESUMO

BACKGROUND AND OBJECTIVES: Whether prolonged dual antiplatelet therapy (DAPT) is more protective in patients with CKD and drug-eluting stents compared with shorter DAPT is uncertain. The purpose of this meta-analysis was to examine whether shorter DAPT in patients with drug-eluting stents and CKD is associated with lower mortality or major adverse cardiovascular event rates compared with longer DAPT. DESIGN, SETTING, PARTICIPANTS, & MEASUREMENTS: A Medline literature research was conducted to identify randomized trials in patients with drug-eluting stents comparing different DAPT duration strategies. Inclusion of patients with CKD was also required. The primary outcome was a composite of all-cause mortality, myocardial infarction, stroke, or stent thrombosis (definite or probable). Major bleeding was the secondary outcome. The risk ratio (RR) was estimated using a random-effects model. RESULTS: Five randomized trials were included (1902 patients with CKD). Short DAPT (≤6 months) was associated with a similar incidence of the primary outcome, compared with 12-month DAPT among patients with CKD (48 versus 50 events; RR, 0.93; 95% confidence interval [95% CI], 0.64 to 1.36; P=0.72). Twelve-month DAPT was also associated with a similar incidence of the primary outcome compared with extended DAPT (≥30 months) in the CKD subgroup (35 versus 35 events; RR, 1.04; 95% CI, 0.67 to 1.62; P=0.87). Numerically lower major bleeding event rates were detected with shorter versus 12-month DAPT (9 versus 13 events; RR, 0.69; 95% CI, 0.30 to 1.60; P=0.39) and 12-month versus extended DAPT (9 versus 12 events; RR, 0.83; 95% CI, 0.35 to 1.93; P=0.66) in patients with CKD. CONCLUSIONS: Short DAPT does not appear to be inferior to longer DAPT in patients with CKD and drug-eluting stents. Because of imprecision in estimates (few events and wide confidence intervals), no definite conclusions can be drawn with respect to stent thrombosis.

14.
J Am Coll Cardiol ; 73(7): 741-754, 2019 Feb 26.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30784667

RESUMO

BACKGROUND: Complex percutaneous coronary intervention (PCI) is associated with higher ischemic risk, which can be mitigated by long-term dual antiplatelet therapy (DAPT). However, concomitant high bleeding risk (HBR) may be present, making it unclear whether short- or long-term DAPT should be prioritized. OBJECTIVES: This study investigated the effects of ischemic (by PCI complexity) and bleeding (by PRECISE-DAPT [PREdicting bleeding Complications in patients undergoing stent Implantation and SubsequEnt Dual AntiPlatelet Therapy] score) risks on clinical outcomes and on the impact of DAPT duration after coronary stenting. METHODS: Complex PCI was defined as ≥3 stents implanted and/or ≥3 lesions treated, bifurcation stenting and/or stent length >60 mm, and/or chronic total occlusion revascularization. Ischemic and bleeding outcomes in high (≥25) or non-high (<25) PRECISE-DAPT strata were evaluated based on randomly allocated duration of DAPT. RESULTS: Among 14,963 patients from 8 randomized trials, 3,118 underwent complex PCI and experienced a higher rate of ischemic, but not bleeding, events. Long-term DAPT in non-HBR patients reduced ischemic events in both complex (absolute risk difference: -3.86%; 95% confidence interval: -7.71 to +0.06) and noncomplex PCI strata (absolute risk difference: -1.14%; 95% confidence interval: -2.26 to -0.02), but not among HBR patients, regardless of complex PCI features. The bleeding risk according to the Thrombolysis In Myocardial Infarction scale was increased by long-term DAPT only in HBR patients, regardless of PCI complexity. CONCLUSIONS: Patients who underwent complex PCI had a higher risk of ischemic events, but benefitted from long-term DAPT only if HBR features were not present. These data suggested that when concordant, bleeding, more than ischemic risk, should inform decision-making on the duration of DAPT.

15.
Thromb Haemost ; 119(1): 149-162, 2019 Jan.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30597509

RESUMO

BACKGROUND: Prolonged dual anti-platelet therapy (DAPT) is intended to reduce ischaemic events, at the cost of an increased bleeding risk in patients undergoing percutaneous coronary intervention (PCI). In this study, we evaluated whether race influences the ischaemia/bleeding risk trade-off. METHODS: We searched for randomized clinical trials (RCTs) comparing DAPT duration after PCI. To compare the benefit or harm between DAPT duration by race, individual patient-level landmark meta-analysis was performed after discontinuation of the shorter duration DAPT group in each RCT. The primary ischaemic endpoint was major adverse cardiac events (MACEs), and the primary bleeding endpoint was major bleeding events (clinicaltrials.gov NCT03338335). RESULTS: Seven RCTs including 16,518 patients (8,605 East Asians, 7,913 non-East Asians) were pooled. MACE occurred more frequently in non-East Asians (0.8% vs. 1.8%, p < 0.001), while major bleeding events occurred more frequently in East Asians (0.6% vs. 0.3%, p = 0.001). In Cox proportional hazards model, prolonged DAPT significantly increased the risk of major bleeding in East Asians (hazard ratio [HR], 2.843, 95% confidence interval [CI], 1.474-5.152, p = 0.002), but not in non-East Asians (HR, 1.375, 95% CI, 0.523-3.616, p = 0.523). East Asians had a higher median probability risk ratio of bleeding to ischaemia (0.66 vs. 0.15), and the proportion of patients with higher probability of bleeding than ischaemia was significantly higher in East Asians (32.3% vs. 0.4%, p < 0.001). CONCLUSION: We suggest that the ischaemia/bleeding trade-off may be different between East Asians and non-East Asians. In East Asians, prolonged DAPT may have no effect in reducing the ischaemic risk, while significantly increases the bleeding risk.


Assuntos
Hemorragia/tratamento farmacológico , Hemorragia/etnologia , Isquemia/tratamento farmacológico , Isquemia/etnologia , Intervenção Coronária Percutânea/efeitos adversos , Inibidores da Agregação de Plaquetas/farmacologia , Grupo com Ancestrais do Continente Asiático , Plaquetas , Doença da Artéria Coronariana/complicações , Doença da Artéria Coronariana/etnologia , Doença da Artéria Coronariana/terapia , Stents Farmacológicos , Grupos Étnicos , Humanos , Infarto do Miocárdio/complicações , Infarto do Miocárdio/etnologia , Probabilidade , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto , Fatores de Risco , Resultado do Tratamento
16.
Eur Heart J ; 2018 Jul 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29992264

RESUMO

Non-adherence has been well recognized for years to be a common issue that significantly impacts clinical outcomes and health care costs. Medication adherence is remarkably low even in the controlled environment of clinical trials where it has potentially complex major implications. Collection of non-adherence data diverge markedly among cardiovascular randomized trials and, even where collected, is rarely incorporated in the statistical analysis to test the consistency of the primary endpoint(s). The imprecision introduced by the inconsistent assessment of non-adherence in clinical trials might confound the estimate of the calculated efficacy of the study drug. Hence, clinical trials may not accurately answer the scientific question posed by regulators, who seek an accurate estimate of the true efficacy and safety of treatment, or the question posed by payers, who want a reliable estimate of the effectiveness of treatment in the marketplace after approval. The Non-adherence Academic Research Consortium is a collaboration among leading academic research organizations, representatives from the U.S. Food and Drug Administration and physician-scientists from the USA and Europe. One in-person meeting was held in Madrid, Spain, culminating in a document describing consensus recommendations for reporting, collecting, and analysing adherence endpoints across clinical trials. The adoption of these recommendations will afford robustness and consistency in the comparative safety and effectiveness evaluation of investigational drugs from early development to post-marketing approval studies. These principles may be useful for regulatory assessment, as well as for monitoring local and regional outcomes to guide quality improvement initiatives.

17.
JACC Cardiovasc Interv ; 11(5): 435-443, 2018 Mar 12.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29454730

RESUMO

OBJECTIVES: This study sought to evaluate the optimal duration of dual antiplatelet therapy (DAPT) after the implantation of a drug-eluting stent (DES) in elderly patients. BACKGROUND: Qualified studies to evaluate the optimal duration of DAPT in elderly patients have been very limited. METHODS: Using 6 randomized trials that compared short-term (≤6 months) and long-term (12 months) DAPT, individual participant data meta-analysis was performed in elderly patients (≥65 years of age). The primary study outcome was the 12-month risk of a composite of myocardial infarction, definite or probable stent thrombosis, or stroke. The major secondary outcome was the 12-month risk of major bleeding. RESULTS: The primary outcome risk did not significantly differ between patients receiving short-term and long-term DAPT (hazard ratio [HR]: 1.12; 95% confidence interval [CI]: 0.88 to 1.43; p = 0.3581) in the overall group of study participants. In subgroup analysis, a significant interaction between age and DAPT duration was observed for primary outcome risk (p for interaction = 0.0384). In the subset of younger patients (<65 years of age, n = 6,152), short-term DAPT was associated with higher risk of primary outcome (HR: 1.67; 95% CI: 1.14 to 2.44; p = 0.0082). In elderly patients (n = 5,319), however, the risk of primary outcome did not significantly differ between patients receiving short-term and long-term DAPT (HR: 0.84; 95% CI: 0.60 to 1.16; p = 0.2856). Short-term DAPT was associated with a significant reduction in major bleeding compared with long-term DAPT (HR: 0.50; 95% CI: 0.30 to 0.84; p = 0.0081) in the overall group, and particularly in elderly patients (HR: 0.46; 95% CI: 0.24-0.88; p = 0.0196). CONCLUSIONS: Short-term DAPT after new-generation DES implantation may be more beneficial in elderly patients than in younger patients.

18.
Prog Cardiovasc Dis ; 60(4-5): 500-507, 2018 Jan - Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29277295

RESUMO

BACKGROUND: Diabetic patients account for an increasing number of patients undergoing percutaneous coronary intervention (PCI). However, diabetes mellitus (DM) is associated with increased residual platelet activity during dual antiplatelet treatment (DAPT) and DM patients have worse clinical outcomes after PCI as compared to non-DM. OBJECTIVE: To evaluate efficacy and safety of short duration DAPT (S-DAPT) and long duration DAPT (L-DAPT) after drug eluting stent (DES) implantation in DM and non-DM patients. METHODS: We searched Medline, Embase, and Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL) to identify randomized controlled trials (RCTs) assessing the effect of S-DAPT versus L-DAPT after DES implantation in DM and non-DM patients. Efficacy endpoints were all-cause mortality, cardiac mortality, myocardial infarction (MI), stent thrombosis (ST), target vessel revascularization (TVR), and composite end point of net adverse clinical events (NACE) (all-cause mortality, cardiac mortality, MI, ST, TVR, stroke, major bleeding). Safety endpoints were major bleeding and stroke. Event rates were compared using a forest plot of relative risk using a random effects model. RESULTS: We included eight RCTs that randomized 28,318 patients to S-DAPT versus L-DAPT (8234 DM and 20,084 non-DM). S-DAPT was associated with an increased rate of ST in non-DM patients [3.67 (2.04, 6.59)]. There was no significant difference in the rate of all-cause mortality, cardiac mortality, ST, MI, TVR, major bleeding, stroke and NACE with S-DAPT and L-DAPT in DM patients [1.19 (0.72-1.95); 1.25 (0.69, 2.25); 1.52 (0.70, 3.29); 1.33 (0.88, 2.01); 1.39 (0.89, 2.17); 0.92 (0.19, 4.42); 0.98 (0.29, 3.28); and 0.94 (0.57, 1.54) respectively]. Further, there was no significant difference in the rate of all-cause mortality, cardiac mortality, MI, TVR, major bleeding, stroke and NACE with S-DAPT and L-DAPT in non-DM patients [0.93 (0.58, 1.48); 0.75 (0.42, 1.35); 1.52 (0.81, 2.83); 0.99 (0.71, 1.39); 0.72 (0.28, 1.84); 1.01 (0.40, 2.56); and 1.01 (0.77, 1.32) respectively]. CONCLUSION: Compared to L-DAPT, S-DAPT was associated with significant increase in rate of ST in non-DM patients. Duration of DAPT had no significant impact on rates of all-cause mortality, cardiac mortality, MI, ST and TVR among DM patients.


Assuntos
Doença da Artéria Coronariana , Diabetes Mellitus/epidemiologia , Quimioterapia Combinada/métodos , Stents Farmacológicos/efeitos adversos , Intervenção Coronária Percutânea , Inibidores da Agregação de Plaquetas/farmacologia , Comorbidade , Doença da Artéria Coronariana/mortalidade , Doença da Artéria Coronariana/terapia , Humanos , Intervenção Coronária Percutânea/efeitos adversos , Intervenção Coronária Percutânea/instrumentação , Intervenção Coronária Percutânea/métodos , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto , Risco Ajustado , Fatores de Tempo
19.
Prog Cardiovasc Dis ; 60(4-5): 500-507, 2018.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-36706

RESUMO

BACKGROUND: Diabetic patients account for an increasing number of patients undergoing percutaneous coronary intervention (PCI). However, diabetes mellitus (DM) is associated with increased residual platelet activity during dual antiplatelet treatment (DAPT) and DM patients have worse clinical outcomes after PCI as compared to non-DM. OBJECTIVE: To evaluate efficacy and safety of short duration DAPT (S-DAPT) and long duration DAPT (L-DAPT) after drug eluting stent (DES) implantation in DM and non-DM patients.METHODS:We searched Medline, Embase, and Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL) to identify randomized controlled trials (RCTs) assessing the effect of S-DAPT versus L-DAPT after DES implantation in DM and non-DM patients. Efficacy endpoints were all-cause mortality, cardiac mortality, myocardial infarction (MI), stent thrombosis (ST), target vessel revascularization (TVR), and composite end point of net adverse clinical events (NACE) (all-cause mortality, cardiac mortality, MI, ST, TVR, stroke, major bleeding). Safety endpoints were major bleeding and stroke. Event rates were compared using a forest plot of relative risk using a random effects model...(AU)


Assuntos
Diabetes Mellitus , Stents Farmacológicos
20.
JACC Cardiovasc Interv ; 10(16): 1621-1630, 2017 Aug 28.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28838471

RESUMO

OBJECTIVES: The study sought to evaluate the presence of a clinically relevant rebound phenomenon after dual antiplatelet therapy (DAPT) discontinuation in randomized trials. BACKGROUND: It is currently unknown whether clopidogrel discontinuation after short-term DAPT is associated with an early hazard of ischemic events. METHODS: The authors performed an individual participant data analysis and aggregate meta-analysis. The primary outcome was major adverse cardiac and cerebrovascular events (MACCE), defined as the composite of cardiac death, myocardial infarction (MI), or stroke. RESULTS: The study included 11,473 PCI patients with individual participant data from 6 randomized trials comparing short-term DAPT (3 or 6 months) versus long-term DAPT (12 months or more). During the first 90 days following clopidogrel discontinuation, there was no significant increase in the risk of MACCE between patients randomized to short-term DAPT compared with long-term DAPT (hazard ratio [HR]: 1.18; 95% confidence interval [CI]: 0.71 to 1.98; p = 0.52; absolute risk difference 0.10%; 95% CI: -0.16% to 0.36%). The risk of MI or stent thrombosis was similar among patients randomized to short-term DAPT versus long-term DAPT (HR: 0.93; 95% CI: 0.46 to 1.90; p = 0.85). In the aggregate data meta-analysis of 11 trials including 38,919 patients, a higher risk of early MACCE was observed after long-term (≥12 months) DAPT duration (HR: 2.28; 95% CI: 1.69 to 3.09; p < 0.001) but not short-term (<12 months) DAPT duration (HR: 1.08; 95% CI: 0.67 to 1.74; p for interaction = 0.036). CONCLUSIONS: Among patients undergoing PCI with predominantly new-generation DES, discontinuation of clopidogrel after 3 or 6 months DAPT duration was not associated with an early increase in adverse clinical events. An early increase in MACCE was observed after long-term (≥12 months) DAPT exposure.


Assuntos
Aspirina/administração & dosagem , Intervenção Coronária Percutânea , Inibidores da Agregação de Plaquetas/administração & dosagem , Antagonistas do Receptor Purinérgico P2Y/administração & dosagem , Ticlopidina/análogos & derivados , Idoso , Aspirina/efeitos adversos , Clopidogrel , Reestenose Coronária/etiologia , Trombose Coronária/etiologia , Esquema de Medicação , Quimioterapia Combinada , Stents Farmacológicos , Feminino , Humanos , Estimativa de Kaplan-Meier , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Infarto do Miocárdio/etiologia , Intervenção Coronária Percutânea/efeitos adversos , Intervenção Coronária Percutânea/instrumentação , Intervenção Coronária Percutânea/mortalidade , Inibidores da Agregação de Plaquetas/efeitos adversos , Modelos de Riscos Proporcionais , Antagonistas do Receptor Purinérgico P2Y/efeitos adversos , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto , Fatores de Risco , Acidente Vascular Cerebral/etiologia , Ticlopidina/administração & dosagem , Ticlopidina/efeitos adversos , Fatores de Tempo , Resultado do Tratamento
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