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1.
Rev. argent. salud publica ; 10(41): 28-36, 29/12/2019.
Artigo em Espanhol | LILACS, BINACIS, ARGMSAL | ID: biblio-1048235

RESUMO

La mortalidad guarda relación con las temperaturas diarias y los eventos extremos. Este estudio buscó analizar los efectos de las bajas temperaturas sobre la mortalidad en las principales ciudades de Argentina en el período 2005-2015. MÉTODOS: Se realizó un estudio de series temporales con modelos aditivos generalizados, modelando la relación entre bajas temperaturas y mortalidad para 21 ciudades de Argentina entre 2005 y 2015. Se analizó la mortalidad general y por grupos de sexo, edad y causa de muerte, en días fríos y días de olas de frío, así como los rezagos de 7 y 14 días posteriores a dichos eventos. RESULTADOS: En los 7 días posteriores a un día frío, el riesgo de muerte aumenta en la mitad de las ciudades entre un 1,04 [IC95%: 1,00-1,08] y un 1,14 [IC95%: 1,06-1,23] según la ciudad. El grupo de 65 años y más es el que muestra mayor impacto, con un incremento de hasta el 1,20 [IC95%: 1,05-1,39]. Las olas de frío se asocian con un aumento más pronunciado en el riesgo de morir en los siguientes 7 días en 8 ciudades (1,05 [IC95%: 1,03-1,08] a 1,30 [IC95%: 1,03-1,65]), y en 10 ciudades en los siguientes 14 días, aunque con valores algo más bajos. CONCLUSIONES: Con diferencias en magnitud y robustez estadística según las ciudades, la población de las áreas urbanas presenta un riesgo aumentado de muerte durante los 7 y 14 días posteriores a un evento de frío extremo


Assuntos
Mudança Climática , Mortalidade , Temperatura Baixa , Frio Extremo
2.
Rev. bras. ter. intensiva ; 20(4): 344-348, out.-dez. 2008. graf, tab
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: lil-506833

RESUMO

OBJETIVO: O objetivo principal deste estudo foi comparar o desempenho das escalas de sedação de Ramsay e Richmond em pacientes críticos sob ventilação mecânica em um hospital universitário. MÉTODOS: Estudo prospectivo onde foram incluídos todos os pacientes sob ventilação mecânica com pelo menos 48 horas de internação, durante quatro meses, totalizando 45 pacientes. Foram avaliados diariamente a modalidade de sedação, dose dos sedativos e analgésicos e o nível de sedação através das escalas de Ramsay e Richmond. O teste T de Student, os índices de correlação de Pearson e Spearman, e a elaboração de curvas Receiver Operating Characteristic (ROC) foram utilizados para a análise estatística. RESULTADOS: A mortalidade geral observada foi de 60 por cento. Nesta série, o tempo de sedação e a dose de sedativos utilizada não se correlacionaram com a mortalidade. Sedação profunda (Ramsay > 4 ou Richmond < -3) correlacionou-se positivamente com uma maior probabilidade de morte, com uma área sob a curva (ASC) > 0,78. Níveis adequados de sedação (Ramsay 2 a 4 ou Richmond 0 a -3) correlacionaram-se sensivelmente à probabilidade de sobrevivência, com uma ASC > 0,80. Em 63 evoluções (8,64 por cento) foram observados níveis baixos de sedação, porém não se evidenciou nenhuma correlação entre a ocorrência de agitação e prognósticos desfavoráveis. Houve uma boa correlação entre as escalas Ramsay e Richmond (Pearson > 0,810 - p<0,0001). CONCLUSÃO: Neste estudo, as escalas de Ramsay e Richmond mostraram-se equivalentes para a avaliação de sedações profunda, insuficiente e adequada e ambos demonstraram boa correlação com mortalidade em pacientes excessivamente sedados.


OBJECTIVE: The main purpose of this study was to compare performance of the Ramsay and Richmond sedation scores on mechanically ventilated critically ill patients, in a university-affiliated hospital. METHODS: This was a 4-month prospective study, which included a total of 45 patients mechanically ventilated, with at least 48 hours stay in the intensive care unit. Each patient was assessed daily for sedation mode, sedative and analgesic doses and sedation level using the Ramsay and Richmond scores. Statistical analysis was made using Student's t-test, Pearson's and Spearman's correlation, and constructing ROC-curves. RESULTS: A high general mortality of 60 percent was observed. The length of sedation and daily dose of medication did not correlate with mortality. Deep sedation (Ramsay > 4 or Richmond < -3) was positively correlated with probability of death with an AUC > 0.78. An adequate level of sedation (Ramsay 2 to 4 or Richmond 0 to -3) was sensitively correlated with probability of survival with an AUC > 0.80. A low level of sedation was observed in 63 days evaluated (8.64 percent), and no correlation was found between occurrence of agitation and unfavorable outcomes. Correlation between Ramsay and Richmond scores (Pearson's > 0.810 - p<0.0001) was good. CONCLUSION: In this study, Ramsay and Richmond sedation scores were similar for the assessment of deep, insufficient and adequate sedation. Both have good correlation with mortality in over sedated patients.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Cuidados Críticos , Hipnóticos e Sedativos/administração & dosagem , Unidades de Terapia Intensiva , Monitorização Fisiológica , Respiração Artificial , Sedação Profunda/métodos
3.
Rev Bras Ter Intensiva ; 20(4): 344-8, 2008 Dec.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-25307238

RESUMO

OBJECTIVE: The main purpose of this study was to compare performance of the Ramsay and Richmond sedation scores on mechanically ventilated critically ill patients, in a university-affiliated hospital. METHODS: This was a 4-month prospective study, which included a total of 45 patients mechanically ventilated, with at least 48 hours stay in the intensive care unit. Each patient was assessed daily for sedation mode, sedative and analgesic doses and sedation level using the Ramsay and Richmond scores. Statistical analysis was made using Student's t-test, Pearson's and Spearman's correlation, and constructing ROC-curves. RESULTS: A high general mortality of 60% was observed. The length of sedation and daily dose of medication did not correlate with mortality. Deep sedation (Ramsay > 4 or Richmond < -3) was positively correlated with probability of death with an AUC > 0.78. An adequate level of sedation (Ramsay 2 to 4 or Richmond 0 to -3) was sensitively correlated with probability of survival with an AUC > 0.80. A low level of sedation was observed in 63 days evaluated (8.64%), and no correlation was found between occurrence of agitation and unfavorable outcomes. Correlation between Ramsay and Richmond scores (Pearson's > 0.810 - p<0.0001) was good. CONCLUSION: In this study, Ramsay and Richmond sedation scores were similar for the assessment of deep, insufficient and adequate sedation. Both have good correlation with mortality in over sedated patients.

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