Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 3 de 3
Filtrar
Mais filtros










Intervalo de ano de publicação
1.
Rev. bras. odontol ; 77(1): 1-5, jan. 2020. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1103880

RESUMO

Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do consumo crônico de álcool no aumento da destruição óssea periapical em ratos. Material e métodos: Foram selecionados 12 ratos machos da linhagem Wistar, aleatoriamente divididos nos grupos controle e álcool (n=6). Os ratos do grupo álcool foram submetidos à auto-administração de solução alcoólica contendo 25% de álcool puro. O grupo controle recebeu apenas água filtrada durante o estudo. Após as 5 semanas de adaptação do grupo álcool, todos os ratos foram anestesiados e a polpa dos seus primeiros molares inferiores esquerdos foi exposta à cavidade oral para indução da lesão periapical. Após 28 dias de exposição pulpar, os ratos foram sacrificados por sobredose de anestesia, e suas mandíbulas foram removidas e seccionadas para avaliação microtomográfica. As hemimandíbulas esquerdas foram fixadas e escaneadas no microtomógrafo SkyScan 1173 (Bruker, Kontich, Belgium). O tamanho da lesão periradicular foi medido a partir das imagens de microtomografia computadorizada (micro-CT), onde foram calculados a área de superfície e o volume da lesão. Também foram avaliadas a taxa percentual de ganho de peso e a ingestão de sólidos/líquidos dos grupos. Os dados foram estatisticamente analisados utilizando o teste t de Student (p<0,05). Resultados: Os animais do grupo controle tiveram uma maior taxa percentual de ganho de peso corporal e de ingestão tanto de sólidos como de líquidos (p<0,05). As lesões periapicais apresentaram maior volume e maior área nos animais do grupo álcool, em comparação ao grupo controle (p<0,05). Conclusão: O consumo crônico de álcool contribuiu para o aumento da destruição óssea periapical em casos de periodontite apical.


Objective: the aim of this study was to evaluate the influence of alcohol consumption on the increase of periapical bone destruction in rats. Material and Methods: the sample included 12 Wistar male rats, randomly assigned into a control group and an alcohol group (n=6). Rats in the alcohol group were submitted to self-administration of a 25% pure alcoholic solution. The control group received only filtered water throughout the study. After 5 weeks of adaptation to the alcohol dose, all animals were anesthetized and the pulps of their mandibular left first molar were exposed to the oral cavity to induce periapical lesion. Twenty-eight days after the pulp exposure, those rats were euthanized due to overdose of anesthesia and their mandibles were removed and sectioned to obtain a micro-computed tomographic (micro-CT) scan. The rats' left hemimandibles were fixed and scanned on the SkyScan 1173 (Bruker, Konitch, Belgium) microtomograph. The size of the periradicular lesions was measured from the images obtained on the micro-CT and the surface area and volume were calculated. It was also evaluated the weight gain rate and the ingestion of solid/liquid of both groups. Data were analyzed by the Student's t-test (p<0.05). Results: the control group showed higher rates of weight gain and ingested more solid and liquid than the alcohol group (p<0.05). Periapical lesions found in the alcohol group had higher volume and surface area than the ones of the control group (p<0.05). Conclusion: the chronic consumption of alcohol contributed to the increase of periapical bone destruction in cases of apical periodontitis


Assuntos
Periodontite , Alcoolismo , Microtomografia por Raio-X
2.
Rio de janeiro; s.n; 2018. 76 p. ilus.
Tese em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-1016644

RESUMO

Este estudo teve como objetivo avaliar a biocompatibilidade, através de análise histopatológica e de imuno-histoquímica, de um novo cimento reparador à base de MTA com alta plasticidade: MTA HP (Angelus Londrina, PR). O MTA branco (Angelus Londrina, PR), e um material a base de óxido de zinco e eugenol (IRM, Dentsply, Petrópolis, RJ) foram utilizados como referências para comparação. Para isso, trinta ratos machos de linhagem Wistar tiveram inoculados no tecido subcutâneo um tubo de polietileno vazio (controle negativo) e mais três tubos, cada um preenchido com um dos materiais testados. Os animais foram eutanasiados após 7, 30 e 60 dias da implantação dos tubos e as amostras foram fixadas e incluídas em parafina. Os cortes histológicos foram corados com hematoxilina e eosina e tricômico de gomori para avaliação das reações inflamatórias e a presença de angiogênese foi realizada utilizando o marcador VEGF (do inglês vascular endothelial growth factor). Os cortes também foram corados com Picrosirius Red para quantificar as fibras colágenas do tipo I e tipo III, assim como a coloração de Weigert foi realizada para observar as fibras elásticas. Os dados não-paramétricos foram analisados usando o ensaio de Kruskal-Wallis seguido do teste de Dunn. Os níveis de significância adotados foram de 5% (P < 0,05). Os resultados mostraram diferença significativa da resposta inflamatória após 60 dias entre os grupos IRM e tubo vazio (P < 0,05). O MTA HP apresentou biocompatibilidade similar ao MTA branco e ao grupo controle negativo em todos os períodos experimentais. Além disso, após 7 dias o MTA HP estimulou a angiogênese de forma menos acentuada que o MTA branco, assim como apresentou inicialmente um remodelamento mais lento da matriz extracelular quando comparado ao MTA branco e o IRM. Foi observado uma diminuição da espessura da cápsula fibrosa, da quantidade de fibras elásticas e da imonumarcação com VEGF em todos os grupos experimentais e controle negativo ao longo do processo de cicatrização. Após 60 dias os grupos experimentais apresentaram matriz extracelular com tecido conjuntivo mais maduro, com predominância de fibras colágenas do tipo I. De acordo com os resultados obtidos no presente estudo, pode-se concluir que o novo cimento reparador com alta plasticidade, MTA HP, apresentou-se biocompatível em todos os períodos experimentais, com resultados similares aos grupos controle negativo e experimentais com MTA branco e IRM.


This study evaluated the biocompatibility, through histopathological analysis and immunohistochemistry of a new repair cement based on MTA with high plasticity: MTA HP (Angelus Londrina, PR). White MTA (Angelus Londrina, PR), and a material based on zinc oxide and eugenol (IRM, Dentsply, Petrópolis, RJ) were used as references for comparison. Thirty male Wistar rats had inoculated into the subcutaneous tissue an empty polyethylene tube (negative control) and three more tubes, each filled with one of the tested materials. The animals were euthanized after 7, 30 and 60 days of tube implantation and the specimens were fixed and embedded in paraffin. The sections were stained with hematoxylin and eosin and gomori trichrome to assess inflammatory reactions, and the presence of angiogenesis was performed using the VEGF (vascular endothelial growth factor) marker. The sections were also stained with Picrosirius Red to quantify as type I and type III collagen fibers, as well as a Weigert staining was performed to observe elastic fibers. Non-parametric data were analyzed using the Kruskal-Wallis assay followed Dunn's test. The significance levels adopted were 5% (P < 0.05). The results demonstrated a significant difference in inflammatory response after 60 days between IRM and empty tube groups (P < 0.05). MTA HP showed similar biocompatibility to the White MTA and the negative control group in all experimental periods. Furthermore, after 7 days MTA HP stimulated less pronounced angiogenesis than White MTA, as it initially exhibited slower extracellular matrix remodeling when compared to White MTA and IRM. A decrease in the thickness of the fibrous capsule, the amount of elastic fibers and the immunostaining with VEGF in all experimental groups and control throughout the healing process was observed. After 60 days, the experimental groups presented extracellular matrix with more mature connective tissue, with predominance of type I collagen fibers. According to the results obtained in the present study, it can be concluded that the new repair cement with high plasticity, MTA HP, was biocompatible in all the experimental periods, presenting similar results to the control and experimental groups with White MTA and IRM.


Assuntos
Animais , Ratos , Óxidos/farmacologia , Silicatos/farmacologia , Compostos de Cálcio/farmacologia , Compostos de Alumínio/farmacologia , Tela Subcutânea/efeitos dos fármacos , Cimentos Dentários , Teste de Materiais , Imuno-Histoquímica , Ratos Wistar , Estatísticas não Paramétricas , Combinação de Medicamentos
3.
RFO UPF ; 16(2)maio-ago. 2011.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-611990

RESUMO

Introdução: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a precisão dos localizadores apicais eletrônicos (LAEs) Novapex® e Root ZX II® na detecção de perfurações radiculares simuladas. Metodologia: Após a remoção da porção coronária de 35 dentes, perfurações artificiais foram realizadas no terço médio com brocas de diferentes diâmetros (01, 04, 08). Os dentes foram então divididos em quatro grupos: três grupos experimentais, com dez dentes, e o grupo de controle, com cinco dentes. Todos foram embebidos em solução salina 0,9% e as determinações eletrônicas da localização das perfurações foram realizadas com os LAEs. Uma lima 10 tipo K foi inserida nos canais até que os LAEs indicassem que tivesse atingido a marca de 0. Logo após, os cursores foram ajustados em uma referência externa. Três medidas foram tomadas para cada dente e obtida uma média. Resultados: Os resultados mostram que o maior diâmetro da perfuração aumentou a sensibilidade LAEs na localização das perfurações. Para comparação de medidas reais com as medidas fornecidas pelo LAE, nos casos em que os LAEs foram capazes de localizar a perfuração, o teste t de student foi utilizado (p < 0,05), não apresentando diferença estatisticamente significante en-tre as diferentes perfurações e os diferentes LAEs. Con-clusão: Os LAEs testados foram precisos e confiáveis na determinação de perfurações de raiz, sendo capazes de auxiliar no diagnóstico clínico desta patologia.

SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA
...