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1.
Diabetol Metab Syndr ; 9: 22, 2017.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28405227

RESUMO

Cardiovascular disease is the leading cause of death in women at advanced age, who are affected a decade later compared to men. Cardiovascular risk factors in women are not properly investigated nor treated and events are frequently lethal. Both menopause and type 2 diabetes substantially increase cardiovascular risk in the female sex, promoting modifications on lipid metabolism and circulating lipoproteins. Lipoprotein subfractions suffer a shift after menopause towards a more atherogenic lipid profile, consisted of hypertriglyceridemia, lower levels of both total high density lipoprotein (HDL) and its subfraction HDL2, but also higher levels of HDL3 and small low-density lipoprotein particles. This review discusses the impact of diabetes and menopause to the lipid profile, challenges in lipoprotein subfractions determination and their potential contribution to the cardiovascular risk assessment in women. It is still unclear whether lipoprotein subfraction changes are a major driver of cardiometabolic risk and which modifications are predominant. Prospective trials with larger samples, methodological standardizations and pharmacological approaches are needed to clarify the role of lipoprotein subfractions determination on cardiovascular risk prediction and intervention planning in postmenopausal women, with or without DM.

2.
PLoS One ; 11(11): e0166009, 2016.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-27835659

RESUMO

To evaluate the effects of long-term exposure to high-intensity training among professional runners on cardiac hypertrophy and subclinical atherosclerosis. Prospective study included runners of both sexes (n = 52) and age and gender matched controls (n = 57), without classical cardiovascular risk factors. Ventricular hypertrophy was quantified by echocardiography by linear method and carotid intima-media thickness (cIMT) by 2-D images obtained by ultrasonography. Endothelial function was evaluated by flow-mediated dilation (FMD). Steroid hormones were quantified by HPLC followed by LC-MS/MS. Higher left ventricular (LV) mass index was found in male athletes (p<0.0001 vs. other groups). When adjusted for gender, the degree of left ventricular mass index classified as mildly, moderately or severely abnormal was obtained in 26%, 35%, and 30%, respectively, of female athletes, and in 39%, 14%, and 21%, respectively, of male athletes. Higher ratio of the early (E) to late (A) ventricular filling velocities was found in athletes of both genders. Male athletes presented lower cIMT in the right (p = 0.012 vs. male controls) and left (p<0.0001 vs. male controls) common carotid arteries, without differences in cIMT between female athletes and controls. FMD results were similar among groups. Higher serum testosterone levels were found in male athletes (p<0.0001 vs. other groups) and they were correlated with LV mass (r = 0.50, p<0.0001). The chronic exposure of high-intensity training among professional runners of both genders was associated with increased ventricular mass and adaptive remodeling. Less subclinical atherosclerosis was found in male athletes. Differences in steroid hormones may account in part for these findings.


Assuntos
Aterosclerose/diagnóstico por imagem , Cardiomegalia/diagnóstico por imagem , Ventrículos do Coração/diagnóstico por imagem , Corrida/fisiologia , Adulto , Aterosclerose/sangue , Aterosclerose/fisiopatologia , Atletas , Cardiomegalia/sangue , Cardiomegalia/fisiopatologia , Espessura Intima-Media Carotídea , Estudos de Casos e Controles , Corticosterona/sangue , Cortodoxona/sangue , Ecocardiografia , Feminino , Ventrículos do Coração/fisiopatologia , Humanos , Masculino , Resistência Física , Estudos Prospectivos , Testosterona/sangue , Ultrassonografia , Função Ventricular Esquerda
3.
Rev. bras. hipertens ; 22(1): 2-8, jan.-mar.2015.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-881280

RESUMO

A hipovitaminose D consiste em problema de saúde mundial nos dias de hoje e merece ser investigada e tratada. Indivíduos de risco devem realizar dosagem de 25(OH)D, forma estável que reflete a reserva de vitamina D. Considera-se insuficiência de vitamina D quando níveis se encontram entre 20 e 30ng/mL e deficiência quando os níveis estão abaixo de 20ng/mL. Asuficiência em vitamina D maximiza a absorção intestinal de cálcio e fósforo e mantém a homeostase desses íons, assegurando a saúde óssea. A deficiência de vitamina D está associada a diversos fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, síndrome metabólica, além de doenças ateroscleróticas, inflamatórias e alguns tipos de câncer, conforme demonstrado tanto em estudos em animais quanto em estudos em humanose metanálises. AhipovitaminoseD contribui de maneira independente para morbidade e mortalidade cardiovascular e será abordado neste artigo o elo entre vitamina D, risco cardiovascular e hipertensão arterial.


Hypovitaminosis D is a global burden that should be investigated and treated in individuals at risk. Measurement of 25(OH)D in the peripheral blood is the appropriate way to estimate vitamin D. Levels of 25(OH)D are considered insufficient when between 20 and 30 ng/mL and deficient when below 20 ng/mL. Vitamin D levels above 30 ng/mL maximize intestinal absorption of both calcium and phosphorus, playing a role in homeostasis of both electrolytes and assuring bone health. Vitamin D deficiency is associated with many cardiovascular risk factors such as hypertension, diabetes, obesity, metabolic syndrome, beside atherosclerotic diseases, inflammatory diseases and some types of cancer, as demonstrated both in animal studies as well as in studies human and meta-analysis. Vitamin D deficiency contributes independently to cardiovascular morbidity and mortality and will be discussed in this article the link between vitamin D, cardiovascular risk and hypertension.


Assuntos
Doenças Cardiovasculares , Hipertensão , Vitamina D
4.
RBM rev. bras. med ; 71(8)ago. 2014.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-725911

RESUMO

O conhecimento da abordagem diagnóstica e terapêutica das dislipidemias é de fundamental importância não apenas para o cardiologista, visto que as dislipidemias são achados frequentes em sua forma isolada ou associada a outros distúrbios metabólicos (tireoideanos, hepáticos, renais ou associados ao diabetes mellitus), em consequência do emprego de medicamentos como diuréticos, beta-bloqueadores, imunossupressores, antirretrovirais, corticosteroides e ainda nas formas genéticas. As dislipidemias podem ter sua expressão fenotípica na infância, ou mais tardiamente, desencadeadas pelo estilo de vida inapropriado, especialmente sedentarismo, dieta inadequada, resistência à insulina e outros fatores relacionados com o estilo de vida. Podem ou não apresentar sinais clínicos característicos e associar-se a complicações como doença aterosclerótica ou pancreatite. A abordagem desses pacientes deve visar mudanças do estilo de vida e o emprego de tratamento medicamentoso, por tempo prolongado, em geral ao longo da vida. As indicações para o uso de fármacos hipolipemiantes e as metas a serem atingidas estão bem definidas por diretrizes. O uso de hipolipemiantes requer o conhecimento de suas características farmacodinâmicas e farmacocinéticas, perfil de segurança e eventos adversos, interações com outros fármacos e presença de comorbidades...


Assuntos
Humanos , Dislipidemias
8.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 22(2): 18-23, abr.-jun. 2012.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-681080

RESUMO

O controle de fatores de risco foi uma das estratégias que se acompanhou de redução na taxa de eventos cardiovasculares em 50% nos Estados Unidos da América. Meta-análise de estudos com estatinas mostrou redução de 20% de desfechos em prevenção primária e secundária de doenças cardiovasculares para diminuição de 39 mg/dL do LDL-c. Já para reduções de LDL-c de 80 a 120 mg/dL, as diminuições das taxas de desfechos são da ordem de 40%-50%. O tratamento hipolipemiante deve ser feito de maneira contínua, é seguro , podendo ocorrer eventos diversos, de modo geral reversíveis e de ocorrência infrequente. O conhecimento das interações farmacocinéticas, do perfil de segurança dos farmácos e de fatores de risco para eventos adversos permite um correto manuseio do tratamento hipiolipemiante e minimiza potenciais riscos.


Risk factors control is one of the most important strategies in the United States of America. Meta-analyses of studies in primary and secondary prevention with statins have shown that a 20% reduction in outcomes was observed for a 1 mmol/L reduction in LDL-c (of 2-3 mmol/L) a 40%-50% decrease in cardiovascular event was observed. Lipid-lowering therapy has to be given continuosly, it is safe, with infrequent and reversible adverse events that can be prevented by appropiate information on pharmacokinetic interactions, risk for drug profile and risk factors for adverse events to promote a correct management of lipid-lowering therapy and minimize potential risks.


Assuntos
Humanos , Dislipidemias/complicações , Dislipidemias/prevenção & controle , Doenças Cardiovasculares/complicações , Doenças Cardiovasculares/prevenção & controle , Hipolipemiantes/administração & dosagem , Promoção da Saúde/métodos , Promoção da Saúde/tendências , Fatores de Risco
9.
RBM rev. bras. med ; 68(1/2)jan.-fev. 2011.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-621002

RESUMO

O conhecimento da abordagem diagnóstica e terapêutica das dislipidemias é de fundamental importância não apenas para o cardiologista, visto que as dislipidemias são achados frequentes em sua forma isolada ou associada a outros distúrbios metabólicos (tireoideanos, hepáticos, renais ou associados ao diabetes mellitus), em consequência do emprego de medicamentos como diuréticos, beta-bloqueadores, imunossupressores, antirretrovirais, corticosteroides e ainda nas formas genéticas.As dislipidemias podem ter sua expressão fenotípica na infância ou, mais tardiamente, desencadeadas pelo estilo de vida inapropriado, especialmente sedentarismo, dieta inadequada, resistência à insulina e outros fatores relacionados ao estilo de vida. Podem ou não apresentar sinais clínicos característicos e associar-se a complicações, como doença aterosclerótica ou pancreatite. A abordagem desses pacientes deve visar mudanças do estilo de vida e o emprego de tratamento medicamentoso, por tempo prolongado, em geral ao longo da vida. As indicações para o uso de fármacos hipolipemiantes e as metas a serem atingidas estão bem definidas por diretrizes. O uso de hipolipemiantes requer o conhecimento de suas características farmacodinâmicas e farmacocinéticas, perfil de segurança e eventos adversos, interações com outros fármacos e presença de comorbidades. A clara associação entre os fatores de risco e a aterosclerose norteou a elaboração de algoritmos para a estratificação do risco cardiovascular e os ensaios clínicos randomizados forneceram a base de evidências para a utilização dos hipolipemiantes na prevenção primária e secundária da doença cardiovascular e em muitas outras situações clínicas, de acordo com as estimativas de risco. O fármaco de escolha para o tratamento da hipercolesterolemia é a estatina, mas em algumas situações não são suficientes para se atingir os níveis desejados de colesterol, sendo necessária adição de inibidores da absorção de colesterol ou outras medidas associadas. Hipertrigliceridemias devem ser tratadas para prevenir episódios de pancreatite e também com o objetivo de reduzir complicações cardiovasculares. Situações especiais, como os transplantados, idosos, portadores da síndrome da imunodeficiência adquirida e outras condições em que a aterosclerose seja uma condição comumente associada, devem ter seu risco avaliado de maneira semelhante e o tratamento instituído, levando-se em conta o risco/benefício do tratamento e os fármacos mais adequados para cada situação.

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